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domingo, 17 de maio de 2015

Inauguração do Novo Museu dos Coches


após muita polémica e um grande atraso, o novel Museu Nacional dos Coches vai abrir portas ao público, com entrada gratuita no dia da inauguração


Inauguração do Novo Museu dos Coches
[ inauguração ]
22 Maio 2015
Museu Nacional dos Coches, Lisboa

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Novo Museu Nacional dos Coches



















algumas notícias que lhe poderão interessar:

Novo Museu dos Coches inaugura a 22 de maio

Saiba preço do bilhete no novo Museu dos Coches

Novo Museu dos Coches é inaugurado mesmo com obra inacabada

Novo Museu dos Coches. 350 mil visitantes esperados por ano

várias fontes

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Museu Nacional dos Coches
[ junto à Praça Afonso de Albuquerque ]
Avenida da Índia, 1300 Lisboa
t. 21 099 30 45
autocarros - 714, 727, 751
eléctrico - 15E
comboio - Belém
38°41'48.79"N
9°11'54.71"W

imagem de abertura - uma liteira desenhada pelo pintor Domingos Sequeira [ legenda original: Desenho de : Domingos Sequeira (1768 – 1837) – Liteira e muleteiro Desenho 25×21 cm Museu Nacional dos Coches ] do sítio internet Desenhar | Projectar | desenho arquitectura urbanismo a quem agradecemos.
fotografia do Museu Nacional dos Coches do sítio internet Mapio | Vyhledávač Realitní inzerce v Čechách a quem agradecemos.

terça-feira, 26 de março de 2013

A greve de 70 dias no Sul e Sueste – 1920 – através dos Diários de José António Marques.



Já que de vez em quando vêm à baila as actuais greves nos comboios, eis uma memória história centenária muito curiosa e a merecer a atenção de quem se interessa por estes temas.


A greve de 70 dias no Sul e Sueste – 1920 –
através dos Diários de José António Marques
[ documentos ]
Barreiro

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Para quem gosta de andar de comboio.
Um abraço
Clotilde

(…)

Memória:
A greve de 70 dias no Sul e Sueste – 1920 – através dos Diários de José António Marques.

Comunicação apresentada à 3ª Sessão “O Mundo do Trabalho na Península de Setúbal”, resultante de investigação ainda em curso, no Arquivo Municipal do Barreiro, sobre um acervo documental constituído por diários manuscritos produzidos por um trabalhador ferroviário, José António Marques (JAM), entre 1918 e 1988. A importância dos diários é tal que, constituem hoje uma [...]

fonte Rui Ribeiro via Clotilde Moreira

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Continuação:

A greve de 70 dias no Sul e Sueste – 2

Continuação : A greve de 70 dias no Sul e Sueste – 1920 – através dos Diários de José António Marques
No dia 26 de Outubro continuava a greve e houve uma reunião, com o Ministro do Comércio, mas nada ficou resolvido. Saíram nesse dia, do Barreiro para o Alentejo 12 camiões, carregados de sacaria de adubos, da CUF.
No dia 27 terminavam sem êxito as negociações entre o Governo e o Comité. A situação nas casas dos ferroviários agravava-se (…)

fotografia de abertura - uma Locomotiva a vapor do princípio do séc. XX exposta na estação de comboios de Vila Real [ 10-08-1992 ] - © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.

domingo, 28 de outubro de 2012

«156 Anos de Caminho de Ferro em Portugal: Que dizem os Arquivos e Bibliotecas?» [ Lisboa ]




«156 Anos de Caminho de Ferro em Portugal:
Que dizem os Arquivos e Bibliotecas?»
[ colóquio ]
30 Outubro 2012, 09h30 às 17h15
Torre do Tombo, Lisboa

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Colóquio “156 Anos de Caminho de Ferro em Portugal: Que dizem os Arquivos e Bibliotecas?”


A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas–BAD e a Secretaria Geral da CP-Comboios de Portugal, em colaboração com a Torre do Tombo, promovem um colóquio sobre arquivos e bibliotecas na área do transporte ferroviário que se realizará dia 30 de outubro de2012 na Torre do Tombo (Lisboa).
O Colóquio com o tema: “156 anos de Caminho de Ferro em Portugal: Que dizem os arquivos e bibliotecas?” pretende promover a reflexão em torno do tratamento, organização e disponibilização da documentação ferroviária e sua importância no panorama cultural do país e fomentar a troca de experiências entre os colaboradores dos arquivos, bibliotecas e centros de documentação especializados e os seus investigadores da história do caminho de ferro em Portugal.

Fonte: BAD

Para mais informações: http://www.bad.pt/noticia/2012/10/04/coloquio-156-anos-de-caminho-de-ferro-em-portugal-que-dizem-os-arquivos-e-bibliotecas/

fonte Pportodosmuseus

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Arquivo Nacional da Torre do Tombo
Alameda da Universidade 1649-010 Lisboa
t. 21 781 15 00 / f 21 793 72 30
38° 45' 16.71" N 9° 9' 23.59" W

fotografia de abertura - a ponte de Oeiras em data desconhecida [ digitalização dum postal da colecção de postais ilustrados «Centenário da Linha de Cascais» Edição das Relações Públicas da CP ]
fotografia da Torre do Tombo do sítio internet Universidade de Lisboa, a quem agradecemos.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Metropolitano de Lisboa em 1959




Metropolitano de Lisboa em 1959
[ história / vídeos ]
Lisboa

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Há dias uma amiga nossa partilhou no nosso mural do Google+ dois vídeos sobre o Metropolitano de Lisboa, que não poderíamos deixar de partilhar, dado o seu carácter histórico.

Na sequência procurámos mais vídeos e encontrámos outro, referente à inauguração, que teve lugar no dia 29 de Dezembro de 1959.

Temos assim três vídeos bastante interessantes para apresentar aqui.

Chamo a atenção para alguns aspectos de época, como os automóveis, o vestuário, o trânsito ‘caótico’ [ na opinião do locutor... ], aspectos que nos dão uma imagem de como Lisboa era no findar da década de 1950.

Vamos ver os vídeos. Comecemos por este, o da inauguração oficial [ Clique nos títulos ]:


Segue-se um aspecto do que foi a abertura ao público, também em Dezembro de 1959:


Para terminar, um vídeo que é um típico filme de propaganda do regime. Vejamos:


fontes Google+ YouTube

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sobre o Metropolitano de Lisboa veja em Metropolitano de Lisboa - site oficial e em Wikipédia

fotografia de abertura, fotograma do vídeo “Primeiro dia de abertura ao público do Metropolitano de Lisboa 1959” do sítio internet YouTube publicado por metrolisboa1959 a quem agradecemos.

Europa boicota tentativa da CP de vender comboio histórico




Europa boicota tentativa da CP
de vender comboio histórico
[ património ]
Portugal

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Tentativa de venda de comboio histórico da CP suscita escândalo e boicote na Europa
A CP tentou vender junto de museus ferroviários europeus o comboio histórico de via estreita estacionado na Régua, mas a Federação Europeia das Associações de Caminhos-de-Ferro Turísticos (Fedecrail) boicotou essa tentativa, pedindo aos museus que renunciassem à compra, mesmo que estivessem interessados.
“Essa proposta pareceu-nos escandalosa, porque o material em via métrica português é raro e é uma composição que está em bom estado”, disse ao PÚBLICO Jacques Daffis, vice-presidente da Fedecrail, que tomou a iniciativa de informar o Museu Nacional Ferroviário português, que desconhecia esta tentativa de venda por parte da CP.
(…)

fonte PportodosMuseus, onde pode ler a notícia na íntegra.

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o comboio de via estreita

fotografia de abertura - Locomotiva a carvão exposta na estação de comboios de Vila Real, 10-08-1992 -  ©  josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
fotografia do comboio em marcha do sítio internet HardMúsica - Jornal de cultura a quem agradecemos.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Amarelo 28 - Esta Lisboa que eu amo




Amarelo 28
Esta Lisboa que eu amo
[ passeio pedestre ]
08 Dezembro 2011, 10h00
Praça Martim Moniz [ ponto de encontro ], Lisboa

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SAL Sistemas de Ar Livre
-- Consulte o nosso site em www.sal.pt --
Olá,

Enviamos este email porque temos uma completa oferta de Passeios Pedestres de Natureza e Culturais em Portugal.

Andar a pé faz bem e vai conhecer Portugal de uma forma diferente.
Vai poder visitar sítios como o Convento da Arrábida, percorrer a linha do Eléctrico 28 em Lisboa, visitar o mais antigo monumento do mundo, descobrir que Sesimbra não é só praia e peixe assado, que existe uma serra escondida às portas de Lisboa e muito, muito mais.

Nos próximos dez dias tem sete Passeios Pedestres SAL por onde escolher. Dois são estreias. Dois são em Lisboa Cidade. Um é no Alentejo. Três têm descontos para residentes nos concelhos onde acontecem. Acima de tudo, são todos fantásticos. Com dias de sol, com o seu gosto por passear e por conhecer e com a facilidade que tem em participar não precisa de pensar mais. Apenas aparecer com a sua família e os seus amigos.

Veja em baixo toda a programação detalhada, passeio a passeio.

Tome atenção à Agenda Global de Passeios Pedestres SAL e esteja atento a eventuais alterações. Não precisa de procurar noutro local. Passeios Pedestres é com a SAL !

PASSEIOS PEDESTRES SAL

(…)
Feriado 8 Dezembro 2011 - 10:00h  Não necessita inscrição prévia
Amarelo 28 ESTA LISBOA QUE EU AMO
Há qualquer coisa de mágico em Lisboa. Uns dizem que é a luz, outros que é a história. Há quem fale das gentes e dos monumentos. Da fé, da esperança, das vivências. Uma cidade de altos e baixos, como a vida da própria cidade. Cruzá-los é um desafio feito há muitos anos pela tradicional carreira do eléctrico 28, que na baixa se inicia, que trepa colinas, que pede licença para passar em ruas apertadas, que se passeia por igrejas, estátuas, conventos e palacetes, que transporta turistas, varinas, carteiristas e que serviu gerações de lisboetas. Seguir a sua linha num passeio sereno e desafiante vai mostrar uma Lisboa desconhecida. Encontro: 10:00h, Paragem de início da carreira do Eléctrico 28, lado nascente da Praça Martim Moniz. Coordenadas geográficas (GPS): N38º42'54'' W09º08'09''. VER+.

(...)


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fotografia de abertura - o Amarelo da Carris -  © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A literatura, o comboio e a região


Iniciativas de Verão 2011
Diálogos em Noites de Verão - Ciclo de Conferências

Oeiras cerca de 1970-71

Forasteiros e Estrangeiros em Terras de Oeiras
A literatura, o comboio e a região
[ palestra ]
Jorge Miranda [ orador ]
18 Agosto 2011, 21h15
Casa das Queijadas de Oeiras, Centro Histórico de Oeiras
entrada livre

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Algumas fotografias antigas de Oeiras:

estação de Oeiras
ponte de Oeiras
panorâmica de Santo Amaro de Oeiras
feira de Oeiras em Setembro 1929
[ in revista ABC, Ano X, No 480 de 29 de Setembro de 1929 ]

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História
O clima ameno, a abundância de água, a qualidade dos solos e a posição geográfica privilegiada oferecidas pela zona ribeirinha do estuário do Rio Tejo foram desde a Pré-história factores determinantes para a fixação da população neste local [1] . A existência, no interior, de alguns "cabeços" ou altos, proporcionaram a exploração agrícola e o estabelecimento de alguns castros agro-pastoris. É exemplo deste tipo de ocupação o Castro Eneolítico de Leceia, (classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1963[1] ) cujas escavações arqueológicas realizadas mostram um conjunto de estruturas habitacionais e defensivas do Calcolítico Inicial[1] . Em termos de registos pré-históricos acrescentam-se a Gruta da Ponte da Laje ocupada desde o Paleolítico à Idade do Ferro, e a jazida de Outurela datada da Idade do Ferro[1] .
Do Período Romano podem encontrar-se vestígios em vários locais do concelho, destacando-se o mosaico romano existente na Rua das Alcássimas, em Oeiras e a Ponte Romana. Também do Período Árabe chegaram até hoje algumas marcas, nomeadamente alguns topónimos como: Alcássimas, Algés, Alpendroado, Quinta da Moura, etc [1] .
Na época das Descobertas instalam-se novas actividades industriais e comerciais e Oeiras assume funções de celeiro de Lisboa e de centro industrial. Surge assim a Fábrica da Pólvora Negra de Barcarena destinada à manipulação de pólvora e fabrico de armas, e dá-se também a exploração de pedreiras e a construção de fornos de cal em Paço de Arcos. Constroem-se também fortificações ao longo da orla marítima de modo a defender a costa e controlar o movimento de navios na entrada da Barra do Tejo, construções que duraram do século XVI até ao século XVIII.
[editar]
Estabelecimento do Concelho
Em Carta Régia de 7 de Junho de 1759 a jurisdição das terras é atribuída pelo Rei D. José I ao seu Primeiro-ministro Marquês de Pombal, que se tornou o primeiro Conde de Oeiras da vila de Oeiras. Decorrido um mês após a elevação a vila, é constituído o concelho em Carta Régia de 13 de Julho de 1759..[1] Muito embora as origens do povoado datem do século XII (1147) Oeiras registou uma ocupação efectiva desde a pré-história; no entanto foi neste reinado que Oeiras conheceu um desenvolvimento a nível económico e social, proporcionado pelo Marquês de Pombal, ao apostar na inovação e no aproveitamento das condições fornecidas pelo estuário do Tejo. Em 1770 ordenou a realização da primeira feira agrícola e industrial realizada em Portugal, e porventura na Europa. Apesar desta feira ter permitido um destaque a nível nacional, a sua obra municipal passa igualmente pela criação de um porto de abrigo para pescadores, uma alfândega e feitoria, entre outras obras. Uma das principais heranças desta época é a Quinta do Marquês de Pombal, que se encontra praticamente na forma original com os jardins, o palácio, as dependências agrícolas (adega e o celeiro), e ainda a parte da exploração agrícola que veio a constituir uma estação agrícola experimental onde hoje se situam alguns dos mais importantes institutos portugueses na área das Bio-Ciências (Estação Agronómica Nacional).
Em 1894 o concelho foi extinto, tendo sido restabelecido a 13 de Janeiro de 1898; perdeu no entanto Carcavelos a favor de Cascais e adquiriu uma parte da freguesia de Benfica (Lisboa) representada pela Amadora, ficando com uma área aproximada à actual.[1] Nos século XVII e XVIII surgiram vários palácios e quintas destinadas ao recreio e à exploração agrícola, principalmente de cultura cerealífera e vinícola constituindo importantes fontes de abastecimento de Lisboa.
No século XIX a actividade agrícola entra em declínio paralelamente ao aparecimento de novas indústrias e da inauguração, em 1889, da linha de caminho-de-ferro Lisboa-Cascais, com o comboio a vapor. Surgem as grandes unidades fabris sendo as mais importantes nesta época a Fábrica do Papel, a Fundição de Oeiras, a Lusalite e os Fermentos Holandeses. (…)


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Casa das Queijadas de Oeiras
Rua 7 de Junho de 1759, 28 A
2780-298 Oeiras
t. 21 442 50 25
website
facebook
Oeiras/76184763537
38° 41' 33.29" N / 9° 18' 48.44" W



fotografia de abertura © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
fotografias antigas, digitalização de postais da colecção Cem Anos da Linha de Cascais, edição das Relações Públicas da CP a quem agradecemos.
fotografia da Feira publicada por Filipa Ferro Marques no grupo OEIRAS - Projecto Fotográfico, no Facebook, a quem agradecemos.
fotografia da Casa das Queijadas do sítio internet Queijadas de Oeiras, no Facebook, a quem agradecemos.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

O Comboio e a Linha do Tua


aspecto do debate no nosso último jantar

O Comboio e a Linha do Tua
[ jantar-tertúlia ]
António Braga [ orador ]
29 Abril 2011, 20h30
Restaurante A Quinta, Oeiras

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Caros Associados e Amigos,

Dia 29 de Abril, vamos ter o nosso habitual jantar-tertúlia.
Este versará sobre O Comboio e a Linha do Tua e terá como orador o nosso associado António Braga.

Durante o jantar será apresentado um filme sobre o nosso passeio com a subida do Douro, efectuado em 2009.

O jantar será como de costume no Restaurante A QUINTA, a ca. 80 metros da estação de Oeiras

O jantar será servido sem falta a partir das 20h15 pelo que, para conviverem à vontade entre vós em torno das entradas, aconselhamos a chegada por volta das 19h45.

Para este jantar temos para escolha Massada de Garoupa com Gambas ou Arroz de Pato.

Para quem avisar com antecedência poderá ser preparada uma dieta de peixe ou carne.

O jantar é constituído por:
- Entradas.
- Prato de peixe ou prato de carne.
- Sobremesa.
- Café.
- Bebidas: Vinhos, cerveja, sumos e água [ digestivos são pagos à parte ].

O preço do jantar será de 17,5 para Sócios e 20 para Público em geral.

Inscrevam-se, indicando a V. escolha, o mais breve possível, pois temos que dar a lista ao restaurante até 27-04-2011, dois dias antes.

Os contactos preferenciais são por email, para rui.lemos@espacoememoria.org ou brunogomesdacosta@gmail.com.

Agradecemos divulgação.

P.f. não guardem para o último dia !

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localização









Restaurante A Quinta
Largo Henrique de Paiva Couceiro, 36
2780-117 Oeiras
t. 21 443 05 66


fotografias de abertura © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
fotografia do Restaurante do sítio internet Bing Maps a quem agradecemos.
fotografia aérea e mapa do sítio internet Google maps a quem agradecemos.