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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Estou de volta.






Isto é uma passagem rápida, apenas para dizer que voltei, e estou bem.

Abraços,

J A Baptista

domingo, 27 de outubro de 2013

Ausência inadiável


Ausência inadiável

Caros Amigos e Associados,

Por razões pessoais, a partir de amanhã, segunda-feira, vou estar ausente deste blogue durante um período de tempo indeterminado, mas que espero seja breve, e que me seja rapidamente possível estar de volta ao vosso convívio com notícias frescas.

Até breve!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

«Mértola, o último porto do Mediterrâneo» [ Tavira ]




«Mértola, o último porto do Mediterrâneo»
[ conferência ]
Santiago Macias [ orador ]
31 Maio 2013, 14h30
Museu Municipal de Tavira

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Conferência “Mértola, o último porto do Mediterrâneo” no Museu Municipal de Tavira


No âmbito da exposição “Mértola, o último porto do Mediterrâneo”, patente no Núcleo Islâmico do Museu Municipal de Tavira, decorre no próximo dia 31 de maio, às 14h30, uma conferência dada pelo historiador Santiago Macias, curador da exposição.
A conferência incidirá sobre sobre aspetos da vida quotidiana, em especial os que se relacionam o urbanismo do bairro islâmico de Mértola, com as casas e os seus sistemas construtivos. Trinta anos de trabalhos arqueológicos na alcáçova da vila permitiam identificar cerca de dezena e meia de habitações, cujos restos foram também importantes para a identificação de práticas alimentares e sobre a organização dos espaços da habitação. Tais dados possibilitam ainda interessantes comparações com a atualidade e a constatação de permanências culturais significativas.

fonte Museus do Algarve

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Museu Municipal de Tavira
[ Palácio da Galeria ]
Calçada da Galeria, 8800-306 Tavira
t. 281 320 500 / f. 281 324 752 / 281 322 888
37º 7’ 30.8’’ N 7º 39’ 8’’  W

fotografia de abertura -  o Rio Guadiana visto para jusante à passagem em Mértola [ fotografia datada 07-09-2008 ] - © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia do Museu Municipal de Tavira do sítio internet Museus do Algarve a quem agradecemos.

sábado, 27 de abril de 2013

«O Estado Social e o Direito à Reforma» [ Oeiras ]




«O Estado Social e o Direito à Reforma»
[ debate ]
Raquel Varela e Maria Rosário Gama [ participantes ]
29 Abril 2013, 15h00
Centro Social Paroquial de Nova Oeiras

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O ESTADO SOCIAL E O DIREITO À REFORMA em Oeiras Segunda Feira 29 de Abril no Centro Social e Paroquial de Nova Oeiras, Rua Monsenhor Ferreira de Melo, Nova Oeiras

Raquel Varela (UNL)e Maria Gama(APRE)

http://valedaterrugem.blogspot.pt/2013/04/o-estado-social-e-o-direito-reforma.html

fonte Fernando Lopes - Vale da Terrugem

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Centro Social Paroquial de Nova Oeiras
[ junto do Centro de Juventude de Oeiras
e em frente da Igreja de Santo António de Nova Oeiras ]
Rua Monsenhor Ferreira de Melo, 2780 Oeiras
t. 21 443 18 76 / 21 441 10 35; Fax.: 21 441 78 87;
38° 41' 33.81" N 9° 19' 26.73" W

fotografia de abertura do sítio internet Revista Biografia a quem agradecemos.
fotografia do Centro Social Paroquial de Nova Oeiras do Bing Maps


sábado, 21 de janeiro de 2012

Almas Que Não Foram Fardadas - livro



Edições Espaço e Memória
Almas Que Não Foram Fardadas
[ apresentação editorial ]
Rogério V. Pereira [ autor ]
Barão da Cunha [ apresentação ]
Joaquim Boiça e Eufrázio Filipe [ intervenções ]
Jorge Castro [ leitura de textos ]
28 Janeiro 2012, 16h30
Auditório Municipal Maestro César Batalha, Oeiras

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o autor, nosso sócio, Rogério Pereira

capa do livro


Um pouco sobre a obra e o autor:


Veja a página de lançamento no Facebook.

Se quiser adquirir/divulgar este livro da nossa Associação, entre vários locais de venda em Oeiras, ele está disponível a nível nacional e internacional na Internet, no Sítio do Livro.

O livro tem uma outra página no Facebook, onde pode deixar os seus comentários e partilhar as suas opiniões.

Visite o blogue do autor: Conversa Avinagrada

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localização do Auditório Maestro César Batalha,
Galerias Alto da Barra

O Auditório Municipal Maestro César Batalha situa-se no fim da Avenida das Descobertas, onde esta entronca na Rua de Aljubarrota, integrado no edifício do Centro Comercial Galerias Alto da Barra.


Galerias Alto da Barra


Auditório Municipal Maestro César Batalha
[ Ed. Galerias Alto da Barra ]
Avenida das Descobertas, 59, 2780-053 Oeiras
estacionamento grátis, em parque ao ar livre.
carreira 471 'Estação de Oeiras - Alto da Barra' / cerca de 5 minutos / 1.00 €
38°40'49.33"N / 9°19'12.33"W [ dados GE ]

fotografia de abertura - os "jagudis" montando uma emboscada na Guiné em 1968 [ fotografia © A. Marques Lopes [ 2005 ] ] - do sítio internet ENSP - Escola Nacional de Saúde Pública, a quem agradecemos.
planta de localização do Auditório Maestro César Batalha Google maps
fotografias de Rogério Pereira, das Galerias Alto da Barra e do Auditório Maestro César Batalha © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A literatura, o comboio e a região


Iniciativas de Verão 2011
Diálogos em Noites de Verão - Ciclo de Conferências

Oeiras cerca de 1970-71

Forasteiros e Estrangeiros em Terras de Oeiras
A literatura, o comboio e a região
[ palestra ]
Jorge Miranda [ orador ]
18 Agosto 2011, 21h15
Casa das Queijadas de Oeiras, Centro Histórico de Oeiras
entrada livre

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Algumas fotografias antigas de Oeiras:

estação de Oeiras
ponte de Oeiras
panorâmica de Santo Amaro de Oeiras
feira de Oeiras em Setembro 1929
[ in revista ABC, Ano X, No 480 de 29 de Setembro de 1929 ]

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História
O clima ameno, a abundância de água, a qualidade dos solos e a posição geográfica privilegiada oferecidas pela zona ribeirinha do estuário do Rio Tejo foram desde a Pré-história factores determinantes para a fixação da população neste local [1] . A existência, no interior, de alguns "cabeços" ou altos, proporcionaram a exploração agrícola e o estabelecimento de alguns castros agro-pastoris. É exemplo deste tipo de ocupação o Castro Eneolítico de Leceia, (classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1963[1] ) cujas escavações arqueológicas realizadas mostram um conjunto de estruturas habitacionais e defensivas do Calcolítico Inicial[1] . Em termos de registos pré-históricos acrescentam-se a Gruta da Ponte da Laje ocupada desde o Paleolítico à Idade do Ferro, e a jazida de Outurela datada da Idade do Ferro[1] .
Do Período Romano podem encontrar-se vestígios em vários locais do concelho, destacando-se o mosaico romano existente na Rua das Alcássimas, em Oeiras e a Ponte Romana. Também do Período Árabe chegaram até hoje algumas marcas, nomeadamente alguns topónimos como: Alcássimas, Algés, Alpendroado, Quinta da Moura, etc [1] .
Na época das Descobertas instalam-se novas actividades industriais e comerciais e Oeiras assume funções de celeiro de Lisboa e de centro industrial. Surge assim a Fábrica da Pólvora Negra de Barcarena destinada à manipulação de pólvora e fabrico de armas, e dá-se também a exploração de pedreiras e a construção de fornos de cal em Paço de Arcos. Constroem-se também fortificações ao longo da orla marítima de modo a defender a costa e controlar o movimento de navios na entrada da Barra do Tejo, construções que duraram do século XVI até ao século XVIII.
[editar]
Estabelecimento do Concelho
Em Carta Régia de 7 de Junho de 1759 a jurisdição das terras é atribuída pelo Rei D. José I ao seu Primeiro-ministro Marquês de Pombal, que se tornou o primeiro Conde de Oeiras da vila de Oeiras. Decorrido um mês após a elevação a vila, é constituído o concelho em Carta Régia de 13 de Julho de 1759..[1] Muito embora as origens do povoado datem do século XII (1147) Oeiras registou uma ocupação efectiva desde a pré-história; no entanto foi neste reinado que Oeiras conheceu um desenvolvimento a nível económico e social, proporcionado pelo Marquês de Pombal, ao apostar na inovação e no aproveitamento das condições fornecidas pelo estuário do Tejo. Em 1770 ordenou a realização da primeira feira agrícola e industrial realizada em Portugal, e porventura na Europa. Apesar desta feira ter permitido um destaque a nível nacional, a sua obra municipal passa igualmente pela criação de um porto de abrigo para pescadores, uma alfândega e feitoria, entre outras obras. Uma das principais heranças desta época é a Quinta do Marquês de Pombal, que se encontra praticamente na forma original com os jardins, o palácio, as dependências agrícolas (adega e o celeiro), e ainda a parte da exploração agrícola que veio a constituir uma estação agrícola experimental onde hoje se situam alguns dos mais importantes institutos portugueses na área das Bio-Ciências (Estação Agronómica Nacional).
Em 1894 o concelho foi extinto, tendo sido restabelecido a 13 de Janeiro de 1898; perdeu no entanto Carcavelos a favor de Cascais e adquiriu uma parte da freguesia de Benfica (Lisboa) representada pela Amadora, ficando com uma área aproximada à actual.[1] Nos século XVII e XVIII surgiram vários palácios e quintas destinadas ao recreio e à exploração agrícola, principalmente de cultura cerealífera e vinícola constituindo importantes fontes de abastecimento de Lisboa.
No século XIX a actividade agrícola entra em declínio paralelamente ao aparecimento de novas indústrias e da inauguração, em 1889, da linha de caminho-de-ferro Lisboa-Cascais, com o comboio a vapor. Surgem as grandes unidades fabris sendo as mais importantes nesta época a Fábrica do Papel, a Fundição de Oeiras, a Lusalite e os Fermentos Holandeses. (…)


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Casa das Queijadas de Oeiras
Rua 7 de Junho de 1759, 28 A
2780-298 Oeiras
t. 21 442 50 25
website
facebook
Oeiras/76184763537
38° 41' 33.29" N / 9° 18' 48.44" W



fotografia de abertura © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
fotografias antigas, digitalização de postais da colecção Cem Anos da Linha de Cascais, edição das Relações Públicas da CP a quem agradecemos.
fotografia da Feira publicada por Filipa Ferro Marques no grupo OEIRAS - Projecto Fotográfico, no Facebook, a quem agradecemos.
fotografia da Casa das Queijadas do sítio internet Queijadas de Oeiras, no Facebook, a quem agradecemos.

sábado, 18 de junho de 2011

Sonhei com António Lobo Antunes - jantar-tertúlia



Sonhei com António Lobo Antunes
[ jantar / tertúlia ]
Maria Emília Leiria de Mendonça [ autora ]
Beatriz Pessoa [ apresentação ]
24 Junho 2011, 19h30
restaurante A Quinta, Oeiras

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No próximo dia 24 de Junho teremos o habitual Jantar-Tertúlia da nossa Associação.
Este tem como tema Sonhei com António Lobo Antunes, título do livro da nossa associada Maria Emília Leiria de Mendonça, e terá a apresentação do livro e da autora pela também nossa associada Beatriz Pessoa.

Como de costume será no restaurante A Quinta, próximo da Estação da CP de Oeiras.
O jantar será servido impreterivelmente a partir das 20h15, pelo que para aproveitarem ao máximo o convívio à volta das entradas aconselho a chegada por volta das 19h45.

Temos para escolha: Linguado au Meunier ou Vitela Estufada.

Para quem avisar antecipadamente poderá ser preparada uma dieta de peixe ou carne.

O jantar é constituído por:
- Entradas;
- Prato de peixe ou prato de carne;
- Sobremesa;
- Café;
- Bebidas: Vinhos, cerveja, sumos e água [ digestivos são pagos à parte ].

Preço:
- Sócios 17,5
- Público 20

O pagamento é efectuado in loco.

Contacto [ com a preferência gastronómica ]:
- brunogomesdacosta@gmail.com [ preferencial ]

Maria Emília Leiria de Mendonça

"Professora numa escola secundária e pública, mãe, com "restos de colecção" ( uma separação recente), a narradora de Sonhei com António Lobo Antunes, dorida e cheia de coisa miúdas a que acorrer, tem um sonho com um escritor, cuja obra lê com assídua atenção: António Lobo Antunes.
Esta novela é o relato, minucioso e não menos comovido, desse sonho. Não Sonho de uma noite de Verão, mas sonho que a levou a alguns dos lugares do escritor: livrarias, restaurantes, Hospital Miguel Bombarda e outras surpresas..." [ in Papéis e Letras ]

Até sexta!


localização do restaurante:








Restaurante A Quinta
Largo Henrique de Paiva Couceiro, 36
2780-117 Oeiras
t. 21 443 05 66
38° 41' 20.10" N / 9° 19' 1.27" W


fotografias do Restaurante e da autora © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
fotografia aérea e mapa do sítio internet Google maps

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Dia Mundial dos vizinhos – porque não?



Dia Mundial dos vizinhos – porque não?

[ efeméride ]

27 Maio 2011

no seu prédio


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Dia Mundial dos vizinhos – porque não?

Todos os anos, no mês de Maio, pessoas do mesmo prédio, do mesmo bairro juntam-se para um banquete entre vizinhos para celebrar os valores de solidariedade, fraternidade e tolerância entre todos. Esta iniciativa vai realizar-se na sexta-feira, 27 de Maio. Junte-se a esta festa organizando no seu prédio ou na sua empresa. Crie laços de vizinhança que podem ajudar numa altura de crise social.

Para mais informações consulte o site http://www.vizinhos.eu/


fonte Oeiras 21+


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para saber mais aceda a European Neighbours Day


imagem de abertura do sítio internet European Neighbours Day a quem agradecemos [ crop da nossa responsabilidade ].