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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Jornadas Europeias do Património 2012 – O Futuro da Memória




Jornadas Europeias do Património 2012
O Futuro da Memória
[ actividades culturais ]
28 a 30 Setembro
vários locais

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Jornadas Europeias do Património 2012 – O FUTURO DA MEMÓRIA

Realizam-se este ano, a 28,29 e 30 de setembro, as Jornadas Europeias do Património, sob o tema “O FUTURO da MEMÓRIA”.

A Direção-Geral do Património Cultural, responsável pela coordenação do evento a nível nacional, convida todas as entidades públicas e privadas a associarem-se a esta iniciativa, através da realização de atividades de sensibilização dos cidadãos para a importância do património

Caso ainda não tenha recebido um convite da DGPC, via eletrónica, com as indicações necessárias à transmissão das atividades previstas para inclusão no programa geral, poderão contactar: died@igespar.pt .

fonte Pportodosmuseus

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fotografia de abertura - o Pelourinho de Oeiras, símbolo do poder do povo e património da vila [ fotografia datada 06-06-2009 ] - © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Atenção - Endereço de e-mail para contacto





Caras/os,

Um problema técnico com o endereço de email que forneci para contacto [ espacoememoria@gmail.com ] está a inviabilizar a recepção das vossas mensagens.

Por obséquio, reenviem-nas para zetolas@mac.com

Quem nos quiser contactar, nomeadamente a propósito das visitas ao BUGIO, p.f., use este último endereço.

Cumprimentos,

J A Baptista
p’la Espaço e Memória

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Branca de Gonta Colaço e Maria Archer - Memórias de Oeiras



Iniciativas de Verão 2011
Diálogos em Noites de Verão - Ciclo de Conferências

Estação de Oeiras

Forasteiros e Estrangeiros em Terras de Oeiras
Branca de Gonta Colaço e Maria Archer
Memórias de Oeiras
[ palestra ]
Célia Florêncio [ oradora ]
15 Setembro 2011, 21h15
Casa das Queijadas de Oeiras, Centro Histórico de Oeiras
entrada livre

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capa da edição fac-similada da obra conjunta
de Branca de Gonta Colaço e Maria Archer

Colaço, Branca de Gonta, e Archer, Maria, "Memórias da Linha de Cascais", Ed. Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1943. Edição fac-similada, em Março de 1999, com os apoios da Câmara Municipal de Cascais e da Câmara Municipal de Oeiras.

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Branca Eva de Gonta Syder Ribeiro Colaço [ 08-07-1880 — 22-03-1945 ]

(…)
Branca Eva de Gonta Syder Ribeiro nasceu em Lisboa a 8 de Julho de 1880, filha do político e poeta Tomás Ribeiro e da poetisa inglesa Ann Charlotte Syder. Nascida numa das famílias mais ligadas à actividade intelectual da época, na sua juventude convive com nomes de relevo das letras e das artes portuguesas.
Com apenas 18 anos de idade, casou em 1898 com o pintor e azulejista Jorge Rey Colaço, adoptando o nome de Branca de Gonta Colaço. O apelido Gonta, na realidade um sobrenome, deriva de Parada de Gonta, a aldeia natal de seu pai.
Cedo revelando talento para as letras, inicia-se como poetisa e como colaboradora de publicações literárias, contribuindo activamente para um grande número de jornais e revistas. Deixou colaboração dispersa por múltiplos peródicos, com destaque para os jornais O Dia, de José Augusto Moreira de Almeida, e O Talassa, um periódico humorístico que foi dirigido pelo seu marido.
Por iniciativa sua, a Academia das Ciências de Lisboa promoveu em 1918 uma homenagem a Maria Amália Vaz de Carvalho. Nessa ocasião distinguiu-se também como conferencista e recitalista.
Era poliglota, escrevendo correntemente em inglês, sendo-lhe devidas algumas traduções de grande mérito.
A sua obra multifacetada abrange géneros tão diversos como a poesia, o drama e as memórias. Nela dá um valioso retrato das elites sociais e intelectuais portuguesas do seu tempo, com as quais conviveu e de que fez parte.
Com uma obra reconhecida em Portugal e no Brasil, França e Espanha, foi distinguida por várias sociedades científicas e literárias portuguesas e estrangeiras. O Estado português agraciou-a com a Ordem de Santiago da Espada.
Branca Colaço foi mãe do escritor Tomás Ribeiro Colaço e da escultora Ana de Gonta Colaço.
Faleceu em Lisboa a 22 de Março de 1945. Em Lisboa e em Parada de Gonta existem ruas com o seu nome.
(…)


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Maria Emília Archer Eyrolles Baltasar Moreira [ 04-01-1899 — 24-01-1982 ]

Maria Emília Archer Eyrolles Baltasar Moreira, na cena literária Maria Archer, nasceu em Lisboa, no dia 4 de janeiro de 1899. Foi a primeira dos seis filhos do casal. Parece ter escrito versos, com frequência, durante a sua infância, mas deles nada resta. Começou, desde cedo, a viajar com os pais. (De 1910 a 1913 Ilha de Moçambique; 1914 Algés e, posteriormente, Sto Amaro; de 1916 a 1918 Guiné - Bolama e Bissau.).

Terá feito apenas a 4ª classe (terminada aos 16 anos, por iniciativa própria), pelo que podemos considerá-la uma autodidata. Em 1921, encontramo-la em Faro com a família e aí casa com Alberto Passos, natural de Vila Real, no dia 29 de agosto de 1921. Vão viver para o Ibo – Moçambique. Cinco anos depois regressam a Faro e de seguida vão para Vila Real. Trás-os-Montes é o último cenário de fundo do jovem casal. O casamento durou apenas dez anos. Vem para Lisboa mas os seus pais estavam, nessa altura, em Angola e para lá vai por volta de 1932. Em Luanda, publica o seu primeiro livro - Três Mulheres (1935) - de parceria com Pinto Quartim Graça. Nesse ano regressa a Portugal. Vivia, então, do que escrevia para jornais e das suas obras, tendo mesmo algumas delas chegado à terceira edição. A sua obra tem também um pouco de autobiografia pois a sua experiência de vida é, por vezes, transposta para as suas personagens. O romance Aristocratas (1945) marca o seu afastamento da família que se vê retratada nas personagens do mesmo. A sua vida foi nessa época particularmente difícil. Teve de lutar pela sua afirmação pessoal e profissional. Participa, então, em várias conferências, em Lisboa e no Porto, e faz várias entrevistas como jornalista (a Ester Leão e a Joaquim Manuel de Mãos, o “Pintor” por exemplo). A 5 de julho de 1955 parte para o Brasil, depois de a sua obra ter sido perseguida em 1938 e 39, e terem-lhe apreendido o livro Ida e Volta duma Caixa de Cigarros e, em 1947, Casa Sem Pão. Acompanhou, de perto, o julgamento do contestador da ditadura salazarista, capitão Henrique Carlos Galvão no Tribunal Militar de Santa Clara. Tendo-se proposto escrever um livro sobre o mesmo, vira a sua casa invadida pela Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) logo após o final do julgamento, em 1953. Viria a publicá-lo em 1959, no Brasil, sob o título Os Últimos Dias do Fascismo Português.

No Brasil, viveu pobre e doente, mas ainda escreveu bastante para alguns jornais, nomeadamente para O Estado de S. Paulo, Semana Portuguesa e Portugal Democrático. Naquele país, terá publicado cinco livros dos quais se conhecem apenas quatro: Terras onde se Fala Português, África sem Luz, Brasil, Fronteira da África e Os Últimos Dias do Fascismo Português (1959). Em 1974 ainda corrigiu os discursos dos candidatos às eleições legislativas e escreveu a propaganda para a rádio local. Em 1977 foi internada em São Paulo, donde terá saído para regressar a Portugal (26 de abril de 1979).

Foi, então, internada na Mansão de Santa Maria de Marvila (Lisboa), lar onde permaneceu até à morte (23 de janeiro de 1982). A obra de Maria Archer foi bastante diversificada. Tendo iniciado a sua obra literária nas colaborações em periódicos (Acção, Correio do Sul, Diário de Lisboa, Eva, Fradique, Humanidade, Ilustração, Ler, O Atlântico, O Mundo Português, Portugal Democrático, Seara Nova, Sol, Última Hora, O Estado de S. Paulo e Gazeta de São Paulo), o primeiro livro publicado foi uma novela. Atrever-nos-íamos a distinguir três fases na escrita da autora, sem pretendermos estabelecer compartimentos estanques. Assim de 1935 a 1944 (publica o seu primeiro romance Ela É Apenas Mulher) temos a fase em que foi sobretudo novelista ou contista. De 1944 a 1955 (data em que parte para o Brasil), atinge o auge da sua produção literária, revelando-se uma ótima romancista, observadora e narradora dos problemas que atingem a mulher dessa época. A terceira fase é iniciada em 1956, com a publicação de vários artigos no Portugal Democrático e publicação do livro que resultou da assistência às sessões do julgamento de Henrique Galvão. Com ele inicia a sua afirmação política, que coincide com a colaboração nos jornais Portugal Democrático e na Semana Portuguesa, ambos de São Paulo. Esta divisão não pretende ser rígida até porque, ao longo das três fases, temos uma linha condutora que é a dos ensaios e estudos sobre África e os costumes do seu povo (13 livros). Escreveu trinta livros em 28 anos, três deles chegaram à terceira edição e cinco tiveram três, o que mostra bem a recetividade do público à sua obra. Muito contestada por uns e muito apreciada por outros, todos lhe reconhecem um valor inigualável na literatura feminina do início do séc. XX. Na narrativa saltita da novela para o romance e deste para o ensaio ou literatura de viagens, chegando mesmo a focar os descobrimentos portugueses. Escreveu, também, 5 peças de teatro e ainda um romance de aventuras infantis e dois ensaios para que o público mais pequeno aprendesse um pouco de história de forma lúdica. No entanto, foi na forma audaciosa como retratou a mulher portuguesa e os seus problemas familiares e sociais que se tornou um marco na literatura feminina de meados do séc. XX. Dizia João Gaspar Simões, em 1930 «Não conheço mesmo outra (escritora portuguesa) que à audácia dos temas e das ideias alie uma expressão tão enérgica e pessoal. O seu estilo respira força e solidez.»



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Casa das Queijadas de Oeiras
Rua 7 de Junho de 1759, 28 A
2780-298 Oeiras
t. 21 442 50 25
38° 41' 33.29" N / 9° 18' 48.44" W

fotografia de abertura, digitalização de postal da colecção Cem Anos da Linha de Cascais, edição das Relações Públicas da CPa quem agradecemos.
fotografia da Capa do sítio internet Cais do Olhar a quem agradecemos.
fotografia de Branca de Gonta Colaço do sítio internet Oeiras Com História a quem agradecemos.
fotografia de Maria Archer do sítio internet O Patifúndio! - Observatório multicultural do mundo em língua portuguesa a quem agradecemos.
fotografia da Casa das Queijadas do sítio internet Queijadas de Oeiras, no Facebook, a quem agradecemos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Giovanni Grossi e os estuques de Oeiras



Iniciativas de Verão 2011
Diálogos em Noites de Verão - Ciclo de Conferências

tecto com estuques de Grossi no Salão Nobre do Palácio do Marquês, Oeiras
o trabalho de pintura é de autor não identificado

Forasteiros e Estrangeiros em Terras de Oeiras
Giovanni Grossi e os estuques de Oeiras
[ palestra ]
Isabel Mendonça [ oradora ]
08 Setembro 2011, 21h15
Casa das Queijadas de Oeiras, Centro Histórico de Oeiras
entrada livre

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Estuques Decorativos
Isabel Mayer Godinho Mendonça
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 147
Editor: Principia
ISBN: 9789898131591

SINOPSE
Encarados como sinónimo de mau gosto e vistos como uma arte menor que não valia a pena preservar, os estuques decorativos foram, durante várias décadas do século passado, quase completamente ignorados pela maioria dos estudiosos e responsáveis pelo Património nacional. Apesar das perdas irreparáveis causadas por numerosas destruições e restauros desastrosos, permanecem ainda em interiores de muitas igrejas de Lisboa interessantes exemplos desta arte, que nos permitem aferir a qualidade e a erudição dos programas decorativos e iconográficos e a extrema perícia dos seus executantes. No percurso seguido neste volume, a autora seleccionou os casos mais representativos da evolução do estuque relevado em igrejas de Lisboa, desde os raros exemplos ainda existentes do Maneirismo, no último quartel do século XVI, aos estuques marcados por revivalismos de estilos do passado, em finais do século XIX.

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(,,,)
A chegada de Giovanni Grossi a Lisboa por volta de 1748, com 29 anos, não trouxe, uma nova arte decorativa. Lisboa já conhecia o estuque decorativo, utilizava-o na decoração das suas casas nobres e espaços religiosos. Embora sem a exuberância artística do estuque barroco que se fazia na Europa Central ou em Itália, tinha uma qualidade adpatada ao quotidiano que se vivia em Lisboa.
O terramoto foi um meio de se efectuar trabalhos de restauro e melhoramento de templos religiosos, e assim, Grossi recebeu o seu 1º trabalho para remodelar um tecto da Igreja dos Mártires, e é apresentado ao Marquês de Pombal que o torna seu protegido. Em 1764 é aberta na Real Fábrica das Sedas a Aula de Estuque e Desenho, que têm como responsável, Giovanni Grossi.
Inicia-se uma nova prática na formação de pessoal com a criação de aulas para aprendizes. Estas aulas foram uma inovação na preparação técnica na formação de pessoal, devido á criação de espaços de aprendizagem fora do posto de trabalho. Em 1777 deu-se o encerramento da Aula de Estuque, devido ao afastamento do Marquês de Pombal.
Grossi desenvolveu esquema artístico com uma marca/traço muito próprio dentro das decorações em estuque trabalhado/relevado. A necessidade de decorar espaços existentes como a Capela da Ordem Terceira de São Francisco a Jesus ou a Igreja dos Paulistas, edificios de raíz seiscentista onde a força das linhas arquitectónicas dominava a delimitação do espaço, e que tinham sido profundamente afectados com o terramoto de 1755, levou ao desenvolvimento de esquemas decorativos geométricos onde são os ornatos de gramática rocaille que quebram a estrutura base.
O estuque relevado/trabalhado é caraterizado por movimento, muito ao gosto do Barroco. O movimento é dado por, concheados, plumas, pelos elementos flamígeros e grinaldas de bouquets que se intercalam com cartelas muitas vezes por conjuntos de Anjos que reforçam a assimetria através dos movimentos corporais.
Por outro lado, os espaços civis, como o Palácio do Machadinho (Madragoa), a casa de fresco do Palácio da vila de Sintra, Palácio do Correio-Mor em Loures ou o Palácio do Marquês de Pombal, em Oeiras, Grossi procurou criar decorações globais, onde as paredes e tectos era cuidadosamente estudada eo seu conjunto funciona-se como uma perspectiva.
A oficina de João Grossi foi responsável por decorações de espaços civis e religiosos em Lisboa e arredores.
(…)


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Casa das Queijadas de Oeiras
Rua 7 de Junho de 1759, 28 A
2780-298 Oeiras
t. 21 442 50 25
38° 41' 33.29" N / 9° 18' 48.44" W

fotografia de abertura © josé antónio comunicação visual, reprodução proibida.
fotografia da Capa recebida por email do Patriarcado de Lisboa a quem agradecemos.
fotografia da Casa das Queijadas do sítio internet Queijadas de Oeiras, no Facebook, a quem agradecemos.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fortaleza de São Julião da Barra [ roteiro arquitectónico, militar e prisional ]


n.b.: Ainda há algumas vagas para esta visita. Inscrições na Junta de Freguesia de Oeiras e São Julião da Barra - 21 441 64 64.

Iniciativas de Verão 2011
Caminhos da Memória - Visitas Guiadas

Forte de São Julião da Barra, Oeiras

Fortaleza de São Julião da Barra
[ roteiro arquitectónico, militar e prisional ]
[ visita guiada ]
Joaquim Boiça [ cicerone ]
03 Setembro 2011, 09h00
Porta d'Armas da Fortaleza [ ponto de encontro ]
mediante pré-inscrição / n.º limitado

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vista aérea da Fortaleza São Julião da Barra, Oeiras
38° 40' 27.98" N / 9° 19' 31.19" W

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fotografia de abertura © josé antónio comunicação visual, reprodução proibida.
fotografia Aérea do sítio internet bing maps

27º Passeio de Motas Antigas e Clássicas




27º Passeio de Motas Antigas e Clássicas
[ passeio motard ]
03 e 04 Setembro 2011
São Pedro de Sintra [ concentração ]
Capuchos, Almoçageme, Praia Grande, Janas, Fachada, Magoito,
Terrugem, Vila Verde, Lourel, Sintra e São Pedro Sintra

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27º Passeio de Motas Antigas e Clássicas

O Moto Clube de Sintra vai realizar o seu já tradicional encontro e passeio de Motas Antigas e Clássicas, no Largo D. Fernando II em São Pedro de Sintra. Informações: mcsintra@sapo.pt , telf 96312 2119,www.motoclubedesintra.com
PROGRAMA Sábado 3 de Setembro 9h - Concentração no recinto da feira de São Pedro, exposição de motos, entrega de lembranças, formalização das inscrições e início da feira de peças; 10h30 - Saída para o passeio em direcção à Vila de Sintra, com paragem no Largo do Palácio de Sintra; 11h - Continuação do passeio em direcção aos Capuchos, Almoçageme, Praia Grande, Janas, Fachada, Magoito, (paragem) Fachada, Terrugem, Vila Verde, Lourel, Sintra e São Pedro Sintra; 13h - Almoço no local de encontro; 17h30 - Entrega de troféus aos participantes. Domingo - 4 de Setembro 10h - Feira de peças, exposição de motas; 13h – Churrascada.


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saiba mais em Moto Clube de Sintra

fotografia de abertura do sítio internet AreaMotos a quem agradecemos.