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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Cinemateca celebra Abril com exibição de filmes censurados



Cinemateca celebra Abril
com exibição de filmes censurados
25 a 30 Abril 2015, Lisboa
Palácio Foz e Cinemateca Portuguesa, Lisboa

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veja a notícia AQUI

fonte Diário Digital no Facebook

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Palácio Foz
Praça dos Restauradores, 1200-187 Lisboa
t. 21 346 25 31 / 21 346 33 14 / 21 322 12 15 / website
38° 42' 56.82" N
9º 8’ 33.08’’ W

Cinemateca Portuguesa / Museu do Cinema
Rua Barata Salgueiro, 39, Lisboa ??
t. 21 359 62 00 / f. 21 352 31 80
38° 43' 15.24" N
9° 8' 55.69" W

fotografia de abertura - um fotograma do filme “Rocco e Seus Irmãos de 1960 realizado por Luchino Visconti extraído do vídeo «F2138 - Rocco e Seus Irmãos/Rocco e i suoi fratelli (1960)», uma das muitas obras alvo da censura salazarista - do sítio internet Youtube / publicado por MemoCine - Filmes Antigos a quem agradecemos.
fotografia do Palácio Foz do sítio internet USU - Universidade Sénior Unisaber a quem agradecemos.
fotografia da Cinemateca Portuguesa / Museu do Cinema do sítio internet 12h30 a quem agradecemos.

domingo, 12 de abril de 2015

Destruição na milenar Hatra



Destruição na milenar Hatra
[ património ]

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fotograma do vídeo publicado aqui


fonte Channel 4 News no Facebook

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fotografia de abertura - uma vista das ruínas de Hatra [ Patrimônio Cultural da Humanidade ] do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Concerto de Solidariedade «Não TAP os olhos» [ Lisboa ]



Não TAP os olhos
[ concerto solidário ]
18 Março 2015, 21h00
Coliseu dos Recreios, Lisboa

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fonte Não TAP os olhos

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Coliseu dos Recreios
Rua das Portas de Santo Antão, 96, 1150-269 Lisboa
t. 21 324 05 80
38° 43' 0.20" N
9° 8' 24.71" W

fotografia de abertura do sítio internet Reserva de Voos - Viagens, Férias, Hotel, Rent-a-Car | TAP Portugal
fotografia do Coliseu dos Recreios do sítio internet Sítio da Câmara Municipal de Lisboa a quem agradecemos.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Estado Islâmico destrói dezenas de estátuas milenares no Iraque



Estado Islâmico destrói dezenas de estátuas milenares no Iraque
[ arte ]
Mosul, Iraque

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Estado Islâmico destrói dezenas de estátuas milenares no Iraque

Mais um ataque do Estado Islâmico. Desta vez não contra vidas humanas, mas contra monumentos de valor incalculável. Esta quinta-feira a organização terrorista divulgou um vídeo onde é possível ver os seus militantes a destruírem dezenas de estátuas e relíquias milenares. Algumas das peças datavam dos séculos VII e VIII a.C..

O ataque aconteceu no Museu Histórico de Mossul, no Iraque – uma das cidades sob o domínio do Estado Islâmico desde junho de 2014. Segundo a agência EFE, entretanto citada por vários órgãos de comunicação social, no vídeo é possível ouvir um dos terroristas a gritar: “O profeta Maomé ordenou que nos livrássemos das estátuas e das relíquias. Os seus companheiros fizeram o mesmo quando conquistaram cidades em seu nome”.

Fonte: Observador

Artigo completo

fonte Pportodosmuseus

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fotografia de abertura do sítio internet Destakes - todas as notícias num só sítio a quem agradecemos.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

«Portugal na Europa, que Futuro?» por Eduardo Lourenço [ Oeiras ]



Conversas na Aldeia Global
«Portugal na Europa, que Futuro?»
[ conferência ]
Eduardo Lourenço [ orador ]
Vasco Trigo [ moderador ]
06 Novembro 2014, 21h30
Biblioteca Municipal de Oeiras

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Conversas na Aldeia Global | Portugal na Europa, que Futuro?, por Eduardo Lourenço

fonte Oeiras Com História [ Google+ ]

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Conversas na Aldeia Global | Portugal na Europa, que Futuro?, por Eduardo Lourenço
BY AUGUSTO CORDEIRO · NOVEMBER 3, 2014


quinta-feira. 06 de novembro, 21h30

Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras

Na quinta-feira, 6 de Novembro, pelas 21h30, as Conversas na Aldeia Global contam com a participação do Professor Eduardo Lourenço para, a partir das suas obras e ensaios, partilhar com o público as questões que caracterizam os tempos atuais e as situações de conflito que marcam a atuação em sociedade nos dias de hoje.

Eduardo Lourenço nasceu em 1923 em São Pedro de Rio Seco (Guarda). Professor, filósofo, crítico e ensaísta, é considerado um dos maiores pensadores portugueses. Embora tenha residido em França desde os anos 1960, manteve sempre uma forte ligação a Portugal, refletindo sobre a sociedade portuguesa e, apesar do seu afastamento, participou na vida política do país através da sua obra escrita e até do apoio a figuras e candidaturas políticas. Ao longo de toda a sua vida, recebeu variadíssimas distinções, nacionais e internacionais, como o Prémio PEN Clube, 1983; Prémio Europeu de Ensaio Charles Veillon, 1988; Prémio Camões e Prémio D. Dinis, 1996; Prémio Virgílio Ferreira, pela Universidade de Évora, 2000; condecoração francesa da Legião de Honra, 2002; Prémio Extremadura a la Creación, 2006; Prémio Pessoa, em 2011; e mais recentemente, o Prémio Jacinto do Prado Coelho, 2013.

Mais informações em:

Blog Oeiras a Ler
tel. 214 406 337

maria.amandio@cm-oeiras.pt

(programa sujeito a eventuais alterações)

Fonte: CMO/BMOeiras.

fonte Oeiras Com História

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Biblioteca Municipal de Oeiras
Av. Doutor Francisco de Sá Carneiro, 17, 2780 Oeiras
[ Urbanização Moinho das Antas ]
t. 21 440 63 34/35 / f. 21 440 82 85
38° 41' 29.76" N 9° 18' 14.01" W

imagem de abertura do sítio internet Grão de Areia a quem agradecemos.
fotografia da Biblioteca © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.

sábado, 20 de setembro de 2014

A primeira Constituição portuguesa



A primeira Constituição portuguesa
[ política ]
Portugal

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fonte Assembleia da República - ComunicAR

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fotografia de abertura - capa do original da Constituição portuguesa de 1822 - do sítio internet Capa do original da Constituição de 1822 a quem agradecemos.

sábado, 19 de julho de 2014

Conferência «Solidariedade fraternal ou política? A adesão de oeirenses a uma causa humanitária em 1819» por Jorge Miranda [ Oeiras ]



Diálogos em noites de Verão
Minorias e Contrastes Sociais [ Séculos X-XX ]
Solidariedade fraternal ou política?
A adesão de oeirenses a uma causa humanitária em 1819
[ conferência ]
Jorge Miranda [ orador ]
21 Julho 2014, 21h00
Largo 5 de Outubro, Oeiras

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o Largo 5 de Outubro fica no Centro Histórico da Vila de Oeiras, e nele situa-se a Igreja Matriz.
Há muitas camionetas a partir da Estação de Oeiras:
camionetas - 106, 111, 112, 115, 122, 467, 471 e 482
estacionamento - nas traseiras da Livraria Galeria Verney [ pago / acesso pela Avenida Copacabana ]
38° 41' 31.95" N 9° 18' 43.41" W

J.F. Oeiras e São Julião da Barra:
09h00 - 12h30 / 14h00 - 17h30
Rua Marquês de Pombal, 42, 2780-289 Oeiras
t. 21 441 64 64
f. 21 441 63 45

fotografia de abertura do sítio internet Islam em Português a quem agradecemos [ manipulação da nossa responsabilidade ].
fotografia aérea do Largo 5 de Outubro do Google Earth

sexta-feira, 6 de junho de 2014

CANCELADO o Jantar-tertúlia «História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75»



Caras/os:

O Jantar-tertúlia «História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75» com a historiadora e autora Raquel Varela, marcado para hoje à noite, 06 Junho 2014 na AERLIS em Oeiras, e que anunciámos AQUI foi CANCELADO.

Agradecemos a V. compreensão e pedimos desculpa pelo facto a quem já se tinha inscrito.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Jantar-tertúlia com o livro «História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75» de Raquel Varela [ Oeiras ]



«História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75»
[ jantar-tertúlia ]
Raquel Varela [ autora / oradora ]
06 Junho 2014, 20h00 [ jantar ] 21h30 [ palestra ]
AERLIS, Oeiras

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Caros Associados,

No próximo dia 6 de Junho de 2014, às 20h, vamos dar inicío às nossas tertúlias ao JANTAR. Desta vez teremos, às 21h30, a Raquel Varela, que nos vem apresentar e falar sobre o seu livro História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75.

Iremos jantar no AerlisCafé, um simpático restaurante que nos volta a receber, para este jantar tertúlia.

Os pratos disponiveis para escolha são:

Peixe: Bacalhau á Chefe (com 3pimentos) acompanha com batatas a murro; Ou,
Carne: Tornedós de Porco ladeados com bacon acompanha com arroz branco e feijão salteado.

Sobremesas disponíveis: Bolo Brigadeiro,  Bolo Encharcado
Entradas, bebidas e café, incluidos.

Sócios: 15€, Não sócios: 17,50€

A AERLIS, tem do lado norte (é em frente ao) o shopping Oeiras Park e do lado sul tem parque dos Poetas, é ao lado da CM Oeiras e tem estacionamento à volta do edifício. Para quem vem de transportes (se não tiver uma boleia) existem transportes públicos directos, desde a estação da CP de Paço d’Arcos e de Oeiras, além do SATU (mapa em anexo).



Informação sobre a autora:
Raquel Varela (1978) é Historiadora. Investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais e investigadora do Instituto Internacional de História Social, onde coordena o projecto internacional In the Same Boat?Shipbuilding and ship repair workers around the World (1950-2010). É coordenadora do projecto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. É doutora em História Política e Institucional (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa).É neste momento Presidente da International Association Strikes and Social Conflicts. É vice coordenadora da Rede de Estudos do Trabalho, do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal.
Livros Publicados/Coordenados

 História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-1975 (Bertrand, 2014)
• A Segurança Social é Sustentável. Trabalho, Estado e Segurança Social em Portugal (Bertrand, 2012)
• Quem paga o Estado Social em Portugal? (Bertrand, 2012
• 25. April 1974 – Die Nelkenrevolution (25 de Abril. A Revolução dos Cravos, publicado na Alemanha, Berlim, Laika Verlag, 2012).
• História do PCP na Revolução dos Cravos (Bertrand, 2011)
• Revolução ou Transição? História e Memória da Revolução dos Cravos (Bertrand, 2012)
• Greves e Conflitos Sociais no Portugal Contemporâneo (Colibri, 2012)
• Strikes and Social Conflicts. Towards a Global Labour History (IASSC-IHC, 2012)
• O Fim das Ditaduras Ibéricas (1974-1978) (Centro de Estudios Andaluces/ Edições Pluma, 2010)
É membro do board of Trustees do ITH-International Conference of Labour and Social History (Viena, Áustria). É membro da Asociacíon Historiadores del Presente

. Os seus artigos estão publicados em revistas nacionais e internacionais com arbitragem científica como Revista Brasileira de História, Hispania, XX Century Communism, Revolutionary Russia, Historia del Presente, Revista Espacio, Tiempo y Forma, Análise Social.

As suas áreas de investigação são História Global do Trabalho e História do Estado Social. História dos movimentos sociais na Península Ibérica. História do movimento operário português. História da Revolução de 25 de Abril de 1974. O papel do Partido Comunista Português na revolução portuguesa. Estudo comparativo dos Partidos Comunistas Europeus.

http://socialhistory.org/en/staff/raquel-varela

http://ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1242-rcvarela

Necessitamos que “espalhem” este evento pelos amigos que não têm email e precisamos das Vossas reservas quanto antes para podermos ter lugares para todos.

Como sempre podem contactar-me directamente por email (preferencial) mas também por telefone (96 243 70 48) ou também para o Gonçalo Ferrão(goncalo.ferrao@espacoememoria.org – 919 987 808) ou Romeu Bragança(romeu.braganca@gmail.com -  918 801 038).

Até breve e sem mais de momento
Os melhores cumprimentos

Rui Lemos
Vice Presidente

rui.lemos@espacoememoria.org
Mobile: +351 96 243 70 48





ESPAÇO e MEMÓRIA
Associação Cultural de Oeiras
Rua Professor Mota Pinto, Loja N.º 10,
Bairro do Pombal,
2780-275 OEIRAS

Apartado 184
2781-851 Oeiras

Tel: +351 21 441 99 51
www.espacoememoria.org

fonte Rui Lemos - Espaço e Memória

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Raquel Cardeira Varela

sobre Raquel Cardeira Varela veja em Instituto de História Contemporânea

vista aérea da AERLIS [ no centro ] junto à CM Oeiras e ao Oeiras Parque [ ambos no canto sup. esq. ]

AERLIS - Associação Empresarial da Região de Lisboa
Rua S. Salvador da Baía, Edifício Aerlis, 2780-017 Oeiras
t. 210 105 000 / f. 210 105 001
38° 42' 11.43" N 9° 18' 3.68" W

fotografia de abertura - vista aérea da multidão que no dia 01-05-1974 encheu o Estádio 1.º de Maio [ legenda original: Sob o lema “O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!”, uma voz uníssona e um verdadeiro mar de gente, trabalhadores, sindicalistas, homens, mulheres, soldados, marinheiros e povo, marchou de rota batida desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Estádio da FNAT, que imediatamente mudou o nome para Estádio 1.º de Maio. Aqui, cerca das 17h30, pela voz de Adelino Gomes, foi anunciado o início do comício sindical, mas em boa verdade o estádio foi manifestamente insuficiente para albergar todas as almas, porquanto milhares de pessoas ficaram de fora. O povo estava arrebatado em êxtase. ] do sítio internet Abril de novo a quem agradecemos.
fotografia de Raquel Cardeira Varela do sítio internet O Insurgente a quem agradecemos.
fotografia aérea da AERLIS - Associação Empresarial da Região de Lisboa do Bing Maps
fotografia da AERLIS - Associação Empresarial da Região de Lisboa do sítio internet AERLIS - Associação Empresarial da Região de Lisboa a quem agradecemos.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

«Mensagem da Associação 25 de Abril»



«Mensagem da Associação 25 de Abril»
[ efeméride / política ]
Portugal

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Mensagem da Associação 25 de Abril - 25 de Abril de 2014
Mensagem da Associação 25 de Abril

MENSAGEM

Passados 40 anos depois da madrugada que deu origem a “o dia inicial inteiro e limpo/onde emergimos da noite e do silêncio/e livres habitamos a substância do tempo” qual o tempo que hoje nos é dado?

Cada dia que passa, assistimos à destruição do positivo que foi construído, em resultado da acção libertadora de há 40 anos!

O país está vendido, em grande parte e a pataco, ao estrangeiro!

A emigração de muitos portugueses consuma-se, levando consigo muito do saber e da capacidade indispensáveis à desejada recuperação de Portugal!

Os roubos permanentes a que os portugueses são sujeitos, da parte dos que deviam protegê-los e prover pelo seu bem-estar estão a destruir a esperança no futuro!

A ausência de uma justiça igual para todos provoca o descrédito do que deveria ser um Estado de Direito!
Os detentores do poder assumem-se, cada vez mais, como herdeiros dos vencidos em 25 de Abril de 1974!
As desigualdades, consumadas no aumento do enriquecimento dos que já têm tudo e no cada vez maior empobrecimento dos mais desfavorecidos, transforma a nossa sociedade num barril de pólvora que apenas será sustentável numa nova ditadura opressiva, com o desaparecimento das mais elementares liberdades.
O medo, pelo futuro, cada vez mais, propaga-se em variados sectores da sociedade!

Como há já alguns anos, manifestamos a nossa indignação face aos acontecimentos que se estão vivendo em Portugal e configuram, sem a menor dúvida, um enorme e muito grave descrédito dos representantes políticos, um logro à confiança dos cidadãos e um desprestígio para o nosso País.

A Democracia baseia-se num pacto social, onde os cidadãos elegem os que consideram os mais indicados para gerir os assuntos públicos e para os representar durante um período de tempo previamente acordado.
A Democracia não é, nem pode ser jamais, a concessão a uns quantos de uma patente de pilhagem para se enriquecerem durante quatro anos ou mais!

A Democracia tem o seu fundamento na confiança que os representados têm nos seus representantes e na lealdade destes perante quem os elegeu.

Quando essa confiança é traída e essa lealdade desaparece, o prestígio e a legitimidade moral da classe política desmoronam-se e o cimento da Democracia apodrece.

Tudo isto tem-se agravado, cada ano que passa.

Porque continuamos a considerar que a antecâmara do totalitarismo surge quando num Estado de Direito a classe política perde o seu prestígio, porque se transforma numa espécie de casta que deixa de servir os interesses de todos para servir apenas os seus próprios interesses.

E, porque queremos lutar pela manutenção da Democracia, que apenas será viável pela reafirmação dos valores de Abril, proclamamos a imperiosa necessidade de:

Assunção de um compromisso nacional na defesa e manutenção do Estado Social que legitimamente satisfaça as necessidades básicas, erradique a pobreza “vergonha de nós todos”, e abra um caminho de esperança e de luz para o sector mais desprotegido da sociedade portuguesa que lhe possibilite o acesso à formação, educação e emprego.

Assunção de um compromisso nacional para a promoção de um duradouro programa de educação e investigação científica, para qualificação dos jovens nas áreas fundamentais da globalização.

Assunção de um compromisso nacional para a promoção de um programa duradouro do sistema judicial, de forma a tornar a justiça mais célere e mais próxima dos cidadãos, sem descriminação entre pobres e ricos.

Assunção de um compromisso nacional duradouro de um programa de emprego agregador e integrador dos vários saberes e competências acumuladas, que incentive o regresso de milhares de “cérebros” forçados à emigração, que incorpore jovens licenciados, agregue adequados programas de formação para jovens que abandonaram os estudos, e para trabalhadores activos que necessitem actualizar e melhorar saberes e competências.

Assunção de um compromisso nacional e duradouro de um programa de desenvolvimento económico sustentável à adopção dos objectivos enunciados para a manutenção do Estado Social e dos programas de educação, justiça e emprego.

O governo e a cobertura que lhe é dada pelo Presidente da República protagonizam os fautores do “estado a que isto chegou” razão pela qual não serão eles a quem possa continuar a confiar-se os destinos de Portugal.
Torna-se, por isso, urgente uma ampla mobilização nacional para sermos capazes de aproveitando as armas da Democracia mostrar aos responsáveis pelo “estado a que isto chegou” um cartão vermelho, que os expulse de campo!

Temos de ser capazes de expulsar os “vendilhões do templo”!

Os desmandos e a tragédia da actual governação não podem continuar!

Igualmente, temos de ser capazes de retornar às Presidências de boa memória de Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio!

O 25 de Abril foi libertação e festa, passou por participação e desenvolvimento, mas passou também por retrocesso e desilusão, fruto da corrupção e esbanjamento.

Hoje sofre revanchismo, roubo e destruição.

Que se consubstancia em despudorados ataques à saúde pública, à educação, à segurança social, ao direito ao trabalho, ao direito a uma velhice sossegada, e aponta para o fim das liberdades, da soberania e da democracia.
Temos de ser capazes de ultrapassar os sectarismos, temos de ter a capacidade de, contrariamente ao que normalmente acontece, e reconhecer o inimigo comum, mesmo antes de sermos totalmente derrotados.
Vencendo o conformismo, temos de ser capazes de resistir de novo, reconquistar as utopias, arriscar a rebeldia e renovar a esperança!

Recolocados os valores da madrugada libertadora, nessa altura, vencido o medo, poderemos então retomar a esperança de continuar a construir Abril!

Viva Portugal!
Viva o 25 de Abril!

25 de Abril de Abril de 2014


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MC

fonte Miguel Carvalho via Álvaro José Ferreira - Amigos do LUGAR AO SUL

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fotografia de abertura do sítio internet Um breve olhar a quem agradecemos.