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terça-feira, 22 de abril de 2014
Um tesouro escondido no Mediterrâneo: Man-rocks
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domingo, 19 de janeiro de 2014
A visão neolítica de uma erupção vulcânica
Desde que foi encontrado, nos anos 60 do século XX, em Çatalhöyük, na Turquia, o mural do neolítico intrigou os cientistas. Uma ousada interpretação do arqueólogo que desenterrou a rocha com a estranha pintura propôs que se trataria da representação de uma erupção vulcânica. No caso, do vulcão que se vê dali, no horizonte, a cerca de cem quilómetros de distância, o Hasan Dagi, com os seus dois cones e a cidade a seus pés.
A ideia, porém, foi acolhida com ceticismo na comunidade científica e nunca inteiramente aceite. Uma outra tese, proposta por uma arqueóloga da Universidade de Cambridge, Stephanie Meece, adiantava que se trataria antes de uma pele de leopardo vista de cima. Afinal, defendia ela, o padrão da pele do leopardo é algo vulgar na arte pictórica da região.
O debate instalou-se, mas agora um grupo de geólogos descobriu que aquele vulcão teve mesmo uma erupção há 6600 anos.
Na arqueologia tudo o que não se enquadra nas teses catedráticas é sorrateiramente afastado, escondido e muitas vezes proscrito, então é de ver as fotos destas casas em Çatalhöyük dá 9.000 anos/10.000 habitantes, tinham paredes ESTUCADAS a gesso e pintadas de branco, com rodapés em vermelho.
Das técnicas dos tecidos encontrados ninguém fala igualmente, vi uma reportagem e entrevista à cientista que está a estudar os tecidos de Çatalhöyük onde ela descreve o grau sofisticado de tecelagem sem dar obviamente explicações como no neolítico o podiam fabricar.
As mentalidades estão mudar e aos poucos vão ter que mudar igualmente os manuais escolares cheios de disparates, no
ÇATALHÖYÜK 2007 ARCHIVE REPORT (395 páginas no scribd) na n° 74 tem uma escultura em marfim muito bem feita, oficialmente eram dos nómadas no neolítico!?
Ver site do flickr mais photos de Çatalhöyük
Sim houve um retrocesso civilizacional, antes da pré-história existiu uma sociedade tão avançada como a actual.
Num dos muitos muros pintados desta cidade de 10.000 habitantes James Mellart encontrou uma pintura que para ele significa um vulcão em erupção, mas Tristan Carter outro especialista vê nele uma pele de leopardo:
"A clearer picture of a volcano in eruption could hardly have been painted: the fire coming out of the top, lava streams from vents at its base, clouds of smoke and glowing ash hanging over its peak . . ."
James Mellart
Project Director (1960's)
"I'm not sure; in some ways it looks quite a lot like the leopard sk...."
Dr.Tristan "Stringy" Carter
Çatalhöyük no Google Earth 37° 40′ 00″N, 32° 49′ 40″ E
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Descubren la cabeza de una escultura de Afrodita y una estatua de Cerbero en Hierápolis [ Turquía]
Descubrimientos previos en la ciudad revelan que Hierápolis fue visitado como un lugar sagrado ya en el siglo VI a.C. Esculturas de mármol que fueron descubiertas durante las recientes excavaciones junto a la escultura de Afrodita se han recuperado de la antigua ciudad y ahora se mantiene en el depósito del Museo de Arqueología de Hierápolis. Los arqueólogos han llevado a cabo excavaciones en el yacimiento desde 1957.
Estatua de Cerbero
Los arqueólogos italianos también han descubierto en la “Puerta del Infierno” una estatua de Cerbero, el perro de tres cabezas que en la mitología griega era el guardián del Hades, ha manifestado a ANSA el jefe de la misión Francesco D’Adria, de la Universidad del Salento
.
El hallazgo de la escultura de mármol de Cerbero, de 1,5 metros de altura, confirma que la gruta descubierta el año pasado por la misión de D’Adria en la antigua ciudad sagrada de Frigia es efectivamente la Puerta de acceso a los Infiernos descrita por Cicerón y por el gran geógrafo griego Estrabón. D’Adria ha definido el descubrimiento de la estatua como un unicum, de gran importancia histórica y arqueológica. Durante una convención sobre investigaciones arqueológicas italianas en Turquía celebrada el pasado mes de marzo en Estambul, organizada por el Instituto Italiano de Cultura y el embajador en Ankara Giampaolo Scarante, D’Adria reveló haber descubierto la entrada de la gruta que según la mitología gri… gracias a los cuerpos sin vida de algunas aves, muertas por los gases tóxicos que aún continúan saliendo de la gruta.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Encontrado um fóssil de rinoceronte em cinzas vulcânicas com 9,2 milhões de anos
(…)
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
A família das línguas indo-europeias pode ter surgido na Anatólia
(...)
sábado, 25 de agosto de 2012
Foi encontrada na Turquia uma escultura hitita 'gigante'
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Arqueólogos dizem ter descoberto túmulo do apóstolo Filipe
domingo, 19 de setembro de 2010
Complexo balneário soterrado descoberto em Sagalassos
[ arqueologia ]
Sagalassos, Turquia
Complexo balneário soterrado descoberto em Sagalassos
Ruínas de termas imperiais estão em escavações
e restauração há 20 anos por equipa belga

Fachada dos balneários imperiais. (Clique para ampliar)
Uma equipa de arqueólogos da Universidade de Louvain (Bélgica) estuda a área de Sagalassos – uma antiga cidade da Ásia Menor, situada na região de Burdur (Turquia) – há mais de 20 anos, mas agora descobriu um complexo balneário romano, debaixo das ruínas das termas imperiais. O recente achado é mais antigo do que a velha ocupação desenvolvida sob o Império Romana em estudo durante as duas décadas, já que este data provavelmente do período durante o reinado de Augusto ou Tibério (20 a.C. até 30 d.C).
Sagalassos ficou inabitada, como cidade, por volta o século VII d.C., após ter sido destruída por vários tremores de terra. Marc Waelkens dirige as escavações, na zona, todos os verões desde os últimos 20 anos e, já no ano anterior, encontrou a fachada de um velho edifício que poderia bem ter sido uma espécie de uma câmara municipal.

O 'Caldarium': câmara de aquecimento de água. (clique para ampliar)
A nova descoberta mede entre 32,5 e 40 metros e permanece bastante bem conservada. Os muros deviam ter menos de 12 metros de altura, mas em pé apenas restam uns oito metros. O antigo complexo fora substituído pelas termas imperiais, quando Hadrian escolheu Sagalassos como capital de culto imperial para toda a Pisidia – região à qual pertencia a cidade. A escolha implicava a organização de festivais e jogos (agones), que devem ter atraído milhares de visitantes.
Os balneários romanos são compostos por uma sucessão de piscinas de água quente e cada uma delas está instalada num espaço separado, respectivamente um “tepidarium”, um “caldarium” e um “frigidarium”.
Os arqueólogos determinaram que o arco de triunfo, até agora considerado uma homenagem a Calígula, foi na verdade erguido em honra de Claudius e o seu irmão C. Germanicus, pai de Calígula. No final da estação, uma “Antonine Nymphaeum” (fonte monumental) foi inaugurada no sítio.
fonte Ciência Hoje
















