fotografia do Palácio de São Bento do sítio internet Assembleia da República a quem agradecemos.
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Exposição «José Leite de Vasconcelos: Vida e Obra» [ Lisboa ]
fotografia do Palácio de São Bento do sítio internet Assembleia da República a quem agradecemos.
sábado, 1 de junho de 2013
Língua ancestral comum dos eurasiáticos nasceu há 15 mil anos no Mediterrâneo
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quarta-feira, 17 de abril de 2013
«O Mirandês e a Poesia» nas 'Noites com Poemas' [ São Domingos de Rana ]
Amadeu Ferreira (Sendin, 29 de Júlio de 1950) ye abogado, i porsor cumbidado an la Faculdade de Dreito de l'Ounibersidade Nuoba de Lisboua, i cuntina a ser un de ls percipales respunsables pula promoçon de l Mirandés, sendo pursidente de la Associaçon de Lhéngua Mirandesa, cun sede an Lisboua, i tenendo traduzido yá 'Ls Quatro Eibangeilhos', 'Ls Lusíadas' i bários poemas de Bergílio i Hourácio.(http://mwl.wikipedia.org/wiki/Amadeu_Ferreira)
Será, então, esta uma sessão integralmente em torno do Mirandês e da poesia de Amadeu Ferreira, vertida nas autorias de Fracisco Niebro e de Fonso Roixo, bem como de Marcus Miranda, sendo este, preferencialmente, um tradutor de clássicos latinos (Catulo e Horácio), com preponderância em peças de teatro, mas com incidência próxima também na poesia daqueles autores.
fonte Jorge Castro - Sete Mares
fotografia da Biblioteca Municipal de Cascais - São Domingos de Rana © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Escrita proto-Elamita será decifrada 'on line'
para descodificar escrita da Idade do Bronze
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
«Do reino das sombras. Figurações da morte» [ Braga ]
fotografia da Faculdade de Filosofia de Braga do sítio internet Universidade Católica Portuguesa, a quem agradecemos.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
A família das línguas indo-europeias pode ter surgido na Anatólia
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Lenguas de frontera
quinta-feira, 28 de abril de 2011
A origem da linguagem humana

A origem da linguagem humana
[ linguística ]
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Estudo sugere que a 'palavra nasceu' em África

Segundo Atkinson, o número de fonemas é maior em África
Psicólogos da Universidade de Auckland acabam de publicar dois grandes estudos sobre a diversidade de línguas do mundo nos jornais Science e Nature. O primeiro estudo, publicado na Science por Quentin Atkinson, sugere que África é o berço da linguagem humana.
Quentin Atkinson estudou os fonemas, ou unidades perceptivelmente distintas do som que diferenciam palavras, usado em 504 línguas humanas actuais e descobriu que o número de fonemas é maior em África e diminui com o distanciamento deste continente.
O menor número de fonemas são encontrados na América do Sul e nas ilhas tropicais do Oceano Pacífico. Este padrão encaixa-se num modelo em que as populações pequenas em expansão progressiva perdem diversidade. O cientista observou que esse padrão de uso de fonemas em todo o mundo reflecte o padrão de diversidade genética humana, que também diminuiu à medida que os seres humanos se expandiram de África para colonizar outras regiões.
Em geral, as áreas da Terra que foram colonizadas mais recentemente incorporam menos fonemas nas línguas locais ao passo que as áreas que receberam os seres humanos modernos há milénios (principalmente a África subsaariana) ainda usam o maior número de fonemas.
Este declínio no uso de fonemas não é explicado por mudanças demográficas ou outros factores locais, e fornece fortes evidências de uma origem das línguas modernas humana em África.
Cognição supera cultura
O segundo estudo, publicado na Nature pelos investigadores Russell Gray e Simon Greenhill da Universidade de Auckland e os colegas Michael Dunn e Stephen Levinson do Instituto Max Planck de Psicolinguística, na Holanda, desafia a ideia de que o cérebro humano produz regras universais para a linguagem.
“A diversidade das línguas do mundo é incrível”, afirma Russell Gray. “Há cerca de sete mil línguas faladas hoje em dia, algumas com apenas uma dúzia de sons contrastivos, outros com mais de cem, alguns com padrões complexos de formação de palavras, outros apenas com simples palavras, alguns com o verbo no início da frase, outros no meio e no final”.
Segundo o cientista, a investigação “mostra que as reivindicações que alguns linguistas têm feito sobre o papel da estrutura inata da mente humana na formação da variação linguística têm sido extremamente exageradas”.
Com métodos computacionais derivados da biologia evolutiva, Russell Gray e equipa analisaram os padrões globais na ordem da evolução da palavra. Em vez de padrões universais de dependências nas características da palavra, os investigadores descobriram que cada família de linguagem tinha as suas próprias tendências evolutivas. “No que toca à evolução da linguagem, a cognição prevalece sobre a cultura”, sublinhou Russell Gray.
fonte Ciência Hoje
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Gramática racionalista na Península Ibérica (séc. XVIII)

Gramática racionalista na Península Ibérica (séc. XVIII)
[ conferências ]
Filomena Gonçalves, Monica Lupetti e Sónia Duarte [ oradoras ]
24 e 25 Janeiro 2011
Palacete Burmester, Porto
Conferência “Gramática racionalista na Península Ibérica (séc. XVIII)”
Sessão de conferências
Gramática racionalista na Península Ibérica (séc. XVIII)
Dia 24 de Janeiro | 15h00
Filomena Gonçalves (Universidade de Évora)
“A linguística na Europa de Setecentos”.
Dia 25 de Janeiro | 15h00
Monica Lupetti (Università di Pisa)
“A gramática racionalista em Portugal no Século XVIII”
16h00
Sónia Duarte (Centro de Linguística da Universidade do Porto)
“A gramática racionalista em Espanha no Século XVIII”
Local: Rua do Campo Alegre, 1055 (Palacete Burmester)
fonte pportodosmuseus
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Palacete Burmester
Rua do Campo Alegre, 1055
Porto
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