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terça-feira, 26 de maio de 2015

«Volvo Ocean Race» rectificação


No artigo «Volvo Ocean Race 2014-15 em Lisboa» que publicámos AQUI indicámos como local de acostagem e dos festejos a Doca de Alcântara - segundo informação  que nos tinha sido fornecida.

Soubemos hoje que os festejos vão decorrer na

Doca de Pedrouços

onde constatámos o decorrer da montagem de estruturas alusivas ao evento.
Fica a rectificação com o nosso pedido de desculpas pelo lapso.

A data prevista de chegada - 27-05-2015, quarta-feira - mantém-se.

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fonte Velas a Bordo

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Doca de Pedrouços
Lisboa
38°41'38.54"N
9°13'35.02"W

fotografia aérea da Doca de Pedrouços do sítio internet Bing Maps

domingo, 24 de maio de 2015

Volvo Ocean Race 2014-15 em Lisboa


ontem fomos informados de fonte segura que a data prevista para a chegada é dia 27, quarta-feira; contudo, aconselhamos a consulta do sítio oficial



Volvo Ocean Race
[ regata ]
25 Maio a 07 Junho 2015
Rio Tejo / Doca de Alcântara, Lisboa

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fonte TVI24 e mais fontes

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saiba mais:

- Site oficial

- Facebook

- Twitter

- YouTube

Doca de Alcântara
Rua da Cintura do Porto de Lisboa, 1350 Lisboa
autocarro - 712
38°42'7.02"N
9° 9'54.75"W

fotografia de abertura - uma imagem espectacular da passagem do Cabo Horn pela equipa Brunel [ legenda original - Amazing shot of Team Brunel rounding Cape Horn today in 3rd position! Photo by Rick Tomlinson / Volvo Ocean Race ] do sítio internet Volvo Ocean Race a quem agradecemos.
fotografia aérea da Doca de Alcântara do Bing Maps

terça-feira, 28 de abril de 2015

Descoberta arqueológica importante no Cais do Sodré [ Lisboa ]



Descoberta arqueológica importante
no Cais do Sodré
[ arqueologia ]
Lisboa

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Enorme rampa de lançamento de barcos do séc. XVI foi descoberta debaixo da Praça D. Luís, juntamente com vestígios de estruturas de séculos posteriores. 
A descoberta tem menos de um mês. Os arqueólogos encontraram uma enorme rampa de lançamento de barcos do séc. XVI junto ao mercado da Ribeira, em Lisboa. Feita com troncos de madeira sobrepostos, a estrutura ocupa 300 metros quadrados e data de uma época em que a cidade sofria os efeitos de sucessivos surtos de peste e epidemias, graças aos contactos com outras gentes proporcionados pelos Descobrimentos. 

Para continuar a trazer de além-mar o ouro, a pimenta e o marfim que lhe permitiam pagar as contas, o reino investia na construção naval, e a zona ribeirinha da cidade foi designada como espaço privilegiado de estaleiros. Os relatos da altura dão conta de uma cidade cheia de escravos vindos de além-mar, mas também de mendigos fugidos do resto do país para escapar à fome. 

Os arqueólogos nem queriam acreditar na sua sorte quando depararam com a rampa enterrada no lodo debaixo da Praça D. Luís, a seis metros de profundidade, e muito provavelmente associada a um estaleiro naval que ali deverá ter existido. "É impressionante: é muito difícil encontrar estruturas de madeira em tão bom estado", explica uma das responsáveis da escavação, Marta Macedo, da empresa de arqueologia Era. 

No Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico o achado também tem sido motivo de conversa, até porque os técnicos desta entidade foram chamados a acompanhar os trabalhos, que estão a ser feitos no âmbito da construção de um parque de estacionamento subterrâneo. A subdirectora do instituto, Catarina de Sousa, diz que esta e outras estruturas encontradas são, apesar de muito interessantes, perecíveis, pelo que a sua conservação e musealização na Praça D. Luís é "praticamente inviável". Como a escavação ainda não terminou, os arqueólogos acalentam a esperança de ainda serem brindados, em níveis mais profundos, com algum barco submerso no lodo, como já sucedeu ali perto, tanto no Cais do Sodré como no Largo do Corpo Santo e na Praça do Município. "É possível isso acontecer", admite Catarina de Sousa. 
Musealização em estudo 

No séc. XVI toda a zona entre o mercado da Ribeira e Santos era de praias fluviais. Mas não era para lazer que serviam os areais banhados pelo Tejo. Na História de Portugal coordenada por José Mattoso, Romero Magalhães conta como, poucos anos após a primeira viagem de Vasco da Gama à India, "a zona ribeirinha da cidade é devassada pelos empreendimentos do monarca [D. Manuel I] e dos grandes armadores". 

Depressa surgem conflitos com a Câmara de Lisboa, ao ponto de o rei ter, em 1515, retirado ao município a liberdade de dispor das áreas ribeirinhas para outros fins que não os relacionados com o apetrecho e reparação das naus, descreve o mesmo autor. São as chamadas tercenas, locais dedicados à função naval e representados em vários mapas da época. Mais tarde a mesma designação passa a abranger também o lugar onde se produziam e acondicionavam materiais de artilharia. 
O espólio encontrado pelos arqueólogos inclui uma bala de canhão, um pequeno cachimbo, um pião, sapatos ainda com salto - na altura os homens também os usavam -, restos de cerâmica e uma âncora com cerca de quatro metros de comprimento, além de cordame de barco. Também há uma casca de coco perfeitamente conservada, vinda certamente de paragens exóticas para as quais os portugueses navegavam. 

Um relatório preliminar dos trabalhos arqueológicos em curso explica como a zona da freguesia de S. Paulo se transformou de um aglomerado de pescadores, fora dos limites da cidade de Lisboa, num espaço importante para a diáspora: "A expansão ultramarina contribuiu para uma reestruturação do espaço urbano de Lisboa, que se organiza desde então a partir de um novo centro: a Ribeira". Em redor do Paço Real reúnem-se os edifícios administrativos. "É na zona ocidental da Ribeira que a partir das doações de D. Manuel se irão instalar os grandes mercadores e a nobreza ligada aos altos funcionários de Estado, que irão auxiliar o rei (...) na expansão ultramarina e na centralização do poder", pode ler-se no mesmo relatório. A escavação detectou ainda restos de outras estruturas mais recentes. É o caso de uma escadaria e de um paredão do Forte de S. Paulo, um baluarte da artilharia costeira construído no âmbito das lutas da Restauração, no séc. XVII. E também do vestígios do cais da Casa da Moeda, local onde se cunhava o metal usado nas transacções. Por fim, foram descobertas fornalhas da Fundição do Arsenal Real, uma unidade industrial da segunda metade do séc. XIX. 

"Esta escavação vai permitir conhecer três séculos de história portuária", sublinha outro responsável pela escavação, Alexandre Sarrazola. Embora esteja ciente de que a maioria dos vestígios terá ser destruída depois de devidamente registada em fotografia e desenho, o arqueólogo diz que algumas das peças encontradas poderão vir a ser salvaguardadas e mesmo integradas no projecto do estacionamento, como já sucedeu com os vestígios do parque de estacionamento subterrâneo do Largo do Camões - ou então transportadas para um museu. 

"Face ao desconhecimento do que ainda pode vir a ser encontrado por baixo da estrutura de madeira do séc. XVI está tudo em aberto", salienta, acrescentando que a decisão final caberá ao Instituto do Património Arquitectónico e Arqueológico.

-- 

Amélia

fonte Manuel Cabral via email

nota: o entrelinhamento dos parágrafos é da nossa responsabilidade, para facilitar a leitura.

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Não é novidade que aquela área da cidade de Lisboa [ Ribeira ] foi desde tempos imemoriais local de existência de estruturas relacionadas com a Navegação e a Construção Naval.

Em 04-03-2013 publicámos um artigo relacionado com esta temática com o título Fundeador descoberto em Lisboa revela história da cidade < clique para ler

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imagem de abertura - uma gravura com uma representação do Galeão português Flor do Mar [ legenda original Frol de la Mar (gravura no "Roteiro de Malaca", século XVI.) ] do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Artic ship found



Artic ship found
[ arquelogia subaquática ]
Ártico

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fotografia © josé antónio

fonte notícia na RTP2 / Euronews

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‘underwater footage of Franklin’s lost ships’
vídeo daqui :

saiba mais em 
The Telegraph - Telegraph online, Daily Telegraph, Sunday Telegraph - Telegraph

fotografia de  abertura - os destroços submersos do navio agora descoberto - do sítio internet The Telegraph - Telegraph online, Daily Telegraph, Sunday Telegraph - Telegraph a quem agradecemos.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Estados Unidos vão restaurar a escuna Ernestina



Estados Unidos vão restaurar a escuna Ernestina
[ conservação e restauro ]
Massachusetts, Estados Unidos

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Estados Unidos restauram barco que transportou milhares de cabo-verdianos para o país

O estado de Massachusetts vai gastar dois milhões de dólares (cerca de 1.5 milhões de euros) no restauro da escuna Ernestina, um barco que trouxe milhares de emigrantes cabo-verdianos para o país no século XX.

O deputado estadual António Cabral, de origens portuguesas, disse à agência Lusa que a comunidade está «absolutamente entusiasmada» com a notícia.

«Este navio representava a oportunidade de vir para o novo mundo. Servia como um paquete que transportava emigrantes e mercadorias entre Cabo Verde e New Bedford», explicou António Cabral.

Diário Digital / Lusa

fonte Diário Digital

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saiba mais em DN Globo - artigo «Histórica escuna 'Ernestina' vai ser restaurada»

sobre a escuna Ernestina veja em Schooner Ernestina

fotografia de abertura - um aspecto da escuna Ernestina no início do restauro que a vai pôr a navegar de novo - do sítio internet NewEnglandBoating.com | The Source for New England Boaters a quem agradecemos.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

«Cascais avança com campanha de arqueologia subaquática»



Cascais avança com campanha de arqueologia subaquática
[ campanha arqueológica ]
Litoral do concelho de Cascais

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Cascais avança com campanha de arqueologia subaquática


No fundo do mar da zona de Carcavelos foram já identificados vários objetos, nomeadamente  quatro âncoras, diversos canhões e um navio a vapor, em ferro, da época contemporânea, cujo estudo aprofundado decorre no âmbito de uma tese de mestrado em arqueologia subaquática. Pretende-se, neste momento, perceber se todos estes destroços resultam de um alijar de carga dos navios ao longo dos séculos, ou se, por outro lado, são o que resta de um naufrágio ainda por estudar.

Os trabalhos no mar decorrem até outubro em função do estado do mar e condições de visibilidade e nele estão envolvidos os arqueólogos subaquáticos António Fialho, da Câmara Municipal de Cascais, Jorge Freire, Centro de Estudos Além Mar da Universidade Nova de Lisboa, e Augusto Salgado, oficial da Marinha Portuguesa.

O projeto, em curso desde 2009, envolve a recolha sistemática de dados históricos e arqueológicos e intervenção de geoposicionamento de sítios e achados já referenciados. Em média, os mergulhadores realizam cerca de 30 horas de imersão por ano. Este ano, a pareceria com a Marinha Portuguesa revelou-se fundamental, não só pela disponibilidade de mais um mergulhador, mas também pela embarcação da Escola Naval que apoia parte da campanha.

A Arqueologia Subaquática estuda e interpreta os vestígios de presença e ocupação humana preservados em meio aquático. Ao longo da história, o mar de Cascais foi o palco de episódios marítimos – acidentes, ataques, afundamentos – que resultaram em naufrágios, e que constituem hoje autênticas jazidas arqueológicas debaixo de água.

Fonte: CM Cascais

fonte Pportodosmuseus

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vista de satélite do litoral do concelho de Cascais

fotografia de abertura - trabalhos arqueológicos subaquáticos em 2012 na baía de Angra, nos Açores [ legenda original - Por regra, a equipa passa seis horas por dia no mar, com mergulhos de duas horas para cada arqueólogo DR ] do sítio internet P3 | Tratamos tudo por tu a quem agradecemos.
fotografia aérea do litoral do concelho de Cascais do Google Earth

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Visita guiada «Paço de Arcos [ roteiro histórico e patrimonial ]» com José Meco, Jorge Miranda e Joaquim Boiça [ Paço de Arcos ]



Caminhos da Memória
Paço de Arcos [ roteiro histórico e patrimonial ]
[ visita guiada ]
José Meco, Jorge Miranda e Joaquim Boiça [ orientação ]
02 Agosto 2014, 09h00
Palácio dos Arcos [ ponto de encontro ]
a visitar > Palácio dos Arcos, Capela do Sr. Jesus dos Navegantes, Fornos de Cal,
Jardim Municipal, Forte de São Pedro e Socorros a Náufragos, Paço de Arcos

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locais a visitar:
o Palácio dos Arcos numa fotografia datada 08-08-2007 18h10 [ actual Vila Galé Palácio dos Arcos Hotel dos Poetas ]
Rua Costa Pinto, Paço de Arcos [ 38° 41' 45.01" N 9° 17' 22.91" W ]

a Capela do Senhor Jesus dos Navegantes numa fotografia datada 08-08-2007 18h19
Travessa da Ermida, Paço de Arcos [ 38° 41' 45.18" N 9° 17' 24.65" W ]

um dos Fornos de Cal numa fotografia datada 16-06-2012 16h56'13
Rua dos Fornos, Paço de Arcos [ 38° 41' 39.74" N 9° 17' 35.40" W ]

o monumento ao Patrão Joaquim Lopes, no Jardim Municipal de Paço de Arcos numa fotografia datada 16-06-2012  16h28'01
limites: N - Rua Marquês de Pombal; E - Avenida Marginal; S - Avenida Marginal W - Avenida Marquês de Pombal [ 38° 41' 34.28" N 9° 17' 35.09" W ]

a Porta do Forte de São Pedro numa fotografia datada 16-06-2012 16h31'50
Praça 5 de Outubro, Paço de Arcos [ 38° 41' 35.32" N 9° 17' 36.42" W ]

o Instituto de Socorros a Náufragos 'Patrão Lopes' numa fotografia datada 08-08-2007 18h15 
Avenida Marginal, Paço de Arcos [ 38° 41' 42.46" N 9° 17' 23.33" W ]

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Paço de Arcos
[ 38° 41' 47.18" N 9° 17' 29.13" W ]
legenda:
A - Palácio dos Arcos [  38°41'45.01"N  9°17'22.91"W ] C - Capela do Sr. Jesus dos Navegantes [  38°41'45.18"N  9°17'24.65"W ] F - Fornos de Cal [  38°41'39.74"N  9°17'35.40"W ]
J - Jardim Municipal [  38°41'37.43"N  9°17'33.45"W ] P - Forte de São Pedro [  38°41'35.32"N  9°17'36.42"W ] S - Socorros a Náufragos [  38°41'42.46"N  9°17'23.33"W ]

J.F. Paço de Arcos:
09h00-17h30 [ excepto em Agosto, que encerra 12h30-14h00 ]
Praceta Dionísio Matias - Edifício do Mercado, 2770-051 Paço de Arcos
t. 21 443 77 93 / f. 21 442 79 89
geral@jf-pacodearcos.pt / website

fotografia de abertura - a Lápide epigrafada que se encontra sobre a porta do Forte de São Pedro, na Praça 5 de Outubro, em Paço de Arcos [ transcrição: REINANDO S. M. FIDELISSIMA / A SENHORA D MARIA II / E GOVERNANDO A PRAÇA DE / S. ULIÃO DA BARRA / O GENERAL BARÃO DA BATALHA / FOI REEDIFICADO ESTE FORTE / SENDO SEU GOVERNADOR / O MAJOR DIOGO JOZE DA CRUZ / - - - - - || - - - - - / DIRECTOR O CAPITÃO DO BATALHÃO D’ENGENHEIROS / J A ESTEVES VAZ / 1853 | segundo Callixto, Carlos Pereira, «Fortificações Marítimas do Concelho de Oeiras», Câmara Municipal de Oeiras, 2.ª Reed. Julho 2002, pág. 36 ] [ fotografia datada 16-06-2012 16h31'24 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
todas as fotografias © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia aérea de Paço de Arcos do Google Earth

sábado, 7 de junho de 2014

«Visita aos Faróis de Cascais e de Sintra» [ Cascais e Sintra ]



«Visita aos Faróis de Cascais e de Sintra»
[ visitas ]
Cascais e Sintra

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fonte - jornal Dica da Semana, edição regional Lisboa Oeiras Cascais, 22 Maio 2014, n.º 639, Ano XIII.

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o Farol do Cabo da Roca [ 38° 46' 54.63" N 9° 29' 50.38" W ]

o Farol Museu de Santa Marta [  38° 41' 25.44" N 9° 25' 15.76" W ]

o Farol da Guia [  38° 41' 44.17" N 9° 26' 47.27" W ]

o Farol do Cabo Raso [  38° 42' 34.14" N 9° 29' 8.97" W ]

fotografia de abertura - um pormenor da óptica do Farol do Cabo da Roca [  38° 46' 54.63" N 9° 29' 50.38" W / foto datada 13-07-2013, 18:31:46 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia do Farol do Cabo da Roca do sítio internet Wikipedia [ autor Bert Kaufman ] a quem agradecemos.
fotografia do Farol Museu de Santa Marta do sítio internet Wikipédia [ autor: Jaime Silva ] a quem agradecemos.
fotografia do Farol da Guia do sítio internet Panoramio [ autor: nuno_fr ] a quem agradecemos.
fotografia do Farol do Cabo Raso do sítio internet Wikipédia [ autor: César García Pont ] a quem agradecemos.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Conferência «Evolução Histórica dos Sistemas de Iluminação Costeira» [ Cascais ]


fazemos notar que o conferencista, Joaquim Boiça, é o Presidente da nossa associação


«Evolução Histórica
dos Sistemas de Iluminação Costeira»
[ conferência ]
Joaquim Boiça [ orador ]
07 Junho 2014, 17h00
Farol Museu de Santa Marta, Cascais

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fonte Joaquim Boiça - Espaço e Memória

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Farol Museu de Santa Marta
Rua do Farol de Santa Marta, 2750-341 Cascais
t. 21 481 53 28
38° 41' 25.46" N 9° 25' 15.74" W

imagem de abertura - representação artística de como seria o Farol de Alexandria [ legenda original - Pharos of Alexandria 3D Detaillierte Rekonstruktion des Leuchtturms von PHAROS basierte auf einer neulichen (2006) umfangreichen Studie des Gebäudes. Bild: Emad Victor SHENOUDA [ Vergleich mit H. Thiersch (1909) ] ] do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.
fotografia do Farol Museu de Santa Marta © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

«Feira Náutica do Tejo» [ Pedrouços ]



«Feira Náutica do Tejo»
[ feira ]
29 Maio a 01 Junho 2014
Doca de Pedrouços, Lisboa

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Feira Náutica do Tejo muda de cais mas os barcos vão atrás

Terceira edição do evento decorre na doca de Pedrouços, com mais eventos dedicados às crianças e um conjunto de actividades ligadas ao mar. A entrada é gratuita.


A terceira edição da Feira Náutica do Tejo já tem data marcada: de 29 de Maio a 1 de Junho na doca de Pedrouços, em Algés. A edição deste ano promete uma maior aposta na feira náutica outdoor (que é já a maior no país), e a realização de mais actividades para as crianças, já que a data de fim dao evento coincide com o Dia Mundial da Criança em Portugal.

Este ano, a aposta é nos mais novos, com o programa a cargo da Roda Viva, uma empresa que organiza actividades lúdicas e educativas para crianças, e que incluei gincanas, piscinas de bolas e passagens de modelos que inclui roupa para toda a família, entre outras actividades. Para além disto, há também baptismos de vela, stand up paddle e kayak, que são gratuitos.

Além da feira comercial, há também muitas exposições e atracções e um evento especial: o Desfile das Embarcações Tradicionais do Tejo e do Sado, no dia 1 de Junho às 10h, que quer promover a ligação dos portugueses com o mar, a começar pelas crianças. Este é o único evento que pede inscrição obrigatória online, através do portal www.feiranauticadotejo.com sendo que as restantes actividades em que seja necessária inscrição, esta poderá ser feita à chegada ao recinto.

O evento conta também com a segunda edição da Stand Up Paddle Race e aulas de fitness, passagens de modelos, concursos de fotografia e workshops e conferências dedicadas aos desportos náuticos, com a presença de vários atletas. A entrada é gratuita para todas as idades. Nos dias 31 de Maio e 1 de Junho, a feira abre às 10h, no dia 29 às 11h e no dia 30 de Maio 12h, fechando às 22h nos dias 30 e 31, e às 21h nos dias 29 de Maio e 1 de Junho.

Haverá também a tradicional regata, onde são esperados 50 veleiros, e ainda outras competições de embarcações marítimas. São também organizados passeios de barco e viagens em terra e mar por um transporte anfíbio.

“Aproveitando a localização ímpar da Doca de Pedrouços, que nos permite diversificar o conceito da Feira, estamos a preparar várias surpresas para o público e até para os expositores. O nosso objetivo é dinamizar todas as atividades náuticas cujo potencial em Portugal é enorme e a Feira Náutica do Tejo é a ferramenta ideal”, destaca Francisco Lufinha, responsável pela organização da feira.

A 3ª edição da Feira Náutica do Tejo é organizada pela +Mar – Associação Portuguesa de Turismo e Desportos Náuticos, conta com a co-organização do Porto de Lisboa e o apoio institucional do Ministério da Agricultura e do Mar, Entidade Regional do Turismo da Região de Lisboa, Câmara de Lisboa e da Câmara Municipal de Oeiras.

fonte PÚBLICO via Público [ twitter ]

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o veleiro Anapurne a todo o pano no Rio Tejo, Lisboa

Doca de Pedrouços
Lisboa

fotografia de abertura - um pormenor do veleiro Ilha Azul na doca de Belém [ foto datada 15-06-2006 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia do veleiro Anapurne [ foto datada 08-10-2006 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia aérea da Doca de Pedrouços do Bing Maps

quarta-feira, 9 de abril de 2014

«Férias da Páscoa a Bordo de Navio Bacalhoeiro» [ ílhavo ]



«Férias da Páscoa
a Bordo de Navio Bacalhoeiro»
[ oficinas ]
09 a 11 e/ou 15 a 17 Abril 2014
Museu Marítimo de Ílhavo

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fonte Câmara Municipal de Ílhavo

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Museu Marítimo de Ílhavo
Av. Dr. Rocha Madahíl, 3830-193 Ílhavo
t. 234 329 990 / f. 234 321 797
40° 36' 15.75" N 8° 39' 58.58" W

fotografia de abertura - o belíssimo Lugre Creoula, da antiga frota bacalhoeira portuguesa - do sítio internet Lugre CREOULA de 1937 a quem agradecemos.
fotografia do Museu Marítimo de Ílhavo do sítio internet Marintimidades a quem agradecemos.