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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Workshops de Modelismo no Museu Naval em Almada



Workshops de Modelismo
[ workshops ]

25 Julho 2015
Museu Naval, Almada

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25 de julho
Workshops de Modelismo no Museu Naval
Atividade gratuita e com o apoio da Associação de Modelismo de Almada. Aberta aos interessados em saber mais sobre as várias fases de construção de um modelo de embarcação.

fonte Câmara Municipal de Almada

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Museu Naval
Olho de Boi, 2800-205 Almada
t 21  272 49 80 / 21 272 49 82 / f. 21 272 49 89
38° 41' 1.43" N
9° 9' 41.79" W

fotografia de abertura - fase da construção dum modelo de Caravela Portuguesa - do sítio internet caravelas.no.sapo.pt a quem agradecemos.
fotografia do Museu Naval do sítio internet Lifecooler a quem agradecemos.

terça-feira, 26 de maio de 2015

«Volvo Ocean Race» rectificação


No artigo «Volvo Ocean Race 2014-15 em Lisboa» que publicámos AQUI indicámos como local de acostagem e dos festejos a Doca de Alcântara - segundo informação  que nos tinha sido fornecida.

Soubemos hoje que os festejos vão decorrer na

Doca de Pedrouços

onde constatámos o decorrer da montagem de estruturas alusivas ao evento.
Fica a rectificação com o nosso pedido de desculpas pelo lapso.

A data prevista de chegada - 27-05-2015, quarta-feira - mantém-se.

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fonte Velas a Bordo

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Doca de Pedrouços
Lisboa
38°41'38.54"N
9°13'35.02"W

fotografia aérea da Doca de Pedrouços do sítio internet Bing Maps

domingo, 24 de maio de 2015

Volvo Ocean Race 2014-15 em Lisboa


ontem fomos informados de fonte segura que a data prevista para a chegada é dia 27, quarta-feira; contudo, aconselhamos a consulta do sítio oficial



Volvo Ocean Race
[ regata ]
25 Maio a 07 Junho 2015
Rio Tejo / Doca de Alcântara, Lisboa

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fonte TVI24 e mais fontes

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saiba mais:

- Site oficial

- Facebook

- Twitter

- YouTube

Doca de Alcântara
Rua da Cintura do Porto de Lisboa, 1350 Lisboa
autocarro - 712
38°42'7.02"N
9° 9'54.75"W

fotografia de abertura - uma imagem espectacular da passagem do Cabo Horn pela equipa Brunel [ legenda original - Amazing shot of Team Brunel rounding Cape Horn today in 3rd position! Photo by Rick Tomlinson / Volvo Ocean Race ] do sítio internet Volvo Ocean Race a quem agradecemos.
fotografia aérea da Doca de Alcântara do Bing Maps

terça-feira, 28 de abril de 2015

Descoberta arqueológica importante no Cais do Sodré [ Lisboa ]



Descoberta arqueológica importante
no Cais do Sodré
[ arqueologia ]
Lisboa

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Enorme rampa de lançamento de barcos do séc. XVI foi descoberta debaixo da Praça D. Luís, juntamente com vestígios de estruturas de séculos posteriores. 
A descoberta tem menos de um mês. Os arqueólogos encontraram uma enorme rampa de lançamento de barcos do séc. XVI junto ao mercado da Ribeira, em Lisboa. Feita com troncos de madeira sobrepostos, a estrutura ocupa 300 metros quadrados e data de uma época em que a cidade sofria os efeitos de sucessivos surtos de peste e epidemias, graças aos contactos com outras gentes proporcionados pelos Descobrimentos. 

Para continuar a trazer de além-mar o ouro, a pimenta e o marfim que lhe permitiam pagar as contas, o reino investia na construção naval, e a zona ribeirinha da cidade foi designada como espaço privilegiado de estaleiros. Os relatos da altura dão conta de uma cidade cheia de escravos vindos de além-mar, mas também de mendigos fugidos do resto do país para escapar à fome. 

Os arqueólogos nem queriam acreditar na sua sorte quando depararam com a rampa enterrada no lodo debaixo da Praça D. Luís, a seis metros de profundidade, e muito provavelmente associada a um estaleiro naval que ali deverá ter existido. "É impressionante: é muito difícil encontrar estruturas de madeira em tão bom estado", explica uma das responsáveis da escavação, Marta Macedo, da empresa de arqueologia Era. 

No Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico o achado também tem sido motivo de conversa, até porque os técnicos desta entidade foram chamados a acompanhar os trabalhos, que estão a ser feitos no âmbito da construção de um parque de estacionamento subterrâneo. A subdirectora do instituto, Catarina de Sousa, diz que esta e outras estruturas encontradas são, apesar de muito interessantes, perecíveis, pelo que a sua conservação e musealização na Praça D. Luís é "praticamente inviável". Como a escavação ainda não terminou, os arqueólogos acalentam a esperança de ainda serem brindados, em níveis mais profundos, com algum barco submerso no lodo, como já sucedeu ali perto, tanto no Cais do Sodré como no Largo do Corpo Santo e na Praça do Município. "É possível isso acontecer", admite Catarina de Sousa. 
Musealização em estudo 

No séc. XVI toda a zona entre o mercado da Ribeira e Santos era de praias fluviais. Mas não era para lazer que serviam os areais banhados pelo Tejo. Na História de Portugal coordenada por José Mattoso, Romero Magalhães conta como, poucos anos após a primeira viagem de Vasco da Gama à India, "a zona ribeirinha da cidade é devassada pelos empreendimentos do monarca [D. Manuel I] e dos grandes armadores". 

Depressa surgem conflitos com a Câmara de Lisboa, ao ponto de o rei ter, em 1515, retirado ao município a liberdade de dispor das áreas ribeirinhas para outros fins que não os relacionados com o apetrecho e reparação das naus, descreve o mesmo autor. São as chamadas tercenas, locais dedicados à função naval e representados em vários mapas da época. Mais tarde a mesma designação passa a abranger também o lugar onde se produziam e acondicionavam materiais de artilharia. 
O espólio encontrado pelos arqueólogos inclui uma bala de canhão, um pequeno cachimbo, um pião, sapatos ainda com salto - na altura os homens também os usavam -, restos de cerâmica e uma âncora com cerca de quatro metros de comprimento, além de cordame de barco. Também há uma casca de coco perfeitamente conservada, vinda certamente de paragens exóticas para as quais os portugueses navegavam. 

Um relatório preliminar dos trabalhos arqueológicos em curso explica como a zona da freguesia de S. Paulo se transformou de um aglomerado de pescadores, fora dos limites da cidade de Lisboa, num espaço importante para a diáspora: "A expansão ultramarina contribuiu para uma reestruturação do espaço urbano de Lisboa, que se organiza desde então a partir de um novo centro: a Ribeira". Em redor do Paço Real reúnem-se os edifícios administrativos. "É na zona ocidental da Ribeira que a partir das doações de D. Manuel se irão instalar os grandes mercadores e a nobreza ligada aos altos funcionários de Estado, que irão auxiliar o rei (...) na expansão ultramarina e na centralização do poder", pode ler-se no mesmo relatório. A escavação detectou ainda restos de outras estruturas mais recentes. É o caso de uma escadaria e de um paredão do Forte de S. Paulo, um baluarte da artilharia costeira construído no âmbito das lutas da Restauração, no séc. XVII. E também do vestígios do cais da Casa da Moeda, local onde se cunhava o metal usado nas transacções. Por fim, foram descobertas fornalhas da Fundição do Arsenal Real, uma unidade industrial da segunda metade do séc. XIX. 

"Esta escavação vai permitir conhecer três séculos de história portuária", sublinha outro responsável pela escavação, Alexandre Sarrazola. Embora esteja ciente de que a maioria dos vestígios terá ser destruída depois de devidamente registada em fotografia e desenho, o arqueólogo diz que algumas das peças encontradas poderão vir a ser salvaguardadas e mesmo integradas no projecto do estacionamento, como já sucedeu com os vestígios do parque de estacionamento subterrâneo do Largo do Camões - ou então transportadas para um museu. 

"Face ao desconhecimento do que ainda pode vir a ser encontrado por baixo da estrutura de madeira do séc. XVI está tudo em aberto", salienta, acrescentando que a decisão final caberá ao Instituto do Património Arquitectónico e Arqueológico.

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Amélia

fonte Manuel Cabral via email

nota: o entrelinhamento dos parágrafos é da nossa responsabilidade, para facilitar a leitura.

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Não é novidade que aquela área da cidade de Lisboa [ Ribeira ] foi desde tempos imemoriais local de existência de estruturas relacionadas com a Navegação e a Construção Naval.

Em 04-03-2013 publicámos um artigo relacionado com esta temática com o título Fundeador descoberto em Lisboa revela história da cidade < clique para ler

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imagem de abertura - uma gravura com uma representação do Galeão português Flor do Mar [ legenda original Frol de la Mar (gravura no "Roteiro de Malaca", século XVI.) ] do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Sails of Lisbon 2014 - Regata «Ao Pôr do Sol» [ Lisboa ]



Sails of Lisbon 2014
«Ao Pôr do Sol»
[ regata ]
13 Junho 2014
Rio Tejo, Lisboa

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fonte Pedro Gomes - Velas a Bordo

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saiba mais em ANC - Associação Nacional de Cruzeiros e em Câmara Municipal de Lisboa

fotografia de abertura - a Sagres escoltada por vários veleiros no decorrer da regata Tall Ships [ foto datada 23-07-2006 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.

sábado, 7 de junho de 2014

O galeão São João Baptista, de alcunha o "Botafogo"



O galeão São João Baptista
de alcunha o "Botafogo"
[ navios ]

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A história do Galeão "BOTAFOGO", o qual deu origem ao nome e ao bairro do Rio de Janeiro.
Por que existe um bairro nobre chamado "Botafogo" no Brasil? Descubra a razão...

O Galeão português "Botafogo" na conquista de Tunes (em primeiro plano em baixo à esquerda)

O galeão São João Baptista, mais conhecido pela alcunha de "Botafogo", foi na sua época o mais poderoso navio de guerra do mundo. Construído em 1534, tinha um deslocamento de cerca de 1000 toneladas e estava armado com 366 bocas de fogo, em bronze, tendo por isso um tremendo poder de fogo. Por essa razão tornou-se conhecido por "Botafogo".

Este navio foi usado em inúmeras batalhas, tendo ficado famoso durante a conquista de Tunes. Quando Carlos V se lançou na conquista de Tunes, solicitou apoio naval a Portugal, e pediu especificamente o "Botafogo". Nessa batalha, o "Botafogo" era comandado pelo Infante D. Luís, irmão do Rei D. João III de Portugal e cunhado do Imperador Carlos V.

O "Botafogo" liderou o ataque a Tunes e foi o seu esporão que conseguiu quebrar as correntes do porto de La Goleta, que defendiam a entrada, permitindo então à armada cristã a conquista da cidade de Tunes.
Um dos membros da tripulação do galeão, chamado João Pereira de Sousa, um nobre da cidade de Elvas, tornou-se famoso porque era o responsável pela artilharia do navio, pelo que também ele ganhou a alcunha de "Botafogo", que foi incluído no seu apelido, passando igualmente aos seus descendentes.

Mais tarde, quando João Pereira de Sousa se estabeleceu no Brasil, recebeu da Coroa Portuguesa terras junto da baía de Guanabara, passando essa área a ser conhecida por "Botafogo".

A chegada da família real portuguesa ao Brasil e à cidade em 1808, mudou totalmente a vida de "Botafogo". De bairro rural, transformou-se no local preferido dos nobres que procuravam o bairro para nele construir suas residências.

É por esta razão que existe até hoje um famoso bairro na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro com o nome de "Botafogo"! (…)


fonte - o nosso associado António Uriel Garcia Tavares

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veja a construção dum modelo do galeão São João Baptista [ o "Botafogo" ] por Genésio Machado Jr. em Master of Seas

sobre a conquista de Tunis veja em Conquista de Túnis (1535)

sobre o Botafogo [ bairro do Rio de Janeiro ] veja em Botafogo (bairro do Rio de Janeiro)

imagem de abertura - a Batalha de Tunis em 1535, na qual o Sacro Império Romano-Germânico conquistou a cidade ao Império Otomano, e na qual participou o galeão São João Baptista [ o "Botafogo" ] [ legenda original - Autor Frans Hogenberg [ 1540–1590 ] Após Jan Cornelisz. Vermeyen [ cerca de 1504–1559 ]  [ Título Battle of Tunis 1535 Attack on Goletta / Data século XVI / Técnica Pintura / Fonte/Fotógrafo "Empire of the Sea" by Roger Crowley ] do sítio internet Wikipédia
ficha sobre o galeão São João Baptista [ o "Botafogo" ] do sítio internet Causa Merita

«Visita aos Faróis de Cascais e de Sintra» [ Cascais e Sintra ]



«Visita aos Faróis de Cascais e de Sintra»
[ visitas ]
Cascais e Sintra

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fonte - jornal Dica da Semana, edição regional Lisboa Oeiras Cascais, 22 Maio 2014, n.º 639, Ano XIII.

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o Farol do Cabo da Roca [ 38° 46' 54.63" N 9° 29' 50.38" W ]

o Farol Museu de Santa Marta [  38° 41' 25.44" N 9° 25' 15.76" W ]

o Farol da Guia [  38° 41' 44.17" N 9° 26' 47.27" W ]

o Farol do Cabo Raso [  38° 42' 34.14" N 9° 29' 8.97" W ]

fotografia de abertura - um pormenor da óptica do Farol do Cabo da Roca [  38° 46' 54.63" N 9° 29' 50.38" W / foto datada 13-07-2013, 18:31:46 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia do Farol do Cabo da Roca do sítio internet Wikipedia [ autor Bert Kaufman ] a quem agradecemos.
fotografia do Farol Museu de Santa Marta do sítio internet Wikipédia [ autor: Jaime Silva ] a quem agradecemos.
fotografia do Farol da Guia do sítio internet Panoramio [ autor: nuno_fr ] a quem agradecemos.
fotografia do Farol do Cabo Raso do sítio internet Wikipédia [ autor: César García Pont ] a quem agradecemos.

«Pode ter sido encontrada a nau 'Flor de la Mar' de Afonso de Albuquerque» [ Malaca ]



«Pode ter sido encontrada a nau 'Flor de la Mar'
de Afonso de Albuquerque»
[ arqueologia ]
Malásia

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Nau de Afonso de Albuquerque pode ter sido encontrada


Drones subaquáticos terão encontrado o navio português Flor de la Mar, que naufragou em novembro de 1511 depois de partir de Malaca, contendo o espólio da conquista da cidade, destinado a D. Manuel I de Portugal, noticiou o jornal malaio ‘The Star Online’.

Na altura, a nau que transportava D. Afonso de Albuquerque após a conquista de Malaca (à época o maior centro comercial do Oriente), naufragou com tesouro roubado, incluindo 60 toneladas de ouro do sultanato, e tornou-se num dos mais míticos e cobiçados tesouros perdidos da História. O governador da Índia sobreviveu ao naufrágio.

Fonte: DN

Artigo completo

fonte Pportodosmuseus

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saiba mais sobre a nau Flor de la Mar em Maquiavelices e em 
Aqui Tailândia

imagem de abertura - uma representação artística da nau Flor de la Mar - do sítio internet Emanuel Nunes Silva - Blog I - Minha fé são meus discernimentos a quem agradecemos.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

«Feira Náutica do Tejo» [ Pedrouços ]



«Feira Náutica do Tejo»
[ feira ]
29 Maio a 01 Junho 2014
Doca de Pedrouços, Lisboa

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Feira Náutica do Tejo muda de cais mas os barcos vão atrás

Terceira edição do evento decorre na doca de Pedrouços, com mais eventos dedicados às crianças e um conjunto de actividades ligadas ao mar. A entrada é gratuita.


A terceira edição da Feira Náutica do Tejo já tem data marcada: de 29 de Maio a 1 de Junho na doca de Pedrouços, em Algés. A edição deste ano promete uma maior aposta na feira náutica outdoor (que é já a maior no país), e a realização de mais actividades para as crianças, já que a data de fim dao evento coincide com o Dia Mundial da Criança em Portugal.

Este ano, a aposta é nos mais novos, com o programa a cargo da Roda Viva, uma empresa que organiza actividades lúdicas e educativas para crianças, e que incluei gincanas, piscinas de bolas e passagens de modelos que inclui roupa para toda a família, entre outras actividades. Para além disto, há também baptismos de vela, stand up paddle e kayak, que são gratuitos.

Além da feira comercial, há também muitas exposições e atracções e um evento especial: o Desfile das Embarcações Tradicionais do Tejo e do Sado, no dia 1 de Junho às 10h, que quer promover a ligação dos portugueses com o mar, a começar pelas crianças. Este é o único evento que pede inscrição obrigatória online, através do portal www.feiranauticadotejo.com sendo que as restantes actividades em que seja necessária inscrição, esta poderá ser feita à chegada ao recinto.

O evento conta também com a segunda edição da Stand Up Paddle Race e aulas de fitness, passagens de modelos, concursos de fotografia e workshops e conferências dedicadas aos desportos náuticos, com a presença de vários atletas. A entrada é gratuita para todas as idades. Nos dias 31 de Maio e 1 de Junho, a feira abre às 10h, no dia 29 às 11h e no dia 30 de Maio 12h, fechando às 22h nos dias 30 e 31, e às 21h nos dias 29 de Maio e 1 de Junho.

Haverá também a tradicional regata, onde são esperados 50 veleiros, e ainda outras competições de embarcações marítimas. São também organizados passeios de barco e viagens em terra e mar por um transporte anfíbio.

“Aproveitando a localização ímpar da Doca de Pedrouços, que nos permite diversificar o conceito da Feira, estamos a preparar várias surpresas para o público e até para os expositores. O nosso objetivo é dinamizar todas as atividades náuticas cujo potencial em Portugal é enorme e a Feira Náutica do Tejo é a ferramenta ideal”, destaca Francisco Lufinha, responsável pela organização da feira.

A 3ª edição da Feira Náutica do Tejo é organizada pela +Mar – Associação Portuguesa de Turismo e Desportos Náuticos, conta com a co-organização do Porto de Lisboa e o apoio institucional do Ministério da Agricultura e do Mar, Entidade Regional do Turismo da Região de Lisboa, Câmara de Lisboa e da Câmara Municipal de Oeiras.

fonte PÚBLICO via Público [ twitter ]

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o veleiro Anapurne a todo o pano no Rio Tejo, Lisboa

Doca de Pedrouços
Lisboa

fotografia de abertura - um pormenor do veleiro Ilha Azul na doca de Belém [ foto datada 15-06-2006 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia do veleiro Anapurne [ foto datada 08-10-2006 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia aérea da Doca de Pedrouços do Bing Maps

terça-feira, 15 de abril de 2014

Exposição «Na Rota do Progresso: a indústria naval em Almada» [ Almada ]



Na Rota do Progresso:
a indústria naval em Almada
[ exposição ]
exposição permanente
Museu Naval, Almada

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Exposição Permanente

Na Rota do Progresso: a indústria naval em Almada

Faça uma visita virtual panorâmica à exposição central do Museu Naval no antigo armazém de moldes da Companhia Portuguesa de Pesca.
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fonte Câmara Municipal de Almada

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Museu Naval
Olho de Boi, 2800-205 Almada
t 21  272 49 80 / 21 272 49 82 / f. 21 272 49 89
38° 41' 1.43" N 9° 9' 41.79" W

fotografia de abertura - um navio em construção numa doca seca [ legenda original: Doca seca para construção naval. ] do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.
fotografia do Museu Naval do sítio internet Lifecooler a quem agradecemos.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

«Férias da Páscoa a Bordo de Navio Bacalhoeiro» [ ílhavo ]



«Férias da Páscoa
a Bordo de Navio Bacalhoeiro»
[ oficinas ]
09 a 11 e/ou 15 a 17 Abril 2014
Museu Marítimo de Ílhavo

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fonte Câmara Municipal de Ílhavo

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Museu Marítimo de Ílhavo
Av. Dr. Rocha Madahíl, 3830-193 Ílhavo
t. 234 329 990 / f. 234 321 797
40° 36' 15.75" N 8° 39' 58.58" W

fotografia de abertura - o belíssimo Lugre Creoula, da antiga frota bacalhoeira portuguesa - do sítio internet Lugre CREOULA de 1937 a quem agradecemos.
fotografia do Museu Marítimo de Ílhavo do sítio internet Marintimidades a quem agradecemos.