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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Lista de obras classificadas pelo regime Nazi como “arte degenerada” divulgada pelo Victoria and Albert Museum



Lista de obras classificadas pelo regime Nazi
como “arte degenerada” divulgada pelo Victoria and Albert Museum
[ arte ]
Londres, Reino Unido

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Victoria and Albert Museum divulga lista de obras classificadas pelo regime Nazi como “arte degenerada”


O Victoria and Albert Museum, em Londres, acabou de divulgar online uma lista de obras classificadas pelo regime Nazi como “arte degenerada”. A lista, que se pensava desaparecida e que compreende 16,558 trabalhos, na sua maioria obras de arte modernista e expressionista, regista as obras retiradas das colecções dos museus alemães por serem consideradas “arte degenerada”. Compilada durante a Segunda Guerra Mundial pelo Ministério da Propaganda, a listagem pode agora ajudar a localizar algumas das obras que não foram destruídas, pois alguns registos apresentam nomes de compradores.
O Victoria and Albert Museum ficou na posse desta lista quando, em 1996, a viúva do comerciante de arte Heinrich Fischer, que fugiu de Viena em 1939, doou uma cópia à National Art Library, que pertence à instituição.

Fonte: Arte Capital

Para mais informações

fonte Pportodosmuseus

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fotografia de abertura - a obra «Composição V » de Wassily Kandinsky [ Moscou, 16-12-1866 — Neuilly-sur-Seine, 14-12-1944 ] - do sítio internet Joker Art Gallery - Galeria das Artes de Portugal a quem agradecemos.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Descoberto o original de «Cinco Dias, Cinco Noites»



Descoberto o original de «Cinco Dias, Cinco Noites»
[ literatura ]
Porto

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Descoberto original de Cunhal


O SOL encontrou no Arquivo Distrital do Porto, entre o material apreendido ao dirigente do PCP Blanqui Teixeira, o original deCinco Dias, Cinco Noites. Borges Coelho, companheiro de Álvaro Cunhal em Peniche, recorda a leitura de Cinco Dias de Viagem e os tempos da prisão.

(…)

O original do romance Cinco Dias, Cinco Noites de Manuel Tiago, pseudónimo de Álvaro Cunhal, encontrado agora pelo SOL no Arquivo Distrital do Porto, entre o material clandestino que a PIDE apreendeu em 1963 ao dirigente Fernando Blanqui Teixeira, quando foi detido juntamente com os sogros e avós da única filha do então secretário-geral do PCP, baralha as convicções de Borges Coelho: “Estive sempre convencido de que este livro tinha sido apanhado nas buscas feitas no Forte após a sua fuga e que tinha ficado no meu processo no tribunal das Caldas da Rainha por tentativa de homicídio do guarda prisional que eles imobilizaram com clorofórmio para fugirem. O único livro que eu sabia que ele tinha levado era a ‘Mulher do Lenço Preto’, que mais tarde também mudou para ‘Até Amanhã, Camaradas’”.

Quando escreveu esta novela, Cunhal estava preso há quase nove anos. O regime fascista podia torturar, podia matar, mas não conseguia privar aqueles homens da sua fé. Não quebravam e, mesmo atrás das grades, apetrechavam-se, intelectualmente, para a luta. O dirigente, que já era um mito entre os seus pares, livrava-se do excesso de tensão escrevendo sem parar.

Em quase 11 anos de prisão, fez obras como A Questão Agrária, também apreendido no espólio de Blanqui Teixeira, As Lutas de Classes em Portugal nos Fins da Idade Média, um ensaio sobre literatura contemporânea que nunca foi publicado, e os dois romances.

Em 1958, durante um recreio ou numa faxina, momentos em que podiam aliviar a vigilância policial, o dirigente passa à sorrelfa a obra ao seu colega de cárcere. Borges Coelho esconde-o entre a roupa e, na cela, tendo como banda sonora o respirar do mar que circulava rebelde por baixo do forte, devora-a num ápice.

(…)

Fonte: Sol

Artigo completo

fonte Pportodosmuseus

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fotografia de abertura - a capa de uma edição da novela «Cinco Dias, Cinco Noites» - do sítio internet Sítio do Livro a quem agradecemos.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Canguru português pode reescrever história da Austrália



Canguru português pode reescrever
história da Austrália
[ história ]
Portugal / Austrália

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Canguru português pode reescrever história da Austrália


Terão os portugueses descoberto a Austrália? Um manuscrito português, adquirido pela galeria “Les Enluminures”, em Nova Iorque, mostra o que aparenta ser um canguru na iluminura da obra escrita à mão. Um pequeno detalhe que pode vir a mudar a 
história da Austrália e adicionar este continente à lista dos descobrimentos portugueses.

Assinado por Caterina de Carvalho, uma freira das Caldas da Rainha, o manuscrito de música para cerimónias eclesiásticas foi escrito em latim e português e, dizem os especialistas, é completamente medieval em formato e texto.

Até hoje, pensava-se que teria sido o navegador holandês Willem Janszoon a descobrir a Austrália. Mas alguns especialistas acreditam que o documento, que data de 1580 a 1620, já circulava pelo mundo na altura em que os holandeses desembarcaram na terra dos cangurus em 1606. O aparecimento deste manuscrito faz agora tremer as certezas de alguns historiadores e alimentar a crença de outros, de que Portugal descobriu a Austrália.

Para a investigadora Laura Light da Les Enluminures, a descoberta deste animal num manuscrito tão antigo prova que a artista esteve na Austrália ou, então, que relatórios de viagem ao continente e desenhos de cangurus já se encontravam em Portugal.

Esta hipótese não é de todo uma surpresa. O historiador Peter Tricktett, citado pelo jornal australiano The Sidney Morning Herald, já suspeitava, há muito, que os portugueses foram os autores da primeira expedição marítima a mapear a costa australiana, em 1521-22.

Há, no entanto, quem se mantenha mais cético. Martin Woods, da Biblioteca Nacional Australiana, afirma que o manuscrito não invalida a história como a conhecemos, e que o animal retratado pode ser outra espécie, semelhante ao canguru, oriunda do sudeste asiático.

Também John Gascoigne, da Academia Australiana de Humanidades, refere que provar que os portugueses foram os primeiros a chegar à Austrália não será tarefa fácil. O secretismo que envolve os descobrimentos portugueses e o facto de muitos documentos históricos importantes se terem perdido no terramoto de 1755 em Lisboa, dificulta a comprovação. Além disso, não está excluída a hipótese de o manuscrito ser posterior à chegada dos holandeses.

Gascoigne coloca ainda a hipótese de o animal vir de outra terra com clima e ecologia semelhantes, nomeadamente das expedições marítimas de Jorge de Menezes à metade oriental da ilha da Nova Guiné, em 1526.

As hipóteses são várias e fazem oscilar a certeza de que terão sido os holandeses os primeiros a descobrir a Austrália. Uma incógnita que, para já, fica sem resolução.

O manuscrito vai estar em exposição na galeria “Les Enluminures” de 24 de janeiro a 21 de fevereiro.

Copyright © 2014 euronews

fonte Euronews [ Twitter ]

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fotografia de abertura - um exemplar dum canguru num ambiente natural - do sítio internet HD Wallpapers Free Download a quem agradecemos.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Há uma primeira edição de «Os Lusíadas» no Texas



Há uma primeira edição de «Os Lusíadas» no Texas
[ bibliografia ]
Texas, Estados Unidos da América

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Primeira edição de «Os Lusíadas» está no Texas


Um dos raros exemplares da primeira edição de «Os Lusíadas», de Luís de Camões, com comentários escritos à mão, pode ser encontrado no centro de investigação Harry Ransom da Universidade do Texas.

A obra está no cofre de um centro de investigação e a sua leitura só pode ser feita respeitando várias normas de segurança.

Esta é uma das 34 obras impressas em 1572, em Lisboa, que se encontram espalhadas por três Continentes, e acredita-se que tenha pertencido ao escritor português, facto que levou a que fosse chamada «de Camões».

Fonte: Diário Digital

fonte Pportodosmuseus

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O exemplar de Os Lusíadas que está no Texas

saiba mais em PAM - Património, Artes e Museus

fotografia de abertura - capa da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572 - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.
fotografia do exemplar de Os Lusíadas que está no Texas do sítio internet PAM - Património, Artes e Museus a quem agradecemos.

domingo, 3 de novembro de 2013

Oito séculos de História da Sé de Lamego disponíveis online



Oito séculos de História da Sé de Lamego disponíveis online
[ património ]
Internet

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Publicação online de livro sobre os oito séculos de História da Sé de Lamego


Nove investigadores nacionais e estrangeiros, especialistas em diferentes áreas de trabalho como a História, a História da Arte, a Arquitetura, a Conservação e o Restauro dão forma às quase 300 páginas disponíveis a partir de 27 de setembro, online. O livro agora publicado resulta, em parte, do Encontro Internacional “Espaço, Poder e Memória: a Sé de Lamego em oito séculos de história”, realizado no Museu de Lamego, em abril de 2010.

Construída a partir da segunda metade do século XII, a Sé de Lamego é uma das catedrais mais antigas e emblemáticas do panorama historiográfico e artístico português. Porém, e em contraste com essa importância, os estudos que nas últimas décadas têm sido dedicados a este complexo catedralício e às suas sucessivas fábricas construtivas são resultado de investigações pontuais e dispersas, não existindo até ao momento uma síntese coerente e atualizada que ofereça uma interpretação de conjunto sobre a Sé de Lamego e os seus mais de 800 anos de história.

Procura-se com este livro preencher de algum modo essa lacuna e contribuir para o aprofundar da investigação e do debate interdisciplinar sobre as catedrais portuguesas, através de uma monografia dedicada à Sé duriense assente no rigor científico e na interligação temática e cronológica de diferentes abordagens, que constitui uma renovada e abrangente fonte de estudo e de informação também adequada e acessível ao público em geral.

O esforço de síntese e de contextualização encontra-se presente nesta obra, que percorre diferentes períodos temporais, da Idade Média à Época Contemporânea, articuladas numa organização temática representativa dos principais momentos históricos, construtivos e artísticos que moldaram a catedral de Lamego durante os seus oito séculos de existência, desde a pouco conhecida fase inicial de restauração da diocese e a subsequente construção da catedral românica e gótica, o período áureo da renovação renascentista da Sé, os séculos da Contra-Reforma, não esquecendo também a sua história recente, marcada pelas intervenções da Direção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais e pelas campanhas de restauro que a catedral de Lamego conheceu ao longo do século XX.

“Espaço, poder e memória. A Catedral de Lamego, sécs. XII a XX” é uma publicação do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa, em parceria com o Museu de Lamego.

De forma a chegar a um público o mais abrangente possível, a obra pode ser consultada gratuitamente, a partir do site do Museu de Lamego, em www.museudelamego.pt.

Fonte: Museu de Lamego

fonte Pportodosmuseus

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consulte AQUI

fotografia de abertura - Sé Catedral de Lamego - do sítio internet Olhar d’Ouro a quem agradecemos [ reenquadramento da nossa responsabilidade ]

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Diário da 1.ª viagem à Índia de Vasco da Gama sujeito a análise para classificação pela Unesco




Diário da 1.ª viagem à Índia de Vasco da Gama
sujeito a análise para classificação pela Unesco
[ documento ]

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Unesco analisa classificação de diário da 1.ª viagem à Índia de Vasco da Gama


O diário da primeira viagem de Vasco da Gama à Índia, de 1497 a 1499, está entre os 84 pedidos de inscrição no Registo da Memória do Mundo, que serão analisados na próxima semana, anunciou hoje a Unesco.
Os pedidos serão analisados pelo Comité Internacional do Programa Memória do Mundo, que se reúne entre os dias 18 e 21 em Gwangju, na Coreia do Sul.

Fonte: Diário Digital

fonte Pportodosmuseus

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saiba mais em RTP - Rádio e Televisão de Portugal e em RTP - Rádio e Televisão de Portugal [ vídeo ]

fotografia de abertura - pormenor duma página manuscrita do Diário da 1.ª viagem à Índia de Vasco da Gama - do sítio internet RTP - Rádio e Televisão de Portugal a quem agradecemos.

sábado, 13 de abril de 2013

Victor Wladimiro Ferreira (1934-2012) - Mostra [ Lisboa]



Victor Wladimiro era nosso sócio fundador.


Victor Wladimiro Ferreira (1934-2012)
[ mostra ]
03 a 27 Abril 2013
Biblioteca Nacional de Portugal, Lisboa

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Bom dia,

Era bom divulgar, não achas?

Abraço
Ana


BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | http://www.bnportugal.pt |  |


fonte Biblioteca Nacional de Portugal via Ana Gaspar

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Victor Wladimiro Ferreira
[ Lourenço Marques, 27-06-1934 - Caxias, 22-10-2012 ]

Veja a biografia de Victor Wladimiro Ferreira no blogue do seu filho Miguel Castelo Branco: Combustões

BNP - Biblioteca Nacional de Portugal
Campo Grande, 83, 1749-081 Lisboa
t. 21 798 20 00 / f. 21 798 21 40
autocarros - 31A, 50, 68, 75, 77, 85, 101, 106
metropolitano - Entrecampos [ 200 mt. ] e Cidade Universitária [ 500 mt. ]
comboio - Entrecampos [ 500 mt. ] / táxis - Entrecampos (200m)
estacionamento - o parque da BNP é público e está sujeito a pagamento
38° 45' 3.68" N 9° 9' 6.26" W

fotografia de abertura - Vítor Wladimiro em Seide na casa de Camilo [ 24-06-2005 ] - do sítio internet Nesta hora a quem agradecemos.
fotografia de Victor Wladimiro do sítio internet Combustões a quem agradecemos.
fotografia da Biblioteca Nacional de Portugal do sítio internet Marcas das Ciências e das Técnicas a quem agradecemos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Mais de 2500 livros sobre África e Oriente disponíveis para leitura no site da Universidade de Aveiro




Mais de 2500 livros sobre África e Oriente
disponíveis para leitura no site da Universidade de Aveiro
[ bibliografia ]
internet

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Site da Universidade de Aveiro permite ler na net mais de 2500 livros sobre África e Oriente


A Universidade de Aveiro, através do projeto «Memória de África e do Oriente», tem já online mais de 2500 obras, referentes à história dos países de Língua Portuguesa, durante a administração colonial.
O projeto, que existe desde setembro de 1996, é executado pela Universidade de Aveiro e pelo Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento (CESA) de Lisboa e tem contado com a participação de instituições de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Goa.

Fonte: LUSA

Para mais informações
http://memoria-africa.ua.pt/digitalLibrary/collections/tabid/161/language/pt-PT/Default.aspx

fonte Pportodosmuseus

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imagem de abertura - planta de 1910 da cidade de Lourenço Marques [ actual Maputo ] à época capital da colónia portuguesa Moçambique - do sítio internet Biblioteca Nacional Digital a quem agradecemos.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Hemeroteca Municipal de Lisboa - Programação para Agosto e Setembro


Palácio dos Condes de Tomar em 1969
fotografia de Vasco Gouveia de Figueiredo, Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa

Hemeroteca Municipal de Lisboa
Programação para Agosto e Setembro
[ actividades ]
Agosto e Setembro 2011
vários locais, Lisboa

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AGOSTO 2011

80.º ANIVERSÁRIO DA HML E DA BMC (5 Julho)
MOSTRA DOCUMENTAL E PATRIMONIAL

“Hemeroteca Municipal de Lisboa: História e Património”

Mostra que reúne objectos e documentos relacionados com a história, funcionamento e actividade profissional da Hemeroteca Municipal de Lisboa, desde a sua instalação no Bairro Alto, no Palácio dos Condes de Tomar, em Outubro de 1973, até à actualidade.
Patente ao público até 24 de Setembro
Local: Hemeroteca Municipal de Lisboa – Átrio e Escadaria

VISITAS DE ESTUDO

Visita “Ao Encontro da Hemeroteca de Lisboa” – Tem por objectivo apresentar ao público os serviços e os recursos informativos que poderão encontrar na Hemeroteca Municipal. Duração da visita: 1h 30. 2.ª -feira: 11horas. Inscrições prévias e pedido de informação: Helena Roldão ou Elisabete Rocha tel. 21 324 62 90 Visita gratuita

OBSERVAÇÕES:
Horário da Hemeroteca

VER HORÁRIO DE VERÃO
Horário de Verão (16 de Julho a 15 de Setembro)
2.ª a 6ª. Feira: 11 – 18h
Última Quarta-feira do mês: 14 – 18h
Encerra Sábados, Domingos e Feriados

SETEMBRO 2011

80.º ANIVERSÁRIO DA HML E DA BMC (5 Julho)

MOSTRA DOCUMENTAL E PATRIMONIAL

“Hemeroteca Municipal de Lisboa: História e Património”

Mostra que reúne objectos e documentos relacionados com a história, funcionamento e actividade profissional da Hemeroteca Municipal de Lisboa, desde a sua instalação no Bairro Alto, no Palácio dos Condes de Tomar, em Outubro de 1973, até à actualidade.
Patente ao público até 24 de Setembro
Local: Hemeroteca Municipal de Lisboa – Átrio e Escadaria

EFEMÉRIDE
Centenário da Promulgação da Constituição de 1911 (21 de Agosto)
Data: 22 de Agosto até 28 de Setembro Local: Sala do Espelho da Hemeroteca

Visitas
08/09/2011, 10:30h – Roteiro Patrimonial – “Stuart Carvalhaes – Alfacinha”. Visita aos locais frequentados por Stuart Carvalhais, humorista, caricaturista, ilustrador. Ponto de Encontro: Porta Principal da Estação do Rossio (Pç. dos Restauradores). Inscrição prévia e pedido de informação: Elisabete Rocha tel. 21 324 62 90. Visita gratuita.

21/09/2011, 10:30h – “Bairro Alto Capital do Jornalismo”. Passeio literário pelo Bairro Alto, enquanto antiga capital do jornalismo português.
Inclui percurso pelas ruas das redacções de jornais e revistas já extintos, intercalado com pequenas histórias sobre a vida destes periódicos.
O passeio tem início e termina no repositório da memória jornalística nacional, a Hemeroteca Municipal de Lisboa. Ponto de Encontro: Átrio da Hemeroteca Municipal de Lisboa (R. São Pedro de Alcântara, 3). Inscrição prévia e pedido de informação: Elisabete Rocha tel. 21 324 62 90. Visita gratuita.

PERCURSOS HISTÓRICOS

“Três tiros que abalaram a Monarquia”
Visita guiada aos locais relacionados com o assassínio, em 1 de Fevereiro de 1908, do rei D. Carlos I e do príncipe Luís Filipe.
Horário: 3.ªs feiras, 10.30h.
Sujeita a inscrição prévia: 213 246 290. Visita gratuita.
Público-alvo: Geral e para as escolas e colectividades.
Ponto de encontro: Café Gelo, Praça D. Pedro IV, no Rossio.

VISITAS DE ESTUDO

“Ao Encontro da Hemeroteca de Lisboa”
Visita de estudo que tem por objectivo apresentar às escolas os serviços e os recursos informativos que os alunos e os professores poderão encontrar na Hemeroteca Municipal, localizada no Bairro Alto, e utilizar no âmbito do seu percurso/desenvolvimento escolar.
Sujeito a inscrição prévia: 213 246 290. Visita gratuita.
Público-alvo: escolas do ensino básico (2.º/3.º ciclo) e do ensino secundário; professores.
Ponto de encontro: Hemeroteca Municipal de Lisboa.

“As Ruas têm nome – Ler a Toponímia”
Actividade desenvolvida no âmbito do Plano Nacional de Leitura.
Consiste numa visita guiada pelas ruas do Bairro Alto, bairro histórico da cidade de Lisboa, através da qual os participantes poderão ler a aprender a sua toponímia: o porquê do nome das ruas, a sua localização geográfica no bairro, o seu contexto histórico, entre outras curiosidades históricas.
Horário: 6.ªs feiras, 10.30h.
Sujeito a inscrição prévia: 213 246 290. Visita gratuita.
Público-alvo: escolas do ensino básico (2.º/3.º ciclo) e do ensino secundário; professores.
Ponto de encontro: Hemeroteca Municipal de Lisboa.

ATELIÊ AO ENCONTRO COM O TEXTO JORNALÍSTICO

Um ateliê que contribui para a compreensão e expressão da oralidade, da leitura, da escrita e do conhecimento da língua.
Público-alvo escolas do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico
2ª Feiras das 10h às 12h30
Necessária marcação prévia: 213 246 290
Setembro de 2011 a Junho de 2011

Maura Pessoa
Hemeroteca Municipal de Lisboa | SACE
CML |DMC |DAC | Divisão da Rede de Bibliotecas
R. de São Pedro de Alcântara, 3 | 1250 - 237 Lisboa
Tel: 21 324 62 90 | http://blx.cm-lisboa.pt
www.facebook.com/bibliotecasmunicipaisdelisboa


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Hemeroteca Municipal de Lisboa
Rua de S. Pedro de Alcântara, 3
t. 21 324 62 90


fotografia de abertura do sítio internet Revelar LX a quem agradecemos.
fotografia da Hemeroteca do sítio internet Revelar LX © Ernesto Matos a quem agradecemos.