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segunda-feira, 11 de março de 2013

«Portugal em África» [ Lisboa ]



O orador é nosso associado.


Portugal no Mundo ao longo da História: vestígios e permanências
«Portugal em África»
[ conferência ]
Rui da Costa Pinto [ orador ]
18 Março 2013, 18h00
Auditório dos Amigos dos Castelos, Lisboa

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Se puderem divulgar agradeço
Abraço
Rui Pinto

http://www.amigosdoscastelos.org.pt/tabid/73/ctl/Details/mid/476/projectID/87/language/pt-PT/default.aspx

18 de março | 18h00
Portugal em África | Rui Costa Pinto

fonte Rui Costa Pinto - Sociedade de Geografia de Lisboa

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Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos
Rua Barros Queirós, 20 − 2.º, 1100-077 Lisboa
[ próximo do Largo da Igreja de São Domingos (ao Rossio) ]
t. 21 888 53 81 /  f. 21 888 53 42
38° 42' 53.56" N 9° 8' 17.23" W

fotografia de abertura - O Planisfério de Cantino [ 1502 ] - do sítio internet Wikimedia Commons a quem agradecemos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Mais de 2500 livros sobre África e Oriente disponíveis para leitura no site da Universidade de Aveiro




Mais de 2500 livros sobre África e Oriente
disponíveis para leitura no site da Universidade de Aveiro
[ bibliografia ]
internet

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Site da Universidade de Aveiro permite ler na net mais de 2500 livros sobre África e Oriente


A Universidade de Aveiro, através do projeto «Memória de África e do Oriente», tem já online mais de 2500 obras, referentes à história dos países de Língua Portuguesa, durante a administração colonial.
O projeto, que existe desde setembro de 1996, é executado pela Universidade de Aveiro e pelo Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento (CESA) de Lisboa e tem contado com a participação de instituições de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Goa.

Fonte: LUSA

Para mais informações
http://memoria-africa.ua.pt/digitalLibrary/collections/tabid/161/language/pt-PT/Default.aspx

fonte Pportodosmuseus

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imagem de abertura - planta de 1910 da cidade de Lourenço Marques [ actual Maputo ] à época capital da colónia portuguesa Moçambique - do sítio internet Biblioteca Nacional Digital a quem agradecemos.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Encontrados traços de hibridação com Neandertais em norte-africanos




Encontrados traços de hibridação
com Neandertais em norte-africanos
[ arqueologia / biologia ]
África

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Norte-africanos também têm traços de hibridação com Neandertais

Foram analisados 780 mil marcadores genéticos de sete populações do norte de África

Mapa da percentagem dos traços Neandertais nas populações norte-africanas
(clique para aumentar)

As populações do norte de África apresentam, tal como as populações não africanas, traços genéticos de hibridação com o homo neanderthalensis, espécie desaparecida entre 30 mil e 24 mil anos.

Desde a descoberta da hibridação entre as duas espécies de homo (sapiens e neanderthalensis) que se pensava que apenas as populações de origem europeia e asiática tinham registo dessa mescla, visto os Neandertais não terem habitado África.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - um grupo de Berberes tunisinos - do sítio internet História Medieval - Prof. Dr. Ricardo da Costa, a quem agradecemos.

sábado, 13 de outubro de 2012

«Amor no Renascimento – Vilancicos e Madrigais» [ Oeiras ]



Reservas até 15 Outubro 2012


«Amor no Renascimento – Vilancicos e Madrigais»
[ concerto solidário ]
Coro Regina Coeli de Lisboa e Ensemble Senhora del Mundo
Henrique Piloto [ maestro ]
20 Outubro 2012, 18h00
Fortaleza de São Julião da Barra, Oeiras

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fonte Paróquia de São Julião da Barra

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vista aérea da Fortaleza de São Julião da Barra e arredores, com os acessos
[ a N a Avenida Marginal; a W a Praia de Carcavelos; a E a Praia da Torre e o Porto de Recreio de Oeiras ]

Fortaleza de São Julião da Barra
[ Ponta de São Gião; a poente da Praia da Torre ]
Avenida Marginal, 2780-267 Oeiras
t. 21 303 85 20
38° 40' 27.98" N 9° 19' 31.19" W [ dados GE ]

fotografia de abertura - o quadro «Tocadora de Alaúde» [ 1626 - Óleo sobre tela, National Gallery of Art, Washington ] de Orazio Lomi [ ou Orazio Gentileschi; Pisa, 1563 — Londres, 1639 ] - do sítio internet Wikipédia, a quem agradecemos.
fotografia aérea da Fortaleza de São Julião da Barra do sítio internet Bing Maps
fotografia da Fortalezaa de São Julião da Barra © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Khoisan são descendentes directos dos primeiros humanos modernos




Khoisan são descendentes directos
dos primeiros humanos modernos
[ antropologia ]
África

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Khoisan são os descendentes directos dos primeiros humanos modernos

Investigadores identificaram os seis genes-chave para o desenvolvimento do crânio e do cérebro

Mulher Khoisan (créditos: Lisa Gray)

O genoma de 220 pessoas de 11 populações subsarianas, o maior estudo africano realizado até agora, confirma que os Khoisan (nome unificado de dois grupos étnicos do sul de África) ou bosquímanos são descendentes em linha directa dos primeiros humanos modernos, que evoluíram no sul do continente africano há mais de 100 mil anos.

Já se sabia que esta era a população com a maior diversidade genética do mundo. Mas este estudo identifica os seis genes-chave para o desenvolvimento do crânio e do cérebro, que foram objecto de selecção 'darwiniana' naquela época e que, provavelmente, criaram a anatomia humana moderna num prazo relativamente curto. Outros fenómenos genéticos posteriores, subjacentes às adaptações da população ao seu ambiente, definiram a potência muscular, a protecção contra os raios ultravioleta e a resposta imunológica contra infecções. Os resultados estão publicados na «Science».
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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Sobre os Khoisan veja em Wikipédia

fotografia de abertura - carapaça de tartaruga usada com fins ornamentais e aromáticos pelos Khoisan, e que é também um símbolo de fertilidade feminina - do sítio internet drifttherapy - The healing art of fragrance, a quem agradecemos.

sábado, 25 de agosto de 2012

Existiram três espécies diferentes de hominídeos durante o paleolítico




Existiram três espécies diferentes
de hominídeos durante o paleolítico
[ arqueologia ]
Koobi Fora, Quénia

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Existiram três espécies diferentes de hominídeos durante o paleolítico

Meave Leakey e o marido 
(Imagem: Turkana basin)

Três espécies distintas de hominídeos, cada um com uma aparência e cultura própria, viveram lado a lado durante milhares de anos, na África Oriental, há 1,9 milhões de anos, segundo atesta um novo estudo publicado hoje na «Nature».

Uma equipa de investigadores do Instituto da bacia Turkana, em Nairóbi (Quénia), liderada pela paleontóloga Meave Leakey, encontrou fragmentos fósseis de crânios e mandíbulas pertencentes a três indivíduos diferentes, em Koobi Fora, e defende que coincidem com outro crânio, apelidado de KNM-ER 1470, encontrado nos anos 1970.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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imagem de abertura - representação artística do processo de evolução dos primatas, que deu origem ao homem moderno [ legendada “O processo de evolução dos primatas, ordem à qual pertence a espécie humana, começou há cerca de 70 milhões de anos. Até hoje foram  descobertos fósseis de 16 hominídeos…” ] - do sítio internet 4share.com - armazenamento e compartilhamento de arquivos grátis, a quem agradecemos.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pára-quedistas mortos em combate na Guerra Colonial Portuguesa




Pára-quedistas mortos em combate
na Guerra Colonial Portuguesa
[ memória histórica ]
África

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Monumento aos Pára-quedistas Mortos, ETP, Tancos

A Guerra Colonial Portuguesa [ 1961-1975 ] é na actualidade, e ainda para muitas famílias, memória dolorosa dum passado recente.

São muitas as mães e pais que ainda recordam e choram os seus filhos, mortos nesse conflito que opôs os movimentos independentistas das nossas ex-colónias às forças armadas portuguesas.

A História também é feita destas memórias.
Memória daqueles que deram a vida, com honra e dignidade, porque as forças fascistas e colonialistas no poder a isso os obrigavam, em nome duma Pátria que era incutida nos espírito dos portugueses.

Independentemente da leitura política que se possa fazer da Guerra Colonial Portuguesa, uma coisa temos como certa. Estes homens e mulheres não deviam ter morrido, mereciam ter vivido a vida.

Mereciam ter regressado ao lar e ter seguido a sua viagem nesta vida efémera.
Com prazer, com amor, com emprego, com família, com dignidade, com tudo o que a guerra lhes roubou.

Aqui estão os seus nomes e rostos:



fonte Joaquim Gonçalves [ facebook ]

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sobre a Guerra Colonial / Guerra do Ultramar veja em Guerra Colonial - Infopédia, em Wikipédia, em Guerra Colonial Portuguesa, em Guerra Colonial Portuguesa - Guerra do Ultramar - 25 de Abril e em Guerra Colonial

fotografia de abertura - soldados pára-quedistas em missão numa antiga colónia portuguesa - do sítio internet Tropas Pára-quedistas, a quem agradecemos.
fotografia do Monumento do sítio internet Tropas Pára-quedistas Portuguesas, a quem agradecemos.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Há dois milhões de anos só as fêmeas hominídeas percorriam grandes distâncias


fotograma do filme "A Guerra do Fogo" [ 1981, Jean-Jacques Annaud ]


Há dois milhões de anos só as fêmeas

hominídeas percorriam grandes distâncias

[ arqueologia ]

África


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Há dois milhões de anos só as fêmeas hominídeas percorriam grandes distâncias


Relação dos Australopithecus africanus e Paranthropus robustus com o território analisada através dos dentes


Os «Australopithecus africanus» estudados são da África do Sul


Através da análise aos dentes de oito Australopithecus africanus e 11 Paranthropus robustus, uma equipa de cientistas da Universidade do Colorado Boulder descobriu que estes hominídeos ancestrais tinham uma particularidade: as fêmeas percorriam maiores distâncias no território do que os machos.

Os cientistas analisaram o esmalte dos dentes destes indivíduos. Chegaram à conclusão que, em mais de metade das fêmeas, os dentes definitivos formaram-se muito longe do local onde nasceram e passaram a infância. Apenas 10 por cento dos machos tinham as mesmas características. O estudo está publicado na «Nature».


ler notícia...


fonte Ciência Hoje


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fotografia de abertura do sítio internet PROEJA do IFRJ a quem agradecemos.


quinta-feira, 28 de abril de 2011

A origem da linguagem humana



A origem da linguagem humana

[ linguística ]


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A origem da linguagem humana


Estudo sugere que a 'palavra nasceu' em África


Segundo Atkinson, o número de fonemas é maior em África


Psicólogos da Universidade de Auckland acabam de publicar dois grandes estudos sobre a diversidade de línguas do mundo nos jornais Science e Nature. O primeiro estudo, publicado na Science por Quentin Atkinson, sugere que África é o berço da linguagem humana.


Quentin Atkinson estudou os fonemas, ou unidades perceptivelmente distintas do som que diferenciam palavras, usado em 504 línguas humanas actuais e descobriu que o número de fonemas é maior em África e diminui com o distanciamento deste continente.

O menor número de fonemas são encontrados na América do Sul e nas ilhas tropicais do Oceano Pacífico. Este padrão encaixa-se num modelo em que as populações pequenas em expansão progressiva perdem diversidade. O cientista observou que esse padrão de uso de fonemas em todo o mundo reflecte o padrão de diversidade genética humana, que também diminuiu à medida que os seres humanos se expandiram de África para colonizar outras regiões.


Em geral, as áreas da Terra que foram colonizadas mais recentemente incorporam menos fonemas nas línguas locais ao passo que as áreas que receberam os seres humanos modernos há milénios (principalmente a África subsaariana) ainda usam o maior número de fonemas.


Este declínio no uso de fonemas não é explicado por mudanças demográficas ou outros factores locais, e fornece fortes evidências de uma origem das línguas modernas humana em África.


Cognição supera cultura


O segundo estudo, publicado na Nature pelos investigadores Russell Gray e Simon Greenhill da Universidade de Auckland e os colegas Michael Dunn e Stephen Levinson do Instituto Max Planck de Psicolinguística, na Holanda, desafia a ideia de que o cérebro humano produz regras universais para a linguagem.


“A diversidade das línguas do mundo é incrível”, afirma Russell Gray. “Há cerca de sete mil línguas faladas hoje em dia, algumas com apenas uma dúzia de sons contrastivos, outros com mais de cem, alguns com padrões complexos de formação de palavras, outros apenas com simples palavras, alguns com o verbo no início da frase, outros no meio e no final”.


Segundo o cientista, a investigação “mostra que as reivindicações que alguns linguistas têm feito sobre o papel da estrutura inata da mente humana na formação da variação linguística têm sido extremamente exageradas”.


Com métodos computacionais derivados da biologia evolutiva, Russell Gray e equipa analisaram os padrões globais na ordem da evolução da palavra. Em vez de padrões universais de dependências nas características da palavra, os investigadores descobriram que cada família de linguagem tinha as suas próprias tendências evolutivas. “No que toca à evolução da linguagem, a cognição prevalece sobre a cultura”, sublinhou Russell Gray.


fonte Ciência Hoje


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fotografia de abertura do sítio internet Be The Ad! a quem agradecemos.


domingo, 5 de dezembro de 2010

Novo museu de Arte Primitiva e Africana


máscara africana


Novo museu de Arte Primitiva e Africana

[ museologia ]

Almeida


Novo museu de Arte Primitiva e Africana


O professor e investigador Adriano Vasco Rodrigues pretende disponibilizar o espólio pessoal de Arte Primitiva e Africana à Câmara de Almeida para que ali seja criado um Museu. Na entrevista que deu à Rádio F, Vasco Rodrigues, natural da cidade da Guarda, referiu que a criação do novo espaço museológico em Almeida «é uma forma de valorizar a nível cultural, um concelho, que está cada vez mais envelhecido». Quanto ao espaço onde irá ser criado o museu, o actual quartel dos bombeiros é uma das hipóteses, uma vez que os soldados da paz vão ocupar novas instalações.


Fonte: http://antonioroque.blogs.sapo.pt/248384.html



fonte pportodosmuseus


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fotografia de abertura do sítio internet TvExibir a quem agradecemos.


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Australopitecos usavam ferramentas para comer


Lucy [ Australopithecus afarensis ]


Australopitecos usavam ferramentas para comer

[ antropologia ]


De CiênciaHoje [ aqui ] recebemos:


Australopitecos usavam ferramentas para comer

Descoberta altera em um milhão de anos capacidade dos antepassados


Ilustração de Australopithecus afarensis


Os ancestrais da espécie humana usaram ferramentas muito antes do que se pensava. A descoberta foi feita através de marcas em ossos fossilizados no este na Etiópia.


Os fósseis serviram para demonstrar, segundo a investigação publicada hoje na Nature, que os congéneres da famosa Lucy, ou seja, os Australopithecus afarensis, utilizavam, há 3,4 milhões de anos, pedras afiadas para tirar a carne dos ossos das presas. As marcas revelam ainda que, através das ferramentas, tentavam chegar à medula, cujo teor nutritivo é elevado.


Esta descoberta atrasa quase um milhão de anos esta capacidade dos antepassados da nossa espécie. Até agora, as ferramentas mais antigas encontradas datavam de 2,6 ou 2,5 milhões de anos, como recordam no estudo Shannon McPherron, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva da Alemanha e o etíope Zeresenay Alemseged, da Academia de Ciências da Califórnia.


Este tipo de utensílios era atribuído ao Homo habilis, cujo crânio era 40 por cento maior do que o Australopithecus.


No ano passado, os paleoantropólogos encontraram uma costela de um mamífero do tamanho de uma vaca e o fémur de um antílope. Ambos tinham sinais que, como se descobriu posteriormente através de microscópios electrónicos e espectógrafos, eram da mesma época dos fósseis.


Shannon McPherron, arqueólogo


“Quando imaginamos a Lucy na paisagem este de África à procura de comida, agora podemos vê-la pela primeira vez com uma ferramenta de pedra na mão em busca de carne”, afirmou McPherron.


Para Alemseged, “a descoberta adianta muito o momento até agora conhecido. Os nossos antepassados alteraram completamente as regras do jogo”.


O uso de utensílios de pedra modificou a forma como exploravam o território e o tipo de alimentos consumidos.


Pedras de outros lugares


No entanto, ainda não se sabe se eram capazes de fabricar os próprios instrumentos. O lugar onde foram encontrados é rico em sedimentos vulcânicos e não havia pedras com a qualidade necessária para fazer o tipo de cortes. Acredita-se as que tenham trazido de outros lugares a vários quilómetros de distância.


São vários os enigmas que se abrem com mais esta descoberta. Até ao momento a utilização de ferramentas de pedra com a finalidade de consumir carne de grandes animais considerava-se própria do género humano. Além disto, desde sempre esteve relacionado o consumo de carne com o aumento do tamanho do cérebro.


McPherron quer regressar à Etiópia para procurar o lugar onde os Australopitecos terão encontrado as tais pedras com o objectivo de comprovar se eram ou não capazes de as fabricar.


fotografia de abertura National Geographic News [ aqui ] a quem agradecemos.