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domingo, 2 de novembro de 2014

Encontrados um submarino alemão e um e cargueiro americano da II Guerra [ E.U.A. ]



Encontrados um submarino alemão
e um e cargueiro americano da II Guerra
[ arqueologia ]
Carolina do Norte, Estados Unidos da América

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Carolina do Norte: Submarino e cargueiro da II Guerra encontrados ao largo dos EUA


Um submarino alemão e um navio mercante americano, da II Guerra mundial, foram descobertos no fundo do Oceano Atlântico ao largo da Carolina do Norte, Estados Unidos, anunciaram hoje as autoridades norte-americanas.

Os navios tinham afundado na Batalha do Atlântico, em 1942, e estavam por isso desaparecidos há mais de sete décadas, numa zona conhecida pelo sugestivo nome de Cemitério do Atlântico.

As pesquisas feitas pelo Instituto de Santuários Marinhos, da Agência Americana Oceanográfica e Atmosférica (NOAA), levaram à descoberta, em agosto passado, dos navios, a cerca de 48 quilómetros da costa, a 220 metros de distância um do outro.

A descoberta do submarino alemão U-576 e do cargueiro Bluefields permite obter informações importantes sobre a histórica batalha militar e sobre os campos de batalha dos submarinos da segunda guerra, disse a NOAA.

O confronto deu-se a 15 de julho de 1942, quando um comboio de navios de carga, escoltado desde Norfolk (Virgínia) e em direção à Florida, foi atacado pelo submarino alemão.

«O U-576 afundou o cargueiro Bluefields, com pavilhão da Nicarágua, e danificou gravemente outros dois navios», explicou a NOAA.

Em resposta, acrescentou, o avião Kingfisher, da Marinha norte-americana, encarregue de garantir a proteção aérea do comboio, bombardeou o submarino, ajudado pelo navio mercante Unicoi.

Os dois navios afundaram, mas apenas 45 marinheiros alemães foram mortos na batalha. O local onde o submarino afundou é considerado como um cemitério militar pela Alemanha e está protegido pela lei internacional.

«A República Federal da Alemanha não manifestou interesse pela recuperação dos restos do U-576 e não fará parte do projecto», disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão, em comunicado.

O Governo alemão acrescentou que, estando os restos numa zona de proteção especial, é lá que, se possível, devem de permanecer, para «permitir que os mortos descansem em paz».

Diário Digital com Lusa

fonte Diário Digital

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Submarino Alemão da II Guerra encontrado ao largo da Carolina do Norte, EUA

Membros da tripulação do U-boat 576 / Nacional Oceanicc

Soldados alemães posam para a foto a bordo do U-576. Toda a tripulação do U-boat 576 morreu no afundamento em 1942, durante a Batalha do Atlântico

Membros da tripulação fotografados na torre de comando do U-576

Um submarino alemão e um navio mercante americano, da II Guerra mundial, foram descobertos no fundo do Oceano Atlântico ao largo da Carolina do Norte, Estados Unidos, anunciaram hoje as autoridades norte-americanas.

Os navios tinham afundado na Batalha do Atlântico, em 1942, e estavam por isso desaparecidos há mais de sete décadas, numa zona conhecida pelo sugestivo nome de Cemitério do Atlântico.

As pesquisas feitas pelo Instituto de Santuários Marinhos, da Agência Americana Oceanográfica e Atmosférica (NOAA), levaram à descoberta, em agosto passado, dos navios, a cerca de 48 quilómetros da costa, a 220 metros de distância um do outro.

A descoberta do submarino alemão U-576 e do cargueiro Bluefields permite obter informações importantes sobre a histórica batalha militar e sobre os campos de batalha dos submarinos da segunda guerra, disse a NOAA.

Fonte: Diário Digital/LUSA

Artigo completo

Ler também CNN

fonte Oeiras com História - Cultura, Património e Indústrias Criativas

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a Carolina do Norte assinalada no mapa dos EUA [ 35° 38' 40.17" N 79° 3' 23.06" W ]

fotografia de abertura - imagens de sonar do submarino U-576 e do cargueiro Bluefields no fundo do oceano [ legenda original - Top: U-576 sonar image. Bottom: Bluefields sonar image. (click to enlarge)(NOAA & SRI International) ] do sítio internet IBTimes UK | Latest UK News | Breaking News | Business, Technology, Political & Sport News - ———international Business Times UK a quem agradecemos.
imagem do mapa dos EUA com a localização da Carolina do Norte do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Há uma primeira edição de «Os Lusíadas» no Texas



Há uma primeira edição de «Os Lusíadas» no Texas
[ bibliografia ]
Texas, Estados Unidos da América

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Primeira edição de «Os Lusíadas» está no Texas


Um dos raros exemplares da primeira edição de «Os Lusíadas», de Luís de Camões, com comentários escritos à mão, pode ser encontrado no centro de investigação Harry Ransom da Universidade do Texas.

A obra está no cofre de um centro de investigação e a sua leitura só pode ser feita respeitando várias normas de segurança.

Esta é uma das 34 obras impressas em 1572, em Lisboa, que se encontram espalhadas por três Continentes, e acredita-se que tenha pertencido ao escritor português, facto que levou a que fosse chamada «de Camões».

Fonte: Diário Digital

fonte Pportodosmuseus

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O exemplar de Os Lusíadas que está no Texas

saiba mais em PAM - Património, Artes e Museus

fotografia de abertura - capa da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572 - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.
fotografia do exemplar de Os Lusíadas que está no Texas do sítio internet PAM - Património, Artes e Museus a quem agradecemos.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Canhões do navio do pirata Barba Negra recuperados por arqueólogos



Canhões do navio do pirata Barba Negra
recuperados por arqueólogos
[ arqueologia ]
Carolina do Norte, Estados Unidos da América

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Arqueólogos recuperam canhões do navio do pirata Barba Negra


Fonte: Globo.com

Arqueólogos recuperaram cinco canhões dos destroços do «Queen Anne´s Revenge», o navio do famoso pirata «Barba Negra», naufragado no início do século XVIII junto à costa da Carolina do Norte, sudeste dos Estados Unidos, anunciaram hoje as autoridades locais.

Os canhões, com cerca de uma tonelada cada um, foram retirados dos destroços na segunda-feira e, segundo o departamento de Assuntos Culturais do estado da Carolina do Norte, o maior terá sido fabricado na Suécia.

O diretor do projeto de recuperação do espólio do navio, Billy Ray Morris, adiantou num comunicado que «balas de canhão e outros tesouros» deverão ainda ser retirados dos destroços, que já produziram cerca de 280.000 artefactos desde que foram localizados em 1996.

Fonte: LUSA

fonte Pportodosmuseus

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ilustração de abertura - uma representação artística do temível pirata Barba Negra - do sítio internet Barba Negra a quem agradecemos.

domingo, 3 de novembro de 2013

Recuperado retrato de Napoleão que se julgava perdido



Recuperado retrato de Napoleão que se julgava perdido
[ arte ]
Nova Iorque, Estados Unidos da América

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Recuperado retrato de Napoleão que se julgava perdido


Imagem: As semelhanças entre os dois retratos são evidentes Collins Fine // Arts/AFP Fonte Um retrato do imperador francês Napoleão Bonaparte, que se julgava perdido há dois séculos, foi encontrado em Nova

pam-patrimonioartesemuseus.com

fonte PAM - Património, Artes e Museus

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fotografia de abertura - Napoleão Bonaparte representado na tela «Le Premier Consul franchissant les Alpes au col du Grand-Saint-Bernard» pintada em 1800 por Jacques-Louis David [ 1748–1825 ]
 actualmente localizada no Palácio de Charlottenburg, Berlim, Alemanha - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

domingo, 29 de julho de 2012

Reacende-se o debate sobre quem foram os primeiros americanos




Reacende-se o debate sobre
quem foram os primeiros americanos
[ arqueologia ]
Pasley, Oregon, Estados Unidos da América

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Nem todos os americanos originais eram 'Clóvis'
Nova investigação acende discussão sobre quem terão sido os primeiros habitantes do continente americano
As pontas de lança encontradas em Oregon
A discussão sobre quem foram os primeiros humanos a chegar e a povoar a América continua em aberto. Durante bastante tempo defendeu-se que a migração deu-se cruzando o estreito de Bering (da Sibéria para o Alasca) há 13 500 anos atrás. Esses primeiros habitantes terão desenvolvido aquela que se designa por cultura Clóvis.
Novos estudos, como o publicado o ano passado por investigadores da Universidade Texas A&M na «Science», indicam a presença de uma cultura material pré-Clóvis. A investigação publicada agora na mesma revista, dirigida pelo arqueólogo Dennis Jenkins, da Universidade de Oregon e com a participação da investigadora portuguesa Paula F. Campos (Centro de Geogenética, Universidade de Copenhaga), apresenta fósseis de excrementos humanos e pontas de lança líticas encontradas na gruta de Pasley (Oregon), pertencentes a uma população com tecnologia própria, contemporânea ou até anterior à de Clóvis.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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vista aérea com a localização das cavernas de Pasley, no Oregon, EUA
42° 45' 40.68" N 120° 33' 5.04" W [ dados GE ]

sobre a Cultura Clóvis veja em Wikipédia e em Nova Era

sobre as Cavernas de Pasley veja em Wikipedia [ em castelhano ]

fotografia de abertura - artefactos, possivelmente pré-Clóvis, encontrados no Texas [ foto legendada «Artifacts found at the Buttermilk Creek Complex at the Debra L. Friedkin archaeological site in Texas appear to be 13,200 to 15,500 years old, predating the Clovis culture in North America by about 2500 years, researchers say. [Image courtesy of Michael R. Waters; © Science/AAAS]» ] - do sítio internet AAAS - The World’s Largest General Scientific Society, a quem agradecemos.
fotografia aérea das Cavernas de Pasley do Google Earth

sábado, 10 de dezembro de 2011

Uma calçada de Nova Iorque escondia um tesouro arqueológico



Quantas dezenas de milhar de passos terão sido dados sobre ele...


Uma calçada de Nova Iorque
escondia um tesouro arqueológico
[ arqueologia ]
Nova Yorque, Estados Unidos da América

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Tesouro arqueológico encontrado sob calçada de Nova Iorque
Trabalhadores que instalavam tubagens subterrâneas no distrito financeiro de Nova Iorque encontraram um «tesouro arqueológico» de mais de cinco mil objectos pessoais que datam do início do século XIX, informou o site DNAinfo.
Entre os artigos, descobertos em Outubro sob os alicerces de um antigo porão da rua Fulton, destacam-se uma escova de dentes de osso, uma moeda de cobre de meio centavo e pratos de porcelana chinesa importada, segundo Alisa Loorya, membro do grupo de arqueólogos que desenterrou as peças.
Alisa declarou ao DNAinfo que a descoberta «ajuda a recriar uma imagem de como foi aquela época histórica» e afirmou que os objectos pertenceram a uma família rica que os abandonou após se mudarem de casa por volta de 1825.
É possível que os objectos fossem propriedade dos Van Cortlandt, uma dinastia de origem holandesa que descende de Stephanus van Cortlandt (1643-1700), o primeiro autarca nativo da ilha de Manhattan, quando esta ainda era domínio colonial dos Países Baixos e se chamava Nova Amesterdão.

(…)
Fonte: Diário Digital


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fotografia de abertura - A Quinta Avenida de Nova Iorque em 1898 - do sítio internet Brooklyn « Ephemeral New York a quem agradecemos.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Índios do Paleolítico tinham indústria pesqueira desenvolvida



Índios do Paleolítico tinham

indústria pesqueira desenvolvida

[ arqueologia ]

Estados Unidos da América


Índios do Paleolítico tinham indústria pesqueira desenvolvida


Artefactos encontrados mostram que nem todos se deslocaram para o interior


Alguns dos artefactos encontrados (Foto: Universidade de Oregon)


A descoberta de uma grande variedade de utensílios de pesca e caça marinha com 13 mil anos, nas ilhas do Canal do Norte da Califórnia, revelou que os humanos do final do Paleolítico comiam uma grande diversidade de animais marinhos e que desenvolveram uma indústria pesqueira muito sofisticada.


Um trabalho publicado na revista "Science" por investigadores da Universidade de Oregon e do Instituto Smithsonian, nos EUA, descreve a configuração e o estilo de vida dos paleo-índios e da cultura Clovis, que se estenderam pelo interior da América do Norte, à procura de animais de grande porte, como os mamutes.


Agora sabe-se que nem todos foram explorar as grandes planícies, mas que também ficaram na costa e que esta rota litoral foi a que os levou mais facilmente até ao sul.


As escavações de Jon Erlandson e da sua equipa nas ilhas de Santa Rosa e San Miguel trouxeram provas de que os seus ocupantes primitivos caçavam aves e mamíferos marinhos, bivalves e peixes. O rol de objectos descobertos incluia pontas de flecha feitas de espinhas, pedras em forma de lua crescente e ferramentas de pedra que se assemelhevam a outros artefactos encontrados noutros sítios do interior, associados a ecossistemas de lagos glaciares.


Jon Erlandson (Foto: Universidade de Oregon)


Indústria sofisticada


Na época destas populações indígenas primitivas, as duas ilhas estavam a vários quilómetros da costa, pelo que se acredita que estes primeiros colonizadores tinham algumas habilidades como marinheiros.


Contudo, para os cientistas, o mais surpreendente é o facto de estes indígenas terem utilizado artefactos feitos com restos de crustáceos, focas, aves marinhas e peixes. "Alguns são tão delicados que podem ter sido usados para caçar na água", assegurou Erlandson, que investiga esta zona há 30 anos. Acrescentou que alguns são "ultra-finos", o que demonstra a "grande sofisticação na indústria marinha" destes povos.


As escavações decorreram em três lugares diferentes. No entanto, a maioria dos materiais ainda está abaixo do nível do mar, que, há 13 mil anos, era 60 metros inferior. Além disso, estas populações passavam a maior parte do seu tempo em praias e zonas baixas costeiras que hoje estão submersas.


Erlandson e a sua equipa comprovaram que os utensílios eram semelhantes aos que também foram encontrados na costa do Pacífico, Japão e na América do Sul. Alguns são pedras em forma semi-circular que eram capazes de matar aves durante o voo, tal como acontece com uma espingarda.


"As implicações da tecnologia e da exploração pesqueira são magníficas. Indicam que houve estratégias de subsistência muito primitivas nestas costas e nas ilhas com todo o tipo de animais, incluíndo pinípedes e até um pato extinto", explicou o co-autor Torben C. Rick, do Instituto Smithsonian.


Depois de estas descobertas, a equipa propôs-se a um novo desafio: encontrar depósitos ainda mais primitivos que atrasem alguns milénios a migração costeira no norte do continente americano.


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fonte Ciência Hoje


imagem de abertura do sítio internet Hormiga.org a quem agradecemos.