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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Papiro citando a Santa Ceia pode ser o mais antigo «amuleto» do cristianismo



Papiro citando a Santa Ceia pode ser
o mais antigo «amuleto» do cristianismo
[ arqueologia ]
Manchester, Reino Unido

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Papiro citando a Santa Ceia pode ser o mais antigo «amuleto» do cristianismo


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Papiro citando a Santa Ceia pode ser o mais antigo «amuleto» do cristianismo


Um fragmento de papiro com referência à Santa Ceia pode ser o mais antigo «amuleto» do Cristianismo. O pedaço de papel foi descoberto por uma investigadora entre milhares de papiros mantidos na biblioteca da Universidade de Manchester, no Reino Unido.

A responsável pelo achado, Roberta Mazza, diz que o papiro provavelmente foi usado dobrado num pingente como amuleto de protecção. «Foi uma descoberta importante e inesperada. Trata-se de um dos primeiros registos de uso de magia no contexto do cristianismo e o primeiro amuleto com referência à Santa Ceia», diz Mazza.

O fragmento é provavelmente originário de uma cidade do Egipto. O seu texto traz uma mistura de excertos dos Salmos e do evangelho de Matheus. «Na época, cristãos começaram a utilizar passagens da Bíblia como amuleto de protecção», diz Mazza. «Por isso, este achado marca o início de uma importante tendência», completa. (…)

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fonte Diário Digital

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fotografia de abertura - a «Última Ceia» numa pintura a fresco de 1495-1498 executada por Leonardo da Vinci [ Anchiano, 15-04-14522 — Amboise, 02-05-1519 ] no Convento de Santa Maria delle Grazie, em Milão, Itália [ legenda original - Afresco de A Última Ceia, provavelmente a representação mais conhecida da Última Ceia. 1498. Por Leonardo da Vinci, no Convento de Santa Maria delle Grazie, em Milão. ] do sítio internet Wikipédia [ domínio público ]

quinta-feira, 3 de julho de 2014

«Múmias do British Museum revelam “segredos” do Antigo Egipto» [ Reino Unido ]



Múmias do British Museum
revelam “segredos” do Antigo Egipto
[ arqueologia ]
British Museum, Reino Unido

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Múmias do British Museum revelam “segredos” do Antigo Egipto


Uma equipa de cientistas usou as mais avançadas tecnologias disponíveis, incluindo a tomografia computadorizada, paraórgãos internos ainda preservados, mas também fizeram achados mais inesperados, como o de uma pequena espátula usada pelos antigos embalsamadores para a tarefa um nadinha repugnante de remover a massa encefálica através do nariz.

Os resultados desta investigação poderão ser apreciados, a partir do dia 22 de Maio, na exposição Ancient Lives, New Discoveries[Vidas Antigas: Novas Descobertas], que se manterá no museu britânico até final e Novembro, e que promete atrair multidões, tendo em conta o fascínio que as múmias continuam a exercer no imaginário do século XXI (veja-se o sucesso de bilheteira da saga cinematográfica A Múmia).

Fonte: Público

Artigo completo

British Museum

fonte Pportodosmuseus

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fotografia de abertura - uma múmia egípcia do Museu Britânico - do sítio internet Baixaki a quem agradecemos.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

«Ricardo III não era corcunda, ao contrário do que diz Shakespeare» [ Reino Unido ]



«Ricardo III não era corcunda,
ao contrário do que diz Shakespeare»
[ arqueologia ]
Reino Unido

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“Descrição real ou uma invenção para prejudicar a reputação do rei inglês? Estudo aos seus restos mortais conclui que tinha realmente um problema nas costas, mas não era uma saliência.”

“William Shakespeare descreveu Ricardo III, o ultimo rei de Inglaterra a morrer numa batalha há mais de 500 anos, com palavras fortes: “um sapo corcunda”, “deformado” e “incompleto”, tão feio que até os cães ladravam quando passava por eles. Mas parece que o escritor estava enganado, concluiu uma equipa de cientistas na última edição da revista médica “The Lancet”. (…)

ler mais AQUI

fonte PÚBLICO [ twitter ]

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Ricardo III de Inglaterra

fotografia de abertura - imagem da coluna vertebral de Ricardo III [ legenda original -  A coluna vertebral do rei inglês, com uma curvatura pronunciada AFP/HO/UNIVERSIDADE DE LEICESTER ] do sítio internet PÚBLICO a quem agradecemos.
retrato de Ricardo III de Inglaterra pintado post-mortem por autor desconhecido do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Pegadas humanas fósseis com mais de 800 mil anos descobertas no Reino Unido



Pegadas humanas fósseis com mais de 800 mil anos
descobertas no Reino Unido
[ arqueologia ]
Reino Unido

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Cientistas encontram pegadas humanas de ao menos 800 mil anos no Reino Unido

Registros são os mais antigos encontrados fora da África e primeiros indícios de vida humana no norte da Europa

AP

Eles já foram uma família britânica algum dia – quase um milhão de anos atrás. Foi o que anunciaram arqueólogos, nesta sexta-feira (7), sobre a descoberta de pegadas humanas na Inglaterra.


AP
Arqueólogos britânicos encontram pegadas mais antigas já registradas fora do continente africano no litoral da Inglaterra

As marcas datam de aproximadamente 800 mil e 1 milhão de anos - os registros mais antigos encontrados fora da África e os primeiros indícios de vida humana no norte da Europa.

Time de pesquisadores do Museu Britânico, Museu da História Natural de Londres e da Universidade Rainha Maria de Londres descobriram impressões de pelo menos cinco indivíduos na lama de um estuário (área onde ocorre o encontro da água salgada do mar com a água doce do rio) em Happisburgh, na costa leste da Inglaterra.

O arqueólogo do Museu Britânico Nick Ashton disse que a descoberta – publicada detalhadamente no jornal PLOS ONE – é uma “linha tangível para nossos primeiros parentes humanos”.

Preservadas em camadas de lodo e areia por centenas de milênios antes de serem expostos pela maré no ano passado, as marcas dão um exemplo vívido das marcas de alguns dos nossos ancestrais mais antigos.

As pegadas foram deixadas por um grupo que inclui pelo menos duas crianças e um homem adulto. Eles podem ter sido uma família que buscava comida às margens de um rio – talvez o Tâmisa antigo, de acordo com os cientistas - onde bisões, mamutes, rinocerontes e hipopótamos andavam.

O arqueologista e professor na Universidade de Southampton, que não estava envolvido no projeto, disse que a descoberta é “tremendamente significante”.
"isso é tão tangível”, ele disse. “É o mais próximo que conseguiremos saber sobre as pessoas”.

“Quando eu ouvi falar sobre isso, era como se estivesse ouvindo a primeira linha de Jerusalem (canção sacra de William Blake) pela primeira vez – E aquelas pés, no tempo antigo, caminharam sobre as montanhas verdes da Inglaterra? Bem, eles caminharam sobre o estuário lamacento”.

Os pesquisadores disseram que as marcas foram deixadas pelo antecessor do Homo, ou o “homem pioneiro”, cujos fósseis foram encontrados na Espanha. O Homo morreu há cerca de 800 mil anos.

Ashton disse que as pegadas são de pelo menos 800 mil anos — "pela estimativa de conservação” - aproximadamente 100 mil anos mais velhos do que a primeira estimativa de habitação humana na Inglaterra.

Isso é significante porque 700 mil anos atrás, o país tinha um clima quente, estilo Mediterrâneo. O período anterior a esse era muito mais frio, similar ao dos dias atuais da Escandinavia.

O arqueologista do Museu de História Natural Chris Stringer disse que entre 800 mil a 900 mil anos atrás, o solo britânico era “O fim do mundo habitável”.

“Isso nos faz repensar nossos sentimentos sobre a capacidade desse povo primitivo, eles estava lidando com condições climáticas um pouco mais frias do que as dos dias atuais”, ele disse.

“Talvez eles tenham adaptações culturais que nós não teríamos nem pensado que era possível 900 mil anos atrás. Eles usavam roupas? Será que eles faziam abrigos, quebra-ventos ou coisas assim? Eles teriam feito uso do fogo?”, questionou.

Cientistas datam as pegadas por meio de estudo de suas posições geológicas e dos fósseis de animais extintos nesse período, incluindo o mamute.

Leia tudo sobre: 
pegadas • descoberta • arqueologistas • inglaterra

fonte Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo

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saiba mais em HyperScience - A ciência é a grande estrela do mundo real e em Zero Hora - Jornal do RS com notícias, esportes, colunistas e mais

imagem de abertura - o local do achado com as pegadas sinalizadas - do sítio internet HyperScience - A ciência é a grande estrela do mundo real a quem agradecemos.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Descoberta obra-prima de Van Dyck



Descoberta obra-prima de Van Dyck
[ arte ]
Reino Unido

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Descoberta obra-prima de Van Dyck


O padre britânico Jamie McLeod gostou da moldura, dourada, e comprou-a numa loja de antiguidades, dando pouca importância ao retrato de um homem barbudo que ela guardava. Custou-lhe 400 libras (480 euros). Agora, depois de uma visita da pintura ao programa de televisão Antiques Roadshow, que a BBC leva pelo Reino Unido para avaliar antiguidades que os espectadores tenham em casa, concluiu-se que era uma “obra-prima” do mestre flamengo Anton Van Dyck e que vale perto de 480 mil euros.

Fonte: Público

Artigo completo

fonte Pportodosmuseus

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imagem de abertura - um auto-retrato de Sir Antoon van Dyck [ Antuérpia, 22-03-1599 – Londres, 09-12-1641 ] do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Arqueólogos dizem ter encontrado osso de rei Alfredo, o Grande



Arqueólogos dizem ter encontrado
osso de rei Alfredo, o Grande
[ arqueologia ]
Winchester, Reino Unido

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Arqueólogos dizem ter encontrado osso de rei Alfredo, o Grande


Uma equipa de arqueólogos anunciou, esta sexta-feira, que pode ter encontrado um dos ossos do rei Alfredo, o Grande, que no século IX combateu os “viking” e lançou as bases da Inglaterra como nação.

Testes indicaram que um osso pélvico descoberto numa caixa num museu em Winchester, sul da Inglaterra, pertence provavelmente aquele monarca ou ao seu filho o rei Eduardo, o Velho, referiram.

O osso esteve armazenado desde que foi descoberto em 1999 em escavações num parque de estacionamento, que tinha sido construído sobre o local de uma catedral anglo-saxónica.

Alfredo foi coroado rei de Wessex aos 22 anos e mais tarde uniu a Inglaterra. Governou de 871 até à sua morte com 50 anos, em 899.

Nick Thorpe, do departamento de arqueologia da Universidade de Winchester, disse que os cientistas estão “muito animados por terem conseguido estabelecer uma ligação plausível entre aquele osso humano e uma daquelas duas figuras cruciais da história de Inglaterra”.

A descoberta foi feita alguns meses depois de investigadores dizerem que encontraram restos do rei Richard III, do século XV, sob outro parque de estacionamento na cidade de Leicester, no centro de Inglaterra.

Fonte: JN

fonte Pportodosmuseus

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fotografia de abertura - Lápides no chão a marcar o local onde ficava a abadia Hyde. - do sítio internet Portal Top Mídia News a quem agradecemos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Encontrado aquele que poderá ser o primeiro filme a cores do mundo




Encontrado aquele que poderá ser
o primeiro filme a cores do mundo
[ cinema ]
Bradford , Reino Unido

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Descoberto o primeiro filme a cores do mundo


Foi encontrado no Reino Unido, aquele que será o primeiro exemplar de um filme a cores, datado de 1901 ou 1902. Até aqui os registos e a história do cinema relatavam que a primeira obra a ser exibida a cores tinha sido em 1909, depois de em 1906 se ter patenteado o sistema Kinemacolor, que permitia produzir películas a cor.

fonte Pportodosmuseus

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Edward Raymond Turner [ circa 1900 ]
[ Clevedon, Somerset, England, 1873 – 09-03-1903 ]

Sobre o realizador do fillme, o fotógrafo Edward Raymond Turner, veja em Wikipédia e em Who’s Who of Victorian Cinema

Saiba mais sobre esta notícia em Público.pt

Assista ao filme:



fotografia de abertura - fotograma do vídeo «World's First Colour Video Footage Unveiled» do YouTube [ publicado por ForyourInfoM ] - a quem agradecemos.
fotografia de Edward Raymond Turner do sítio internet Wikipedia, a quem agradecemos.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Encontrada uma nova pintura de Miguel Ângelo


Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni [ Miguel Ângelo ]

[ 06-03-1475 — 18-02-1564 ]


Encontrada uma nova pintura

de Miguel Ângelo

[ arte ]

Oxford, Reino Unido


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Encontrada uma nova pintura de Miguel Ângelo


Antonio Forcellino, um restaurador e estudioso da arte renascentista, garante ter identificado na Universidade de Oxford, no Reino Unido, uma pintura de Miguel Ângelo, que até então teria autoria incerta. (…)


noticia completa aqui


fonte pportodosmuseus


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sobre Miguel Ângelo veja a Wikipédia


imagem de abertura do sítio internet Denis Ferreira a quem agradecemos.


domingo, 20 de fevereiro de 2011

Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça


modelação 3D dum crânio humano


Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça

[ arqueologia ]

Reino Unido


Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça


Primeira evidência de crânio-chávenas no Reino Unido


Uma recente descoberta numa caverna – Gruta do Gough, em Cheddar Gorge, Somerset (Reino Unido) –, indica que os britânicos primitivos usavam os crânios das suas vítimas como taça.


Os cientistas do Museu de História Natural de Londres analisaram os restos de três pessoas encontradas, entre elas, uma criança de três anos que supostamente foi morta por práticas de canibalismo. O estudo foi publicado na edição online da PLoS One.


As três taças datam de há 14 700 anos e estima-se que tenham sido usadas após a última Idade do Gelo.


Esta é a primeira evidência da existência de crânio-chávena manufacturados no Reino Unido, já que exemplos arqueológicos dos detalhes desta prática são extremamente raros. O diário «The Daily Telegraph» aponta, na edição de hoje, a descoberta como “a primeira evidência de massacres ritualísticos no país”.


Uma das chávenas adultas fará parte de uma exibição no museu londrino, a partir do próximo dia 1 de Março. Fazer recipientes a partir de crânios humanos pode parecer horrível, mas a prática já era conhecida e documentada do tempo dos Vikings e Citas.


No entanto, segundo os avanços dos paleontólogos do museu, o canibalismo não parece ter sido o propósito principal para a transformação dos crânios. Os ossos mostram cortes precisos com o objectivo de extrair a máxima quantidade de carne das vítimas.


Naquela época, os humanos já tinham aprendido a enterrar os mortos, o que significa que os restos descobertos são resultado de práticas canibais. Segundo Chris Stringer, investigador da instituição que se dedica ao estudo dos crânios,

bd - “o canibalismo era seguramente um bom método para eliminar grupos rivais e conseguir comida". "O mais sinistro é que essas pessoas eram caçadoras parecidas com seres humanos actuais. Fazer ferramentas e pintavam nas cavernas. Sepultavam os mais chegados, não os devoravam e tratavam os seus mortos com reverência",

acrescentou Stringer.


os investigadores ressalvam que os ossos humanos mostram claros sinais de carnificina, implicando que foram limpos pela sua carne. A medula foi esmagada antes de as cabeças serem transformadas em louça e não há nenhuma sugestão que indique que as chávenas são troféus feitos dos restos de inimigos mortos.


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fonte Ciência Hoje


imagem de abertura do sítio internet Melies - Escola de Cinema, 3D e Animação a quem agradecemos.