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sexta-feira, 30 de março de 2012

Seca moderada foi a causa da extinção dos Maias




Seca moderada foi a causa
da extinção dos Maias
[ antropologia ]
México

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Seca moderada foi a causa da extinção dos Maias

O fim da civilização Maia, na América Central, ocorreu devido a uma reduzida queda dos níveis de chuva na região, suficiente para reduzir drasticamente a população durante um declínio que durou 200 anos.
É o que afirma um novo estudo dos registos climáticos mais antigos. Os dados ajudam a entender como o colapso pode ocorrer gradualmente, em vez de acontecer de modo dramático e repentino.
Martín Medina-Elizalde, do Centro de Investigação Científica do Yucatán, México, e Eelco Rohling, da Universidade de Southampton, Reino Unido, publicaram as suas descobertas na edição desta sexta-feira da revista Science.
Para Rohling, “as reduções na chuva representam apenas de 25% a 40% na chuva anual, mas foram o suficiente para a evaporação se tornar dominante sobre a queda de chuva e a disponibilidade de água ser rapidamente reduzida. Os dados sugerem que a principal causa foi uma redução da actividade de tempestades de Verão”.
Os autores do estudo explicaram ainda que “apesar das evidências sugerir que as alterações climáticas não explicam completamente os complexos eventos geográficos e sociopolíticos do período do declínio Maia, registos de paleoclima e evidências arqueológicas sugerem que a época foi pontuada por uma série de eventos de seca, que provavelmente provocaram significativas rupturas na sociedade”.

fonte IP Jornal

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fotografia de abertura - mural com afresco maia em Bonampak, México - do sítio internet Wikipédia, a quem agradecemos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Aquecimento Esclarecido




Aquecimento Esclarecido
[ teatro ]
04 Janeiro 2012, 18h30
Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea, Almada

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Aquecimento Esclarecido
A Casa da Cerca acolhe a estreia deste espetáculo dedicado inteiramente à Ciência e que resulta da interação entre cientistas e artistas, da provocação entre o rigor científico e a criatividade artística. [+]

quando:4 de janeiro de 2012
onde: Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea


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Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea
Rua da Cerca, 2800 - 050 Almada
t. 21 272 49 50 / f. 21 272 49 79
38° 41' 1.89" N / 9° 9' 33.08" W [ dados GE ]

fotografia de abertura do sítio internet Química de Produtos Naturais a quem agradecemos.
fotografia da Casa da Cerca do sítio internet Wikipédia © Carlos Botelho a quem agradecemos.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Os votos da Greenpeace Argentina


Os votos da Greenpeace Argentina

[ efemérides ]

Argentina


Felices Fiestas!


Desde Greenpeace Argentina queremos agradecer el apoyo que nos brindaste dusrante este año y desearte unas muy felices fiestas.

Esperamos seguir contando con vos el año entrante

¡Muchas Felicidades!


Compartimos esta tarjeta digital con ustedes:

http://www.sonico.com/share_ext.php?url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D-vTGv5LYl_w




fonte Greenpeace Argentina


Votos que com respeito e Amizade retribuímos.


P'a Espaço e Memória,


José António Baptista

Secretário de Direcção


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Condições climáticas permitem descoberta de área arqueológica


Condições climáticas permitem descoberta
de área arqueológica

[ arqueologia ]


De CiênciaHoje recebemos:


Condições climáticas permitem descoberta de área arqueológica

Ruínas romanas não era visíveis desde 1976


Acampamento romano em Dorset (Imagem: English Heritage)


A presença de antigas civilizações está agora a descoberto, e com pormenores surpreendentes, graças ao clima de verão excepcionalmente seco e à nuvem de cinzas do vulcão islandês. Durante o verão, centenas de marcas de antigas construções, do período Neolítico à II Guerra Mundial, soterradas em terrenos do Reino Unido, foram avistadas por avião pelo English Heritage Institute, que também recolheu imagens.


Segundo o instituto dedicado ao património histórico do país, as ruínas foram encontradas próximas da cidade de Bradford Abbas, na região de Dorset, no sudoeste da Inglaterra. Nas fotos, tiradas em Junho passado, é possível observar um muro circular que terá servido de protecção aos soldados romanos durante o período militar, no Século I d.C.


Já no Norte do Reino Unido, na cidade de Tadcaster, em North Yorkshire, os arqueólogos tinham encontrado um forte com mais de dois mil anos. “As marcas em lavouras são sempre mais visíveis em tempo seco. Este ano, tiramos partido das condições climáticas e concentramo-nos em zonas onde há poucas descobertas arqueológicas”, afirmou Dave MacLeod, analista do Instituto English Heritage.


A organização britânica revela ainda, na página oficial, que algumas das recentes descobertas arqueológicas não eram visíveis desde a seca ocorrida em 1976.