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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Canibalismo dos primeiros colonos britânicos na América do Norte




Canibalismo dos primeiros colonos
britânicos na América do Norte 
[ antropologia ]
Jamestown, EUA

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Condições limitadas para caça e agricultura levou primeiros colonos ao canibalismo

Douglas Owsley

Uma equipa de arqueólogos encontrou a primeira evidência que atesta que os primeiros colonizadores americanos em Jamestown, na Virgínia (EUA), sobreviveram a duras condições praticando o canibalismo.

Existem relatos sobre as primeiras colónias de ingleses nos EUA, que comiam todo o tipo de animais, como cães, gatos, ratos ou até cobras para combater a fome e mesmo sobre o facto de estes se alimentarem dos seus próprios mortos.
(...)

fonte Ciência Hoje onde pode ler a notícia na íntegra.

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imagem de abertura - uma gravura que mostra o alemão Hans Staden a presenciar o canibalismo entre os tupinambás no século XVI  - do sítio internet G1 - O portal de notícias da Globo a quem agradecemos.

sábado, 23 de março de 2013

O maior réptil voador pré-histórico da América do Sul descoberto no Brasil




O maior réptil voador pré-histórico
da América do Sul descoberto no Brasil
[ paleontologia ]
Ceará, Brasil

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Descoberto no Brasil o maior réptil voador pré-histórico da América do Sul  (lusa.pt)


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Descoberto no Brasil o maior réptil voador pré-histórico da América do Sul
O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) anunciou a descoberta do maior réptil pré-histórico voador da América do Sul, um pterossauro que pesava 70 quilos, divulgou a imprensa brasileira.

fonte Lusa - Notícias do Dia

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Saiba mais em Notícias ao Minuto - Todos os segundos contam em Mucambo Pra Valer em Dirigida.com.br em Jornal Extra - Extra Online e em Goiasnet - Portal de notícias, entretenimento e esportes da Organização Jaime Câmara. Afiliado da Globo.com em Goiás.

ilustração de abertura do sítio internet Dirigida.com.br a quem agradecemos.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

UNESCO pede urgência para proteger Machu Picchu




UNESCO pede urgência
para proteger Machu Picchu
[ arqueologia ]
Machu Picchu, Peru

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UNESCO pede urgência para proteger Machu Picchu


Uma missão da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) esteve nos últimos dias no Peru a avaliar o estado de preservação e conservação na área da célebre cidadela inca.
Nuria Sanz, chefe da UNESCO para a América Latina e Caribe, disse à agência oficial Andina que o objetivo da visita foi “colaborar” com as autoridades para encontrar a melhor solução para a preservação do Machu Picchu.
(…)
A zona tampão do local também está ameaçada pela construção de uma estrada alternativa de acesso ao Machu Picchu, com a UNESCO a recomendar a realização de uma consulta junto de especialistas em geodinâmica, infraestruturas hidráulicas e comunicação.
A responsável disse ainda que recomendou ao Governo peruano a criação de um painel internacional de assessores e técnicos que execute os planos de conservação do Machu Picchu.
Um primeiro relatório de avaliação da UNESCO deve ser conhecido dentro de cerca de duas semanas e um final dentro de sete meses, de acordo com a agência noticiosa Andina.
O primeiro, com recomendações, será submetido ao Comité do Património Mundial da UNESCO, que se reunirá entre 24 de junho e 06 de julho, em São Petersburgo, na Rússia.
A célebre cidadela inca de Machu Picchu foi declarada Património Cultural da Humanidade em 1983.


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Sobre Machu Picchu veja em Machu Picchu [ inglês - tem várias opções e inclui panorâmicas virtuais de 360º ], em Tour Virtual de Machu Picchu [ castelhano - panorâmicas virtuais de 360º - clique nos pontos amarelos no mapa à direita para seleccionar vários locais e vistas ], e em Wikipédia

fotografia de abertura - vista aérea, à vertical, de Machu Picchu, na Cordilheira dos Andes, Peru - da app. Google Earth

sexta-feira, 30 de março de 2012

Seca moderada foi a causa da extinção dos Maias




Seca moderada foi a causa
da extinção dos Maias
[ antropologia ]
México

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Seca moderada foi a causa da extinção dos Maias

O fim da civilização Maia, na América Central, ocorreu devido a uma reduzida queda dos níveis de chuva na região, suficiente para reduzir drasticamente a população durante um declínio que durou 200 anos.
É o que afirma um novo estudo dos registos climáticos mais antigos. Os dados ajudam a entender como o colapso pode ocorrer gradualmente, em vez de acontecer de modo dramático e repentino.
Martín Medina-Elizalde, do Centro de Investigação Científica do Yucatán, México, e Eelco Rohling, da Universidade de Southampton, Reino Unido, publicaram as suas descobertas na edição desta sexta-feira da revista Science.
Para Rohling, “as reduções na chuva representam apenas de 25% a 40% na chuva anual, mas foram o suficiente para a evaporação se tornar dominante sobre a queda de chuva e a disponibilidade de água ser rapidamente reduzida. Os dados sugerem que a principal causa foi uma redução da actividade de tempestades de Verão”.
Os autores do estudo explicaram ainda que “apesar das evidências sugerir que as alterações climáticas não explicam completamente os complexos eventos geográficos e sociopolíticos do período do declínio Maia, registos de paleoclima e evidências arqueológicas sugerem que a época foi pontuada por uma série de eventos de seca, que provavelmente provocaram significativas rupturas na sociedade”.

fonte IP Jornal

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fotografia de abertura - mural com afresco maia em Bonampak, México - do sítio internet Wikipédia, a quem agradecemos.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Colonizadores portugueses e espanhóis 'suspeitos' da introdução da malária na América




Colonizadores portugueses e espanhóis
'suspeitos' da introdução da malária na América
[ medicina ]
América

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Escravatura transatlântica introduziu malária na América do Sul
Duas variantes da doença foram introduzidas durante tráfico promovido por portugueses e espanhóis
Francisco Ayala liderou a investigação
Um novo estudo sobre como e quando a malária entrou na América do Sul sugere que a doença terá sido propagada com a escravatura transatlântica. Como já indicavam trabalhos anteriores, a doença chegou a bordo de barcos que transportavam escravos entre África e os portos portugueses e espanhóis na América. Apesar de esta teoria ser “controversa”, são apresentados no estudo “dados conclusivos”, afirmam os próprios investigadores.
(...)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - Escravos do eito numa fazenda fluminense por volta de 1885 (Museu Imperial, Petrópolis), Brasil - do sítio internet Stormfront - White Nationalist Community a quem agradecemos.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

América era habitada por caçadores há 14 mil anos




América era habitada por caçadores há 14 mil anos
[ arqueologia ]
América

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América era habitada por caçadores há 14 mil anos
O chamado “povo de Clóvis” não foi o primeiro a pisar o continente

Mastodonte de Manis foi caçado há 13800 anos
A teoria de que os primeiros povoadores do continente americano teriam aparecido há 13 mil anos, a chamada cultura de Clóvis, há muito que é discutida e posta em causa. Uma investigação recente sobre fósseis descobertos nos anos 70 reforça a teoria de que havia já caçadores na América do Norte há aproximadamente 14 mil anos.
O estudo da equipa do Centro de Geogenética da Universidade de Copenhaga e do Centro de Estudos dos Primeiros Americanos da Universidade de Texas está agora publicada na revista «Science».
(...)


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imagem de abertura do sítio internet Pré-História a quem agradecemos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A América Pré-Colombiana: Introdução à História das Culturas Ameríndias



Atenção à data das inscrições.


A América Pré-Colombiana
Introdução à História das Culturas Ameríndias
[ curso ]
Diniz Conefrey [ orientação ]
05 Novembro 2011 a 31 Março 2012
Museu Nacional de Etnologia

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Curso: A América Pré-Colombiana: Introdução à História das Culturas Ameríndias
O Museu Nacional de Etnologia vai organizar aos sábados de manhã, entre 5 de Novembro de 2011 e 31 de Março de 2012, o curso A América Pré-Colombiana: Introdução à História das Culturas Ameríndias, orientado por Diniz Conefrey
As inscrições estão abertas até 30 de Outubro.
Objectivos: Estudar e analisar a história do povoamento e de culturas ameríndias que existiram no continente Americano antes do contacto com o mundo ocidental. Este estudo terá a sua incidência em quatro blocos abrangentes: a América do Norte, a Mesoamérica, a América Central e finalmente a América do Sul.
5 de Novembro de 2011 a 31 de Março de 2012 | Sábados | 10h00-13h00
Público-alvo: Adulto. Todos os interessados (estudantes, professores ou outros) que pretendam ampliar o leque da sua cultura histórica e imagética, através das culturas originais que povoaram e construíram uma identidade única no continente americano.
Número máximo de participantes: 12 pessoas.
Condição de participação: Eventual entrevista prévia para analisar motivações e graus de conhecimento.
Taxa de participação: 400 € (200€ no acto de admissão + 200€ na primeira semana de Fevereiro).
Os candidatos devem preencher a ficha de inscrição e reencaminhá-la para o endereço
Para mais informações contactar
Ana Botas
Museu Nacional de Etnologia
Tel.: 21 304 11 60/9 ou Fax: 21 301 39 94
ou Diniz Conefrey


esta notícia está aqui

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Museu Nacional de Etnologia
Avenida Ilha da Madeira 1400-203 Lisboa
t. 21 304 11 60 / 9 / f. 21 301 39 94
38° 42' 19.04" N / 9° 12' 27.45" W

fotografia de abertura do sítio internet Raquel Mazetto a quem agradecemos.
fotografia do Museu do sítio internet Museu Nacional de Etnologia a quem agradecemos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A América pré-colombiana


calendário Azteca ou Pedra do Sol

A América pré-colombiana
[ formação ]
Diniz Conefrey [ formador ]
05 Fevereiro a 18 Junho 2011
Museu Nacional de Etnologia



Formador: Diniz Conefrey

Objectivos: Estudar e analisar a história do povoamento e de culturas ameríndias que existiram no continente Americano antes do contacto com o mundo ocidental. Este estudo terá a sua incidência em quatro blocos abrangentes: a América do Norte, a Mesoamérica, a América Central e finalmente a América do Sul.

Público-alvo: Adulto. Todos os interessados (estudantes, professores ou outros) que pretendam ampliar o leque da sua cultura histórica e imagética, através das culturas originais que povoaram e construíram uma identidade única no continente americano.

Condição de participação: Entrevista prévia para analisar motivações e graus de conhecimento.

Taxa de participação: 400 (200 no acto de admissão + 200 na primeira semana de Abril).

Número máximo de participantes: 12 participantes.

Calendário: 5 de Fevereiro a 18 de Junho de 2011 (5 meses).

Horário: Sábado, das 10h às 13h.

Local: Museu Nacional de Etnologia.

Os candidatos devem preencher a ficha de inscrição e reencaminhá-la para o endereço

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Museu Nacional de Etnologia
Avenida Ilha da Madeira
1400-203 Lisboa
t. 21 304 11 60 / 9
f. 21 301 39 94

fotografia de abertura do sítio internet CyberCultura e Democracia Online a quem agradecemos.
fotografia do Museu do sítio internet Museu Nacional de Etnologia a quem agradecemos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Alguns islandeses descendem de ameríndia pré-colombiana


representação artística de um grupo de ameríndios


Alguns islandeses descendem

de ameríndia pré-colombiana

[ antropologia ]


Estudo revela que alguns islandeses descendem de ameríndia pré-colombiana


Análises de DNA provam que houve cruzamento entre vikings e índios americamos por volta do ano 1000


Os vikings estiveram na América por volta do ano 1000


Através de dados arqueológicos e da tradição literária existente, já se sabia que os vikings tinham estado na América antes do descobridor oficial – Cristóvão Colombo – lá ter chegado. Agora, uma investigação genética vem comprovar essa presença, indicando que houve de facto contacto entre as populações. Mais, uma mulher ameríndia terá sido levada para a Islândia e dela descendem algumas das famílias ainda existentes.


Para chegar a esta conclusão a equipa de investigadores analisou o DNA de quatro famílias islandesas – 80 pessoas – nas quais tinha identificou uma linhagem ameríndia. Apercebeu-se, assim, que o contacto pré-colombiano terá acontecido cinco séculos antes da chegada de Colombo. O artigo está publicado na revista «Journal of Physical Anthropology».


Sabia-se que os genes dos actuais islandeses procediam dos países escandinavos, da Escócia e da Irlanda, mas não se conhecia esta outra origem distante, explica o Conselho Superior de Investigações Científicas espanhol, ao qual pertence um dos grupos de investigação.


O povoado viking L'Anse aux Meadows, na ilha de Terra Nova (Canadá), descoberto em 1960 por Helge Ingstad e Anne Stine Ingstad, e textos medievais como «A Saga de Erik, o Vermelho», escrita em 1260 apontavam já que estes povos tinham alcançado a América no século X.


Os dados de DNA vêm acrescentar que os genes das populações se cruzaram. A linhagem encontrada nas quatro famílias (C1e) é mitocondrial, uma organela da célula externa ao núcleo e implicado nos processos de produção de energia, que é herdado exclusivamente da mãe.


Os vikings terão levado uma mulher ameríndia para a Islândia por volta do ano 1000, que cruzou os seus genes com os da população local. Esta é uma hipótese plausível, acredita Carles Lalueza-Fox, investigador do Instituto de Biologia Evolutiva (CSIC - Universidade Pompeu Fabra, Barcelona), pois a ilha ficou bastante tempo isolada a partir dessa época.


A investigação foi realizada em colaboração com a Universidade da Islândia e a empresa farmacêutica Decode Genetics, ambas de Reiquiavique.


Artigo: A new subclade of mtDNA haplogroup C1 found in icelanders: Evidence of pre-columbian contact?



fonte Ciência Hoje


imagem de abertura do sítio internet Virtuália - O Manifesto Digital a quem agradecemos.