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sábado, 7 de junho de 2014

Três milhões de documentos sobre o 25 de Abril guardados em Coimbra [ Coimbra ]



Três milhões de documentos sobre
o 25 de Abril guardados em Coimbra
[ arquivismo ]
CD25A - Centro de Documentação 25 de Abril, Coimbra

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Três milhões de documentos sobre o 25 de Abril guardados em Coimbra


O Centro de Documentação 25 de Abril (CD25A), com 30 anos de existência, possui “mais de três milhões de documentos”, entre “livros, jornais e revistas, panfletos e comunicados, arquivos, fotografias, cartazes e documentos áudio e vídeo”, além de outras peças.

A poucos dias de assinalar os 40 anos da Revolução, constata-se que “entre os documentos de arquivo”, o Centro possui “o original do plano das operações militares” do 25 de Abril de 1974 ou “a coleção de panfletos produzida pelo Movimento dos Capitães e pelo MFA [Movimento das Forças Armadas]”, destaca o diretor do CD25A, Rui Bebiano.

Também fazem parte arquivos privados do antigo Presidente da República Costa Gomes e dos antigos primeiros-ministros Vasco Gonçalves e Maria de Lurdes Pintassilgo. Nem todos os arquivos privados estão, no entanto, catalogados, por falta de espaço nas atuais instalações do Centro (na Rua Augusta, na alta de Coimbra), salientou Rui Bebiano, adiantando que a nova sede do CD25A (na Rua da Sofia, na baixa da cidade), deverá estar a funcionar no início de 2015.

Fonte: As Beiras

fonte Pportodosmuseus

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CD25A - Centro de Documentação 25 de Abril
Rua Augusta, 25 r/c Dtº, 3000 Coimbra
t. 239 483 036 / f. 239 482 710
40° 12' 45.92" N 8° 24' 54.20" W

fotografia de abertura - a capa da revista “O Século Ilustrado de 04-05-1974, a qual era o suplemento semanal do jornal diário matutino de Lisboa “O Século” - do sítio internet Oceano das Palavras a quem agradecemos.
fotografia do CD25A - Centro de Documentação 25 de Abril do sítio internet Centro de Documentação 25 de Abril [ facebook / © Cláudia Paiva ] a quem agradecemos.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

CANCELADO o Jantar-tertúlia «História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75»



Caras/os:

O Jantar-tertúlia «História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75» com a historiadora e autora Raquel Varela, marcado para hoje à noite, 06 Junho 2014 na AERLIS em Oeiras, e que anunciámos AQUI foi CANCELADO.

Agradecemos a V. compreensão e pedimos desculpa pelo facto a quem já se tinha inscrito.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Jantar-tertúlia com o livro «História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75» de Raquel Varela [ Oeiras ]



«História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75»
[ jantar-tertúlia ]
Raquel Varela [ autora / oradora ]
06 Junho 2014, 20h00 [ jantar ] 21h30 [ palestra ]
AERLIS, Oeiras

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Caros Associados,

No próximo dia 6 de Junho de 2014, às 20h, vamos dar inicío às nossas tertúlias ao JANTAR. Desta vez teremos, às 21h30, a Raquel Varela, que nos vem apresentar e falar sobre o seu livro História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75.

Iremos jantar no AerlisCafé, um simpático restaurante que nos volta a receber, para este jantar tertúlia.

Os pratos disponiveis para escolha são:

Peixe: Bacalhau á Chefe (com 3pimentos) acompanha com batatas a murro; Ou,
Carne: Tornedós de Porco ladeados com bacon acompanha com arroz branco e feijão salteado.

Sobremesas disponíveis: Bolo Brigadeiro,  Bolo Encharcado
Entradas, bebidas e café, incluidos.

Sócios: 15€, Não sócios: 17,50€

A AERLIS, tem do lado norte (é em frente ao) o shopping Oeiras Park e do lado sul tem parque dos Poetas, é ao lado da CM Oeiras e tem estacionamento à volta do edifício. Para quem vem de transportes (se não tiver uma boleia) existem transportes públicos directos, desde a estação da CP de Paço d’Arcos e de Oeiras, além do SATU (mapa em anexo).



Informação sobre a autora:
Raquel Varela (1978) é Historiadora. Investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais e investigadora do Instituto Internacional de História Social, onde coordena o projecto internacional In the Same Boat?Shipbuilding and ship repair workers around the World (1950-2010). É coordenadora do projecto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. É doutora em História Política e Institucional (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa).É neste momento Presidente da International Association Strikes and Social Conflicts. É vice coordenadora da Rede de Estudos do Trabalho, do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal.
Livros Publicados/Coordenados

 História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-1975 (Bertrand, 2014)
• A Segurança Social é Sustentável. Trabalho, Estado e Segurança Social em Portugal (Bertrand, 2012)
• Quem paga o Estado Social em Portugal? (Bertrand, 2012
• 25. April 1974 – Die Nelkenrevolution (25 de Abril. A Revolução dos Cravos, publicado na Alemanha, Berlim, Laika Verlag, 2012).
• História do PCP na Revolução dos Cravos (Bertrand, 2011)
• Revolução ou Transição? História e Memória da Revolução dos Cravos (Bertrand, 2012)
• Greves e Conflitos Sociais no Portugal Contemporâneo (Colibri, 2012)
• Strikes and Social Conflicts. Towards a Global Labour History (IASSC-IHC, 2012)
• O Fim das Ditaduras Ibéricas (1974-1978) (Centro de Estudios Andaluces/ Edições Pluma, 2010)
É membro do board of Trustees do ITH-International Conference of Labour and Social History (Viena, Áustria). É membro da Asociacíon Historiadores del Presente

. Os seus artigos estão publicados em revistas nacionais e internacionais com arbitragem científica como Revista Brasileira de História, Hispania, XX Century Communism, Revolutionary Russia, Historia del Presente, Revista Espacio, Tiempo y Forma, Análise Social.

As suas áreas de investigação são História Global do Trabalho e História do Estado Social. História dos movimentos sociais na Península Ibérica. História do movimento operário português. História da Revolução de 25 de Abril de 1974. O papel do Partido Comunista Português na revolução portuguesa. Estudo comparativo dos Partidos Comunistas Europeus.

http://socialhistory.org/en/staff/raquel-varela

http://ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1242-rcvarela

Necessitamos que “espalhem” este evento pelos amigos que não têm email e precisamos das Vossas reservas quanto antes para podermos ter lugares para todos.

Como sempre podem contactar-me directamente por email (preferencial) mas também por telefone (96 243 70 48) ou também para o Gonçalo Ferrão(goncalo.ferrao@espacoememoria.org – 919 987 808) ou Romeu Bragança(romeu.braganca@gmail.com -  918 801 038).

Até breve e sem mais de momento
Os melhores cumprimentos

Rui Lemos
Vice Presidente

rui.lemos@espacoememoria.org
Mobile: +351 96 243 70 48





ESPAÇO e MEMÓRIA
Associação Cultural de Oeiras
Rua Professor Mota Pinto, Loja N.º 10,
Bairro do Pombal,
2780-275 OEIRAS

Apartado 184
2781-851 Oeiras

Tel: +351 21 441 99 51
www.espacoememoria.org

fonte Rui Lemos - Espaço e Memória

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Raquel Cardeira Varela

sobre Raquel Cardeira Varela veja em Instituto de História Contemporânea

vista aérea da AERLIS [ no centro ] junto à CM Oeiras e ao Oeiras Parque [ ambos no canto sup. esq. ]

AERLIS - Associação Empresarial da Região de Lisboa
Rua S. Salvador da Baía, Edifício Aerlis, 2780-017 Oeiras
t. 210 105 000 / f. 210 105 001
38° 42' 11.43" N 9° 18' 3.68" W

fotografia de abertura - vista aérea da multidão que no dia 01-05-1974 encheu o Estádio 1.º de Maio [ legenda original: Sob o lema “O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!”, uma voz uníssona e um verdadeiro mar de gente, trabalhadores, sindicalistas, homens, mulheres, soldados, marinheiros e povo, marchou de rota batida desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Estádio da FNAT, que imediatamente mudou o nome para Estádio 1.º de Maio. Aqui, cerca das 17h30, pela voz de Adelino Gomes, foi anunciado o início do comício sindical, mas em boa verdade o estádio foi manifestamente insuficiente para albergar todas as almas, porquanto milhares de pessoas ficaram de fora. O povo estava arrebatado em êxtase. ] do sítio internet Abril de novo a quem agradecemos.
fotografia de Raquel Cardeira Varela do sítio internet O Insurgente a quem agradecemos.
fotografia aérea da AERLIS - Associação Empresarial da Região de Lisboa do Bing Maps
fotografia da AERLIS - Associação Empresarial da Região de Lisboa do sítio internet AERLIS - Associação Empresarial da Região de Lisboa a quem agradecemos.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

«Mensagem da Associação 25 de Abril»



«Mensagem da Associação 25 de Abril»
[ efeméride / política ]
Portugal

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Mensagem da Associação 25 de Abril - 25 de Abril de 2014
Mensagem da Associação 25 de Abril

MENSAGEM

Passados 40 anos depois da madrugada que deu origem a “o dia inicial inteiro e limpo/onde emergimos da noite e do silêncio/e livres habitamos a substância do tempo” qual o tempo que hoje nos é dado?

Cada dia que passa, assistimos à destruição do positivo que foi construído, em resultado da acção libertadora de há 40 anos!

O país está vendido, em grande parte e a pataco, ao estrangeiro!

A emigração de muitos portugueses consuma-se, levando consigo muito do saber e da capacidade indispensáveis à desejada recuperação de Portugal!

Os roubos permanentes a que os portugueses são sujeitos, da parte dos que deviam protegê-los e prover pelo seu bem-estar estão a destruir a esperança no futuro!

A ausência de uma justiça igual para todos provoca o descrédito do que deveria ser um Estado de Direito!
Os detentores do poder assumem-se, cada vez mais, como herdeiros dos vencidos em 25 de Abril de 1974!
As desigualdades, consumadas no aumento do enriquecimento dos que já têm tudo e no cada vez maior empobrecimento dos mais desfavorecidos, transforma a nossa sociedade num barril de pólvora que apenas será sustentável numa nova ditadura opressiva, com o desaparecimento das mais elementares liberdades.
O medo, pelo futuro, cada vez mais, propaga-se em variados sectores da sociedade!

Como há já alguns anos, manifestamos a nossa indignação face aos acontecimentos que se estão vivendo em Portugal e configuram, sem a menor dúvida, um enorme e muito grave descrédito dos representantes políticos, um logro à confiança dos cidadãos e um desprestígio para o nosso País.

A Democracia baseia-se num pacto social, onde os cidadãos elegem os que consideram os mais indicados para gerir os assuntos públicos e para os representar durante um período de tempo previamente acordado.
A Democracia não é, nem pode ser jamais, a concessão a uns quantos de uma patente de pilhagem para se enriquecerem durante quatro anos ou mais!

A Democracia tem o seu fundamento na confiança que os representados têm nos seus representantes e na lealdade destes perante quem os elegeu.

Quando essa confiança é traída e essa lealdade desaparece, o prestígio e a legitimidade moral da classe política desmoronam-se e o cimento da Democracia apodrece.

Tudo isto tem-se agravado, cada ano que passa.

Porque continuamos a considerar que a antecâmara do totalitarismo surge quando num Estado de Direito a classe política perde o seu prestígio, porque se transforma numa espécie de casta que deixa de servir os interesses de todos para servir apenas os seus próprios interesses.

E, porque queremos lutar pela manutenção da Democracia, que apenas será viável pela reafirmação dos valores de Abril, proclamamos a imperiosa necessidade de:

Assunção de um compromisso nacional na defesa e manutenção do Estado Social que legitimamente satisfaça as necessidades básicas, erradique a pobreza “vergonha de nós todos”, e abra um caminho de esperança e de luz para o sector mais desprotegido da sociedade portuguesa que lhe possibilite o acesso à formação, educação e emprego.

Assunção de um compromisso nacional para a promoção de um duradouro programa de educação e investigação científica, para qualificação dos jovens nas áreas fundamentais da globalização.

Assunção de um compromisso nacional para a promoção de um programa duradouro do sistema judicial, de forma a tornar a justiça mais célere e mais próxima dos cidadãos, sem descriminação entre pobres e ricos.

Assunção de um compromisso nacional duradouro de um programa de emprego agregador e integrador dos vários saberes e competências acumuladas, que incentive o regresso de milhares de “cérebros” forçados à emigração, que incorpore jovens licenciados, agregue adequados programas de formação para jovens que abandonaram os estudos, e para trabalhadores activos que necessitem actualizar e melhorar saberes e competências.

Assunção de um compromisso nacional e duradouro de um programa de desenvolvimento económico sustentável à adopção dos objectivos enunciados para a manutenção do Estado Social e dos programas de educação, justiça e emprego.

O governo e a cobertura que lhe é dada pelo Presidente da República protagonizam os fautores do “estado a que isto chegou” razão pela qual não serão eles a quem possa continuar a confiar-se os destinos de Portugal.
Torna-se, por isso, urgente uma ampla mobilização nacional para sermos capazes de aproveitando as armas da Democracia mostrar aos responsáveis pelo “estado a que isto chegou” um cartão vermelho, que os expulse de campo!

Temos de ser capazes de expulsar os “vendilhões do templo”!

Os desmandos e a tragédia da actual governação não podem continuar!

Igualmente, temos de ser capazes de retornar às Presidências de boa memória de Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio!

O 25 de Abril foi libertação e festa, passou por participação e desenvolvimento, mas passou também por retrocesso e desilusão, fruto da corrupção e esbanjamento.

Hoje sofre revanchismo, roubo e destruição.

Que se consubstancia em despudorados ataques à saúde pública, à educação, à segurança social, ao direito ao trabalho, ao direito a uma velhice sossegada, e aponta para o fim das liberdades, da soberania e da democracia.
Temos de ser capazes de ultrapassar os sectarismos, temos de ter a capacidade de, contrariamente ao que normalmente acontece, e reconhecer o inimigo comum, mesmo antes de sermos totalmente derrotados.
Vencendo o conformismo, temos de ser capazes de resistir de novo, reconquistar as utopias, arriscar a rebeldia e renovar a esperança!

Recolocados os valores da madrugada libertadora, nessa altura, vencido o medo, poderemos então retomar a esperança de continuar a construir Abril!

Viva Portugal!
Viva o 25 de Abril!

25 de Abril de Abril de 2014


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MC

fonte Miguel Carvalho via Álvaro José Ferreira - Amigos do LUGAR AO SUL

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fotografia de abertura do sítio internet Um breve olhar a quem agradecemos.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Recordar Abril - O Antes e o Depois - A Revolução dos Cravos




Recordar Abril
O Antes  e o Depois
A Revolução dos Cravos
[ comemoração ]
Lisboa

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Recordar Abril
«O Antes  e o Depois» e «A Revolução dos Cravos»

25 de Abril Antes e Depois

25 de Abril 1974 - Revolução dos Cravos

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fotografia de abertura do sítio internet João Videira Santos a quem agradecemos.
expressamos o nosso agradecimento aos autores dos vídeos aqui publicados por nós, os quais se encontram no YouTube.