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sábado, 11 de julho de 2015

Quadro de Paula Rego bate recorde em Londres



Quadro de Paula Rego bate recorde em Londres
[ arte ]
Londres

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Quadro de Paula Rego bate recorde em Londres


Um quadro de Paula Rego de 1988 foi arrematado num leilão em Londres por 1,6 milhões de euros, um novo recorde da artista portuguesa.
The Cadet and his Sister (O cadete e a irmã), um acrílico sobre papel em tela, de 1988, aborda o tema da despedida, mostrando um cadete vestido com o uniforme do Colégio Militar, de partida para o combate, que se despede da irmã enquanto ela se ajoelha e ata os sapatos.
A composição remete para um importante acontecimento na vida pessoal da pintora portuguesa, porque, nesse mesmo ano, faleceu o seu marido, o também artista Victor Willing, de esclerose múltipla.
Esse ano foi igualmente importante na carreira de Paula Rego, pois passou a ser representada pela galeria Marlborough, em Londres, e foi objecto de uma retrospectiva na Serpentine Gallery, também em Londres.
Propriedade de um coleccionador privado americano, The Cadet and his Sister tinha uma estimativa inicial de entre 846 mil euros e 1,1 milhões de euros, mas acabou por ser arrematado por 1.614.795 euros, um novo recorde da artista, adiantou à agência Lusa fonte da Sotheby’s, organizadora do leilão. O recorde anterior estava nos 865 mil euros e foi atingido em 2011 com a venda do quadro Looking back (1987) pela Christie’s.

Fonte: Público

fonte Pportodosmuseus

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a pintora Paula Rego
[ fotografia do sítio internet The Independent | News | UK and Worldwide News | Newspaper a quem agradecemos ]

fotografia de abertura - a obra “A Última Mamada”, um dos quadros polémicos de Paula Rego, por nele ser possível identificar Aníbal Cavaco Silva [ a obra foi apresentada em Londres em 2013 ] do sítio internet José Paulo Fafe a quem agradecemos.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Pegadas humanas fósseis com mais de 800 mil anos descobertas no Reino Unido



Pegadas humanas fósseis com mais de 800 mil anos
descobertas no Reino Unido
[ arqueologia ]
Reino Unido

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Cientistas encontram pegadas humanas de ao menos 800 mil anos no Reino Unido

Registros são os mais antigos encontrados fora da África e primeiros indícios de vida humana no norte da Europa

AP

Eles já foram uma família britânica algum dia – quase um milhão de anos atrás. Foi o que anunciaram arqueólogos, nesta sexta-feira (7), sobre a descoberta de pegadas humanas na Inglaterra.


AP
Arqueólogos britânicos encontram pegadas mais antigas já registradas fora do continente africano no litoral da Inglaterra

As marcas datam de aproximadamente 800 mil e 1 milhão de anos - os registros mais antigos encontrados fora da África e os primeiros indícios de vida humana no norte da Europa.

Time de pesquisadores do Museu Britânico, Museu da História Natural de Londres e da Universidade Rainha Maria de Londres descobriram impressões de pelo menos cinco indivíduos na lama de um estuário (área onde ocorre o encontro da água salgada do mar com a água doce do rio) em Happisburgh, na costa leste da Inglaterra.

O arqueólogo do Museu Britânico Nick Ashton disse que a descoberta – publicada detalhadamente no jornal PLOS ONE – é uma “linha tangível para nossos primeiros parentes humanos”.

Preservadas em camadas de lodo e areia por centenas de milênios antes de serem expostos pela maré no ano passado, as marcas dão um exemplo vívido das marcas de alguns dos nossos ancestrais mais antigos.

As pegadas foram deixadas por um grupo que inclui pelo menos duas crianças e um homem adulto. Eles podem ter sido uma família que buscava comida às margens de um rio – talvez o Tâmisa antigo, de acordo com os cientistas - onde bisões, mamutes, rinocerontes e hipopótamos andavam.

O arqueologista e professor na Universidade de Southampton, que não estava envolvido no projeto, disse que a descoberta é “tremendamente significante”.
"isso é tão tangível”, ele disse. “É o mais próximo que conseguiremos saber sobre as pessoas”.

“Quando eu ouvi falar sobre isso, era como se estivesse ouvindo a primeira linha de Jerusalem (canção sacra de William Blake) pela primeira vez – E aquelas pés, no tempo antigo, caminharam sobre as montanhas verdes da Inglaterra? Bem, eles caminharam sobre o estuário lamacento”.

Os pesquisadores disseram que as marcas foram deixadas pelo antecessor do Homo, ou o “homem pioneiro”, cujos fósseis foram encontrados na Espanha. O Homo morreu há cerca de 800 mil anos.

Ashton disse que as pegadas são de pelo menos 800 mil anos — "pela estimativa de conservação” - aproximadamente 100 mil anos mais velhos do que a primeira estimativa de habitação humana na Inglaterra.

Isso é significante porque 700 mil anos atrás, o país tinha um clima quente, estilo Mediterrâneo. O período anterior a esse era muito mais frio, similar ao dos dias atuais da Escandinavia.

O arqueologista do Museu de História Natural Chris Stringer disse que entre 800 mil a 900 mil anos atrás, o solo britânico era “O fim do mundo habitável”.

“Isso nos faz repensar nossos sentimentos sobre a capacidade desse povo primitivo, eles estava lidando com condições climáticas um pouco mais frias do que as dos dias atuais”, ele disse.

“Talvez eles tenham adaptações culturais que nós não teríamos nem pensado que era possível 900 mil anos atrás. Eles usavam roupas? Será que eles faziam abrigos, quebra-ventos ou coisas assim? Eles teriam feito uso do fogo?”, questionou.

Cientistas datam as pegadas por meio de estudo de suas posições geológicas e dos fósseis de animais extintos nesse período, incluindo o mamute.

Leia tudo sobre: 
pegadas  descoberta  arqueologistas  inglaterra

fonte Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo

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saiba mais em HyperScience - A ciência é a grande estrela do mundo real e em Zero Hora - Jornal do RS com notícias, esportes, colunistas e mais

imagem de abertura - o local do achado com as pegadas sinalizadas - do sítio internet HyperScience - A ciência é a grande estrela do mundo real a quem agradecemos.

domingo, 24 de novembro de 2013

Encuentran una escultura de un águila romana en centro financiero de Londres



Encuentran una escultura de un águila romana en centro financiero de Londres
[ arqueologia ]
Londres, Reino Unido

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Encuentran una escultura de un águila romana en centro financiero de Londres


Imagen: © Museum of London

La pieza, de 1.900 años de antigüedad y en un estado de conservación "increíble", fue encontrada en medio de los trabajos para la construcción de un hotel.
Una singular escultura romana de 1.900 años de antigüedad, que representa un águila atrapando una serpiente, fue encontrada enterrada en plena City, el centro financiero de la capital británica, divulgó hoy el Museo de Londres.
La figura, tallada en piedra caliza y en un estado de conservación "increíble", es "la mejor escultura romana creada por un artista local que se ha localizado hasta ahora en Londres", afirmó Michael Marshall, historiador del museo donde la estatua estará expuesta desde mañana hasta abril.
Un equipo de arqueólogos encontró en septiembre esta imagen, de 65 centímetros de alto por 55 de ancho, durante las últimas horas de una excavación que había durado varios meses en el terreno donde está previsto levantar un hotel de 16 plantas.
"El águila es un símbolo típicamente romano. Este nuevo hallazgo nos permite comprender con mayor profundidad cómo eran los habitantes del Londres romano y demuestra que tenían una gran familiaridad con la iconografía del mundo clásico", relató Marshall.
Según la simbología clásica, la estatua representa la lucha entre el bien (el águila) y el mal (la serpiente), un tema recurrente en contextos funerarios, explicó el historiador, que subrayó que en esa zona de la City se ubicaba un importante cementerio.
"Las esculturas funerarias son poco frecuentes en el Londres romano. Este ejemplo, que proviene quizás del interior de un mausoleo, es una pieza de una calidad extraordinaria que nos ayudará a comprender cómo estaban construidos los cementerios y tumbas que se alineaban al borde de los caminos que salían de la ciudad", explicó el experto del Museo de Londres.
El arqueólogo Martin Heing resaltó por su parte que la figura, de una "excepcional calidad" y en unas condiciones de conservación "extraordinarias", es una de las "mejores esculturas romanas que se han localizado en el Reino Unido".
El águila y la serpiente presentan "la misma viveza que el día que fueron talladas", y en diecinueve siglos "tan solo han perdido la capa de pintura que las recubría", señaló.
La piedra caliza en la que está fabricada la talla prácticamente no se ha deteriorado y todavía se aprecian detalles de la figura como la lengua bífida de la serpiente y el plumaje del ave.

fonte PAM - Património, Artes e Museus

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ilustração de abertura do sítio internet Starnews 2001 - Cultura e Informação a quem agradecemos.

domingo, 3 de novembro de 2013

Recuperado retrato de Napoleão que se julgava perdido



Recuperado retrato de Napoleão que se julgava perdido
[ arte ]
Nova Iorque, Estados Unidos da América

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Recuperado retrato de Napoleão que se julgava perdido


Imagem: As semelhanças entre os dois retratos são evidentes Collins Fine // Arts/AFP Fonte Um retrato do imperador francês Napoleão Bonaparte, que se julgava perdido há dois séculos, foi encontrado em Nova

pam-patrimonioartesemuseus.com

fonte PAM - Património, Artes e Museus

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fotografia de abertura - Napoleão Bonaparte representado na tela «Le Premier Consul franchissant les Alpes au col du Grand-Saint-Bernard» pintada em 1800 por Jacques-Louis David [ 1748–1825 ]
 actualmente localizada no Palácio de Charlottenburg, Berlim, Alemanha - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

sábado, 6 de abril de 2013

Uma nova pintura atribuída ao mestre holandês Rembrandt




Uma nova pintura atribuída
ao mestre holandês Rembrandt
[ arte ]
Londres

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Rembrandt: nova pintura atribuída ao mestre holandês


Uma pintura atribuída a um discípulo de Rembrandt foi afora identifica como sendo da autoria do próprio mestre holandês. A autenticação do quadro é da responsabilidade do especialista Ernst van de Wetering.
A obra foi doada a um particular à National Trust, integrando uma colecção constituída por 13.500 pinturas.
(…)

fonte Pportodosmuseus

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Saiba mais em UOL Entretenimento: Novidades e guía sobre arte, eventos e lazer - UOL Entretenimento em G1 - O portal de notícias da Globo em Touch Of Class - Arte, Coleção e Investimento em SIC Notícias e em Público

fotografia de abertura - auto-retrato [ 1660 ] de Rembrandt Harmenszoon van Rijn [ Leida, 15 de Julho de 1606 — Amsterdam, 4 de Outubro de 1669 ] [ Metropolitan Museum of Art, New York, USA ]
 - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Palco do Romeu e Julieta descoberto em Londres




Palco do Romeu e Julieta
descoberto em Londres
[ arqueologia / teatro ]
Londres, Inglaterra

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Descoberto palco do Romeu e Julieta

Os escombros do teatro ‘The Curtain’, onde William Shakespeare teria estreado obras como ‘Enrique V’ e ‘Romeu e Julieta’, foram encontrados no leste de Londres, segundo informação divulgada pelo Museu de Arqueologia da capital britânica.
Os responsáveis deste museu qualificaram o achado como ‘emocionante’, já que a localização exata do teatro era tida como um ‘mistério’. Até então, sabia-se que o teatro tinha sido inaugurado em 1577 e que se encontrava no bairro de Shoreditch, em Londres.
(…)
O ‘The Curtain’ foi a sede da companhia de Shakespeare, ‘The Lorde Chamberlains Men’, de 1577 até 1597, época em que o dramaturgo britânico apresentou obras como ‘Romeu e Julieta’, ‘Sonho de uma Noite de Verão’ e ‘Enrique V’.


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fotografia de abertura - tela «A Reconciliação dos Montecchios e Capuletos Diante da Morte de Romeu e Julieta» [ 1854 ] de Fredrich Leighton [ 1830-1896 ] Agnes Scott College - do sítio internet Viático de Vagamundo, a quem agradecemos.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Pedras incas podem explicar poderio da civilização


Pedras incas podem explicar

poderio da civilização

[ arqueologia ]

Peru


Pedras incas podem explicar poderio da civilização


Encontrados recentemente objectos descritos desde o século XVI


Machu Picchu é um ícone do império inca


Arqueólogos britânicos e peruanos encontraram um conjunto de pedras incas que podem revelar o segredo do poder da civilização que dominou parte da América do Sul entre os séculos XV e XVI.

As três pedras, que têm 35 centímetros de altura e a forma de cone, foram encontradas no topo de uma montanha onde os incas realizavam rituais sagrados. Representavam a conexão entre o mundo dos antepassados e o sol.

Embora tivessem sido descritas por cronistas espanhóis que chegaram à América no período das grandes navegações e vistas em desenhos feitos nessa altura, nenhum exemplar tinha sido encontrado até agora.


Os investigadores da Universidade Nacional de Huamanga, no Peru, do Museu Britânico e das Universidades de Reading e de Londres, no Reino Unido, acreditam que os topos de montanha eram locais sagrados para os incas, pelo que não queriam deixar traços visíveis da sua presença. Como tal as pedras encontradas estavam subterradas numa das 40 plataformas cerimoniais existentes em grandes altitudes.

As plataformas e as pedras ancestrais, parte do arsenal ideológico inca, eram um instrumento-chave de controlo imperial. Os especialistas calculam que essas plataformas teriam sido construídas por volta de 1400, durante a conquista daqueles territórios pelos incas, antes da chegada dos espanhóis.

Na crença inca, picos de montanhas cobertos de neve, de onde vem a água que sustenta a vida nos vales, eram sagrados. As pedras seriam oferendas para o cume sagrado, conectando os antepassados incas com o sol.

Os investigadores procuram agora descobrir como os incas conseguiram ganhar o impulso que lhes deu controlo sobre um território tão grande e acreditam que essa resposta está guardada nas plataformas e pedras ancestrais.



fonte Ciência Hoje


sábado, 27 de novembro de 2010

Encontradas duas sonatas de Vivaldi


Antonio Lucio Vivaldi

(Veneza, 4 de março de 1678 — Viena, 28 de julho de 1741)

Gravura de François Morellon de la Cave


Encontradas duas sonatas de Vivaldi

[ música ]


Encontradas duas sonatas de Vivaldi



Duas sonatas para violino do compositor italiano Vivaldi foram encontradas numa colecção de manuscritos no Foundling Museum, em Londres. Uma das sonatas, que se estima ter cerca de 270 anos – e datando, nesse caso, nos últimos anos da vida do compositor – vai ser interpretada no próximo domingo na universidade Liverpool Hope.


Fonte: Público



fonte pportodosmuseus


sobre Antonio Vivaldi leia aqui


fotografia de abertura do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Povoado romano encontrado na periferia de Londres


mosaico romano, Conímbriga


Povoado romano encontrado

na periferia de Londres

[ arqueologia ]

Londres, Inglaterra


Povoado romano encontrado na periferia de Londres


Aldeia teria sido importante ponto de passagem entre Silchester e a antiga Londinium


Os esqueletos encontrados estão enterrados de forma pouco comum


Em 2008, uma equipa de arqueólogos do Museu de Londres que realizava sondagens no espaço a ser ocupado por um hotel de luxo (em Syon Park, oeste de Londres) descobriu vestígios romanos século I d.C. Depois de dois anos de escavações, as descobertas são agora apresentadas ao grande público. Os vestígios incluem uma estrada, um povoado, locais de enterro e numerosos objectos.


A arqueóloga Jo Lyon, do Museu de Londres, afirma que foi “uma sorte encontrar tanto material perto da superfície. Este diz muito sobre como as pessoas daquele local viviam, trabalhavam e morriam”. Esta aldeia agrícola na periferia de Londinium (que deu origem a Londres actual) fazia parte de um importante caminho que ligava Londres a Silchester. Teria servido para fornecer bens àquela cidade e dar abrigo aos viajantes.


A descoberta ajuda a construir um retrato da paisagem romana e mostra como a agitada metrópole comunicava com o resto da Roma britânica. No sítio foram recuperados milhares de artefactos, incluindo duas braceletes de xisto, centenas de moedas, uma faca, louça romana e uma bracelete de ouro, esta do Bronze Final, anterior à ocupação romana.


Foram encontrados também esqueletos humanos que poderão ser de habitantes da povoação. Os arqueólogos admitem que a colocação destes esqueletos em valas e de lado é particularmente curioso, pois muito pouco comum.


O Duque de Northumberland, cuja família tem o seu Palácio em Syon Park há mais de 400 anos, já se pronunciou sobre o achado: “Syon Park tem uma história rica e notável. Os achados romanos são um complemento incrível para este legado e dão ênfase a este local como um marco importante na história britânica. Estamos satisfeitos que a construção do novo hotel tenha revelado esses importantes artefactos que, sem dúvida, podem gerar muito interesse nos hóspedes e nos visitantes do parque”.



fonte Ciência Hoje


fotografia de abertura do sítio internet Centro de Informação Europeia a quem agradecemos.