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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Caixão 'misterioso' enterrado perto do rei Ricardo III analisado por ingleses




Caixão 'misterioso' enterrado perto do rei Ricardo III
analisado por ingleses
[ arqueologia ]
Leicester, Inglaterra

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Ingleses analisam caixão 'misterioso' enterrado perto do rei Ricardo III

Corpo deve ser de frade franciscano ou cavaleiro medieval, acredita equipe.
Sepultamento ocorreu um século antes de o monarca britânico morrer.


Arqueólogos da Universidade de Leicester, no Reino Unido, estão desenterrando um caixão de pedra do século 14 que pertenceu à Ordem Franciscana, da Igreja Católica, e foi encontrado próximo ao corpo do rei Ricardo III, exumado em setembro de 2012 no subsolo de um estacionamento no centro da cidade.

O monarca, imortalizado como um tirano pelo dramaturgo William Shakespeare, governou a Inglaterra por apenas dois anos no século 15 e morreu na Batalha de Bosworth, em 1485.

O caixão – considerado incomum, por ser o único de pedra achado totalmente intacto – foi desencavado na mesma época que o esqueleto de Ricardo III. Mas, como estudar o monarca era prioridade, o objeto não pôde ser analisado antes.

Os especialistas querem descobrir agora quem foi sepultado no local. Para isso, a equipe já levantou a tampa de chumbo do caixão e deve terminar os trabalhos ainda esta semana. Os pés são visíveis, embora degradados e não divulgados ainda em imagens. Com exceção disso, não há sinais de identificação, segundo os arqueólogos.

O time suspeita que lá esteja enterrado um cavaleiro medieval ou um dos dois franciscanos do alto escalão do mosteiro de Greyfriars, que funcionava no lugar séculos antes de o estacionamento ser construído.

Essa figura de prestígio, portanto, poderia ser um dos chefes da Ordem Franciscana na Inglaterra (o religioso Peter Swynsfeld, que morreu em 1272, ou o frade William de Nottingham, que morreu em 1330), ou ainda um cavaleiro chamado Mutton, que foi prefeito de Leicester e seria, na verdade, Sir William de Moton de Peckleton, que morreu entre 1356 e 1362.

Caixão de pedra intacto é encontrado perto do esqueleto do rei Ricardo III (Foto: Universidade de Leicester)

Esqueleto do rei britânico Ricardo III foi encontrado quase intacto em 2012 (Foto: Universidade de Leicester)

fonte G1 - O portal de notícias da Globo

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fotografia de abertura - retrato de Ricardo III de Inglaterra pintado post-mortem por autor desconhecido - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Uma carta de Oscar Wilde com conselhos para escritores descoberta em Inglaterra




Uma carta de Oscar Wilde com conselhos
para escritores descoberta em Inglaterra
[ epistolografia ]
Inglaterra

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Descoberta carta de Oscar Wilde com conselhos para escritores


Uma carta escrita por Oscar Wilde, com conselhos a escritores, foi descoberta na parte de trás de um velho guarda-roupa, em Inglaterra, de acordo com o jornal inglês “The Telegraph”.
O documento, com 13 páginas, não está datado, mas deve ter sido escrito por volta de 1890, quando Wilde se estava tornar famoso.
Dirigida a um aspirante a escritor, a carta aconselhava a não depender da escrita para sobreviver. “O melhor trabalho na literatura é sempre feita por aqueles que não dependem dela para ganhar o pão de cada dia.
Juntamente com a carta foi também encontrado o primeiro rascunho do soneto “The new remorse” (“O novo remorso”), que Oscar Wilde escreveu para o seu amante, o Lord Alfred Douglas.
Os dois documentos pertenciam ao dono de uma cervejaria vitoriana que, ao longo dos anos, recolheu cartas autografadas e manuscritos.
(…)

fonte Pportodosmuseus

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Saiba mais em Correio do Estado em Folha de S. Paulo - Jornal on-lone com notícias, fotos e vídeos e em Expresso | Notícias de  atualidade nacional e internacional, economia, opinião e multimédia

fotografia de abertura - Oscar Wilde: Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde [ Dublin, 16 de Outubro de 1854 — Paris, 30 de Novembro de 1900 ] numa fotografia de c. 1882 da autoria de Napoleon Sarony [ 1821 – 09 de November de 1896 ] - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

domingo, 14 de abril de 2013

Submarino nazi encontrado ao largo da Noruega




Submarino nazi encontrado ao largo da Noruega
[ navios ]
Noruega

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Submarino nazi encontrado ao largo da Noruega

Os destroços de um submarino nazi da Segunda Guerra Mundial, afundado com 48 pessoas a bordo, foram encontrados ao largo da costa da Noruega, durante trabalhos para um oleoduto, anunciou hoje o museu marítimo norueguês. O “U-486 foi torpedeado e partido ao meio por um submarino britânico em abril de 1945, pouco depois de ter largado de Bergen, oeste da Noruega, de acordo com Arild Maroey Hansen do museu marítimo de Bergen. Não houve sobreviventes.a a reduzir significativamente o sinal de radar”, acrescentou Maroey Hansen, à rádio pública NRK.
(…)
O “U-486 encontra-se a cerca de dois quilómetros do submarino alemão “U-864, que também foi afundado em 1945 com dezenas de toneladas de mercúrio a bordo, uma carga perigosa que durante anos preocupou governos e políticos noruegueses.
Os responsáveis têm examinado qual a melhor forma de limitar os riscos ambientais do mercúrio, hesitando entre fazer emergir os destroços – também partidos em duas partes – ou cobri-los com um sarcófago.
(...)

fonte Pportodosmuseus

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Sobre os submarinos classe U-486 e esta notícia veja em German submarine U-486 em The U-boat Wars 1939-1945 (Kriegsmarine) and 1914-1918 (Kaiserliche Marine) and Allied Warships of WWII - uboat.net em The Raw Story | America’s #1 completely independent news and politics source e em World News | Breaking US News and International News Headlines - GlobalPost

fotografia de abertura - os destroços do submarino U-486 afundado ao largo da Noruega - do sítio internet História Militar - Carlos Daroz a quem agradecemos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

É de Ricardo III a ossada encontrada




É de Ricardo III a ossada encontrada
[ arqueologia ]
Leicester, Inglaterra

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Cientistas confirmam ter encontrado ossada de Ricardo III

Investigadores britânicos fizeram a reconstrução facial do monarca

Restos mortais encontrados onde ficava a igreja de Grey Friars
(Imagem: University of Leicester)

Uma equipa de investigadores britânicos confirmou ter encontrado o esqueleto do último rei de Inglaterra morto em batalha – o rei Ricardo III, que governou o país no século XV. Os restos mortais foram descobertos numa zona medieval, onde actualmente existe um parque de estacionamento.
(...)

fonte Ciência Hoje onde pode ler a notícia na íntegra

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fotografia de abertura - retrato de Ricardo III de Inglaterra pintado post-mortem por autor desconhecido - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Palco do Romeu e Julieta descoberto em Londres




Palco do Romeu e Julieta
descoberto em Londres
[ arqueologia / teatro ]
Londres, Inglaterra

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Descoberto palco do Romeu e Julieta

Os escombros do teatro ‘The Curtain’, onde William Shakespeare teria estreado obras como ‘Enrique V’ e ‘Romeu e Julieta’, foram encontrados no leste de Londres, segundo informação divulgada pelo Museu de Arqueologia da capital britânica.
Os responsáveis deste museu qualificaram o achado como ‘emocionante’, já que a localização exata do teatro era tida como um ‘mistério’. Até então, sabia-se que o teatro tinha sido inaugurado em 1577 e que se encontrava no bairro de Shoreditch, em Londres.
(…)
O ‘The Curtain’ foi a sede da companhia de Shakespeare, ‘The Lorde Chamberlains Men’, de 1577 até 1597, época em que o dramaturgo britânico apresentou obras como ‘Romeu e Julieta’, ‘Sonho de uma Noite de Verão’ e ‘Enrique V’.


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fotografia de abertura - tela «A Reconciliação dos Montecchios e Capuletos Diante da Morte de Romeu e Julieta» [ 1854 ] de Fredrich Leighton [ 1830-1896 ] Agnes Scott College - do sítio internet Viático de Vagamundo, a quem agradecemos.

domingo, 1 de abril de 2012

Raro monólito britânico pode ter sido marcador astronómico




Raro monólito britânico
pode ter sido marcador astronómico
[ arqueologia ]
Parque Peak Distrit, Inglaterra

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Raro monólito britânico pode ter sido marcador astronómico
Rocha de Gardom's Edge está rodeada de vestígios do Neolítico tardio
Simulação 3D que mostra a incidência do Sol no monólito
No Parque Peak Distrit, perto de Manchester, Inglaterra, encontra-se um estranho monólito que, admitem os investigadores, poderá ter servido como marcador astronómico há 4000 anos atrás. Passando despercebido à primeira vista, esta rocha é mais do que aquilo que parece.
Os investigadores da Universidade de Nottingham Trent vão apresentar os resultados dos estudos que têm desenvolvido, no Encontro Anglo-Germânico de Astronomia que se está a realizar naquela cidade até quinta-feira. O estudo pode ser consultado no arxiv.org.
(...)

fonte Ciência Hoje, onde ode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - o monólito de Gardom's Edge visto de Este - do sítio internet Science Daily: News & Articles in Science, Health, Environment & Technology, a quem agradecemos.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A origem das pedras de Stonehenge tem nova teoria




A origem das pedras de Stonehenge
tem nova teoria
[ arqueologia ]
Stonehenge, Inglaterra

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Nova teoria sobre as origens das pedras de Stonehenge
Investigação do Museu Nacional do País de Gales e da Universidade de Leicester
Investigadores acreditam que pedras
vieram de Craig Rhos-y-felin, perto de Pont Saeson
A origem exacta das pedras que compõem Stonehenge, um dos mais famosos monumentos megalítico da Idade do Bronze que se situa em Salisbury, condado de Wiltshire, sul da Inglaterra, tem sido uma incógnita. Uma equipa de investigadores do Museu Nacional do País de Gales e da Universidade de Leicester acredita ter localizado a fonte.
Uma das hipóteses mais aceites até agora é a de que as rochas são originárias das colinas Preselli. A nova investigação diz que estas vêm Craig Rhos-y-felin, perto de Pont Saeson. O director do museu, Richard Bevin, acredita que esta descoberta ajudará a averiguar como se transportaram as pedras.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - o monumento megalítico Stonehenge, planície de Salisbury, condado de Wiltshire, Inglaterra - do sítio internet Wikipédia © Frédéric Vincent a quem agradecemos.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Jornais centenários em arquivo online




Jornais centenários em arquivo online
[ imprensa ]
Internet

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Reino Unido cria arquivo online de jornais centenários

A British Library disponibiliza online quatro milhões de páginas de jornais britânicos e irlandeses dos séculos XVIII e XIX.
Para mais informações:


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fotografia de abertura - página do jornal Hereford Times de 30-06-1838 - do sítio internet British Newspaper Archive a quem agradecemos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Festival Britânico de Arqueologia – O Dia da Arqueologia 2011



Festival Britânico de Arqueologia

O Dia da Arqueologia 2011

[ festival / internet ]

29 Julho 2011

Inglaterra


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Festival Britânico de Arqueologia – O Dia da Arqueologia 2011



O Dia da Arqueologia 2011 é um projecto online que permitirá aos arqueólogos, que trabalham em todo o mundo, registrarem o que eles fazem num dia, 29 de julho de 2011. Esta data coincide com o Festival Britânico de Arqueologia, que vai de 16 a 31 de julho de 2011. Arqueólogos que participam no projecto poderão registrar o seu dia através de fotografias, vídeos e posts escritos.


Para mais informações: http://festival.britarch.ac.uk/


fonte pportodosmuseus


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fotografia de abertura do sítio internet Babi a única a quem agradecemos.


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Pedras incas podem explicar poderio da civilização


Pedras incas podem explicar

poderio da civilização

[ arqueologia ]

Peru


Pedras incas podem explicar poderio da civilização


Encontrados recentemente objectos descritos desde o século XVI


Machu Picchu é um ícone do império inca


Arqueólogos britânicos e peruanos encontraram um conjunto de pedras incas que podem revelar o segredo do poder da civilização que dominou parte da América do Sul entre os séculos XV e XVI.

As três pedras, que têm 35 centímetros de altura e a forma de cone, foram encontradas no topo de uma montanha onde os incas realizavam rituais sagrados. Representavam a conexão entre o mundo dos antepassados e o sol.

Embora tivessem sido descritas por cronistas espanhóis que chegaram à América no período das grandes navegações e vistas em desenhos feitos nessa altura, nenhum exemplar tinha sido encontrado até agora.


Os investigadores da Universidade Nacional de Huamanga, no Peru, do Museu Britânico e das Universidades de Reading e de Londres, no Reino Unido, acreditam que os topos de montanha eram locais sagrados para os incas, pelo que não queriam deixar traços visíveis da sua presença. Como tal as pedras encontradas estavam subterradas numa das 40 plataformas cerimoniais existentes em grandes altitudes.

As plataformas e as pedras ancestrais, parte do arsenal ideológico inca, eram um instrumento-chave de controlo imperial. Os especialistas calculam que essas plataformas teriam sido construídas por volta de 1400, durante a conquista daqueles territórios pelos incas, antes da chegada dos espanhóis.

Na crença inca, picos de montanhas cobertos de neve, de onde vem a água que sustenta a vida nos vales, eram sagrados. As pedras seriam oferendas para o cume sagrado, conectando os antepassados incas com o sol.

Os investigadores procuram agora descobrir como os incas conseguiram ganhar o impulso que lhes deu controlo sobre um território tão grande e acreditam que essa resposta está guardada nas plataformas e pedras ancestrais.



fonte Ciência Hoje


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Portugal-Inglaterra: 250 anos de Intercâmbio Científico


Portugal-Inglaterra: 250 anos de Intercâmbio Científico

[ colóquio ]

10 Dezembro 2010, 10h00 às 18h00

Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra


Intercâmbio científico entre Portugal e Inglaterra tem 250 anos


Colóquio a 10 de Dezembro celebra aniversário da aliança luso-britânica


Colóquio realiza-se na Biblioteca Joanina da UC


Portugueses e ingleses criaram a mais antiga aliança científica do mundo e para comemorar este feito, no próximo dia 10 de Dezembro, a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra (UC) recebe o colóquio internacional “Portugal-Inglaterra: 250 anos de Intercâmbio Científico”.


Este encontro pretende evocar cientistas portugueses e diplomatas que foram membros da Sociedade Real de Londres, a mais antiga academia científica do mundo actualmente em funcionamento e que já conta com 350 anos de existência


“Portugal e Inglaterra são parceiros desde o tratado de Windsor [assinado em 1386], o mais antigo acordo político ainda em vigor, tendo sempre mantido fortes relações”, explica Carlos Fiolhais, da UC e membro da comissão organizadora da iniciativa, acrescentando que neste colóquio serão abordadas “as relações científicas luso-britânicas, estando as apresentações a cargo de especialistas britânicos e portugueses”.


Entre as 10h00 e as 18h00 do dia 10 de Dezembro, vai ser retratada a vida e a obra dos sócios portugueses da Sociedade Real de Londres, tais como João Jacinto Magalhães, que conviveu com os maiores cientistas da época ou Jacob de Castro Sarmento, um médico judeu que enviou para Coimbra o primeiro microscópio.


Primeiro microscópio de Coimbra (Foto: José Pessoa)


Também vão ser destacados Teodoro de Almeida, que, para além de padre, foi o primeiro físico experimental português, Correia da Serra, um botânico e diplomata em Washington, e Marquês de Pombal, que foi diplomata em Londres, primeiro-ministro português e protagonista da reforma da Universidade de Coimbra, em 1772.


Para além dos portugueses, Guilherme Elsden, um arquitecto britânico que traçou o edifício do Laboratorio Chimico, actual sede do Museu de Ciência da Universidade de Coimbra, também será recordado.


A Sociedade Real de Londres vai marcar presença neste colóquio, representada por Robert Fox, que dirige uma das publicações desta instituição e é historiador da Universidade de Oxford, e por Keith Moore, director da biblioteca daquela sociedade.


Esta iniciativa tem a organização da Biblioteca Geral da UC e do Museu da Ciência da mesma universidade, em colaboração com a Sociedade Real de Londres.



fonte Ciência Hoje


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Colóquio Internacional “Portugal-Inglaterra: 250 anos de intercâmbio científico (1660-1910)


COLÓQUIO INTERNACIONAL

Portugal-Inglaterra: 250 anos de intercâmbio científico (1660-1910)

10 de dezembro (10h00-18h00)


O colóquio assinala o 350º aniversário da Sociedade Real de Londres. Organizado pela Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, em colaboração com a Royal Society, o encontro pretende evocar os 25 cientistas portugueses e diplomatas que foram membros da Royal Society onde se incluem cientistas notáveis como João Jacinto Magalhães, Abade Correia da Serra, Jacob de Castro Sarmento e Bento de Moura Portugal e diplomatas como D. João Carlos de Bragança ? 2º Duque de Lafões e o próprio Marquês de Pombal bem como o intercâmbio científico entre Portugal e Inglaterra da fundação da Royal Society ao início da República Portuguesa.


Para mais informações:

http://www.uc.pt/congressos/pb250se/



fonte pportodosmuseus


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Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra

Largo da Porta Férrea

3000-447 Coimbra

t. 239 859 841

f. 239 827 135

website



fotografia da Biblioteca do sítio internet Angola-África Portal a quem agradecemos.