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domingo, 7 de setembro de 2014

Conferência «Munoz Torrero - o Bispo Liberal. Vida e morte em Oeiras.» por Joaquim Boiça [ Oeiras ]



Diálogos em noites de Verão
Minorias e Contrastes Sociais [ Séculos X-XX ]
Munoz Torrero - o Bispo Liberal.
Vida e morte em Oeiras
[ conferência ]
Joaquim Boiça [ orador ]
08 Setembro 2014, 21h00
Largo 5 de Outubro, Oeiras

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 [ Cabeza del Buey, Badajoz, España, 21-02-1761 - Oeiras e São Julião da Barra, Portugal, 16-03-1829 ]

a Fortaleza de São Julião da Barra, em Oeiras,
onde esteve cativo e faleceu Diego Munoz-Torrero
[ 38° 40' 28.59" N 9° 19' 30.60" W ]

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saiba mais sobre Diego Muñoz-Torrero em Wikipedia em Extremeños Ilustres e em Los Diputados Doceañistas

o Largo 5 de Outubro fica no Centro Histórico da Vila de Oeiras, e nele situa-se a Igreja Matriz.
Há muitas camionetas a partir da Estação de Oeiras:
camionetas - 106, 111, 112, 115, 122, 467, 471 e 482
estacionamento - nas traseiras da Livraria Galeria Verney [ pago / acesso pela Avenida Copacabana ]
38° 41' 31.95" N 9° 18' 43.41" W

J.F. Oeiras e São Julião da Barra:
09h00 - 12h30 / 14h00 - 17h30
Rua Marquês de Pombal, 42, 2780-289 Oeiras
t. 21 441 64 64
f. 21 441 63 45
geral@jf-oeiras.pt / website

fotografia de abertura - Diego Francisco Muñoz-Torrero y Ramírez Moyano [ Cabeza del Buey, Badajoz, España, 21-02-1761 - Oeiras e São Julião da Barra, Portugal, 16-03-1829 ] do sítio internet Llanura de Palmaria - Lugar de encuentro de los amantes de España y la Libertad a quem agradecemos.
fotografia a preto e branco de Diego Muñoz-Torrero do sítio internet Extremeños Ilustres a quem agradecemos.
fotografia da Fortaleza de São Julião da Barra [ foto datada 03-08-1998 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.
fotografia aérea do Largo 5 de Outubro do Google Earth

sábado, 24 de maio de 2014

«Começam as buscas aos restos mortais de Cervantes» [ Madrid ]



«Começam as buscas
aos restos mortais de Cervantes»
[ arqueolgia ]
Madrid, Espanha

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Começam as buscas aos restos mortais de Cervantes


Quase 400 anos depois da morte de Miguel Cervantes, começam hoje as buscas dos seus restos mortais no Convento das Trinitarias de Madrid, onde se acredita que foi enterrado cumprindo o seu desejo.

Um grupo de pesquisadores começa hoje uma análise dos possíveis locais onde possam estar depositados os restos mortais do escritor, recolhendo amostras que permitam realizar os testes necessários.

Depois de processar toda a informação, será possível no mês seguinte obter uma “imagem tridimensional absolutamente completa de todo o edifício”, explicou o médico legista Francisco Etxeberría.

Com a primeira fase concluída e com resultados positivos, a segunda fase passará por extrair os restos mortais do escritor, ação que estará a cargo da equipa liderada por Francisco Etxeberría.

Uma vez recolhidos os restos mortais, a última fase passará por identificar os mesmos através de características antropológicas, tais como as lesões que o escritor sofreu na Batalha de Lepanto, em 1571 – dois tiros no peito e um na mão esquerda.

A primeira tentativa de localizar os restos mortais do escritor começa logo pela manhã no convento atualmente habitado por freiras.

Fonte: DN

fonte Pportodosmuseus

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imagem de abertura - gravura [ 1863 ] da autoria de Gustave Doré [ Estrasburgo, 06-01-1832 – Paris, 23-01-1883 ] representando as personagens Dom Quixote e Sancho Pança, personagens centrais da obra «Dom Quixote de La Mancha» [ Don Quijote de la Mancha em castelhano ] de Miguel de Cervantes Saavedra [ Alcalá de Henares, 29-09-1547 — Madrid, 22-04-16161 ] do sítio internet Wikimedia Commons a quem agradecemos.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Comédia de Lope de Vega escrita há 400 anos descoberta na Biblioteca Nacional de Espanha



Comédia de Lope de Vega escrita há 400 anos
descoberta na Biblioteca Nacional de Espanha
[ teatro ]
Espanha

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Descoberta comédia de Lope de Vega escrita há 400 anos


Uma comédia escrita há 400 anos pelo dramaturgo do “século de ouro” espanhol Felix Lope de Vega, que se pensava perdida, foi descoberta na biblioteca nacional de Espanha, anunciaram hoje especialistas.

A peça vai ser interpretada este ano pela primeira vez desde que estreou há quatro séculos.

Do século XVII, a cópia manuscrita da peça Mujeres y Criados foi encontrado nos arquivos da biblioteca nacional espanhola por um investigador especialista na obra de Lope de Vega.

“É uma descoberta muito importante”, declarou Alberto Blecua, diretor do grupo de investigação da Universidade Autónoma de Barcelona (UAB) ao qual pertence o investigador Alejandro Garcia Reidy, citado num comunicado da universidade.

Segundo Alejandro Garcia Reidy, trata-se de uma cópia do original feita por Pedro de Valdés, diretor de uma companhia teatral, que representou a peça cerca de 20 anos depois de ter sido escrita.

Uma versão digital das 56 páginas manuscritas foi publicada nosite da biblioteca digital hispânica e servirá de base para a encenação da peça este ano pela primeira vez desde que estreou há quatro séculos.

Fonte: DN

Artigo completo

fonte Pportodosmuseus

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imagem de abertura - uma pintura com uma representação do dramaturgo Felix Lope de Vega y Carpio [ Madrid, 25-11-1562 – Madrid, 27-08-1635 ] - do sítio internet Balearides a quem agradecemos.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Pegadas humanas fósseis com mais de 800 mil anos descobertas no Reino Unido



Pegadas humanas fósseis com mais de 800 mil anos
descobertas no Reino Unido
[ arqueologia ]
Reino Unido

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Cientistas encontram pegadas humanas de ao menos 800 mil anos no Reino Unido

Registros são os mais antigos encontrados fora da África e primeiros indícios de vida humana no norte da Europa

AP

Eles já foram uma família britânica algum dia – quase um milhão de anos atrás. Foi o que anunciaram arqueólogos, nesta sexta-feira (7), sobre a descoberta de pegadas humanas na Inglaterra.


AP
Arqueólogos britânicos encontram pegadas mais antigas já registradas fora do continente africano no litoral da Inglaterra

As marcas datam de aproximadamente 800 mil e 1 milhão de anos - os registros mais antigos encontrados fora da África e os primeiros indícios de vida humana no norte da Europa.

Time de pesquisadores do Museu Britânico, Museu da História Natural de Londres e da Universidade Rainha Maria de Londres descobriram impressões de pelo menos cinco indivíduos na lama de um estuário (área onde ocorre o encontro da água salgada do mar com a água doce do rio) em Happisburgh, na costa leste da Inglaterra.

O arqueólogo do Museu Britânico Nick Ashton disse que a descoberta – publicada detalhadamente no jornal PLOS ONE – é uma “linha tangível para nossos primeiros parentes humanos”.

Preservadas em camadas de lodo e areia por centenas de milênios antes de serem expostos pela maré no ano passado, as marcas dão um exemplo vívido das marcas de alguns dos nossos ancestrais mais antigos.

As pegadas foram deixadas por um grupo que inclui pelo menos duas crianças e um homem adulto. Eles podem ter sido uma família que buscava comida às margens de um rio – talvez o Tâmisa antigo, de acordo com os cientistas - onde bisões, mamutes, rinocerontes e hipopótamos andavam.

O arqueologista e professor na Universidade de Southampton, que não estava envolvido no projeto, disse que a descoberta é “tremendamente significante”.
"isso é tão tangível”, ele disse. “É o mais próximo que conseguiremos saber sobre as pessoas”.

“Quando eu ouvi falar sobre isso, era como se estivesse ouvindo a primeira linha de Jerusalem (canção sacra de William Blake) pela primeira vez – E aquelas pés, no tempo antigo, caminharam sobre as montanhas verdes da Inglaterra? Bem, eles caminharam sobre o estuário lamacento”.

Os pesquisadores disseram que as marcas foram deixadas pelo antecessor do Homo, ou o “homem pioneiro”, cujos fósseis foram encontrados na Espanha. O Homo morreu há cerca de 800 mil anos.

Ashton disse que as pegadas são de pelo menos 800 mil anos — "pela estimativa de conservação” - aproximadamente 100 mil anos mais velhos do que a primeira estimativa de habitação humana na Inglaterra.

Isso é significante porque 700 mil anos atrás, o país tinha um clima quente, estilo Mediterrâneo. O período anterior a esse era muito mais frio, similar ao dos dias atuais da Escandinavia.

O arqueologista do Museu de História Natural Chris Stringer disse que entre 800 mil a 900 mil anos atrás, o solo britânico era “O fim do mundo habitável”.

“Isso nos faz repensar nossos sentimentos sobre a capacidade desse povo primitivo, eles estava lidando com condições climáticas um pouco mais frias do que as dos dias atuais”, ele disse.

“Talvez eles tenham adaptações culturais que nós não teríamos nem pensado que era possível 900 mil anos atrás. Eles usavam roupas? Será que eles faziam abrigos, quebra-ventos ou coisas assim? Eles teriam feito uso do fogo?”, questionou.

Cientistas datam as pegadas por meio de estudo de suas posições geológicas e dos fósseis de animais extintos nesse período, incluindo o mamute.

Leia tudo sobre: 
pegadas  descoberta  arqueologistas  inglaterra

fonte Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo

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saiba mais em HyperScience - A ciência é a grande estrela do mundo real e em Zero Hora - Jornal do RS com notícias, esportes, colunistas e mais

imagem de abertura - o local do achado com as pegadas sinalizadas - do sítio internet HyperScience - A ciência é a grande estrela do mundo real a quem agradecemos.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Um Neandertal ibérico que palitava os dentes



Um Neandertal ibérico que palitava os dentes
[ arqueologia ]
Cova Foradá, Valência , Espanha

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O caso especial de um Neandertal que palitava os dentes
Publicado por Isabel Louro <http://pam-patrimonioartesemuseus.com/profile/isabellouro> em 21 outubro 2013 às 17:43 em Notícias

Na imagem:Maxila vista em várias perspectivas /DR

Fonte <http://www.publico.pt/ciencia/noticia/o-caso-especial-de-um-neandertal-que-palitava-os-dentes-1609614#/0> / Por Teresa Firmino <http://www.publico.pt/autor/teresa-firmino>

Maxila encontrada em Espanha tem marcas do uso frequente de um palito, com que um Neandertal terá tentado aliviar uma inflamação nas gengivas.

Para tirar os restos de comida que ficaram entre os dentes, nada mais simples do que removê-los com um palito. É um hábito tão antigo entre os humanos que há registos de que o Homo habilis o fazia, há 1,8 milhões de anos. Agora, uma equipa espanhola encontrou marcas na maxila de um Neandertal deixadas pelo uso constante de um palito. Mas se já se sabia que os Neandertais também palitavam os dentes – afinal, surgiram há cerca de 400 mil anos, muito depois do Homo habilis, que tinha esse hábito, e nós ainda hoje o mantemos –, nunca se tinha visto um caso como o do dono da maxila agora estudada: palitava os dentes para aliviar o desconforto de uma inflamação grave nas gengivas.

No início da década de 2000, escavações no sítio arqueológico de Cova Foradá, uma gruta em Valência, Espanha, permitiram encontrar o maxilar superior de um Neandertal adulto (a altura em que viveu não é ainda clara, mas o fóssil estava numa camada do registo arqueológico associada a um tipo de indústria lítica que existiu entre há 150 mil e 50 mil anos). Não lhe restavam muitos dentes agarrados, apenas três.

Na imagem:Os sulcos deixados pela palitagem na boca doente de um Neandertal /DR

A equipa de Gala Gómez, do Instituto Catalão de Paleoecologia Humana e Evolução Social, em Tarragona, passou a pente fino a maxila, em exames como a tomografia axial computorizada (TAC), e publicou este mês os resultados na revista PLOS One.

A investigação relevou a existência de porosidade no osso maxilar, que ocorre quando existe uma inflação crónica da gengiva, e no osso e ligamentos de suporte dos dentes (periodontite ou doença periodontal). Revelou ainda uma perda de massa óssea nos alvéolos (onde estão inseridos os dentes), que atingiu entre quatro e oito milímetros, refere um comunicado de imprensa da Universidade Autónoma de Barcelona, também envolvida na investigação. Por causa dessa perda óssea, as raízes dos dentes ficaram expostas.

Portanto, este Neandertal sofria da boca, embora não tivesse caries nem abcessos. Uma dieta à base de alimentos duros e fibrosos também lhe provocou um grande desgaste dentário.

E a seguir veio a parte mais curiosa do estudo: na zona de contacto entre dois dentes, o primeiro pré-molar e o primeiro molar do lado superior esquerdo, a maxila apresenta sulcos bem visíveis. Ora, estes "sulcos interproximais" resultaram do uso frequente de um palito. “A localização, morfologia e tamanho dos sulcos coincidem com os sulcos interproximais encontrados nos dentes de outros fósseis”, refere a equipa o artigo científico.

Na imagem:Os sulcos deixados pela palitagem /DR

“Para tentar aliviar o incómodo causado pela doença periodontal, com uma importante inflamação das gengivas, que sangravam frequentemente, este indivíduo utilizava um palito de forma sistemática”, diz por sua vez Marina Lozano, do instituto catalão, citada no comunicado. “É muito possível que lhe tenham ficado bocados de alimentos entre as raízes dos dentes e as gengivas, e que tentasse tirar esses restos de comida para aliviar a dor”, refere a investigadora.

“Além disso, a inflamação das gengivas por si só também provoca a sensação de ter um corpo estranho sem que este exista. Tal como fazem hoje muitos doentes de periodontite, isto faria com que aquele Neandertal usasse um palito com mais frequência e intensidade, o que lhe provocou os sulcos interproximais”, acrescenta Marina Lozano.

Medicina paliativa

Além de registos para o Homo habilis, estão documentados muitos casos de sulcos entre os dentes devido ao uso de palitos pelos Neandertais, diz ainda a equipa. A diferença é que nunca se tinha associado até agora esse hábito a um problema dentário. “No caso de Cova Foradá, o palito não foi usado apenas como uma forma de higiene oral primitiva; antes está associado a uma patologia dentária e houve a intenção de aliviar a dor. E é isso que o torna singular”, sublinha Marina Lozano.

A equipa considera este caso como um dos primeiros exemplos de um tratamento dentário paliativo com um palito. Em última análise, considera-o mais do que uma simples curiosidade sobre os Neandertais, pois ajuda a traçar um retrato mais fiel destes humanos que viveram apenas na Europa e no Médio Oriente e se extinguiram há 28 mil anos na Península Ibérica, o último reduto para onde foram sendo empurrados, com a chegada à Europa da nossa espécie, o Homo sapiens, há cerca de 40 mil anos. Considerados, em tempos, menos refinados do que os primeiros representantes da nossa espécie, os Neandertais desapareceram sem que as razões dessa extinção estejam ainda bem identificadas. Terá sido a agressividade da nossa espécie, alguma inadaptação ambiental ou outras causas?

“Este estudo é mais um passo para caracterizar os Neandertais como uma espécie com grande capacidade de adaptação ao seu ambiente e com muitos recursos, mesmo no campo da medicina paliativa”, considera Marina Lozano.

in: http://pam-patrimonioartesemuseus.com/forum/topics/o-caso-especial-de-um-neandertal-que-palitava-os-dentes

fonte PAM - Património, Artes e Museus

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fotografia de abertura - vista semi frontal dum crânio de Homo Neanderthalensis [ 30.000 - 50.000 anos ] descoberto em Gibraltar; American Museum of Natural History - do sítio internet Wikipedia [ foto: Anagoria ] a quem agradecemos.

sábado, 9 de março de 2013

Colecções dos Museus de Portugal e Espanha divulgadas num catálogo online




Colecções dos Museus de Portugal e Espanha
divulgadas num catálogo online
[ museologia ]
Internet

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Catálogo online divulga colecções dos Museus de Portugal e Espanha


No âmbito do programa Ibermuseos, foi realizado, no Museu Nacional de Escultura, em Valladolid, o III Encontro de Museus Portugal-Espanha.
Durante o encontro, foram apresentados os resultados dos projectos bilaterais, desenvolvidos nos últimos anos, entre o Museu Nacional de Escultura e o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, nomeadamente no que diz respeito ao intercâmbio de exposições temporárias.

Neste contexto, e no sentido de promover a difusão das colecções da autoria de artistas espanhóis e portugueses, existentes nos museus em Portugal e em Espanha, já se encontra disponível, online, dois catálogos: o catálogo das colecções espanholas em museus portugueses conta com 92 objectos, enquanto que o catálogo das colecções portuguesas em museus espanhóis conta com 62 peças. Paralelamente, está, também, disponível, uma edição electrónica – Diálogos hispanolusos – um compêndio com 12 artigos da autoria de profissionais de museus dos dois países.

Colecciones españolas en los museos portugueses y Colecciones portuguesas en los museos españoles

fonte Pportodosmuseus

domingo, 27 de janeiro de 2013

Cadernos de Félix Rodríguez de la Fuente em formato digital




Cadernos de Félix Rodríguez de la Fuente
em formato digital
[ natureza ]

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Cadernos de Félix Rodríguez de la Fuente em formato digital

Trabalho do naturalista espanhol agora em app para dispositivos móveis

Imagem da aplicação «iFelix»

O espanhol Félix Rodríguez de la Fuente, um dos mais famosos divulgadores da Natureza, que realizou famosas séries durante os anos 70, como «O Homem e a Terra», e que se destacou também como defensor do lobo ibérico, terá agora a sua obra escrita – os «Cuadernos de Campo» – em formato digital, mais de 30 anos depois da sua morte. A ideia da nova aplicação «iFelix» é tornar o seu trabalho acessível às novas gerações.

O projecto é da Fundación Félix Rodríguez de la Fuente e emprega novos fórmulas para converter o conceito de caderno de campo numa “aventura virtual, onde se descobrem os segredos das distintas espécies com o máximo rigor científico”. O primeiro volume dos 50 cadernos de campo, é dedicado, precisamente, ao lobo ibérico.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - um exemplar de Lince Ibérico, em liberdade no meio natural - do sítio internet Opiniões de Algibeira, a quem agradecemos.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ninho de ave fossilizado mais antigo que se conhece descoberto em Navarra




Ninho de ave fossilizado mais antigo
que se conhece descoberto em Navarra
[ arqueologia ]
Navarra, Espanha

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Descrito ninho fossilizado mais antigo que se conhece

Pertenceu aos antecessores dos flamingos que habitaram Navarra

Ninho fossilizado encontrado em Navarra

Geólogos da Universidade do País Basco (UPV/EHU), do Instituto Geológico e Mineiro de Espanha e vários paleontólogos norte-americanos e brasileiros acabam de publicar a descrição do ninho fóssil mais antigo do mundo, que se encontra na província espanhola de Navarra.

A investigação, publicada na «PLOS One», diz que os ovos, um deles quase completo, são de uma espécie antecessora dos actuais flamingos e datam do Mioceno (18 milhões de anos).
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - um flamingo do Caribe - do sítio internet Вікіпедії [ Vikipedii ], a quem agradecemos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Identificado o dinossauro vegetariano mais pequeno da Península Ibérica




Identificado o dinossauro vegetariano
mais pequeno da Península Ibérica
[ paleontologia ]
Galve, Espanha

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Foi identificado o dinossauro vegetariano mais pequeno da Península Ibérica

Gideonmantellia pesava apenas 20 quilos

Os restos do Gideonmantellia
(Imagem: Aragosaurus-Iuca)

Uma equipa da Universidade de Zaragoza (Espanha) identificou o dinossauro vegetariano mais pequeno da Península Ibérica, com dois metros de altura e apenas 20 quilos, baseada em fósseis encontrados em 1982, em Galve, província espanhola de Teruel.

O animal, baptizado de Gideonmantellia – uma homenagem ao naturalista britânico Gideon Mantell, pela sua investigação pioneira em saurópodes –, foi descrito e analisado pelo grupo de investigação Aragosaurus-Iuca, que se centrou na análise de 104 restos fossilizados.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - reconstrução do Gideonmantellia [ nomeado «El Hipsi de Galve» no Museu de Galve, onde se encontra ] - do sítio internet Universidad de Zaragoza, a quem agradecemos.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Restauro de pintura do século XIX termina em desastre



Muito se falou já sobre este assunto, mas decidimos destacá-lo também no nosso blogue, porque achamos que é lamentável e incompreensível, inaceitável, que um leigo possa ter acesso a uma obra artística e destruí-la, sem que alguém se aperceba e intervenha antes do mal estar feito. Mesmo tratando-se de uma obra de pouco valor artístico, ela tinha uma história para contar. Era uma memória!


Restauro de pintura do
século XIX termina em desastre
[ arte ]
Borja, Espanha

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Restauro de pintura do século XIX termina em desastre


Uma senhora de 80 anos quis recuperar uma obra de arte do século XIX, que decorava as paredes de uma capela em Borja, Espanha, mas acabou por destrui-la completamente. A situação surpreendeu a Câmara Municipal e os outros vizinhos da autora espontânea do restauro. Ainda não se sabe se a obra poderá ser recuperada.
(…)
A obra tinha sido doada por Elías García Martínez à cidade de Borja, onde costumava passar férias e, actualmente, é gerida pelo Centro de Estudos Borjanos (CEB).“Costumavam vir aqui passar as férias. Durante um Verão, o artista realizou o retrato e deixou-o à comunidade”, afirmou Ojeda. Os familiares do autor ainda mantêm ligações à cidade. Dois dos seus filhos são também artistas e o outro casou nesta localidade espanhola e continua a viver lá
(…)

Fonte: Público
Artigo Completo 

http://www.publico.pt/Cultura/restauro-espontaneo-de-pintura-do-seculo-xix-acaba-em-desastre--1559914

fonte Pportodosmuseus

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Saiba mais em G1 - O portal de notícias da Globo

Cecília Jimenez, barbeira e ‘restauradora’ de Borja, Espanha

fotografia de abertura - moradores e turistas amontoam-se na Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia de Borja, para observar e fotografar o «Ecce Homo», afresco pintado no séc. XIX por Elías García Matínez, ‘restaurado’ pela D. Cecília - do sítio internet Folha de S. Paulo - Fotografia, a quem agradecemos.
fotografia de Cecília Jimenez do sítio internet Worldwide Leader in Chinese Contemporary Art Information, a quem agradecemos.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Encontradas na Galiza as primeiras pinturas rupestres da região




Encontradas na Galiza as primeiras
pinturas rupestres da região
[ arte rupestre ]
Cancelo, Espanha

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Primeiras pinturas rupestres encontradas na Galiza

A caverna de Eirós, na aldeia de Cancelo – no município de Triacastela –, traz a descoberta de pinturas rupestres com motivos animais. À espera dos testes de carbono, os especialistas datam a sua produção há 30.000 anos atrás, com base no estilo e técnica. São as primeiras pinturas rupestres encontradas na Galiza.
“A caverna de Eirós torna-se a primeira manifestação de arte rupestre paleolítica do noroeste peninsular”, disseram os investigadores, “que preenche uma lacuna importante nesta área, uma vez que os mais próximos paralelos estão em apresentações ao ar livre no vale de Foz Coa e Alto Sabor, no norte de Portugal, e nas cavernas de La Viña, Peña de Candamo ou Peña Oscura, na bacia do rio Nalón nas Astúrias”.


Fonte: Arte Capital

fonte Pportodosmuseus

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Saiba mais em blico e em Galicia Confidencial

Sobre a Caverna de Eirós veja em Wikipédia

vista aérea com a localização de Cancelo, na Galiza
42° 46' 12.29" N 7° 12' 23.78" W [ dados GE ]

fotografia de abertura - uma das pinturas descobertas mostra um quadrúpede [ fotografia legendada «Imagem das pinturas rupestres (DR/Universidade de Santiago de Compostela)» ] - do sítio internet Público, a quem agradecemos.