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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Arpão com 35 mil anos descoberto em Timor



Arpão com 35 mil anos descoberto em Timor
[ arqueologia ]
Timor

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Arpão com 35 mil anos descoberto em Timor

Uma equipa de arqueólogos liderada pela australiana Sue O`Connor encontrou em Timor um arpão com 35 mil anos, noticiou a edição de janeiro do Jornal da Evolução Humana.

“O artefacto, talhado a partir de um osso, é notável pelo seu `design`, a sua complexidade sugere que os humanos na região faziam armas sofisticadas mais cedo do que o que se acreditava”, refere a notícia, acrescentando que aqueles arpões serviam para se pescar peixes grandes em barcos.

Segundo a notícia, a “noção de que os nossos antecessores estavam equipados para fazer refeições de animais marinhos há 35 mil anos não é surpreendente”.

Em 2011, uma outra equipa também liderada pela arqueóloga australiana Sue O`Connor descobriu em Timor-Leste um abrigo marítimo e espécies de peixes com 42 mil anos, deixando evidências que os primeiros humanos modernos da região praticavam pesca em águas profundas.

O arpão talhado em osso é pontiagudo e de lado tem ranhuras. Segundo a equipa, o punho devia ser feito de madeira e agarrado com corda.

O artigo não especifica se o arpão foi encontrado em Timor-Leste ou em Timor indonésio.

Fonte: RTP

fonte Pportodosmuseus

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fotografia de abertura do sítio internet Mistérios do Mundo a quem agradecemos.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tecnologia revolucionária há 70.000 anos




Tecnologia revolucionária há 70.000 anos
[ arqueologia ]
África do Sul

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Já havia tecnologia revolucionária na Idade da Pedra

Lâminas eram cortadas até atingirem formato ideal
(Imagem: Simen Oestmo/Arizona State University)

Uma equipa de arqueólogos liderada por Curtis Marean, da Universidade do Estado do Arizona (EUA), encontrou uma série de artefactos na caverna de Pinnacle Point, na África do Sul, que correspondem aos mais antigos exemplares da primeira tecnologia revolucionária inventada por seres humanos, segundo revelou um estudo recentemente publicado na «Nature».
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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Saiba mais em Folha de S. Paulo e em • Mega Arquivo

fotografia de abertura - a Caverna de Pinnacle Point na África do Sul - do sítio internet • Mega Arquivo, a quem agradecemos.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Jóias de jade encontradas em túmulo Maia




Jóias de jade encontradas em túmulo Maia
[ arqueologia ]
Tak'alik Ab'aj, El Asintal, Guatemala

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Arqueólogos encontram jóias de jade em túmulo Maia

Artefactos foram encontrados no sítio arqueológico de Tak'alik Ab'aj.
(Imagem: Simon Burchell)

Uma equipa de arqueólogos encontrou jóias em jade no túmulo de um antigo rei Maia, na província de Retalhuleu, na Guatemala, e consideram que este seja o cemitério real mais antigo da civilização pré-colombiana.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - algumas das jóias em jade, esta um colar, encontradas no túmulo em Tak’alik Ab’aj [ fotografia: Parque Arqueológico Nacional Tak’alik Ab’aj/AFP ] - do sítio internet Campo Grande Notícias, a quem agradecemos.

domingo, 1 de janeiro de 2012

National Trust Collections: colecção disponível online





National Trust Collections
colecção disponível online
[ coleccionismo ]
Internet

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National Trust Collections: colecção disponível online




Mais de 700 mil objectos
Consulte em:


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Descoberto selo com 2000 anos utilizado no Templo de Jerusalém




Descoberto selo com 2000 anos
utilizado no Templo de Jerusalém
[ arqueologia ]
Jerusalém, Israel

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Descoberto selo com 2000 anos utilizado no Templo de Jerusalém
Carimbo era usado por sacerdotes na aprovação de objectos rituais
O selo tem a inscrição em aramaico 'puro para Deus'
Um selo de barro com 2000 anos foi encontrado junto ao chamado Segundo Templo, em Jerusalém, do qual hoje só resta o Muro das Lamentações. Foi encontrado precisamente perto do muro e tem inscrito duas palavras em aramaico que significam ‘puro para Deus’.
As escavações que deram origem a esta descoberta rara estão a ser levadas a cabo por arqueólogos da Autoridade de Antiguidades de Israel, um organismo governamental independente.
(...)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - O Muro das Lamentações, Jerusalém, Israel, 31° 46' 5.74" N / 35° 12' 49.27" E [ Jerusalém; dados GE ] - do sítio internet Juntos pelo mundo a quem agradecemos.

terça-feira, 29 de março de 2011

Machados de pedra com mais de um milhão de anos encontrados na Índia


machados acheulenses, Inglaterra


Machados de pedra com mais de um milhão de anos

encontrados na Índia

[ arqueologia ]

Attiramapakkam , Índia


Machados de pedra com mais de um milhão de anos encontrados na Índia


Datação é a mais antiga daquela zona e pode ajudar a perceber as migrações dos nossos antepassados


Alguns dos artefactos achados em Attiramapakkam


Bifaces da cultura acheulense com mais de um milhão de anos foram descobertos no sudeste da Índia. Estas são as ferramentas mais antigas encontradas até agora no sul da Ásia. As descobertas providenciam mais dados para se perceber a diáspora dos antigos hominídeos.


Shanti Pappu, o arqueólogo indiano responsável pelos trabalhos, explica que foram localizados mais de 3500 artefactos a sete metros de profundidade em Attiramapakkam, um dos sítios arqueológicos mais ricos do paleolítico (situado no estado de Tamil Nadu), descoberto em 1863 pelo geólogo britânico Robert Bruce Foote. O estudo está publicado na «Science».

Para datarem os artefactos, os investigadores fizeram medições electromagnéticas aos sedimentos que os cobriam. Percebeu-se então que os objectos tinham sido ali deixados antes da última inversão geomagnética. Juntamente com medições de isótopos de berílio e alumínio foram capazes de datar os objectos entre um milhão e 1,7 milhões de anos.


Os bifaces mais antigos encontrados fora de África encontram-se em Israel (Ubeidiya) e têm 1,4 milhões de anos. Os outros estão na China (800 mil anos) e no Paquistão (500 mil anos). Os investigadores consideram, à luz desta descoberta, que os objectos encontrados anteriormente no sul da Ásia deviam ser datados novamente.


A comunidade científica encontra-se dividida quanto à interpretação deste conjunto lítico. Citado pelo jornal espanhol «El Mundo», o arqueólogo inglês Robin Donnell, da Universidade de Sheffield, diz que o achado significa que esta tecnologia se estendeu pelo sul da Ásia centenas de milhares de anos antes do que pelo Levante e a Europa, onde este tipo de indústria tem apenas 500 mil anos.


Manuel Domínguez-Rodrigo, que investiga na Garganta de Olduvai, na Tanzânia, onde se encontra a tecnologia acheulense e a olduvaiense, lembra que o sistema de datação utilizado pode não ser totalmente fiável.


Para José María Bermúdez de Castro, director do centro espanhol do de Investigação e Evolução Humana, estes achados têm muita importância, pois pensa-se que terá sido pela Índia que os antigos hominídeos (homo erectus) traçaram a sua rota migratória até à Indonésia. Existe também a possibilidade de que esta tecnologia tenha surgido em paralelo neste período em várias zonas do planeta.


Artigo: Early Pleistocene Presence of Acheulian Hominins in South India


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fonte Ciência Hoje


imagem de abertura do sítio internet Paula's Blog a quem agradecemos.


domingo, 20 de fevereiro de 2011

Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça


modelação 3D dum crânio humano


Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça

[ arqueologia ]

Reino Unido


Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça


Primeira evidência de crânio-chávenas no Reino Unido


Uma recente descoberta numa caverna – Gruta do Gough, em Cheddar Gorge, Somerset (Reino Unido) –, indica que os britânicos primitivos usavam os crânios das suas vítimas como taça.


Os cientistas do Museu de História Natural de Londres analisaram os restos de três pessoas encontradas, entre elas, uma criança de três anos que supostamente foi morta por práticas de canibalismo. O estudo foi publicado na edição online da PLoS One.


As três taças datam de há 14 700 anos e estima-se que tenham sido usadas após a última Idade do Gelo.


Esta é a primeira evidência da existência de crânio-chávena manufacturados no Reino Unido, já que exemplos arqueológicos dos detalhes desta prática são extremamente raros. O diário «The Daily Telegraph» aponta, na edição de hoje, a descoberta como “a primeira evidência de massacres ritualísticos no país”.


Uma das chávenas adultas fará parte de uma exibição no museu londrino, a partir do próximo dia 1 de Março. Fazer recipientes a partir de crânios humanos pode parecer horrível, mas a prática já era conhecida e documentada do tempo dos Vikings e Citas.


No entanto, segundo os avanços dos paleontólogos do museu, o canibalismo não parece ter sido o propósito principal para a transformação dos crânios. Os ossos mostram cortes precisos com o objectivo de extrair a máxima quantidade de carne das vítimas.


Naquela época, os humanos já tinham aprendido a enterrar os mortos, o que significa que os restos descobertos são resultado de práticas canibais. Segundo Chris Stringer, investigador da instituição que se dedica ao estudo dos crânios,

bd - “o canibalismo era seguramente um bom método para eliminar grupos rivais e conseguir comida". "O mais sinistro é que essas pessoas eram caçadoras parecidas com seres humanos actuais. Fazer ferramentas e pintavam nas cavernas. Sepultavam os mais chegados, não os devoravam e tratavam os seus mortos com reverência",

acrescentou Stringer.


os investigadores ressalvam que os ossos humanos mostram claros sinais de carnificina, implicando que foram limpos pela sua carne. A medula foi esmagada antes de as cabeças serem transformadas em louça e não há nenhuma sugestão que indique que as chávenas são troféus feitos dos restos de inimigos mortos.


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fonte Ciência Hoje


imagem de abertura do sítio internet Melies - Escola de Cinema, 3D e Animação a quem agradecemos.


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O ouro em sociedades sem escrita: funções, tecnologias e símbolos de poder (4000 a. C. – 1000 d. C.)


pepita de ouro

O ouro em sociedades sem escrita:
funções, tecnologias e símbolos de poder (4000 a. C. – 1000 d. C.)
[ conferência ]
Barbara Armbruster [ conferencista ]
17 Dezembro 2010, 14h30
Anf. IV, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra


No próximo dia 17 de Dezembro, pelas 14h30, irá ter lugar, no Anf. IV da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, uma conferência proferida por Barbara Armbruster, suboridnada ao tema «O ouro em sociedades sem escrita: funções, tecnologias e símbolos de poder (4000 a. C. – 1000 d. C.)».
A conferencista exerce funções na Universidade de Toulouse, integra o grupo de investigadores do CEAUCP – ver http://www.uc.pt/uid/cea/investigadores/colaboradores/barmbruster - e constituem seus campos de investigação: Archaeometallurgy, Gold and bronze working from the Early Bronze Age to the Early Medieval period in Europe and Eurasia, Ethnoarchaeology, Experimental archaeology, Analyses of tool marks.
A iniciativa integra-se nas actividades do Mestrado em Arqueologia e Território.

Entrada livre.



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Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Largo da Porta Férrea
3004-530 Coimbra
t. 239 859 900
f. 239 836 733


fotografia de abertura do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.
fotografia da Faculdade do sítio interne SkyscraperCity a quem agradecemos.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Marfins na pré-história peninsular


Vénus de Brassempouy
esculpida em marfim de mamute durante o Pleistoceno

Encontros ERA
The ivories of Chalcolithic Portugal, their provenience
and exchange in the light of scientific analysis
[ conferência ]
Thomas Schuhmacher [ conferencista ]
14 Dezembro 2010, 18h00
Museu Arqueológico do Carmo, Lisboa





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Museu Arqueológico do Carmo
1200-092 Lisboa
t. 21 347 86 29
f. 21 324 42 52


fotogragia de abertura do sítio internet Wikimedia Commons a quem agradecemos.
fotografia do Convento do sítio internet Lisbon Hostel: Shiado Hostel a quem agradecemos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

"Vibrador" da Idade da Pedra


nota da redacção: Chamar-lhe 'vibrador', só mesmo por brincadeira. Claro que não se podem tirar conclusões precipitadas nestes casos. Muitos erros foram cometidos no passado devido a tal falha.


Arqueólogos acham "vibrador"

da Idade da Pedra

[ arqueologia ]


Arqueólogos acham "vibrador" da Idade da Pedra


Pesquisadores brincam com o tamanho do "vibrador"

Foto: Divulgação


OSLO - Pesquisadores descobriram na Suécia um objeto feito de osso que tem o formato de um pênis e pode ter sido um "vibrador" há milhares de anos. Mas, apesar do fato de que estudos antigos já afirmavam que os brinquedos sexuais surgiram há muito tempo, na Idade da Pedra, os cientistas não pretendem tirar conclusões precipitadas sobre o achado. Para eles, apesar da aparência, não se tem certeza qual era a finalidade do objeto. As informações são do Live Science.


"Sua mente e a minha funcionam de uma maneira que faz interpretar o que isso parece - para mim e para você, significa a forma de um pênis ereto", diz o arqueólogo G'ran Gruber, do Conselho de Patrimônio Nacional da Suécia, à reportagem. "Contudo, se era dessa maneira que as pessoas da Idade da Pedra pensavam sobre ele, eu não sei dizer".


Outro pesquisador sueco, Martin Rundkvist, ficou com um pé atrás: "sem dúvida, ninguém vivo naquela época poderia ver similaridades com um pênis tão facilmente como nós vemos agora". A descoberta é tão recente que ainda não foi publicada em nenhum jornal especializado, mas os cientistas planejam fazê-lo.


Segundo a reportagem, a região de Motala, onde o suposto pênis de osso foi encontrado, é rica em artefatos de uma época entre 4 mil a.C. e 6 mil a.C. e chama a atenção por conservar com qualidade muitos objetos orgânicos, como objetos feitos com ossos.


O "vibrador" tem aproximadamente 10,5 cm de comprimento e 2 cm de diâmetro. Se for confirmado que funcionava como um brinquedo sexual pré-histórico, não será o primeiro descoberto, já que outro "pênis" foi encontrado em 2005 na Alemanha. O "vibrador" alemão é, inclusive, bem mais velho - acredita-se que foi criado há 28 mil anos - e, além disso, é feito de pedra.


Os pesquisadores acreditam que o objeto pode ter tido outros usos, como uma ferramenta, por exemplo, já que o formato da outra ponta não lembra o de um pênis. Além disso, eles não sabem determinar se seria utilizado por homens ou por mulheres. "Se isso era uma ferramenta e se também tinha o formato de um pênis, isso poderia levar a uma discussão de questões de gênero", diz Gruber à reportagem.


Simbolismo sexual não era incomum em artefatos antigos, sendo a maioria símbolos femininos que os cientistas acreditam representar a fertilidade da mãe Terra. "Acho que isso pode levar (a pesquisa) a outra direção", diz Gruber.



Esta notícia está no JB Online [ aqui ]