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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Arpão com 35 mil anos descoberto em Timor
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Tecnologia revolucionária há 70.000 anos
(…)
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Jóias de jade encontradas em túmulo Maia
(…)
domingo, 1 de janeiro de 2012
National Trust Collections: colecção disponível online
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Descoberto selo com 2000 anos utilizado no Templo de Jerusalém
terça-feira, 29 de março de 2011
Machados de pedra com mais de um milhão de anos encontrados na Índia

machados acheulenses, Inglaterra
Machados de pedra com mais de um milhão de anos
encontrados na Índia
[ arqueologia ]
Attiramapakkam , Índia
Machados de pedra com mais de um milhão de anos encontrados na Índia
Datação é a mais antiga daquela zona e pode ajudar a perceber as migrações dos nossos antepassados

Alguns dos artefactos achados em Attiramapakkam
Bifaces da cultura acheulense com mais de um milhão de anos foram descobertos no sudeste da Índia. Estas são as ferramentas mais antigas encontradas até agora no sul da Ásia. As descobertas providenciam mais dados para se perceber a diáspora dos antigos hominídeos.
Shanti Pappu, o arqueólogo indiano responsável pelos trabalhos, explica que foram localizados mais de 3500 artefactos a sete metros de profundidade em Attiramapakkam, um dos sítios arqueológicos mais ricos do paleolítico (situado no estado de Tamil Nadu), descoberto em 1863 pelo geólogo britânico Robert Bruce Foote. O estudo está publicado na «Science».
Para datarem os artefactos, os investigadores fizeram medições electromagnéticas aos sedimentos que os cobriam. Percebeu-se então que os objectos tinham sido ali deixados antes da última inversão geomagnética. Juntamente com medições de isótopos de berílio e alumínio foram capazes de datar os objectos entre um milhão e 1,7 milhões de anos.
Os bifaces mais antigos encontrados fora de África encontram-se em Israel (Ubeidiya) e têm 1,4 milhões de anos. Os outros estão na China (800 mil anos) e no Paquistão (500 mil anos). Os investigadores consideram, à luz desta descoberta, que os objectos encontrados anteriormente no sul da Ásia deviam ser datados novamente.
A comunidade científica encontra-se dividida quanto à interpretação deste conjunto lítico. Citado pelo jornal espanhol «El Mundo», o arqueólogo inglês Robin Donnell, da Universidade de Sheffield, diz que o achado significa que esta tecnologia se estendeu pelo sul da Ásia centenas de milhares de anos antes do que pelo Levante e a Europa, onde este tipo de indústria tem apenas 500 mil anos.
Manuel Domínguez-Rodrigo, que investiga na Garganta de Olduvai, na Tanzânia, onde se encontra a tecnologia acheulense e a olduvaiense, lembra que o sistema de datação utilizado pode não ser totalmente fiável.
Para José María Bermúdez de Castro, director do centro espanhol do de Investigação e Evolução Humana, estes achados têm muita importância, pois pensa-se que terá sido pela Índia que os antigos hominídeos (homo erectus) traçaram a sua rota migratória até à Indonésia. Existe também a possibilidade de que esta tecnologia tenha surgido em paralelo neste período em várias zonas do planeta.
Artigo: Early Pleistocene Presence of Acheulian Hominins in South India
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fonte Ciência Hoje
imagem de abertura do sítio internet Paula's Blog a quem agradecemos.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça

modelação 3D dum crânio humano
Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça
[ arqueologia ]
Reino Unido
Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça

Primeira evidência de crânio-chávenas no Reino Unido
Uma recente descoberta numa caverna – Gruta do Gough, em Cheddar Gorge, Somerset (Reino Unido) –, indica que os britânicos primitivos usavam os crânios das suas vítimas como taça.
Os cientistas do Museu de História Natural de Londres analisaram os restos de três pessoas encontradas, entre elas, uma criança de três anos que supostamente foi morta por práticas de canibalismo. O estudo foi publicado na edição online da PLoS One.
As três taças datam de há 14 700 anos e estima-se que tenham sido usadas após a última Idade do Gelo.
Esta é a primeira evidência da existência de crânio-chávena manufacturados no Reino Unido, já que exemplos arqueológicos dos detalhes desta prática são extremamente raros. O diário «The Daily Telegraph» aponta, na edição de hoje, a descoberta como “a primeira evidência de massacres ritualísticos no país”.
Uma das chávenas adultas fará parte de uma exibição no museu londrino, a partir do próximo dia 1 de Março. Fazer recipientes a partir de crânios humanos pode parecer horrível, mas a prática já era conhecida e documentada do tempo dos Vikings e Citas.
No entanto, segundo os avanços dos paleontólogos do museu, o canibalismo não parece ter sido o propósito principal para a transformação dos crânios. Os ossos mostram cortes precisos com o objectivo de extrair a máxima quantidade de carne das vítimas.
Naquela época, os humanos já tinham aprendido a enterrar os mortos, o que significa que os restos descobertos são resultado de práticas canibais. Segundo Chris Stringer, investigador da instituição que se dedica ao estudo dos crânios,
bd - “o canibalismo era seguramente um bom método para eliminar grupos rivais e conseguir comida". "O mais sinistro é que essas pessoas eram caçadoras parecidas com seres humanos actuais. Fazer ferramentas e pintavam nas cavernas. Sepultavam os mais chegados, não os devoravam e tratavam os seus mortos com reverência",
acrescentou Stringer.
os investigadores ressalvam que os ossos humanos mostram claros sinais de carnificina, implicando que foram limpos pela sua carne. A medula foi esmagada antes de as cabeças serem transformadas em louça e não há nenhuma sugestão que indique que as chávenas são troféus feitos dos restos de inimigos mortos.
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fonte Ciência Hoje
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O ouro em sociedades sem escrita: funções, tecnologias e símbolos de poder (4000 a. C. – 1000 d. C.)


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Marfins na pré-história peninsular


quinta-feira, 29 de julho de 2010
"Vibrador" da Idade da Pedra
Arqueólogos acham "vibrador"
da Idade da Pedra
[ arqueologia ]
Arqueólogos acham "vibrador" da Idade da Pedra

Pesquisadores brincam com o tamanho do "vibrador"
Foto: Divulgação
OSLO - Pesquisadores descobriram na Suécia um objeto feito de osso que tem o formato de um pênis e pode ter sido um "vibrador" há milhares de anos. Mas, apesar do fato de que estudos antigos já afirmavam que os brinquedos sexuais surgiram há muito tempo, na Idade da Pedra, os cientistas não pretendem tirar conclusões precipitadas sobre o achado. Para eles, apesar da aparência, não se tem certeza qual era a finalidade do objeto. As informações são do Live Science.
"Sua mente e a minha funcionam de uma maneira que faz interpretar o que isso parece - para mim e para você, significa a forma de um pênis ereto", diz o arqueólogo G'ran Gruber, do Conselho de Patrimônio Nacional da Suécia, à reportagem. "Contudo, se era dessa maneira que as pessoas da Idade da Pedra pensavam sobre ele, eu não sei dizer".
Outro pesquisador sueco, Martin Rundkvist, ficou com um pé atrás: "sem dúvida, ninguém vivo naquela época poderia ver similaridades com um pênis tão facilmente como nós vemos agora". A descoberta é tão recente que ainda não foi publicada em nenhum jornal especializado, mas os cientistas planejam fazê-lo.
Segundo a reportagem, a região de Motala, onde o suposto pênis de osso foi encontrado, é rica em artefatos de uma época entre 4 mil a.C. e 6 mil a.C. e chama a atenção por conservar com qualidade muitos objetos orgânicos, como objetos feitos com ossos.
O "vibrador" tem aproximadamente 10,5 cm de comprimento e 2 cm de diâmetro. Se for confirmado que funcionava como um brinquedo sexual pré-histórico, não será o primeiro descoberto, já que outro "pênis" foi encontrado em 2005 na Alemanha. O "vibrador" alemão é, inclusive, bem mais velho - acredita-se que foi criado há 28 mil anos - e, além disso, é feito de pedra.
Os pesquisadores acreditam que o objeto pode ter tido outros usos, como uma ferramenta, por exemplo, já que o formato da outra ponta não lembra o de um pênis. Além disso, eles não sabem determinar se seria utilizado por homens ou por mulheres. "Se isso era uma ferramenta e se também tinha o formato de um pênis, isso poderia levar a uma discussão de questões de gênero", diz Gruber à reportagem.
Simbolismo sexual não era incomum em artefatos antigos, sendo a maioria símbolos femininos que os cientistas acreditam representar a fertilidade da mãe Terra. "Acho que isso pode levar (a pesquisa) a outra direção", diz Gruber.
Esta notícia está no JB Online [ aqui ]










