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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Concerto de órgão na Igreja de São Vicente de Fora por Rafael Reis, em Lisboa



Concerto de órgão
[ concerto musical ]

Rafael Reis [ organista ]
08 Agosto 2015, 17h00
Igreja de São Vicente de Fora Lisboa

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Boa tarde!

Concerto a não perder. Agradeço a divulgação.

Segue em anexo programa até dezembro, bio e foto de Rafael Reis.

No ano em que se comemoram os 250 anos do Órgão Histórico da Igreja de São Vicente de Fora, o Patriarcado de Lisboa e a Editora Althum.com têm a honra de convidar V. Exª para o próximo concerto do V Ciclo de Concertos.

Concerto de órgão na Igreja de São Vicente de Fora, dia 8 de Agosto, sábado, às 17h. 
Organista Rafael Reis - A Reforma e a Contra-Reforma na literatura para órgão.

Gostaríamos de contar com a vossa presença e divulgação.
Entrada livre. Informações e reservas:
  info@althum.com | 919 745 338


Grato,

Luís Nazaré Gomes 

9197453338
luisgomes@althum.com
www.althum.com









fonte Luís Nazaré Gomes - althum via Álvaro José Ferreira - Amigos do LUGAR AO SUL

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Igreja de São Vicente de Fora
[ Mosteiro de São Vicente de Fora ]
Largo de São Vicente, 1100-572 Lisboa
t. 21 882 44 00 / website
38° 42' 53.72" N
9° 7' 42.89" W

fotografia de abertura do sítio internet Minilua a quem agradecemos.
fotografia da Igreja de São Vicente de Fora do sítio internet No Mundo dos Museus a quem agradecemos.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Concerto «RED trio & John Butcher» em Lisboa



RED trio & John Butcher
[ concerto ]

RED trio & John Butcher
05 Agosto 2015, 21h30
Fundação Caloute Gulbenkian, Lisboa

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JAZZ EM AGOSTO 2015
Quarta, 5 de agosto | 21h30
Anfiteatro ao Ar Livre


RED trio & John Butcher

Retomando uma colaboração já fixada em disco (Empire, 2011), os portugueses RED trio voltam a encontrar-se com o saxofonista inglês John Butcher, reputado experimentalista e com um percurso de absoluta independência. Após parcerias com Nate Wooley e Mattias Stahl, o cada vez mais internacional trio de música improvisada pisa novamente um palco com Butcher revelando aquilo que o crítico Stuart Broomer descreveu como “uma espantosa intimidade musical, ligando de forma original free jazz e improvisação livre”.

fonte Fundação Calouste Gulbenkian

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Fundação Calouste Gulbenkian
Av. de Berna, 45A, 1067-001 Lisboa
t. 21 782 30 00 / f. 21 782 30 21
metro - S. Sebastião
autocarros - 16, 718, 726, 742, 746, 56
38° 44' 14.57" N
9° 9' 15.84" W

fotografia da Fundação Calouste Gulbenkian do sítio internet Escola Secundária Manuel da Fonseca a quem agradecemos.

sábado, 1 de agosto de 2015

Exposição «Madeleine Lemire» em Lisboa



Madeleine Lemire
[ exposição ]

01 Agosto 2015, 19h00 [ inauguração ]
patente até 14 Agosto 2015
Colorida Art Galery, Lisboa

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Exposição "MADELEINE LEMIRE"

COCKTAIL DE INAUGURAÇÃO: SÁBADO, 1 de Agosto, 19h00.


"O trabalho da artista canadiana Madeleine Lemire poderia ser classificado como paisagismo, mas transmite muito mais do que uma simples representação clássica, situa-se entre o equilíbrio da natureza e o caos da abstracção dramática presente na vida contemporânea.  Horizontes distantes e formas aparentemente desordenadas concorrem entre si e quebram paradigmas estéticos". José Roberto Moreira - Curador e Galerista. Madeleine Lemire vive e trabalha no Canadá.
EXPOSIÇÃO PATENTE ATÉ 14 DE AGOSTO DE 2015, das 14h30 às 18h00.

COLORIDA ART GALLERYCosta do Castelo, 63, Lisboa
Tel 218853347

www.facebook.com/coloridaartgallery
Transporte: Eléctrico 12/28, Autocarro 737. Estacionamento: Portas do Sol ou Chão do Loureiro.

fonte Colorida Art Gallery

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Colorida Art Gallery
Costa do Castelo, 63, 1100-335 Lisboa
t. 21 885 33 47 / colorida@colorida.pt
website [ 1 ] / website [ 2 ] / facebook
38° 42' 53.30" N
9° 8' 0.80" W

fotografia de abertura - Madeleine Lemire a pintar uma das suas telas
 - do sítio internet Scrapbooking- Art et Loisirs créatifs, Art-Style, scrapbooking, home deco, boutique en ligne, arts décoratifs, encadrement arts, 833330 Le Beausset, Var, paca, Provence a quem agradecemos.
fotografia da Colorida Art Gallery do sítio internet Colorida Art a quem agradecemos.

Recital «Um Músico, Um Mecenas» em Lisboa



Um Músico, Um Mecenas
[ recital ]

01 Agosto 2015, 18h00
Museu Nacional da Música, Lisboa

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Exmos. Senhores,

Agradecemos a divulgação.
Cordialmente,
Helena Miranda

UM MÚSICO, UM MECENAS 

Sábado, 1 de Agosto, pelas 18h, com entrada livre


no MUSEU NACIONAL DA MÚSICA

Seicento Italiano e Barroco Francês e Inglês

A temporada de concertos com instrumentos históricos prossegue no Museu Nacional da Música, desta vez pelas mãos de Hugo Sanches, na tiorba Matheus Buchenberg construída em Roma em 1608.
O músico será acompanhado pela soprano Manuela Lopes e pelo flautista Pedro Sousa Silva num recital com repertório barroco.


SOBRE A TIORBA  MATHEUS BUCHENBERG

MNM | Nº Inv. MM 252

Hugo Sanches  e a tiorba - ensaios no Museu Nacional da Música

Tesouros Instrumentais in Revista Glosas 12 | 2015
A TIORBA BUCHENBERG DO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA

Em 2013, surgiu no Museu da Música a ideia de realizar um ciclo de concertos exclusivamente dedicado a instrumentos da colecção intitulado Um Músico, Um Mecenas. Este ciclo pretende divulgar o espólio do Museu através de reputados músicos, tanto do panorama nacional como internacional, que podem assim contactar com alguns dos instrumentos do Museu da Música.
A terceira edição, que se realiza ao longo do presente ano, destaca-se não só pelo contributo musical que trará ao ano de 2015, mas também pela estreia, após recente restauro, de um instrumento fulcral do património do museu, uma Tiorba da autoria de Matheus Buchenberg.
O autor deste exemplar foi Matheus Buchenberg, nascido na Alemanha por volta de 1568, tendo depois emigrado para Roma em finais do século XVII, onde se tornou consagrado não só como um excelente construtor de alaúdes e tiorbas, mas também como um percussor da construção de chitarrones, designados na época como tiorbas italianas. É este aliás o caso do instrumento do Museu da Música.
A tiorba do Museu da Música foi construída precisamente em Roma, em 1608, vinte anos antes da morte de Buchenberg.
Em 1903, por intermédio do luthier Louis Pierrard, de nacionalidade belga, o instrumento musical foi adquirido por Alfredo Keil, colecionador de uma grande parte do espólio que posteriormente constituiu o acervo do Museu da Música. Em 1931, este instrumento integrou a coleção do Museu do Conservatório Nacional, que mais tarde viria a dar origem à do Museu da Música.
Ao longo dos mais de quatro séculos de vida do instrumento, foram realizadas várias  intervenções para garantir o seu devido funcionamento. Há um contributo de Joanni Remy de Génova em 1810, cujo registo se encontra na forma de etiqueta, no interior da tiorba. Seguiram-se dois restauros já no século XX, um de Gaudavis, luthier pouco conhecido, em 1903, e o de Gilberto Grácio em 1978. O restauro de 2014, inteiramente patrocinado pelo tiorbista amador Agostinho da Silva, administrador do Grupo CEI-Zipor, esteve ao cargo do construtor e restaurador de cordofones Orlando Trindade, com atelier nas Caldas da Rainha. O processo, inevitavelmente moroso, arrastou-se ao longo de 6 meses, tendo terminado em Novembro de 2014. Foram corrigidas, com êxito, as deficiências que o instrumento apresentava ao nível das costas e do braço.
A tiorba apresenta representações iconográficas de grande interesse. Existem três rosáceas no tampo, dispostas de forma a traçar um triângulo: duas delas são ao gosto do Renascimento italiano com motivos geométricos; a terceira, com um diâmetro menor, apresenta uma águia bicéfala de asas abertas. Ambas as cabeças, para além de estarem coroadas, possuem auréolas.
Além da tiorba exposta no Museu da Música, existem vários exemplares semelhantes de Matheus Buchenberg em museus europeus, nomeadamente um no MIM (Museu Instrumental de Bruxelas), outro no Museu da Música em Paris, outro em Londres no Victoria and Albert Museum e um em Itália, curiosamente em Florença, no Museu Bardini.
A tiorba de 1608 irá integrar o ciclo Um Músico, Um Mecenas no dia 1 de Agosto do presente ano, pelas mãos de Hugo Sanches. O reconhecido tiorbista será acompanhado pela soprano Manuela Lopes e pelo flautista Pedro Sousa Silva, num concerto de entrada livre no Museu Nacional da Música.

Tomás Matos
(Estagiário do Museu Nacional da Música, Estudante de Ciências Musicais na FCSH da Universidade Nova)
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MECENAS

HUGO SANCHES - tiorbista

Manuela Lopes - soprano

Pedro Sousa Silva - flautista

ORLANDO TRINDADE -  construtor e restaurador de instrumentos musicais - manutenção do instrumento

AGOSTINHO DA SILVA  - Administrador do Grupo- CEI- Zipor - mecenas do restauro

__________________________________________________________________________
MUSEU DA MÚSICA
Estação do Metropolitano Alto dos Moinhos
Rua João de Freitas Branco
1500-359 LISBOA
T. (351) 21 771 09 90 / F. (351) 21 771 09 99
E. geral@mmusica.dgpc.pt / S: www.museudamusica.pt

fonte Helena Miranda - Museu da Música

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Exmos. Senhores,

A temporada de concertos com instrumentos históricos prossegue no Museu Nacional da Música, desta vez pelas mãos de Hugo Sanches, na tiorba Matheus Buchenberg construída em Roma em 1608.

O músico será acompanhado pela soprano Manuela Lopes e pelo flautista Pedro Sousa Silva, num recital com repertório barroco.
O concerto é já no dia 1 de Agosto, pelas 18h. Apareçam!

Cordialmente,
Helena Miranda



SOBRE A TIORBA  MATHEUS BUCHENBERG MNM | Nº Inv. MM 252

Hugo Sanches  e a tiorba - ensaios no Museu Nacional da Música

Tesouros Instrumentais in Revista Glosas 12 | 2015

A TIORBA BUCHENBERG DO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA

Em 2013, surgiu no Museu da Música a ideia de realizar um ciclo de concertos exclusivamente dedicado a instrumentos da colecção intitulado Um Músico, Um Mecenas. Este ciclo pretende divulgar o espólio do Museu através de reputados músicos, tanto do panorama nacional como internacional, que podem assim contactar com alguns dos instrumentos do Museu da Música.

A terceira edição, que se realiza ao longo do presente ano, destaca-se não só pelo contributo musical que trará ao ano de 2015, mas também pela estreia, após recente restauro, de um instrumento fulcral do património do museu, uma Tiorba da autoria de Matheus Buchenberg.

O autor deste exemplar foi Matheus Buchenberg, nascido na Alemanha por volta de 1568, tendo depois emigrado para Roma em finais do século XVII, onde se tornou consagrado não só como um excelente construtor de alaúdes e tiorbas, mas também como um percussor da construção de chitarrones, designados na época como tiorbas italianas. É este aliás o caso do instrumento do Museu da Música.

A tiorba do Museu da Música foi construída precisamente em Roma, em 1608, vinte anos antes da morte de Buchenberg.

Em 1903, por intermédio do luthier Louis Pierrard, de nacionalidade belga, o instrumento musical foi adquirido por Alfredo Keil, colecionador de uma grande parte do espólio que posteriormente constituiu o acervo do Museu da Música. Em 1931, este instrumento integrou a coleção do Museu do Conservatório Nacional, que mais tarde viria a dar origem à do Museu da Música.

Ao longo dos mais de quatro séculos de vida do instrumento, foram realizadas várias  intervenções para garantir o seu devido funcionamento. Há um contributo de Joanni Remy de Génova em 1810, cujo registo se encontra na forma de etiqueta, no interior da tiorba. Seguiram-se dois restauros já no século XX, um de Gaudavis, luthier pouco conhecido, em 1903, e o de Gilberto Grácio em 1978. O restauro de 2014, inteiramente patrocinado pelo tiorbista amador Agostinho da Silva, administrador do Grupo CEI-Zipor, esteve ao cargo do construtor e restaurador de cordofones Orlando Trindade, com atelier nas Caldas da Rainha. O processo, inevitavelmente moroso, arrastou-se ao longo de 6 meses, tendo terminado em Novembro de 2014. Foram corrigidas, com êxito, as deficiências que o instrumento apresentava ao nível das costas e do braço.

A tiorba apresenta representações iconográficas de grande interesse. Existem três rosáceas no tampo, dispostas de forma a traçar um triângulo: duas delas são ao gosto do Renascimento italiano com motivos geométricos; a terceira, com um diâmetro menor, apresenta uma águia bicéfala de asas abertas. Ambas as cabeças, para além de estarem coroadas, possuem auréolas.

Além da tiorba exposta no Museu da Música, existem vários exemplares semelhantes de Matheus Buchenberg em museus europeus, nomeadamente um no MIM (Museu Instrumental de Bruxelas), outro no Museu da Música em Paris, outro em Londres no Victoria and Albert Museum e um em Itália, curiosamente em Florença, no Museu Bardini.

A tiorba de 1608 irá integrar o ciclo Um Músico, Um Mecenas no dia 1 de Agosto do presente ano, pelas mãos de Hugo Sanches. O reconhecido tiorbista será acompanhado pela soprano Manuela Lopes e pelo flautista Pedro Sousa Silva, num concerto de entrada livre no Museu Nacional da Música.

Texto de Tomás Matos
(Estagiário do Museu Nacional da Música, Estudante de Ciências Musicais na FCSH da Universidade Nova)


HUGO SANCHES é mestre e licenciado em alaúde pela ESMAE (Porto) e pós-graduado em psicologia da música pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. É actualmente professor no Curso de Música Antiga da ESMAE.Enquanto músico free-lance, para além de actuar em recitais a solo, colaborou ou colabora com agrupamentos como Orquestra Barroca da Casa da Música, The English Air, Officina da Música, L’Universo Sommerso, Sete Lágrimas, Orquestra Vigo 430, Ensemble Norte do Sul, Venice baroque Orchestra, Os Músicos do Tejo e Ensemble Mi contra Fa, tendo actuado, entre outros festivais e salas de espectáculo, no “La Folle Journée”, Festival de Música Antigua de Úbeda y Baeza (Espanha), Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso, Tardes Clàssiques de Gràcia (Barcelona), Encontros de Música Antiga de Loulé, Festival Terras Sem Sombra, Festival Internacional de Música da Madeira, Música em São Roque, Via Stellae (Galiza), Monte Music Festival (Goa, Índia), Stockholm Early Music Festival (Suécia), Festival Mozart Rovereto (Itália) e Festival de Sablé (França).

Gravou com o grupo Sete Lágrimas os CD Kleine Musik, Diáspora.pt, Silêncio, Pedra Irregular, Vento e Terra e com o ensemble Capella Duriensis o CD Rito de Braga.
Foi assistente de produção do CD The Bad Tempered Consort pelo agrupamento A Imagem da Melancolia.
Encontra-se presentemente a realizar o doutoramento em musicologia histórica na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. É colaborador do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da mesma universidade desde Março de 2013. Realizou comunicações científicas nas jornadas Mundos e Fundos realizadas pela Universidade de Coimbra em 2012 e 2013 e no III Encontro Nacional de Investigação Musical organizado pela SPEM (Sociedade Portuguesa de Investigação em Música) em Cascais (2013).

MECENAS DO CONCERTO

HUGO SANCHES - tiorbista

Manuela Lopes - soprano

Pedro Sousa Silva - flautista

ORLANDO TRINDADE -  construtor e restaurador de instrumentos musicais - manutenção do instrumento 

AGOSTINHO DA SILVA  - Administrador do Grupo- CEI- Zipor - mecenas do restauro

Concerto Museu da Música
1 de Agosto de 2015

Programa

Giovanni Kapsperger (ca. 1580 – 1651)
- Toccata Arpeggiata
(in Libro primo d'intavolatura di chitarrone: Veneza, 1604)

Sigismondo d'India (1582 – 1629?)
- Oh quanto in sua beltà splende simile 
(in Le musiche di Sigismondo d'India nobile palermitano da cantar solo nel clavicordo chitarone, arpa doppia et altri istromenti simili: Milão, 1609)

Bartolomé de Selma y Salaverde (ca. 1595 - após 1638)
- Canzon terza
(in Canzoni fantasie et correnti da suonar: Veneza: 1638)

Johann Nauwach (1595 – 1630)
- Tempesta di dolcezza
(in Libro primo di Arie Passegiate à una voce per cantar e sonar nel chitarone et altri simili istromenti: Dresden, 1623)

Alessandro Piccinini (1566 – ca. 1638)
- Ciaccona in partite variate
(in Intavolatura di liuto, et di chitarrone, libro primo: Bolonha, 1623)

Claudio Monteverdi (1567-1643)
- Quel sguardo sdegnosetto
(in Scherzi Musicali Cioè Arie, & Madrigali in stil recitativo: Veneza, 1632) 

Jacques-Martin Hotteterre (1674 – 1763)
- Prélude en D.La,Ré, 3ce majeure, Avec des cadences sur tous les degrez de l’Octave
(in L'art de Preluder sur la Flûte Traversiere, sur la Flûte a bec […], Op.7: Paris 1719)

Robert de Visée (c. 1655 – 1732/1733)
- Pièces en E.si mi mineur:
Prélude - Allemande - Courante - Sarabande - La montfermeil (rondeau) -Gigue - Double de cette Gigue
(in Manuscrit Vaudry de Saizenay - Tablature de luth et de théorbe de divers auteurs, 1699)

Henry Purcell (1659 – 1695)
- The Plaint

(in The Fairy Queen, 1692)

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MUSEU DA MÚSICA
Estação do Metropolitano Alto dos Moinhos
Rua João de Freitas Branco
1500-359 LISBOA
T. (351) 21 771 09 90 / F. (351) 21 771 09 99
E. geral@mmusica.dgpc.pt / S: www.museudamusica.pt

fonte Helena Miranda - Museu da Música

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Museu Nacional da Música
[ Estação do Metropolitano Alto dos Moinhos ]
Rua João de Freitas Branco, 1500-359 Lisboa
t. 21 771 09 90 / 21 771 09 98 / f. 21 771 09 99
38° 44' 58.67" N
9° 10' 48.91" W

fotografia de abertura - um exemplar duma tiorba - do sítio internet Música no Tempo a quem agradecemos.
fotografia do Museu da Música do sítio internet - Ezimut a quem agradecemos.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Mapas da Mouraria antes do terramoto de 1755 encontrados em despensa



Mapas da Mouraria antes do terramoto
de 1755 encontrados em despensa
[ arqueologia ]

Mouraria, Lisboa

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fonte Maria Silva

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leia a notícia AQUI

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fotografia de abertura - um aspecto da Mouraria em 1932 vista pela objectiva de Eduardo Portugal [ 1900 - 1958 ] [ legenda original: Mouraria, Eduardo Portugal, 1932, AFML - B094412 ] - do sítio internet RevelarLX a quem agradecemos.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

«Jazz em Agosto» na Gulbenkian em Lisboa



Jazz em Agosto
[ concertos ]

participantes:
Mats Gustafsson
Wadada Leo Smith
Fire! Orchestra

31 Julho a 09 Agosto 2015, 21h30
Gulbenkian, Lisboa

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MÚSICA
31 de julho a 9 de agosto | 21h30

Anfiteatro ao Ar Livre | Comprar bilhetes

Jazz em Agosto
32ª edição
A edição de 2015 do Jazz em Agosto destaca as grandes formações orquestrais e os intérpretes Mats Gustafsson (na foto) e Wadada Leo Smith. O concerto de abertura, no dia 31 de julho, está a cargo da Fire! Orchestra.

fonte Fundação Calouste Gulbenkian

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Fundação Calouste Gulbenkian
Av. de Berna, 45A, 1067-001 Lisboa
t. 21 782 30 00 / f. 21 782 30 21
metro - S. Sebastião
autocarros - 16, 718, 726, 742, 746, 56
38° 44' 14.57" N
9° 9' 15.84" W

imagem de abertura do sítio internet WKOW 27: Madison, WI Breaking News, Weather and Sports a quem agradecemos.
fotografia da Fundação Calouste Gulbenkian do sítio internet Escola Secundária Manuel da Fonseca a quem agradecemos.

sábado, 25 de julho de 2015

Visita Guiada «O mundo das plantas: valor terapêutico e circulação» no Padrão dos Descobrimentos em Lisboa



O mundo das plantas:
valor terapêutico e circulação
[ visita guiada / exposição ]

26 Julho 2015
exposição patente até 31 Outubro 2015
Padrão dos Descobrimentos, Lisboa

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O mundo das plantas: valor terapêutico e circulação
O Hospital de Todos os Santos, exemplo particular da assistência médica no século XVI, continha no seu espaço um jardim onde aglomerava as plantas necessárias à terapêutica dos seus doentes. Com o avançar do século e com a descoberta e estudo de novas espécies, o jardim torna-se rico em exemplos da flora exótica que vinha desde a Índia ao Brasil: o guaiaco e a raiz-da-china – plantas milagrosas que se acreditava curarem a sífilis – a galanga e a erva-santa, o sândalo e o dragoeiro.
As plantas eram, e ainda são hoje, o maior recurso da medicina; a descoberta de novos mundos naturais vai enriquecer os saberes europeus, questionar dogmas e rigores, criar métodos e trazer nova esperança num período onde doença e saúde compunham um delicado equilíbrio. A ciência moderna conhece assim o seu prelúdio.

Avenida Brasília, 1400-038 Lisboa - 213031950
info@padraodosdescobrimentos.pt


fonte Padrão dos Descobrimentos

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Padrão dos Descobrimentos
Avenida Brasília, 1400-038 Lisboa
t. 21 303 19 50 / f. 21 303 19 57
comboio - Belém / eléctrico - 15
autocarros - 728 – 714 - 727 - 729 - 751
38°41'37.43"N
9°12'20.78"W

fotografia de abertura - um exemplar de Dragoeiro [ Dracaena draco L. ] do sítio internet Município do Funchal a quem agradecemos.
fotografia do Padrão dos Descobrimentos do sítio internet Lisbon Sight Sailing - Discover the other side of Lisbon a quem agradecemos.