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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Descubiertas en Sudáfrica las lanzas de piedra más antiguas



Descubiertas en Sudáfrica las lanzas de piedra más antiguas
[ arqueologia ]
Kathu, África do Sul

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fonte Vitor Rafael Sousa

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ARQUEOLOGÍA | Armas afiladas de hace 500.000 años
Descubiertas en Sudáfrica las lanzas de piedra más antiguas

Las piedras descubiertas en el yacimiento de Kathu Pan en Sudáfrica. | Jayne Wilkins

Adrián Pascua | Madrid
Actualizado jueves 15/11/2012 20:27 horas

Hace medio millón de años, nuestros antepasados ya cazaban con afiladas lanzas de piedra. Esto es lo que acaba de comprobar un equipo de científicos liderado por Jayne Wilkins, de la Universidad de Toronto, al descubrir que estas armas prehistóricas se usaban 200.000 años antes de lo que se pensaba hasta ahora.
Wilkins, la firmante principal de estudio recién publicado en 'Science', junto con investigadores de la Universidad de Arizona y de Ciudad del Cabo, han llegado a esta conclusión tras analizar piedras del yacimiento de Kathu Pan en Sudáfrica. Las rocas fueron recogidas durante las excavaciones realizadas por el arqueólogo Peter Beaumont entre 1979 y 1982.
El equipo corroboró la función de lanza de estas piedras comparando su desgaste con el deterioro en armas más modernas utilizadas para cazar gacelas.
"Esto cambia el modo en que pensábamos acerca del surgimiento de capacidades humanas antes del origen de nuestra propia especie", explica Jayne Wilkins. "Aunque tanto los neandertales como los humanos usaban lanzas con punta de piedra, ésta es la primera evidencia de que esta tecnología se originó antes de la divergencia entre las dos especies", explica Wilkins.
Estas armas eran comunes en la Edad de Piedra, hace unos 300.000 años. Sin embargo, este nuevo hallazgo muestra por primera vez que fueron usadas en el Pleistoceno Medio, un periodo asociado con el Homo 'Heidelbergensis', el ancestro común de los neandertales y los humanos modernos. "Hasta el momento era discutida la sofisticación cultural del 'Homo Heidelbergensis' que nosotros habíamos descubierto en la Sima de los Huesos. Este hallazgo termina de confirmar esa complejidad", asegura Jose María Bermúdez de Castro, codirector de Atapuerca, a ELMUNDO.es
Este descubrimiento hace que "algunas de las características que asociamos con los humanos modernos y nuestros parientes más cercanos se remontan más atrás en nuestro linaje", comenta Wilkins.
La fabricación de estas puntas de lanza de piedra (conocidas como enmangamiento) fueron un avance importante en los métodos de caza los primeros humanos. Esto requería un mayor esfuerzo y mayor habilidad y a su vez incrementaba las posibilidades de matar a las presas.
El hallazgo, por tanto, "corrobora que la complejidad tecnológica no es sólo propia de los neandertales", dice Bermúdez de Castro. Cada vez son más comunes las descubrimientos "sobre herramientas complejas progresivamente más antiguas".

fonte El Mundo - Diario online líder de información en español

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27°42'7.96"S
23° 2'59.05"E

fotografia de abertura - Steven James Walker a extrair uma amostra em Kathu [ legenda original: Mr Steven James Walker from the Department of Archaeology at UCT extracts a sample at the interface between the overlying red sands and the Earlier Stone Age archaeological deposits at the Kathu Townlands site. (Photo by Vasa Lukich) ]
 do sítio internet University of Cape Town a quem agradecemos.
fotografia de Kathu do sítio internet Sahra.org.za a quem agradecemos.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tecnologia revolucionária há 70.000 anos




Tecnologia revolucionária há 70.000 anos
[ arqueologia ]
África do Sul

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Já havia tecnologia revolucionária na Idade da Pedra

Lâminas eram cortadas até atingirem formato ideal
(Imagem: Simen Oestmo/Arizona State University)

Uma equipa de arqueólogos liderada por Curtis Marean, da Universidade do Estado do Arizona (EUA), encontrou uma série de artefactos na caverna de Pinnacle Point, na África do Sul, que correspondem aos mais antigos exemplares da primeira tecnologia revolucionária inventada por seres humanos, segundo revelou um estudo recentemente publicado na «Nature».
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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Saiba mais em Folha de S. Paulo e em • Mega Arquivo

fotografia de abertura - a Caverna de Pinnacle Point na África do Sul - do sítio internet • Mega Arquivo, a quem agradecemos.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O mais antigo viveiro de dinossauros foi descoberto na África do Sul




O mais antigo viveiro de dinossauros
foi descoberto na África do Sul
[ paleontologia ]
África do Sul

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Descoberto o mais antigo viveiro de dinossauros
Escavações revelam série de ninhos com ovos e embriões de Massospondylus
As ninhadas de Massospondylus são prova dos mais antigos ovos
e embriões de dinossauro (University of Witwatersrand)
Acaba de ser descoberto, na província sul-africana do Free State, o mais antigo viveiro de dinossauros, com ovos, alguns contendo embriões, datado de há 190 milhões de anos, afirma um grupo de paleontólogos da Universidade de Witwatersrand, Joanesburgo.
No local, descrito como o Golden Gate Highlands National Park, que tem estado a ser escavado e estudado desde 2005 por uma equipa liderada por Bruce Rubidge, do Instituto Bernard Price da Universidade de Witwatersrand, foram encontradas ninhadas de Massospondylus.
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fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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ilustração de abertura - uma recriação artística de como seria o Massospondylus [ Massospondylus carinatus ] [ sem indicação de autor ] - do sítio internet Wikidino, a quem agradecemos.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Humanos já fabricavam «colchões» há 77 mil anos




Humanos já fabricavam
«colchões» há 77 mil anos
[ arqueologia ]
África do Sul

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Humanos já fabricavam «colchões» há 77 mil anos, diz estudo
Os humanos primitivos da África do Sul já fabricavam colchões à base de ervas e plantas medicinais há 77 mil anos, 50 mil anos antes do que se acreditava, segundo um estudo realizado por uma equipa internacional de cientistas.
Os restos vegetais foram descobertos nas escavações da caverna de Sibudu, na província de KwaZulu-Natal, pela equipa comandada por Lyn Wadley, da Universidade de Witwatersrand (Joanesburgo).
(…)

fonte Diário Digital, onde pode ler a notícia na íntegra.

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Primeiras ‘camas’ pré-históricas continham folhas insecticidas
Arqueólogos dão a conhecer como se vivia há 77 mil anos na África do Sul
Desde 1998 que os arqueólogos estudam a gruta Sibudu
Conhecido como abrigo de caçadores-recolectores que viveram há 77 mil anos, a Gruta Sibudu (África do Sul) deu a conhecer mais uma faceta dos seres humanos que a utilizaram. Num estudo publicado esta semana na «Science», revelam-se como eram os colchões mais antigos encontrados até agora.
Feitos de caules e folhas emaranhados, estes colchões pré-históricos contêm químicos que são conhecidos como insecticidas.
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fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - caçada ao Mamute Lanudo [ Mammuthus primigenius ] - do sítio internet MMJMM © M. Moreira Jr. a quem agradecemos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Descoberta a oficina de pintura mais antiga do mundo




Descoberta a oficina de pintura
mais antiga do mundo
[ arqueologia ]
África do Sul

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Descoberta a oficina de pintura mais antiga do mundo

Em 2008 uma equipa de investigadores descobriu na gruta de Blombos, perto da Cidade do Cabo, na África do Sul, a mais antiga oficina da humanidade que se conhece. Os resultados são publicados hoje na revista Science e ampliam o que se sabe sobre os primeiros tempos da espécie humana.
Os arqueólogos da Universidade de Bergen, na Noruega, encontraram duas espécies de “estojos de ferramentas” da idade da pedra pertencentes ao Paleolítico Médio, numa camada com cem mil anos, na gruta. Duas conchas de uma espécie de molusco, separadas por alguns centímetros, em que cada uma continha restos secos da tinta vermelha ocre produzida pelas pessoas que estiveram ali. Um dos estojos estava mais completo, e tinha pedras para polir, osso, carvão vegetal, etc.
(…)


esta notícia está aqui

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fotografia de abertura do sítio internet Teoblog a quem agradecemos.