










nicho duma das estátuas de Buda destruídas, Bamiyan
Budas de Bamiyan tinham cores
[ arqueologia ]
Bamiyan, Afeganistão
(antes da destruição)
Os budas, destruídos em 2001 pelos taliban, estão a ser estudados por uma equipa de investigadores europeus e japoneses da Universidade Técnica de Munique, que determinou que antes da conversão da região ao Islamismo, as gifantes estátuas apresentavam cores brilhantes (uma deles, a maior, em tons vermelhos e a outra em branco), tendo sido pintadas várias vezes, com cores diferentes de forma a distinguir a roupa. A reconstrução gráfica realizada pelos pesquisadores confirma as tradições antigas: no século XI falava-se de um buda vermelho e uma lua branca.
As estátuas, de 55 e 38 metros de altura, foram até ao século X o ponto principal de paragem, naquele que foi em tempos um dos maiores complexos budistas do mundo. Desde a repressão do regime taliban, uma equipa de peritos da universidade alemã, apoiada pela UNESCO e coordenada pelo Conselho Internacional de Monumentos e Sítios Arqueológicos (ICOMOS), trabalha no restauro das peças e no melhoramento dos acessos ao complexo arqueológico.
Fonte: Público, 03/03/2011
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fonte pportodosmuseus
leia mais artigos relacionados: Buddhas of Bamiyan (inglês) e Paisagem cultural e ruínas arqueológicas do Vale de Bamiyan
fotografia de abertura do sítio internet Cvltvre.com © Andre on Picasa a quem agradecemos.

Moinho de Maré do Braamcamp, Barreiro
[ séc. XVIII ]
Ardeu Moinho de Maré do Braamcamp
«Parte significativa do nosso património»
[ património ]
Barreiro
BARREIRO - Ardeu Moinho de Maré do Braamcamp
«Parte significativa do nosso património»
"A Associação Barreiro - Património, Memória e Futuro, tendo como razão de ser a divulgação e defesa da nossa história e património, vem exigir o apuramento de responsabilidades relativamente ao fogo que destruiu o Moinho de Maré do Braamcamp e exigir, também, a reconstrução imediata deste bem de valor comunitário, porque ardeu parte significativa do nosso património" - é sublinhado no comunicado que recebemos na nossa redacção.
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fonte rostos.pt
fotografia de abertuura do sítio internet Álvaro Velho - Notícias a quem agradecemos.

painel de azulejo delapidados, Palácio do Egipto, Oeiras
[ 29-07-2006; antes da reabilitação ]
"SOS Azulejo” 2010
[ azulejaria ]
Candidaturas abertas Prémios “SOS Azulejo” 2010
As Entidades Parceiras do Projecto ‘SOS Azulejo’ www.sosazulejo.com (entre as quais se conta o Museu de Polícia Judiciária/Escola de Polícia Judiciária) instituíram Prémios de Protecção e Valorização do Património Azulejar português (e/ou de origem/tradição portuguesa) designados ‘Prémios ‘SOS Azulejo’’, cuja atribuição é anual e se rege por um REGULAMENTO.
Os Prémios SOS Azulejo têm por objectivos:
- Reconhecer, valorizar, dar visibilidade e fomentar acções de protecção e valorização do património azulejar português e/ou de origem/tradição portuguesa;
- Contribuir directa e indirectamente para a segurança, a conservação e o restauro certificados, o estudo, o usufruto e a divulgação adequados do património azulejar português e/ou de origem/tradição portuguesa;
- Reforçar e incentivar a ligação e o orgulho das populações e das instituições em território português pelo seu património azulejar e/ou, noutros países, pelo seu património azulejar de origem/tradição portuguesa;
- Encorajar e apoiar projectos, estudos e acções de qualidade que aproveitem, valorizem e dinamizem o potencial do património azulejar português.
Os Prémios ‘SOS Azulejo’ 2010 dirigem-se a um largo espectro de sectores de actividades e destinam-se a galardoar os melhores trabalhos, projectos, estudos, contributos, obras e acções de protecção e valorização do património azulejar português e/ou de origem/tradição portuguesa, a título individual, institucional ou colectivo
Envio de Candidaturas até 30 de Abril de 2011 (marca de correio), seguindo as normas do REGULAMENTO.
REGULAMENTO PREMIOS SOS AZULEJO 2010
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fonte No Mundo dos Museus...
fotografia de abertura © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


paisagem no Alasca
O mistério da cabana com 11.500 anos
[ arqueologia ]
Alasca
O mistério da cabana com 11.500 anos
Arqueólogos estudam condições de vida de primeiras populações do Alasca

Ben Potter a fazer trabalho de campo.
Uma pequena habitação, encontrada por arqueólogos norte-americanos no centro do Alasca, abrigava o esqueleto de uma criança de três anos e ferramentas feitas em pedra. A velha casa, com 11.500 anos, encontra-se no coração da floresta boreal de Tanana. A descoberta é remetida à equipa liderada por Ben Potter, da Universidade de Fairbanks e foi publicada na revista «Science».
O solo acabou por abrir uns centímetros e numa pequena fossa encontram-se os restos cremados da criança, sem qualquer indício de ferimentos nos ossos ou objectos ligados a esta espécie de funeral. O local ainda não foi completamente estudado e os arqueólogos ignoram outras descobertas que se possam estender pela área.
A equipa de Potter trabalha mantendo uma relação estreita com a tribo de Healy Lake e outros ameríndios locais. Esta foi a primeira vez que uma casa datando daquela época foi encontrada no Alasca. Outros locais idênticos foram avistados, mas no Sul do estado.
As ferramentas trazem preciosos avanços sobre as condições de vida das primeiras populações da América do Norte. Nessa época, o Alasca ainda era um importante espaço de intersecção entre os Estados Unidos e a Ásia.

Aurora boreal na floresta de Tanana.
(Crédito: Dirk Obudzinski)
Os migrantes vinham da Sibéria, há 13 mil anos, para atravessar a pé a ponte terrestre da Beríngia (entre o Alasca e a Sibéria, no Norte da Ásia). A quando da última época glaciar, o nível do mar era muito mais baixo do que o actual e os glaciares cobriam parte do Canadá.
Aquela área de Upper Sun River devia abrigar um homem, com a sua mulher e duas crianças, escreveram os investigadores no estudo. Acrescentam que poderia ser uma residência para o Verão apenas e que se alimentavam de peixe e aves. Após a cremação, o local foi tapado e abandonado, referem ainda no artigo.
Segundo o grupo de estudo, aquele tipo de ferramentas são muito semelhantes às do lago Ushki na Sibéria. Encontraram-se pontas talhadas em pedra, em forma de lâmina, inseridas em cabos de madeira ou osso.
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fonte Ciência Hoje
fotografia de abertura do sítio internet Navigare Agência de Viagens e Turismo a quem agradecemos.

a múmia de Otzi, o 'Homem do Gelo'
Nova reconstrução de Ötzi
o «homem do gelo»
[ arqueologia ]
Itália
Nova reconstrução de Ötzi – o «homem do gelo»
Obra será apresentada amanhã na inauguração de «Ötzi 20», no Museu de Arqueologia Tirol do Sul, Itália

Nova reconstrução de Ötzi por Alfons e Adrie Kennis
A mais recente reconstrução de Ötzi, o «homem do gelo» com 5300 anos encontrado 1991, nos Alpes de Ötztal (fronteira entre Áustria e Itália), mostra um homem de traços envelhecidos, longa barba e olhos castanhos escuros. Este trabalho foi realizado por especialistas holandeses e fundamenta-se em 20 anos de investigações.
Esta não é a primeira reconstrução da face de Ötzi, mas os seus autores Alfons e Adrie Kennis acreditam ser a mais correcta. Foi utilizada a mais recente tecnologia forense, imagens a três dimensões da múmia, imagens a infravermelhos e tomografias.
À data da sua morte, Ötzi teria aproximadamente 45 anos. Este homem de 1,60 metros, que seria caçador, morreu devido a um ferimento de flecha, a 3210 metros de altitude. Contrariando reconstruções anteriores, que apresentavam um Ötzi com uma cara robusta e olhos azuis, aqui, o caçador tem rugas profundas, bochechas afundadas e olhos castanhos.
Esta reconstrução será apresentada publicamente amanhã na inauguração da exposição intitulada «Ötzi 20», no Museu de Arqueologia Tirol do Sul, Bolzano, Itália (onde se encontra a múmia). A mostra, que comemora o 20º aniversário da descoberta do corpo, quer apresentar uma imagem contextualizada e integrada da descoberta deste «homem do gelo».
A exposição vai ocupar quatro pisos do museu, cada um dedicado a um aspecto deste tema: vida, ciência ficção e realidade. O conjunto pretende esclarecer todos os aspectos da descoberta de Ötzi, desde as circunstâncias da sua vida, passando pelos resultados das investigações e mesmo os mitos criados à sua volta.
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fonte Ciência Hoje
fotografia de abertura do sítio internet Realismo Fantástico a quem agradecemos.

A Espaço e Memória - Associação Cultural de Oeiras, é uma associação cultural sem fins lucrativos, vocacionada para a investigação e divulgação da história local de Oeiras e do seu património e cultura, que nasceu da iniciativa de alguns investigadores de história local, em 2005, e iniciou a sua actividade regular em 2006.
Desde essa altura tem realizado diversos eventos, entre os quais se contam: Ciclos de Conferências, Conferências e Palestras, Cursos, Jantares-Tertúlia, Lançamentos Editoriais, Passeios Culturais, Visitas Guiadas, etc.
Para o futuro tem previstas, entre outras realizações: Espectáculos Musicais, Exposições, e muitas mais surpresas, interessantes e agradáveis.
Conta presentemente com 372 associados ( Jan 2012).
Para se fazer sócio da nossa Associação, basta que compareça num dos nossos eventos e manifeste essa intenção junto dum dos responsáveis presentes no mesmo, ou aceda ao nosso sítio oficial AQUI, onde encontra os documentos necessários e instruções.
Pode também contactar directamente qualquer membro da Direcção através dos contactos aqui disponíveis.
Esperamos por Si !
Direcção:
Presidente
Joaquim Manuel Ferreira Boiça - joaquimboica@gmail.com
91 260 87 20
Vice-Presidente
José Joaquim Salvador Santos Meco
96 512 87 63
Vice-Presidente
Rui José da Silva Lemos - rui.lemos@espacoememoria.org
96 243 70 48
Secretário
Romeu Ferreira Meneses Bragança - romeu.braganca@gmail.com
91 880 10 38
Tesoureiro
Gonçalo António da Silva Pinto Ferrão - goncalo.pferrao@gmail.com
91 998 78 08
Vogal
José Gomes dos Santos
96 734 96 39
Vogal
Ana Cristina Lemos - ana.lemos.lfcl@gmail.com
96 774 66 46
Vogal
Beatriz de Almeida Pessoa - beatrizpessoa@netcabo.pt
91 661 30 56
Voal
Lídia Maria da Silva Castro - lidia.castro@edp.pt
93 833 83 63
Vogal
Jorge Castro - jc.orca@gmail.com
96 281 17 81
Mesa da Assembleia-Geral:
Presidente
Jorge Manuel de Araújo de Oliveira Miranda
96 934 26 81
1.º Secretário
Ana Maria Teixeira Gaspar
93 325 36 16
2.º Secretário
Maria do Céu Lobato Correia Fonseca Tonel
96 292 97 68
Conselho Fiscal:
Presidente
Eduardo Mário de Araújo Duarte Pedroso
21 411 45 89
Relator
Fernando Jorge de Carvalho Lopes
93 325 30 20
Vogal
Luis Filipe André
21 443 10 03