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domingo, 19 de janeiro de 2014

Canguru português pode reescrever história da Austrália



Canguru português pode reescrever
história da Austrália
[ história ]
Portugal / Austrália

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Canguru português pode reescrever história da Austrália


Terão os portugueses descoberto a Austrália? Um manuscrito português, adquirido pela galeria “Les Enluminures”, em Nova Iorque, mostra o que aparenta ser um canguru na iluminura da obra escrita à mão. Um pequeno detalhe que pode vir a mudar a 
história da Austrália e adicionar este continente à lista dos descobrimentos portugueses.

Assinado por Caterina de Carvalho, uma freira das Caldas da Rainha, o manuscrito de música para cerimónias eclesiásticas foi escrito em latim e português e, dizem os especialistas, é completamente medieval em formato e texto.

Até hoje, pensava-se que teria sido o navegador holandês Willem Janszoon a descobrir a Austrália. Mas alguns especialistas acreditam que o documento, que data de 1580 a 1620, já circulava pelo mundo na altura em que os holandeses desembarcaram na terra dos cangurus em 1606. O aparecimento deste manuscrito faz agora tremer as certezas de alguns historiadores e alimentar a crença de outros, de que Portugal descobriu a Austrália.

Para a investigadora Laura Light da Les Enluminures, a descoberta deste animal num manuscrito tão antigo prova que a artista esteve na Austrália ou, então, que relatórios de viagem ao continente e desenhos de cangurus já se encontravam em Portugal.

Esta hipótese não é de todo uma surpresa. O historiador Peter Tricktett, citado pelo jornal australiano The Sidney Morning Herald, já suspeitava, há muito, que os portugueses foram os autores da primeira expedição marítima a mapear a costa australiana, em 1521-22.

Há, no entanto, quem se mantenha mais cético. Martin Woods, da Biblioteca Nacional Australiana, afirma que o manuscrito não invalida a história como a conhecemos, e que o animal retratado pode ser outra espécie, semelhante ao canguru, oriunda do sudeste asiático.

Também John Gascoigne, da Academia Australiana de Humanidades, refere que provar que os portugueses foram os primeiros a chegar à Austrália não será tarefa fácil. O secretismo que envolve os descobrimentos portugueses e o facto de muitos documentos históricos importantes se terem perdido no terramoto de 1755 em Lisboa, dificulta a comprovação. Além disso, não está excluída a hipótese de o manuscrito ser posterior à chegada dos holandeses.

Gascoigne coloca ainda a hipótese de o animal vir de outra terra com clima e ecologia semelhantes, nomeadamente das expedições marítimas de Jorge de Menezes à metade oriental da ilha da Nova Guiné, em 1526.

As hipóteses são várias e fazem oscilar a certeza de que terão sido os holandeses os primeiros a descobrir a Austrália. Uma incógnita que, para já, fica sem resolução.

O manuscrito vai estar em exposição na galeria “Les Enluminures” de 24 de janeiro a 21 de fevereiro.

Copyright © 2014 euronews

fonte Euronews [ Twitter ]

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fotografia de abertura - um exemplar dum canguru num ambiente natural - do sítio internet HD Wallpapers Free Download a quem agradecemos.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Manuscritos do Mar Morto disponíveis online




Manuscritos do Mar Morto
disponíveis online
[ história ]
Internet

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Manuscritos do Mar Morto disponíveis online


Manuscritos do Mar Morto já estão disponíveis online, através de uma colaboração entre a Google e a Autoridade de Antiguidades de Israel. No total, são mais de cinco mil os documentos e imagens disponíveis em alta resolução desde esta terça-feira, à distância de um clique.
Entre os manuscritos encontram-se fragmentos dos mais antigos pergaminhos bíblicos do Antigo Testamento, entre os quais  os referentes aos Dez Mandamentos, aos Salmos, ao Livro de Isaías e aos textos apócrifos. Existe ainda um capítulo do Génesis, datado do I século a.C.
Os
 
Manuscritos do Mar Morto incluem as versões mais antigas da Bíblia hebraica e outros textos apócrifos e livros de regras da seita que os compilou, os essénios. Desde que foram encontrados, apenas um reduzido número de investigadores podia consultá-los, o que, ao longo dos anos, tem gerado  controvérsia. Foi para fazer frente às críticas e tornar os manuscritos acessíveis a um maior número de pessoas que as autoridades israelitas avançaram com este projecto online.

Fonte: Público
Artigo Completo

Para mais informações:
http://dss.collections.imj.org.il/

fonte Pportodosmuseus

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Sobre o Mar Morto veja em Infopédia, em Sua Pesquisa - Portal de Pesquisas Temáticas, em Wikipédia, e em New7Wonders of Nature

fotografia de abertura - um panorama do Mar Morto - do sítio internet Fatos, Relatos & Retratos, a quem agradecemos.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Manuscritos inéditos de Guerra Junqueiro descobertos no Porto


Abílio Manuel Guerra Junqueiro [ 17-09-1850 — 07-07-1923 ]


Manuscritos inéditos de Guerra Junqueiro

descobertos no Porto

[ manuscritos ]

Porto


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Descobertos no Porto manuscritos inéditos de Guerra Junqueiro


Perto de um milhar de manuscritos, todos inéditos, de Guerra Junqueiro foram descobertos no baú duma casa privada, no Porto. A notícia foi avançada ontem à noite pela Antena 1, que cita e ouve Antero Braga, livreiro da Lello, no Porto, a garantir a autenticidade dos documentos e da autoria.
(…)
O achado, considerado de valor incalculável, é constituído por correspondência diversa, manuscritos e mesmo projectos de textos, todos datados do final da década de 1880. Antero Braga acrescenta que os manuscritos irão agora ser estudados, e não deixa de manifestar “alguma preocupação” quanto ao seu destino.
Abílio Guerra Junqueiro nasceu em Freixo de Espada à Cinta, em 1850. Estudou Teologia, mas formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi funcionário público, e enveredou pela vida política, primeiro como deputado do Partido Progressista, depois abraçando a causa republicana. Como escritor e poeta, tornou-se um dos autores mais populares da sua época, com livros como “A Velhice do Padre Eterno”, “Os Simples”, “Pátria” e “Horas de Combate”. Morreu em Lisboa em 1923, com 72 anos.


Fonte: Público, 14.07.2011


fonte pportodosmuseus


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sobre Guerra Junqueiro leia em Portugal - Dicionário Histórico, em Wikipédia ou em Infopédia


fotografia de abertura do sítio internet Almanaque Republicano a quem agradecemos.


Há uma cópia coeva do Codex Calixtinus na Biblioteca Nacional de Portugal


pormenor do Codex Calixtinus [ Códice Calixtino ]


Biblioteca Nacional tem cópia de época do Códice Calixtino, desaparecido da Catedral de Compostela

[ manuscrito ]

Lisboa


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Biblioteca Nacional tem cópia de época do Códice Calixtino, desaparecido da Catedral de Compostela



Uma cópia do Códice Calixtino, dado como desaparecido da Catedral de Santiago de Compostela (Noroeste de Espanha), existe na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), disse hoje à Lusa fonte da instituição.
A cópia, datada de 1175, “é coeva do códice de Compostela”, disse a subdiretora da BNP, Maria Inês Cordeiro. Trata-se de uma cópia manuscrita mas que não tem a parte de música e iconograficamente é mais modesta, disse a responsável.
“Não tem grandes iluminuras, é mais modesto, mas são pouco mais de cem fólios, e inspira o nosso respeito pois é um exemplar bonito”, disse Maria Inês Cordeiro. A cópia do Códice pertencia à Livraria do Mosteiro de Alcobaça.


Fonte RTP


fonte pportodosmuseus


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sobre o Codex Calixtinus [ Códice Calixtino ] veja a Wikipédia


fotografia de abertura do sítio internet Bierzo 7 a quem agradecemos.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Importante manuscrito náutico quinhentista adquirido pela Biblioteca Nacional


1597-1612 Planisfério (parcial) de João Baptista Lavanha e Luís Teixeira

Importante manuscrito náutico quinhentista
adquirido pela Biblioteca Nacional
[ manuscrito ]
Lisboa


Material é da autoria de João Baptista Lavanha

Primeiras páginas de “Tábuas do lugar do Sol" e um "Regimento
para o marcar da agulha" (Imagens: BNP | Clique para aumentar )

A Biblioteca Nacional adquiriu um manuscrito náutico do século XVI da autoria de João Baptista Lavanha, “uma das figuras centrais da ciência portuguesa e ibérica na transição do século XVI para o XVII”, afirmou a instituição.

O códice, produzido por volta de 1598, inclui as "Tábuas do lugar do Sol", um "Regimento para o marcar da agulha" e, ainda, importantes "Taboas da Largura do Leste ou de Oeste".

Segundo a instituição, todos estes materiais são de relevo e testemunham importantes desenvolvimentos científicos levados a cabo pelos portugueses,embora sejam, sobretudo, as últimas tabelas que conferem grande interesse histórico-científico ao documento.

A Biblioteca Nacional de Portugal possuía já um conjunto de tabelas atribuídas a Lavanha, vindo a descoberta deste novo manuscrito “confirmar a divulgação e o impacto destes novos procedimentos náuticos concebidos pelos cosmógrafos” portugueses.

Os trabalhos de João Baptista Lavanha (1550-1624) encontram-se hoje muito dispersos, por diversas bibliotecas do mundo e em coleccionadores particulares, circunstância que tem dificultado o estudo completo dos seus contributos científicos.

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Biblioteca Nacional de Portugal
Campo Grande, 83
1749-081 Lisboa
t. 21 798 20 00
f. 21 798 21 40


autocarros - 31A, 50, 68, 75, 77, 85, 101, 106
metropolitano - Entrecampos (200m), Cidade Universitária (500m)
comboio - Est. Entrecampos (500m)
táxis - Pç. Entrecampos (200m)
estacionamento - O parque da BNP é público e está sujeito a pagamento

fotografia de abertura do sítio internet Programa Prof2000 a quem agradecemos.
fotografia da Biblioteca do sítio internet Para entender a história... a quem agradecemos.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Páginas do Manuscrito Voynich são do século XV


o manuscrito Voynich


Páginas do Manuscrito Voynich

são do século XV

[ escrita ]


Páginas do Manuscrito Voynich são do século XV


Considerado um “livro indecifrável”, o manuscrito estava datado do século XVI


Imagens de mulheres a mergulharem são um dos enigmas


É um dos maiores mistérios da criptografia. O Manuscrito Voynich, descoberto em 1912, um livro ilustrado onde tanto as palavras como os desenhos não foram até agora compreendidos. A própria datação da obra estava envolta em polémica. Primeiro foi datada do século XIII, mas logo se chegou à conclusão de que não deveria ser anterior ao século XVI.


Um novo estudo do Departamento de Física da Universidade do Arizona vem pôr aquela data em causa. As páginas do livro (em papel velino, uma espécie de pergaminho de alta qualidade) datam do século XV, descobriu a equipa dirigida por Greg Hodgins, depois da datação de radiocarbono por espectrometria de massa com aceleradores.


A equipa conseguiu apenas datar as páginas e não as tintas. “Seria fantástico conseguirmos determinar com a ajuda do radiocarbono a antiguidade das tintas”, afirma o investigador. Mas esse trabalho parece ser quase impossível.


Em primeiro lugar porque, à superfície, a quantidade de tinta é pequena, sendo muito baixo o conteúdo de carbono. Depois, algumas tintas não são à base de carbono. No entanto, as cores são consistentes com a paleta utilizada no Renascimento.


Manuscrito é composto por desenhos

de plantas que não se conhecem


História do manuscrito


O manuscrito deve o seu nome a quem o apresentou ao mundo contemporâneo: Wilfrid Michael Voynich, um livreiro norte-americano da ascendência polaca. O livro foi adquirido em 1912 no Colégio Jesuíta de Villa Mondragone, em Frascati (Itália) através de padre Giuseppe Strickland.


Dentro do manuscrito encontrava-se uma carta de Johannes Marcus Marci (1595-1667), reitor da Universidade de Praga e médico real de Rodolfo II da Germânia. Marci enviava o livro ao amigo polígrafo Athanasius Kircher, que vivia em Roma, para que este o decifrasse.


Informava-o que este era um manuscrito “medieval” que herdara do seu amigo Georg Baresch e que o seu dono anterior tinha sido o Imperador Rudolfo II, que o tinha adquirido julgando tratar.se de um livro escrito por Roger Bacon, um famoso frade, filósofo e alquimista inglês do século XIII.


O livro é composto por imagens de plantas que não se conhecem, de organismos marinhos, símbolos astrológicos e figuras humanas feminina. Estas são acompanhadas por um texto escrito em caracteres não identificáveis. Actualmente, a obra encontra-se na Bilblioteca de Livros e Manuscritos Raros Beinecke, na Universidade de Yale (Estados Unidos).


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fonte Ciência Hoje


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