história da Austrália e adicionar este continente à lista dos descobrimentos portugueses.
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domingo, 19 de janeiro de 2014
Canguru português pode reescrever história da Austrália
história da Austrália e adicionar este continente à lista dos descobrimentos portugueses.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Manuscritos do Mar Morto disponíveis online
Entre os manuscritos encontram-se fragmentos dos mais antigos pergaminhos bíblicos do Antigo Testamento, entre os quais os referentes aos Dez Mandamentos, aos Salmos, ao Livro de Isaías e aos textos apócrifos. Existe ainda um capítulo do Génesis, datado do I século a.C.
Os Manuscritos do Mar Morto incluem as versões mais antigas da Bíblia hebraica e outros textos apócrifos e livros de regras da seita que os compilou, os essénios. Desde que foram encontrados, apenas um reduzido número de investigadores podia consultá-los, o que, ao longo dos anos, tem gerado controvérsia. Foi para fazer frente às críticas e tornar os manuscritos acessíveis a um maior número de pessoas que as autoridades israelitas avançaram com este projecto online.
Artigo Completo
http://dss.collections.imj.org.il/
terça-feira, 19 de julho de 2011
Manuscritos inéditos de Guerra Junqueiro descobertos no Porto

Abílio Manuel Guerra Junqueiro [ 17-09-1850 — 07-07-1923 ]
Manuscritos inéditos de Guerra Junqueiro
descobertos no Porto
[ manuscritos ]
Porto
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Descobertos no Porto manuscritos inéditos de Guerra Junqueiro
Perto de um milhar de manuscritos, todos inéditos, de Guerra Junqueiro foram descobertos no baú duma casa privada, no Porto. A notícia foi avançada ontem à noite pela Antena 1, que cita e ouve Antero Braga, livreiro da Lello, no Porto, a garantir a autenticidade dos documentos e da autoria.
(…)
O achado, considerado de valor incalculável, é constituído por correspondência diversa, manuscritos e mesmo projectos de textos, todos datados do final da década de 1880. Antero Braga acrescenta que os manuscritos irão agora ser estudados, e não deixa de manifestar “alguma preocupação” quanto ao seu destino.
Abílio Guerra Junqueiro nasceu em Freixo de Espada à Cinta, em 1850. Estudou Teologia, mas formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi funcionário público, e enveredou pela vida política, primeiro como deputado do Partido Progressista, depois abraçando a causa republicana. Como escritor e poeta, tornou-se um dos autores mais populares da sua época, com livros como “A Velhice do Padre Eterno”, “Os Simples”, “Pátria” e “Horas de Combate”. Morreu em Lisboa em 1923, com 72 anos.
Fonte: Público, 14.07.2011
fonte pportodosmuseus
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sobre Guerra Junqueiro leia em Portugal - Dicionário Histórico, em Wikipédia ou em Infopédia
fotografia de abertura do sítio internet Almanaque Republicano a quem agradecemos.
Há uma cópia coeva do Codex Calixtinus na Biblioteca Nacional de Portugal

pormenor do Codex Calixtinus [ Códice Calixtino ]
Biblioteca Nacional tem cópia de época do Códice Calixtino, desaparecido da Catedral de Compostela
[ manuscrito ]
Lisboa
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Biblioteca Nacional tem cópia de época do Códice Calixtino, desaparecido da Catedral de Compostela
Uma cópia do Códice Calixtino, dado como desaparecido da Catedral de Santiago de Compostela (Noroeste de Espanha), existe na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), disse hoje à Lusa fonte da instituição.
A cópia, datada de 1175, “é coeva do códice de Compostela”, disse a subdiretora da BNP, Maria Inês Cordeiro. Trata-se de uma cópia manuscrita mas que não tem a parte de música e iconograficamente é mais modesta, disse a responsável.
“Não tem grandes iluminuras, é mais modesto, mas são pouco mais de cem fólios, e inspira o nosso respeito pois é um exemplar bonito”, disse Maria Inês Cordeiro. A cópia do Códice pertencia à Livraria do Mosteiro de Alcobaça.
Fonte RTP
fonte pportodosmuseus
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sobre o Codex Calixtinus [ Códice Calixtino ] veja a Wikipédia
fotografia de abertura do sítio internet Bierzo 7 a quem agradecemos.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Importante manuscrito náutico quinhentista adquirido pela Biblioteca Nacional



domingo, 20 de fevereiro de 2011
Páginas do Manuscrito Voynich são do século XV

o manuscrito Voynich
Páginas do Manuscrito Voynich
são do século XV
[ escrita ]
Páginas do Manuscrito Voynich são do século XV
Considerado um “livro indecifrável”, o manuscrito estava datado do século XVI

Imagens de mulheres a mergulharem são um dos enigmas
É um dos maiores mistérios da criptografia. O Manuscrito Voynich, descoberto em 1912, um livro ilustrado onde tanto as palavras como os desenhos não foram até agora compreendidos. A própria datação da obra estava envolta em polémica. Primeiro foi datada do século XIII, mas logo se chegou à conclusão de que não deveria ser anterior ao século XVI.
Um novo estudo do Departamento de Física da Universidade do Arizona vem pôr aquela data em causa. As páginas do livro (em papel velino, uma espécie de pergaminho de alta qualidade) datam do século XV, descobriu a equipa dirigida por Greg Hodgins, depois da datação de radiocarbono por espectrometria de massa com aceleradores.
A equipa conseguiu apenas datar as páginas e não as tintas. “Seria fantástico conseguirmos determinar com a ajuda do radiocarbono a antiguidade das tintas”, afirma o investigador. Mas esse trabalho parece ser quase impossível.
Em primeiro lugar porque, à superfície, a quantidade de tinta é pequena, sendo muito baixo o conteúdo de carbono. Depois, algumas tintas não são à base de carbono. No entanto, as cores são consistentes com a paleta utilizada no Renascimento.

Manuscrito é composto por desenhos
de plantas que não se conhecem
História do manuscrito
O manuscrito deve o seu nome a quem o apresentou ao mundo contemporâneo: Wilfrid Michael Voynich, um livreiro norte-americano da ascendência polaca. O livro foi adquirido em 1912 no Colégio Jesuíta de Villa Mondragone, em Frascati (Itália) através de padre Giuseppe Strickland.
Dentro do manuscrito encontrava-se uma carta de Johannes Marcus Marci (1595-1667), reitor da Universidade de Praga e médico real de Rodolfo II da Germânia. Marci enviava o livro ao amigo polígrafo Athanasius Kircher, que vivia em Roma, para que este o decifrasse.
Informava-o que este era um manuscrito “medieval” que herdara do seu amigo Georg Baresch e que o seu dono anterior tinha sido o Imperador Rudolfo II, que o tinha adquirido julgando tratar.se de um livro escrito por Roger Bacon, um famoso frade, filósofo e alquimista inglês do século XIII.
O livro é composto por imagens de plantas que não se conhecem, de organismos marinhos, símbolos astrológicos e figuras humanas feminina. Estas são acompanhadas por um texto escrito em caracteres não identificáveis. Actualmente, a obra encontra-se na Bilblioteca de Livros e Manuscritos Raros Beinecke, na Universidade de Yale (Estados Unidos).
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fonte Ciência Hoje
fotografia de abertura do sítio internet In glimpse of an eye blink a quem agradecemos.





