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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Concerto «RED trio & John Butcher» em Lisboa



RED trio & John Butcher
[ concerto ]

RED trio & John Butcher
05 Agosto 2015, 21h30
Fundação Caloute Gulbenkian, Lisboa

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JAZZ EM AGOSTO 2015
Quarta, 5 de agosto | 21h30
Anfiteatro ao Ar Livre


RED trio & John Butcher

Retomando uma colaboração já fixada em disco (Empire, 2011), os portugueses RED trio voltam a encontrar-se com o saxofonista inglês John Butcher, reputado experimentalista e com um percurso de absoluta independência. Após parcerias com Nate Wooley e Mattias Stahl, o cada vez mais internacional trio de música improvisada pisa novamente um palco com Butcher revelando aquilo que o crítico Stuart Broomer descreveu como “uma espantosa intimidade musical, ligando de forma original free jazz e improvisação livre”.

fonte Fundação Calouste Gulbenkian

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Fundação Calouste Gulbenkian
Av. de Berna, 45A, 1067-001 Lisboa
t. 21 782 30 00 / f. 21 782 30 21
metro - S. Sebastião
autocarros - 16, 718, 726, 742, 746, 56
38° 44' 14.57" N
9° 9' 15.84" W

fotografia da Fundação Calouste Gulbenkian do sítio internet Escola Secundária Manuel da Fonseca a quem agradecemos.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

«Jazz em Agosto» na Gulbenkian em Lisboa



Jazz em Agosto
[ concertos ]

participantes:
Mats Gustafsson
Wadada Leo Smith
Fire! Orchestra

31 Julho a 09 Agosto 2015, 21h30
Gulbenkian, Lisboa

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MÚSICA
31 de julho a 9 de agosto | 21h30

Anfiteatro ao Ar Livre | Comprar bilhetes

Jazz em Agosto
32ª edição
A edição de 2015 do Jazz em Agosto destaca as grandes formações orquestrais e os intérpretes Mats Gustafsson (na foto) e Wadada Leo Smith. O concerto de abertura, no dia 31 de julho, está a cargo da Fire! Orchestra.

fonte Fundação Calouste Gulbenkian

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Fundação Calouste Gulbenkian
Av. de Berna, 45A, 1067-001 Lisboa
t. 21 782 30 00 / f. 21 782 30 21
metro - S. Sebastião
autocarros - 16, 718, 726, 742, 746, 56
38° 44' 14.57" N
9° 9' 15.84" W

imagem de abertura do sítio internet WKOW 27: Madison, WI Breaking News, Weather and Sports a quem agradecemos.
fotografia da Fundação Calouste Gulbenkian do sítio internet Escola Secundária Manuel da Fonseca a quem agradecemos.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Apresentação do CD "Day One " em Coimbra



Festival Jazz ao Centro - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra
Apresentação do CD "Day One " em Coimbra
[ concerto ]
“Zíngaro” | Mitzlaff | Viegas | Rosso - 4TET

músicos:
Carlos “Zíngaro” [ violino ]
Ulrich Mitzlaff [ violoncelo ]
João Pedro Viegas [clarinete baixo e soprano ]
Alvaro Rosso [ contrabaixo ]

31 Maio 2015, 19h00
Mosteiro de Stª Clara-a-Velha, Coimbra

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Ulrich Mitzlaff
Rua do Farol nº 436, 4. Frente (Lote 153), 2750-341 Cascais, Portugal
Tel 00351 – 21 483 59 06, e-mail umitzlaff (at) gmail (dot) com
Web-Site: http://ulrichmitzlaff.com; https://soundcloud.com/umitzlaff/
http://www.granular.pt; http://www.facebook.com/#!/ulrich.mitzlaff
_________________________________________________

PRESS RELEASE:

“Zíngaro” | Mitzlaff | Viegas | Rosso - 4TET

Apresenta o novo CD “DAY ONE” ao vivo em concerto no Festival Jazz ao Centro - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra

Convento de Stª Clara-a-Velha, Coimbra - Portugal
Calçada de Santa Isabel, Alto de Santa Clara, 3040-270 Coimbra
Tel.: 00351- 239 441 674
Domingo, 31 de Maio, 19.00h
http://www.jacc-records.com/en/, http://www.jacc.pt/






















Fotos de Nuno Martins e Mauro Meda

Carlos “Zíngaro” - violino
Ulrich Mitzlaff - violoncelo
João Pedro Viegas –clarinete baixo e soprano
Alvaro Rosso – contrabaixo

“DAY ONE” – “Zíngaro” | Mitzlaff | Viegas | Rosso - 4TET
Liner Notes by Stuart Broomer

“Take your time,” the examiner said, tapping his foot, drumming his fingers on the desk, checking the clock on the wall and comparing it to his watch, “Take your time. I have all the time in the world.”

The candidate began hesitantly: “Time in composition and time in improvisation are different. In composition, time is relatively simple, at least simplistically speaking. There is the time of composing which with luck proceeds in a straightforward manner; then there is the time of performance which is dictated by the composer or the conductor. When you hear a work repeated, there is more chance that you have changed than that the piece has, speaking of course platonically.

“But improvised music takes in all the time for each musician involved. And then it privileges the experiential time of each listener. There is the time of ordering a cup of coffee, the time of the first harsh and stimulating sip, the time of caffeine seeping into the blood stream. The time of the traffic jam and the open road, the time of flight, yes, but also the time of the security check. All the time of memory and the time of concentrated effort to free oneself from memory in the instant of creation...”

“Could you be clearer...or at least, more specific?” the examiner asked. “In the music before us, for instance, there is the time of the absolute first encounter, including even the sound check, and the network of new relationships. Three of the musicians, the violinist Carlos “Zingaro,” the clarinetist João Pedro Viegas and the cellist Ulrich Mitzlaff were well known to each other, but João Pedro was introducing the bassist Alvaro Rosso to the others for the first time. There is the remarkably brief time it takes to get acquainted, the testing of each second.”

“Could you be clearer still?” “Think of the gap between “compliment” (cumprimento) and “complement” (complemento), the gap cognitive and temporal, and then the way these musicians both flatter and complete one another’s thoughts and do so in the instants in which their sounds come into being. Think of the vibrating gaps between the strings’ overtones and the clarinet’s “odd” harmonic profile (1, 3 ,5, 7...). The music might sound like School of Vienna, uncannily so (or Bartok more so, the rhythm, the edge, the brilliance of “Zingaro”’s vibrato, the lyric warmth of Mitzlaff), but its methodology is School of Kansas City, circa 1936, the culture of the riff – every musician here a master of the phrase initiated and repeated, then picked up in a system of mutual support (connections heard too in the round sound of Rosso’s pizzicato, and the yawp of Viegas’ bass clarinet, at once sonic heir to the sainted Eric Dolphy and the instrument’s 19th century Russian incarnation). Hear the velocity with which the music traverses western American fiddle music to erhu blues...” “Excuse me. I think that in no time at all, we have no time at all.”

Stuart Broomer, Canada 2014

More Info
Carlos “Zíngaro”: http://efi.group.shef.ac.uk/, http://www.granular.pt, http://www.myspace.com/carloszingaro, http://www.facebook.com/profile.phpref=profile&id=1051161473
Ulrich Mitzlaff: http://ulrichmitzlaff.com, http://www.myspace.com/ulrichmitzlaff, http://www.granular.pt, http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=786859409, https://soundcloud.com/umitzlaff/
João Pedro Viegas: www.myspace.com/jpedroviegas, http://ccv-wind3.weebly.com/, www.facebook.com/profile.php?id=123284520,  http://www.youtube.com/user/jpdmfv?feature=mhee, http://soundcloud.com/jo-o-pedro-viegas
Alvaro Rosso: http://www.youtube.com/user/alvarorosso, https://soundcloud.com/alvaro_rosso

fonte umitzlaff

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Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Rua das Parreiras, 3040-266 Coimbra
t. 239 801 160 / f. 239 801 169
40°12'10.14" N
8°26'0.05" W

imagem de abertura do vídeo «JAZZ COMPILATION 2013» por Maximo Spodek no YouTube a quem agradecemos.
fotografia do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha do sítio internet HARDMUSICA - Jornal de cultura e lazer a quem agradecemos.

sábado, 9 de maio de 2015

«Ao (Re)Encontro do Sexteto de Jazz de Lisboa» na Culturgest em Lisboa



Ao (Re)Encontro do Sexteto de Jazz de Lisboa
[ concerto ]

Sexteto de Jazz de Lisboa:
Tomás Pimentel [ Trompete e fliscórnio ]
Edgar Caramelo e Ricardo Toscano [ Saxofones ]
Mário Laginha [ Piano ]
Pedro Barreiros [ Contrabaixo ]
Mário Barreiros [ Bateria ]

10 Maio 2015, 21h30
Culturgest, Lisboa

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JAZZ 

Ao (re)encontro do Sexteto de Jazz de Lisboa









DOM 10 DE MAIO
Grande Auditório
21h30 · Duração: 1h30
15€ · Desempregados e jovens até aos 30 anos: 5€ (não há outros descontos)
M6

Ao Encontro – Álbum completo

Trompete, fliscórnio Tomás Pimentel Saxofones Edgar Caramelo, Ricardo Toscano Piano Mário Laginha Contrabaixo Pedro Barreiros Bateria Mário Barreiros

No âmbito do ciclo Histórias de Jazz em Portugal, coproduzido pelo Hot Clube de Portugal (Lisboa) e pelo Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) – que decorreu ao longo de 16 sessões, entre janeiro de 2014 e maio de 2015 –, os seus autores, António Curvelo e Manuel Jorge Veloso, ex-críticos e divulgadores de jazz, lançaram um desafio muito especial a um dos grupos históricos do jazz português: o Sexteto de Jazz de Lisboa. 
Pretendendo o referido ciclo testemunhar "o momento único do jazz que se faz hoje em Portugal", seria difícil que não se refletisse nele, como refletiu, um árduo passado de décadas que criou as condições para que o nosso presente jazzístico se tenha tornado tão singular. E, nesse passado, o Sexteto de Jazz de Lisboa, fundado na década de 1980, afirmou-se justamente como um dos primeiros notáveis grupos de jazz profissionais "a tempo inteiro". O repto lançado aos músicos que participaram no único disco do Sexteto 
para se reencontrarem em palco ao fim de quase 30 anos, foi entusiasticamente aceite por todos eles – Tomás Pimentel, Jorge Reis, Edgar Caramelo, Mário Laginha, Pedro Barreiros e Mário Barreiros – com a promessa imediata de não só revisitarem criativamente o repertório de Ao Encontro (gravado em 1988), mas, também, de estrearem novas composições e arranjos. 
Embora ensombrada a concretização deste projeto pelo súbito desaparecimento de Jorge Reis (uma perda irreparável para o nosso jazz), os restantes músicos decidiram mantê-lo de pé, agora também como uma sentida homenagem ao seu companheiro e amigo, convidando para o seu lugar uma das maiores certezas do jazz nacional, revelada nos últimos anos: Ricardo Toscano. 
No próximo dia 10 de maio, o Auditório principal da Culturgest será palco do primeiro concerto desse reencontro, que se repetirá no dia 23, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor (Guimarães). 

Formed in the 1980s, the Lisbon Jazz Sextet (Tomás Pimentel, Jorge Reis, Edgar Caramelo, Mário Laginha, Pedro Barreiros and Mário Barreiros) were recently challenged to play together again, not only revisiting the repertoire of their sole album Ao Encontro (1988), but also playing entirely new compositions and arrangements. Despite the sudden and tragic death of Jorge Reis, the other musicians decided to continue the project with Ricardo Toscano. Their first concert in this re-encounter will be at Culturgest on 10 May, to be repeated on 23 May at the Centro Cultural Vila Flor (Guimarães).

fonte Culturgest

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Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest
[ Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos ]
Rua Arco do Cego, Piso 1, 1000-300 Lisboa
t. 21 790 51 55 / 21 790 54 54 / f. 21 848 39 09
metro - Campo Pequeno / autocarros - 7, 21, 22, 35, 36,
40, 44, 45, 49, 54, 56, 83, 90, 91, 727, 732, 738 e 767
38º 44’ 27.14” N
9º 8’ 34.23” W

imagem de abertura do sítio internet ModernArtisans - Contemporary wall decor, Unique garden decor, art and accessories for the home handcrafted by American artisans a quem agradecemos.
fotografia da Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest [ Lisboa ] do sítio internet Artistlevel.org Online Art Community a quem agradecemos.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Jazz «Universal Indians + Joe McPhee» em Lisboa



Isto é Jazz?
Universal Indians + Joe McPhee
[ concerto ]
John Dikeman [ saxofones ] Jon Rune Strøm [ contrabaixo ]
Tollef Østvang  [ bateria ] Joe McPhee [ trompete ]
09 Abril 2015, 21h30
Culturgest, Lisboa

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JAZZ

Universal Indians
+ Joe McPhee

Ciclo "Isto é Jazz?" · Comissário: Pedro Costa


QUI 9 DE ABRIL
Pequeno Auditório
21h30 · Duração: 1h
5€ (preço único)
M6
joemcphee.com/universal-indians.html

Informações e reservas
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

Saxofones John Dikeman Contrabaixo Jon Rune Strøm 
Bateria Tollef Østvang Saxofones, trompete Joe McPhee

Se são muitos os músicos que hoje abraçam o formato do be bop, não o entendendo como uma tendência do passado, o norte-americano, radicado em Amesterdão, John Dikeman e os noruegueses Jon Rune Strøm e Tollef Østvang pegam nas fórmulas introduzidas por lendas do free como Albert Ayler, Cecil Taylor, John Coltrane e Peter Brotzmann a fim de as trazerem até à atualidade. Com uma particularidade: regra geral, dispensam o uso de estruturas ou composições predefinidas, tocando um jazz determinado apenas pelo momento. Um jazz intenso, poderoso e prenhe de argumentos e implicações, dando espaço ao detalhe e à subtileza. O nome Universal Indians ilustra bem o propósito destes músicos: este já não é um jazz nativo da América, é uma música global, uma música do mundo que absorveu outros vocabulários.
A escolha, como convidado do projeto, de um pioneiro do free jazz norte-americano com um percurso predominantemente europeu (com, por exemplo, Daunik Lazro, Evan Parker, Raymond Boni, Mats Gustafsson, Martin Kuchen, Rodrigo Amado) surge, pois, com naturalidade. Joe McPhee é um símbolo da sobrevivência no tempo presente das premissas (estéticas, sociais, políticas) da new thing e demonstra-nos que a opção por um "modo de fazer" não tem de ser exclusivista nem dogmática. O saxofonista e trompetista esteve envolvido com a música eletroacústica de Pauline Oliveros, colaborou com a Nihilist Spasm Band em contexto de noise music, interpretou Led Zeppelin com as bandas The Thing e Cato Salsa Experience. Esta desenvoltura tem-lhe sido possível pela adoção das metodologias do Pensamento Lateral de Edward de Bono. Segundo este, a formulação de novas ideias só tem a ganhar com a relativização das já existentes.
Many musicians still consider be bop to be very much alive, and Universal Indians, a band consisting of American John Dikeman (saxophone) and the Norwegians Jon Rune Strøm (bass) and Tollef Ostvang (drums), have dispensed with pre-defined structures or compositions, playing free jazz that is determined by the moment, intense, powerful and filled with arguments and implications, with room for detail and subtlety. They are joined here by saxophonist and trumpeter Joe McPhee, influenced by Edward de Bono's Lateral Thinking and symbolising the successful survival of the premises of the new thing.

fonte Culturgest

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Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest
[ Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos ]
Rua Arco do Cego, Piso 1, 1000-300 Lisboa
t. 21 790 51 55 / 21 790 54 54 / f. 21 848 39 09
metro - Campo Pequeno / autocarros - 7, 21, 22, 35, 36,
40, 44, 45, 49, 54, 56, 83, 90, 91, 727, 732, 738 e 767
38º 44’ 27.14” N
9º 8’ 34.23” W

fotografia de abertura do sítio internet Inside - O Jornal à Tua Medida !! a quem agradecemos.
fotografia da Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest [ Lisboa ] do sítio internet Artistlevel.org Online Art Community a quem agradecemos.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Ainda pode ver no Cine Incrível [ Almada ]



Ainda pode ver no Cine Incrível [ Almada ]
[ vários eventos ]
19, 20, 21, 26, 27 e 28 Março 2015
Espaço Cine Incrível, Almada

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fonte Cine Incrível

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Espaço Cine Incrível
Rua Capitão Leitão, 1, 2800-135 Almada
t.  21 822 77 22 / cineprograma@gmail.com
38° 40' 58.84" N
9° 9' 27.75" W

fotografia de abertura - pormenor da estátua de Natália Correia, da autoria do escultor Francisco Simões, sita no Parque dos Poetas em Oeiras - do sítio internet Fumaças a quem agradecemos.
fotografia do Espaço Cine Incrível do Google Earth Street View

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Tertúlia Poética / Jam Session «Poesia Sonora» em Lisboa



«Poesia Sonora»
[ tertúlia poética / jam session ]
Jorge Vicente [ poeta ] Pedro Queirós [ piano ] e músicos convidados
10 Janeiro 2015, 21h30
Casa de Giz, Lisboa

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Meus caros amigos,

no próximo sábado, dia 10 de Janeiro, pelas 21.30, realizar-se-á a segunda edição da "Poesia Sonora", uma tertúlia literária e musical organizada pelo poeta Jorge Vicente e pelo pianista de jazz Pedro Abreu. Para esta edição, teremos três músicos convidados. Os seus nomes: uma surpresa ;) Quem quer participar? 

Local do evento: Casa de Giz, Rua Prior do Crato, nº 41-43, Lisboa.

A Rua Prior do Crato fica em Alcântara, bem junto à estação de comboios de Alcântara-Terra. É a rua que vai dar à rua das Janelas Verdes.

Cá vos esperamos.

Um grande abraço
Jorge Vicente


fonte Jorge Vicente - Amoralva

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Casa de Giz
Rua Prior do Crato, 41/43, 1350-259 Lisboa
t- 21 601 39 94 / casadegizcultura@gmail.com / facebook
38° 42' 20.30" N 09° 10' 18.38" W

imagem de abertura do sítio internet ModernArtisans - Contemporary wall decor, Unique garden decor, art and accessories for the home handcrafted by American artisans a quem agradecemos.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Concerto «OJM e Carlos Bica & Azul - feat. Frank Möbus e Jim Black» [ Torres Novas ]



OJM e Carlos Bica & Azul - feat. Frank Möbus e Jim Black
[ concerto musical ]
Orquestra Jazz de Matosinhos [ participante ]
Carlos Bica [ contrabaixo ]
Frank Mobus [ guitarra ]
Jim Black [ bateria]
José Luis Rego [ saxofone ] João Pedro Brandão [ saxofone ] Mário Santos [ saxofone ]
José Pedro Coelho [ saxofone ] Rui Teixeira [ saxofone ]
Gileno Santana [ trompete ] Rogério Ribeiro [ trompete ]
Susana Santos Silva [ trompete ] Javier Pereiro [ trompete ]
Daniel Dias [ trombone ] Alvaro Pinto [ trombone ]
Andreia Santos [ trombone ] Gonçalo Dias [ trombone ]
Carlos Azevedo [ piano ]
Pedro Guedes [ direcção ]
20 Dezembro 2014, 21h30
Teatro Virgínia, Torres Novas

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O Teatro Virgínia encerra a programação de 2015 com mais um excelente concerto!

OJM e Carlos Bica & Azul
feat. Frank Möbus e Jim Black

20 Dez. Sábado . 21h30 | Teatro Virgínia, Torres Novas

Para encerrar um ano rico em parcerias, estreias e concertos, a Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) convidou Carlos Bica & AZUL feat. Frank Möbus e Jim Black para três espectáculos em Dezembro: dia 14, na Casa da Música, no Porto; dia 19, no Teatro Viriato, em Viseu; e dia 20, no Teatro Virgínia, em Torres Novas.

Na primeira vez que se cruza em palco com o trio AZUL, do contrabaixista português Carlos Bica, a OJM vai apresentar novos arranjos para músicas retiradas do vasto reportório do colectivo que conta já com cinco álbuns editados. Quase 20 anos volvidos sobre a edição de “Azul”, o primeiro trabalho do trio que ainda hoje é considerado pela crítica como um dos melhores discos nacionais de jazz de sempre, Carlos Bica, Frank Möbus (guitarra) e Jim Black (baterista) continuam a surpreender e ao vivo dão provas da sua genialidade.

Solistas Carlos Bica (contrabaixo), Frank Mobus (guitarra) e Jim Black (bateria)
Direcção Pedro Guedes
Saxofones José Luis Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho e Rui Teixeira
Trompetes Gileno Santana, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva e Javier Pereiro
Trombones Daniel Dias, Alvaro Pinto, Andreia Santos e Gonçalo Dias
Piano Carlos Azevedo

Duração: c. 1h15
Faixa etária recomendada: M12 anos
Bilhete: 12,5€ (sujeitos aos descontos habituais) 

Os bilhetes podem ser adquiridos presencialmente no Teatro Virgínia ou através da Bilheteira Online: http://www.bilheteiraonline.pt/Comprar/Bilhetes/21662-orquestra_de_jazz_de_matosinhos-teatro_virginia/

Bilheteira do Teatro Virgínia
de terça a sexta das 17h30 às 20h00 / sábado das 15h00 às 19h00
» em dias de espetáculo encerra 30 minutos após o seu início
249 839 309 ou bilheteira@teatrovirginia.com
www.teatrovirginia.com

Agradecemos a V. colaboração na divulgação deste concerto e apresentamos a nossa disponibilidade para mais informações.

Cumprimentos,
Sandra Alexandre

Comunicação, Audiovisuais e Imagem
Divisão de Tecnologias de Informação,
Comunicação e Modernização Administrativa

tlf. 249 839 430 | ext. 3620 | tlm. 96 945 55 53
sandra.alexandre@cm-torresnovas.pt
www.cm-torresnovas.pt
www.teatrovirginia.com
www.facebook.com/municipiodetorresnovas
www.facebook.com/teatrovirginiatorresnovas
www.facebook.com/PiscinasMunicipaisFernandoCunha





fonte Sandra Alexandre - Teatro Virgínia

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Teatro Virgínia
Largo José Lopes dos Santos, 2350-686 Torres Novas
t. 249 839 300 / f. 249 839 304
39° 28' 47.49" N 8° 32' 11.01" W

fotografia de abertura, da esq. para a dir. - Frank Möbus, Jim Black e Carlos Bica.
fotografia do Teatro Virgínia do sítio internet Tinta Fresca a quem agradecemos.