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terça-feira, 21 de julho de 2015

Expofacic em Cantanhede



25 Anos
Expofacic
Exposição | Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede
[ feira ]

Participantes:
Buraka Som Sistema, D.A.M.A., Anselmo Ralph, Expensive Soul, Pete Tha Zouk, Nilton, Tony Carreira,
Mastiksoul, Dengaz, Alesso, Pablo Alborán, Lucas & Steve, Mariza, João Gentil,
Natiruts, Pedro Cazanova, B4 Los Compadres com Rita Pereira, Miguel Araújo, Diego Miranda, James, Kura,
Xutos & Pontapés, Dj Slimcutz, Funkyou2, Eddie Ferrer, Miguel Rendeiro, Overule, John Mayze & Miguel Faria,
Meninos da Vadiagem, Dj Fernando Alvim, Magazino, Octa Push Dj Set, Boys à la Carte, Lightzoff e Kitu

23 Julho a 02 Agosto 2015
Parque Expo-Desportivo de S. Mateus, Cantanhede

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espectadores num anterior concerto na Expofacic
[ fotografia do sítio internet Expofacic a quem agradecemos. ]

veja o Cartaz AQUI

fontes: anúncio na SIC e sítio Expofacic 2015

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Parque Expo-Desportivo de S. Mateus
[ Quinta de São Mateus ]

Rua dos Bombeiros Voluntários [ EN 234 ] 3060 Cantanhede 
t. 231 410 100 / f. 231 410 199
40°20'54.82"N
8°35'19.24"W


fotografia do Parque Expo-Desportivo de S. Mateus do sítio internet All About Portugal - Find the best places in Portugal a quem agradecemos.

sábado, 11 de julho de 2015

Quadro de Paula Rego bate recorde em Londres



Quadro de Paula Rego bate recorde em Londres
[ arte ]
Londres

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Quadro de Paula Rego bate recorde em Londres


Um quadro de Paula Rego de 1988 foi arrematado num leilão em Londres por 1,6 milhões de euros, um novo recorde da artista portuguesa.
The Cadet and his Sister (O cadete e a irmã), um acrílico sobre papel em tela, de 1988, aborda o tema da despedida, mostrando um cadete vestido com o uniforme do Colégio Militar, de partida para o combate, que se despede da irmã enquanto ela se ajoelha e ata os sapatos.
A composição remete para um importante acontecimento na vida pessoal da pintora portuguesa, porque, nesse mesmo ano, faleceu o seu marido, o também artista Victor Willing, de esclerose múltipla.
Esse ano foi igualmente importante na carreira de Paula Rego, pois passou a ser representada pela galeria Marlborough, em Londres, e foi objecto de uma retrospectiva na Serpentine Gallery, também em Londres.
Propriedade de um coleccionador privado americano, The Cadet and his Sister tinha uma estimativa inicial de entre 846 mil euros e 1,1 milhões de euros, mas acabou por ser arrematado por 1.614.795 euros, um novo recorde da artista, adiantou à agência Lusa fonte da Sotheby’s, organizadora do leilão. O recorde anterior estava nos 865 mil euros e foi atingido em 2011 com a venda do quadro Looking back (1987) pela Christie’s.

Fonte: Público

fonte Pportodosmuseus

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a pintora Paula Rego
[ fotografia do sítio internet The Independent | News | UK and Worldwide News | Newspaper a quem agradecemos ]

fotografia de abertura - a obra “A Última Mamada”, um dos quadros polémicos de Paula Rego, por nele ser possível identificar Aníbal Cavaco Silva [ a obra foi apresentada em Londres em 2013 ] do sítio internet José Paulo Fafe a quem agradecemos.

terça-feira, 7 de julho de 2015

O quadro mais caro do mundo é de Paul Gauguin e está em Madrid


o mais caro... até ver, como diz o cego… digo eu que gosto de dizer coisas, e nesta matéria, as coisas alteram-se à velocidade da luz.


O quadro mais caro do mundo é de Paul Gauguin e está em Madrid
[ arte / artigo ]
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Espanha

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O quadro mais caro do mundo é de Paul Gauguin e está em Madrid

por Lina Santos Ontem

Os conservadores penduram a obra de Gauguin na sala da exposição
Fogo Branco, que reúne obras do Kunstemuseum Basel
Fotografia © Reuters

Nafea faa ipoipo, vendido em fevereiro por 270 milhões de euros, é o quadro mais caro do mundo. Esta poderá ser uma das últimas oportunidades para ver o quadro em público.
O (quase) impronunciável 
Nafea faa ipoipo, de Paul Gauguin foi pendurado no Museu Rainha Sofia, em Madrid, ontem, às 10.30, com pompa e circunstância. Entre os convidados estava Rudolf Staechelin, o anterior proprietário da obra que hoje ostenta o título de mais cara do mundo. Foi vendida em fevereiro por quase 300 milhões de dólares, isto é, cerca de 271 milhões de euros, dizem os especialistas em arte.
O valor exato da transação manteve-se tabu durante a conferência de imprensa que acompanhou a chegada do quadro à capital espanhola. Rudolf Staechelin tão-pouco revelou a identidade do novo proprietário, conta João Fernandes, subdiretor do Museu Rainha Sofia, ao telefone com o DN. O quadro, confirma, era aguardado com expetativa. E, adianta, já estava previsto que fosse mostrado antes de se ter tornado no protagonista do mercado da arte em 2015. "É uma obras das fases mais apreciadas de Gauguin", explica, e acrescenta, rindo: "Não andávamos à procura do quadro mais caro do mundo".
João Fernandes, antigo diretor do Museu de Serralves, lembra, aliás, que ficou "surpreendido" quando leu a notícia da venda do quadro. 
”Mas na própria notícia do New York Times diziam que ele ia ser apresentado no Rainha Sofia". Essa era uma das condições de venda do quadro: respeitar os compromissos já assumidos.
Apesar de pertencer a uma coleção privada, o quadro estava cedido em depósito ao Kunstmuseum de Basileia. O museu suíço entrou em obras de ampliação, e por sugestão do diretor do Rainha Sofía, Manuel Borja-Villel, um conjunto de peças viajou até Espanha para a exposição 
Fogo Branco: A Coleção Moderna do Kunstmuseum Basel, inaugurada a 18 de março.
O que o museu espanhol também já sabia é que teria de partilhar o quadro de Gauguin, pintado no período em que viveu no Taiti, com a Fundação Beyeler, em Basileia, que a havia requisitado para uma retrospetiva da obra do pintor francês (1848-1903). Fez-se uma troca. "Como eles precisavam de um Miró nosso...", conta.

fonte DN Artes

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fotografia de abertura - 
a obra de Paul Gaugui«Nafea faa ipoipo» [ When Will You Marry? ] do sítio internet ABC.es. El periódico español líder en ,movilidad. - ABC.es a quem agradecemos.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Cruzeiro - a demolir?



O Prof. Doutor José d'Encarnação é nosso sócio.


Cruzeiro - a demolir?
[ arquitectura ]
Monte Estoril

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Quando tanta ‘coisa’ há urgente para demolir, por vezes as prioridades – sabe-se lá porquê!... – incidem sobre alvo porventura errado…
O Cruzeiro, no Monte Estoril, seguramente o primeiro centro comercial a ser construído em Portugal, parece que vai ser alvo do camartelo para, em seu lugar, surgir algo que ainda não se sabe exactamente o que é, mas… condomínio privado será hipótese válida, nos tempos que correm, já se vê.
Que me seja permitido, pois, anexar o texto que, em tempos, redigi sobre este imóvel singular, texto, aliás, que foi premiado pela então Associação Comercial de Cascais.
Permita-me, pois, caro Colega, que lhe dê esta notícia desde já, porque, nestas ‘coisas’, há sempre um amanhã que vira ontem!
Mui cordialmente
J. d’E.
............................................
Prof. Doutor José d'Encarnação
R. Eça de Queirós, 89
PAMPILHEIRA
P - 2750-662 CASCAIS
Tel. (+351) 214 866 409

Anexo:

CRUZEIRO
Um sonho (quase) desfeito
Constrange-nos. Um edifício assim, imponente, com dois belvederes lá em cima – que vista soberba se deve alcançar dali!… – preparado para receber multidões e está naquele enorme vazio, numa frieza de arrepiar e, se adregas subir a ampla escadaria de mármore até ao cimo, quase ao lusco-fusco, até a solidão te oprime o peito. E há uma nostalgia no ar! E uma pergunta a martelar-nos: «Porquê? Que maldição caiu sobre ele, não nos dirão? Não poderia a Câmara pegar nisto?»…
Um insondável mistério que, de há anos a esta parte (muitos!), paira sobre o edifício do Cruzeiro, ali ao cimo da Av. Fausto de Figueiredo, no Monte Estoril.
Postados à entrada do Mirita Casimiro, é que nos damos conta do gigante, ora guardado por dois plátanos grandes. Sente-se alguma vida em baixo. Pessoas passam no pórtico – que há lojas, há a farmácia (que até, curiosamente, também tem secção de dietética e de plantas medicinais… e nome à maneira antiga!…), há pronto-a-vestir, há restaurantes («Há cozido») e cafés… Vida, enfim!… No restaurante-pastelaria do ângulo, um painel de azulejo ostenta grande nau de cinco panos redondos enfunados e gaivotas derredor, numa ânsia de empreender viagem. Mas… para onde, senhores? Teremos «cruzeiro» para algum sítio? Quem pegará no leme do barco?…
O primeiro centro comercial
Lá está, para que conste, logo à entrada, feita de pedras, a data da construção: 1947. Pois é: ainda se não implantara a moda (ou mania?) dos centros comerciais e este foi erguido assim. O primeiro! Para ter muitas lojas, para ter muita gente (há setas no chão das entradas, a indicar que se deve circular pela direita!…), a escadaria é larguíssima (e as aranhas tecem teias à vontade), os corredores amplos, de calçada à portuguesa e com franjas laterais como se alguém ali, de porta a porta, houvesse estendido tapeçaria para todos; as varandas espaçosas!… O sítio ideal para, aos domingos (nessa altura, ainda não havia semana inglesa e trabalhava-se ao sábado), sobretudo nos domingos de Outono e de Inverno, ali se gozar das vistas e se fazerem algumas compras – porque não? – e marcar encontro com os amigos, vendo o mar…
Arte nova
Merecem atenção as duas portas, a que dá para a Av. Nuno Álvares Pereira, que é a principal, e a lateral, para a Rua do Viveiro. De caixilharia singela, ostentam na parte superior a palavra CRUZEIRO, uma letra prateada em cada «casa», como se de vitral se tratasse. Na lateral, já o CRUZEIRO está quase a desaparecer; mas na principal vê-se bem. E lá está, plantada em grande círculo azul, uma estrela de quatro pontas – será ela o cruzeiro?
Vale a pena dar uma olhadela ao chão do pórtico. Diríamos arte surrealista: as cabeças estilizadas são antropomórficas, mas não desdenharíamos em imaginar alienígenas, seres que doutros «cruzeiros» ali vieram poisar; os olhos são corolas, os longos braços em arco terminam em pontas de seta, como em gigantesco abraçar de Universo; a cabeleira em «semicírculos pegados… E aquele ali? Não está o maroto a rir-se de todos nós?
Um nome, um símbolo
A Revista de Turismo inclui, no seu nº 94 (Janeiro de 1951), uma extensa reportagem sobre este «grande melhoramento», recentemente inaugurado, «no seu género um dos melhores da Europa», obra de Manuel António da Cruz e do Dr. João da Cruz.
Aliás, é curioso saber das razões que levaram a baptizar com esse nome o empreendimento:
– a primeira é porque ele se situa no cruzamento de três freguesias: Estoril, Cascais e Alcabideche;
– a segunda, porque se encontra sob o ponto onde os aviões se encaminham para os seus rumos mundiais;
– a terceira, por os seus promotores serem Cruz de apelido.
O centro – com quarenta estabelecimentos previstos – incluía salão de fados, um rinque de patinagem «de dimensões internacionais», um mercado doado à municipalidade. Situavam-se, no primeiro andar, as lojas para senhoras: cabeleireiros, perfumarias, pelarias, institutos de beleza. Previa-se um cinema dotado «com a melhor e mais moderna máquina de projecção existente no País»; uma esplanada de 60 metros de fundo; dancings com palco para variedades e passagens de modelos, salões para banquetes, salas de jogo e um mirante completavam o conjunto.
Baldões
Uma vida, porém, aos altos e baixos. Hoje, nos dois andares de cima, no primeiro um amplo portão de grades interdita por completo o acesso; no último, tirando um bar e um restaurante (encerrado quando lá passei), as paredes olham-te mudas e tristes.
Do outro lado da rua, até o ‘Mirita Casimiro’ sonha, por vezes, em instalar-se ali. Outro sonho acalentei, em 1972, quando, com o apoio de Serra e Moura, então presidente da Junta de Turismo da Costa do Sol, um dos espaços albergou durante alguns meses a colecção de aves marinhas e peixes embalsamados que viria a constituir o embrião do Museu do Mar.
30-10-2002
Inserido no livro, de José d’Encarnação, Recantos de Cascais,  CMC, Cascais, 2007, p. 275-278


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saiba mais sobre este edifício em Ruin’Arte e em Lugares Esquecidos

fotografia de abertura - o Centro Comercial Cruzeiro, no Monte Estoril [ 38° 42' 27.03" N / 9° 24' 14.50" W [ dados GE ] ] - do sítio internet Lugares Esquecidos, a quem agradecemos.