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quarta-feira, 30 de julho de 2014

«Egyptian Carving Defaced by King Tut's Possible Father Discovered» [ Sedeinga / Sudão ]



Egyptian Carving Defaced by King Tut's Possible Father Discovered
[ arqueologia ]
Sedeinga, Sudão

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Egyptian Carving Defaced by King Tut's Possible Father Discovered: The panel, carved in Nubian Sandstone, was found recently in a tomb at the site of Sedeinga, in modern-day Sudan. It is about 5.8 feet (1.8 meters) tall by 1.3 feet (0.4 m) wide, and was found in two pieces.

More: http://m.livescience.com/46978-egyptian-carving-discovered.html 

Photo : V. Francigny © Sedeinga Mission


fonte CARAA - Centre d'Analyses et de Recherche en Art et Archéologie

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imagem de satélite do Sudão
15° 30' 54.57" N 32° 30' 16.33" E [ Cartum ]

fotografia de abertura - as Pirâmides de Sedeinga no Sudão [ legenda original - Esta foto aérea muestra una serie de pirámides y tumbas que un equipo de arqueólogos ha estado explorando en Sedeinga en Sudán. Desde 2009 se han descubierto al menos 35 pequeñas pirámides en el sitio, la más grande es de 22 pies de ancho ] do sítio internet Foro Egipto: Viajar e Historia de Egipto a quem agradecemos.
fotografia de satélite do Sudão do Google Earth

quinta-feira, 12 de junho de 2014

«Museu Britânico usa scanners para desvendar segredos das múmias» [ Reino Unido ]



Museu Britânico usa scanners
para desvendar segredos das múmias
[ arqueologia ]
Reino Unido

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Museu Britânico usa scanners para desvendar segredos das múmias


O Museu Britânico utilizou scanners de última geração para desvendar segredos guardados por múmias egípcias e sudanesas.

Um total de 8 das 120 múmias do acervo do museu foram submetidas à realização de tomografias computorizadas em vários hospitais de Londres. Os resultados dos exames revelaram rostos, ossos, pele e até mesmo alguns órgãos internos que permaneciam preservados.

Foi possível, inclusive, determinar o sexo de algumas das múmias, o que permanecia indefinido desde que foram adquiridas pelo museu, há 250 anos. Os exames permitiram também recolher dados valiosos sobre o processo de embalsamento e enterro, tudo sem abrir os túmulos e perturbar as múmias.

Os resultados destas análises tomográficas vão constar de uma animação gráfica que será exibida como parte da exposição «Ancient Lives, New Discoveries» que o museu inaugura no próximo mês de maio.

De acordo com o Museu Britânico, a exposição procurará ‘oferecer um retrato’ das vidas de oito pessoas que viveram no Vale do Nilo ao longo de mais de 4 mil anos – desde o Egito pré-histórico até o Sudão cristão.

Fonte: TSF

Artigo completo

fonte Pportodosmuseus

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fotografia de abertura - uma múmia egípcia do Museu Britânico - do sítio internet Baixaki a quem agradecemos.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Esqueleto de homem com 3200 anos, que tinha cancro, encontrado no Sudão



Esqueleto de homem com 3200 anos, que tinha cancro
encontrado no Sudão
[ arqueologia ]
Amara Oeste, Sudão

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Esqueleto de homem que tinha cancro há 3200 anos encontrado no Sudão

O sítio arqueológico de Amara Oeste MUSEU BRITÂNICO

Esqueleto de homem com cancro MUSEU BRITÂNICO

Pormenor da escavação  MUSEU BRITÂNICO

Ossos têm sinais de metástases por todo o corpo.

O esqueleto de um homem que sofria de cancro há mais de 3200 anos foi descoberto no Sudão, revela um estudo publicado esta segunda-feira na revista PLOS ONE.

Os restos mortais deste homem, com uma idade entre os 25 e os 35 anos, foram encontrados no ano passado numa sepultura perto do rio Nilo, por uma estudante da Universidade de Durham, em Inglaterra. O esqueleto foi descoberto a 750 quilómetros a sul de Cartum, a capital do Sudão, no local arqueológico de Amara Oeste. A região era, na altura, dominada pelos egípcios.

O exame aos ossos revela que o homem, oriundo de um meio abastado, tinha um cancro já com metástases, mas não foi possível determinar se o cancro foi a causa da morte. Este é o esqueleto mais antigo e mais completo que alguma vez foi descoberto de um humano com metástases.

Apesar de o cancro ser uma das principais causas de morte contemporâneas, é raro encontrarem-se vestígios de cancro em esqueletos humanos descobertos em locais arqueológicos. Isto leva a que esta doença esteja “principalmente associada ao modo de vida contemporâneo e ao aumento da esperança média de vida”, explicam os investigadores.

A análise do esqueleto mostra “que a forma das pequenas lesões nos ossos só pode ter sido criada por um cancro nos tecidos moles, apesar de a origem exacta ser impossível de determinar a partir [da informação] dos ossos”, explicou Michaela Binder, a arqueóloga que fez a descoberta.

Este esqueleto “poderá ajudar-nos a compreender a história até agora desconhecida do cancro. Temos muito poucos exemplos anteriores ao primeiro milénio antes de Cristo”, explica a investigadora, acrescentando que “é necessário compreender a história desta doença para compreender melhor a sua evolução”. 

Os exames radiológicos feitos neste estudo permitiram observar lesões nos ossos. O homem apresentava metástases nas clavículas, omoplatas, vértebras, braços, fémures e na bacia.

A origem do cancro é desconhecida, poderá ter sido provocado pela inalação de fumo de madeira queimada, que tem compostos cancerígenos, factores genéticos ou uma doença infecciosa causada por parasitas, especulam os cientistas.

fonte: Público

fonte Novos Insólitos

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fotografia de abertura do sítio internet Ciência Online - Saúde, Tecnologia, Ciência a quem agradecemos.