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domingo, 19 de janeiro de 2014

Teatro «Actor Imperfeito» [ Porto ]



Actor Imperfeito
[ teatro ]
22 Janeiro a 02 Fevereiro 2014
Teatro Carlos Alberto, Porto

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TEATRO | LISBOA E PORTO
TEATRO DO BAIRRO
ACTOR IMPERFEITO
Poemas de Shakespeare em peça de teatro
Até 22 de dezembro
Teatro do Bairro, Lisboa
22 de janeiro a 2 de fevereiro Teatro Carlos Alberto, Porto [ ... ]

fonte Direcção-Geral das Artes

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Teatro Carlos Alberto
Rua das Oliveiras, 43, 4050-449 Porto
t. 22 340 19 00 / 22 339 50 69 / f. 22 340 19 07
41° 8' 56.54" N 8° 36' 54.37" W

fotografia de abertura - um momento da peça «Actor Imperfeito» - do sítio internet Gazeta dos Artistas a quem agradecemos.
fotografía do Teatro Carlos Alberto do sítio internet Turismo do Porto [ © João Tuna / TNSJ ] a quem agradecemos.

Canguru português pode reescrever história da Austrália



Canguru português pode reescrever
história da Austrália
[ história ]
Portugal / Austrália

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Canguru português pode reescrever história da Austrália


Terão os portugueses descoberto a Austrália? Um manuscrito português, adquirido pela galeria “Les Enluminures”, em Nova Iorque, mostra o que aparenta ser um canguru na iluminura da obra escrita à mão. Um pequeno detalhe que pode vir a mudar a 
história da Austrália e adicionar este continente à lista dos descobrimentos portugueses.

Assinado por Caterina de Carvalho, uma freira das Caldas da Rainha, o manuscrito de música para cerimónias eclesiásticas foi escrito em latim e português e, dizem os especialistas, é completamente medieval em formato e texto.

Até hoje, pensava-se que teria sido o navegador holandês Willem Janszoon a descobrir a Austrália. Mas alguns especialistas acreditam que o documento, que data de 1580 a 1620, já circulava pelo mundo na altura em que os holandeses desembarcaram na terra dos cangurus em 1606. O aparecimento deste manuscrito faz agora tremer as certezas de alguns historiadores e alimentar a crença de outros, de que Portugal descobriu a Austrália.

Para a investigadora Laura Light da Les Enluminures, a descoberta deste animal num manuscrito tão antigo prova que a artista esteve na Austrália ou, então, que relatórios de viagem ao continente e desenhos de cangurus já se encontravam em Portugal.

Esta hipótese não é de todo uma surpresa. O historiador Peter Tricktett, citado pelo jornal australiano The Sidney Morning Herald, já suspeitava, há muito, que os portugueses foram os autores da primeira expedição marítima a mapear a costa australiana, em 1521-22.

Há, no entanto, quem se mantenha mais cético. Martin Woods, da Biblioteca Nacional Australiana, afirma que o manuscrito não invalida a história como a conhecemos, e que o animal retratado pode ser outra espécie, semelhante ao canguru, oriunda do sudeste asiático.

Também John Gascoigne, da Academia Australiana de Humanidades, refere que provar que os portugueses foram os primeiros a chegar à Austrália não será tarefa fácil. O secretismo que envolve os descobrimentos portugueses e o facto de muitos documentos históricos importantes se terem perdido no terramoto de 1755 em Lisboa, dificulta a comprovação. Além disso, não está excluída a hipótese de o manuscrito ser posterior à chegada dos holandeses.

Gascoigne coloca ainda a hipótese de o animal vir de outra terra com clima e ecologia semelhantes, nomeadamente das expedições marítimas de Jorge de Menezes à metade oriental da ilha da Nova Guiné, em 1526.

As hipóteses são várias e fazem oscilar a certeza de que terão sido os holandeses os primeiros a descobrir a Austrália. Uma incógnita que, para já, fica sem resolução.

O manuscrito vai estar em exposição na galeria “Les Enluminures” de 24 de janeiro a 21 de fevereiro.

Copyright © 2014 euronews

fonte Euronews [ Twitter ]

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fotografia de abertura - um exemplar dum canguru num ambiente natural - do sítio internet HD Wallpapers Free Download a quem agradecemos.

A visão neolítica de uma erupção vulcânica



A visão neolítica de uma erupção vulcânica
[ arqueologia ]
Çatalhöyük, Turquia

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A visão neolítica de uma erupção vulcânica

Imagem: O mural com a pintura

Geólogos reforçam tese sobre um mural com uma estranha pintura com 6600 anos descoberto em Çatalhöyük, na Turquia
Desde que foi encontrado, nos anos 60 do século XX, em Çatalhöyük, na Turquia, o mural do neolítico intrigou os cientistas. Uma ousada interpretação do arqueólogo que desenterrou a rocha com a estranha pintura propôs que se trataria da representação de uma erupção vulcânica. No caso, do vulcão que se vê dali, no horizonte, a cerca de cem quilómetros de distância, o Hasan Dagi, com os seus dois cones e a cidade a seus pés.
A ideia, porém, foi acolhida com ceticismo na comunidade científica e nunca inteiramente aceite. Uma outra tese, proposta por uma arqueóloga da Universidade de Cambridge, Stephanie Meece, adiantava que se trataria antes de uma pele de leopardo vista de cima. Afinal, defendia ela, o padrão da pele do leopardo é algo vulgar na arte pictórica da região.
O debate instalou-se, mas agora um grupo de geólogos descobriu que aquele vulcão teve mesmo uma erupção há 6600 anos.

Mistério de Çatalhöyük
Na arqueologia tudo o que não se enquadra nas teses catedráticas é sorrateiramente afastado, escondido e muitas vezes proscrito, então é de ver as fotos destas casas em Çatalhöyük dá 9.000 anos/10.000 habitantes, tinham paredes ESTUCADAS a gesso e pintadas de branco, com rodapés em vermelho.
Das técnicas dos tecidos encontrados ninguém fala igualmente, vi uma reportagem e entrevista à cientista que está a estudar os tecidos de Çatalhöyük onde ela descreve o grau sofisticado de tecelagem sem dar obviamente explicações como no neolítico o podiam fabricar. 

No site Mysteries of Çatalhöyük (Science Museum of Minnesota) pode ver-se claramente as figuras murais técnico geométricas destes “nómadas saídos das cavernas”, seus artefactos de lazer jogos de esferas suas habitações etc. 


São desta cidade na Anatólia igualmente os mais antigos tecidos até hoje encontrados feitos à 9.000 anos. 
As mentalidades estão mudar e aos poucos vão ter que mudar igualmente os manuais escolares cheios de disparates, no 
ÇATALHÖYÜK 2007 ARCHIVE REPORT (395 páginas no scribd) na n° 74 tem uma escultura em marfim muito bem feita, oficialmente eram dos nómadas no neolítico!? 

Esta Çatalhöyük é a maior estalada que o Establishment está a receber, tinham parado as escavações nos anos 50 quando certamente perceberam que os ia desacreditar nas suas teses...

Houve um retrocesso civilizacional, antes da pré-história existiu uma sociedade tão avançada como a actual. 
Ver site do flickr mais photos de Çatalhöyük

Erupção vulcânica ou pele de leopardo?

No Science Museum of Minnesota, e site web Mysteries of Çatalhöyük tem 7 mistérios para estudantes e visitantes esclarecerem sobre a cidade de Çatalhöyük, faz as perguntas sobre o que a ciência não tem resposta certa, este é o método pedagógico a seguir, de pôr as pessoas a pensarem por si próprias e não a condicionarem com o bastão das cátedras universitárias e suas teses intocáveis, são estes métodos que estão a abanar certas torres de marfim especialmente a da arqueologia, pois têm ignorado o trabalho multidisciplinar que com os modernos meios auxiliares técnicos tem vindo a dar respostas que apontam no sentido da minha íntima convicção;
Sim houve um retrocesso civilizacional, antes da pré-história existiu uma sociedade tão avançada como a actual.
Num dos muitos muros pintados desta cidade de 10.000 habitantes James Mellart encontrou uma pintura que para ele significa um vulcão em erupção, mas Tristan Carter outro especialista vê nele uma pele de leopardo:
"A clearer picture of a volcano in eruption could hardly have been painted: the fire coming out of the top, lava streams from vents at its base, clouds of smoke and glowing ash hanging over its peak . . ."
James Mellart
Project Director (1960's)
"I'm not sure; in some ways it looks quite a lot like the leopard sk...."
Dr.Tristan "Stringy" Carter


Digam os amigos o que vêm neste muro, e escrevam nos comentários, pois tenho ainda mais a dizer sobre este mistério Çatalhöyük se estiverem interessados em discutir o tema.

Çatalyük
 no Google Earth 37° 40 00N, 32° 49 40 E

fonte PAM - Património, Artes e Museus

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imagem de abertura - uma reconstituição artística de Çatalhöyük [ em inglês ] - do sítio internet Cidades fantasmas a quem agradecemos.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Concerto Coral-Sinfónico [ Lisboa ]



Concerto Coral-Sinfónico
[ concerto ]
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Solistas do Coro do TNSC
Artur Pizarro [ piano ]
Joana Carneiro [ direcção musical ]
19 Janeiro 2014, 18h00
Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa

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fonte Teatro Nacional de São Carlos

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Teatro Nacional de São Carlos
Rua Serpa Pinto, 9, 1200 – 442 Lisboa
t. 21 325 30 45 / 046
38° 42' 34.14" N 9° 8' 30.39" W

fotografia de abertura do sítio internet Antiguedades, arte y coleccionismo a quem agradecemos.
fotografia do Teatro Nacional de São Carlos do sítio internet Wikimedia Commons [ foto de Lijealso ] a quem agradecemos.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Workshop «A história das especiarias» [ Lisboa ]



A história das especiarias
[ workshop ]
Luís Mendonça de Carvalho [ formador ]
18 Janeiro 2014, 14h00 às 18h00
Museu do Oriente, Lisboa

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A HISTÓRIA DAS ESPECIARIAS
A história das especiarias, rotas comerciais, usos tradicionais num workshop em que Luís Mendonça de Carvalho, director do Museu Botânico de Beja, mostra exemplares de todas as especiarias estudadas. No final, há ofertas de amostras aos participantes.
18 Janeiro
Ver mais

fonte Museu do Oriente

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Museu do Oriente
Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte) 1350-352 Lisboa
t. 21 358 52 00 / info@foriente.pt / website
autocarros - 12, 28 , 714, 738, 742 / eléctricos - 15E, 18E
comboios - Linha de Cascais [ estação de Alcântara ], Linha da Azambuja [Alcântara-Terra ]
38º 42' 09 N 9º 10' 20 W

fotografia de abertura - diversas especiarias do Oriente - do sítio internet Universal a quem agradecemos.
fotografia do Museu do Oriente do sítio internet Museu Fundação Oriente a quem agradecemos.

Concerto/tertúlia «Ary Rima com Lisboa» [ Lisboa ]



30.º aniversário da morte de Ary dos Santos
Ary Rima com Lisboa
[ concerto / tertúlia ]
Fernando Tordo [ voz e guitarra ] Mitó Mendes ( Naifa ) [ voz ] e João Tordo [ contrabaixo ]
18 Janeiro 2014, 18h00
Jardim de Inverno, São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

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fonte Fernando Tordo Produção via Álvaro José Ferreira - Amigos do LUGAR AO SUL

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São Luiz Teatro Municipal
Rua António Maria Cardoso, 38, 1200-027 Lisboa
t. 21 325 76 40 / geral@teatrosaoluiz.pt / website
38° 42' 33.18" N 9° 8' 33.13" W

fotografia de abertura - o poeta José Carlos Pereira Ary dos Santos [ Lisboa, 07-12-1937 — Lisboa, 18-01-1984 ] a declamar uma das suas poesias - do sítio internet Ary dos Santos - Poemas - Música a quem agradecemos.
fotografia do São Luiz © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.

«80.º Aniversário da Greve Geral de 1934» e «Ary dos Santos, 30 anos depois» [ Porto ]



80.º Aniversário da Greve Geral de 1934
e
Ary dos Santos, 30 anos depois
[ tertúlia / debate ]
José Manuel Lopes Cordeiro [ orador ]
Ana Afonso [ palavras ]
José Luís Guimarães [ música ]
18 Janeiro 2014, 16h00
Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto

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“A promulgação do Estatuto do Trabalho Nacional, em Setembro de 1933, criando os "Sindicatos Nacionais" e proibindo a livre organização dos sindicatos operários, constituiu um golpe fortíssimo da burguesia contra as liberdades conquistadas em meio século de luta do movimento operário. No entanto, a camada mais activa e consciente do operariado mostrou-se disposta a resistir e a defender os seus sindicatos e, numa “frente única de luta”, englobando comunistas e anarquistas, iniciou a preparação de uma intensa campanha de agitação e propaganda a nível nacional, que deveria culminar numa greve geral. No dia 18 de Janeiro de 1934, desencadeou-se um conjunto de acções revolucionárias envolvendo greves e atentados à bomba – em Lisboa, Coimbra, Covilhã, Leiria, Barreiro, Almada, Silves, Sines, entre outras localidades –, acções essas que, no entanto, não contaram com uma eficaz coordenação e direcção política. O movimento revolucionário foi rapidamente sufocado pela repressão, embora na Marinha Grande os operários armados se tenham apossado da vila, tomando o posto da GNR e a estação dos Correios, e anunciado a criação de um soviete. Contudo, não conseguiram concretizar esse objectivo pois, algumas horas mais tarde, a Marinha Grande foi tomada de assalto por forças do exército, que iniciaram de imediato uma feroz perseguição e repressão sobre o operariado e a população local, efectuando inúmeras prisões. Apesar de vencida, esta acção revolucionária dos operários da Marinha Grande constituiu um importante marco na luta do povo português contra a implantação do regime fascista do Estado Novo, justificando-se inteiramente a comemoração do seu 80º aniversário no próximo dia 18 de Janeiro de 2014.” (texto de José Manuel Lopes Cordeiro).
Nesse mesmo dia, 18 de Janeiro de 2014, passam 30 anos que o poeta grande e de obra empenhada abalou para outras paragens - José Carlos Ary dos Santos.
O núcleo do norte da  Associação José Afonso, em parceria com a Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto  vai evocar estas duas datas com o historiador e professor da Universidade do Minho, José Manuel Lopes Cordeiro e com  palavras de Ana Afonso e  música de José Luís Guimarães.


fonte Miguel Carvalho via Álvaro José Ferreira - Amigos do LUGAR AO SUL

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Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto
[ junto ao Teatro Rivoli ]
Rua Rodrigues Sampaio, 140, 4000-424 Porto
t. 22 208 05 65
41° 8' 55.00" N 8° 36' 34.75" W

imagem de abertura - “As forças de Infantaria ocupam a Marinha Grande em Janeiro de 1934, para pôr fim à greve geral dos operários vidraceiros. Fotografia do jornal O SÉCULO.” [ legenda original ] do sítio internet Escavar em Ruínas a quem agradecemos.
fotografia da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto do sítio internet Porto, de Agostinho Rebelo da Costa aos nossos dias a quem agradecemos.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Samara Lubelski na Culturgest [ Porto ]



Samara Lubelski na Culturgest
[ concerto ]
Samara Lubelski [ violino acústico amplificado e processamento de efeitos ]
17 Janeiro 2014, 22h00
Culturgest, Porto

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fonte Culturgest

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Culturgest / Edifício Caixa Geral de Depósitos
Avenida dos Aliados, 104, 4000-065 Porto
t. 22 209 81 16 / f. 22 209 81 21
41° 8' 52.34” N 8° 36' 38.84" W

fotografia da Culturgest / Edifício Caixa Geral de Depósitos do sítio internet PortoCompasso a quem agradecemos.

Apresentação da Programação 2014 do Teatro Municipal Joaquim Benite [ Almada ]



Programação 2014
do Teatro Municipal Joaquim Benite
[ apresentação ]
17 Janeiro 2014, 21h30
Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada

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fonte Companhia de Teatro de Almada

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Teatro Municipal Joaquim Benite
Av. Professor Egas Moniz, 2804-503 Almada
t. 21 273 93 60 / f. 21 273 93 67
38° 40' 35.01" N 9° 9' 35.71" W

fotografia de abertura do sítio internet Portal da Cultura a quem agradecemos.
fotografia do Teatro Municipal Joaquim Benite do sítio internet Junta de Freguesia de Almada a quem agradecemos.

«Vidas, doutrinas e sentenças de pré-socráticos ilustres» de Manuel Dias Duarte nas Noites com Poemas [ São Domingos de Rana ]


o dinamizador Jorge Castro é nosso associado, assim como muitos dos participantes, poetas e declamadores


Noites com Poemas
Vidas, doutrinas e sentenças de pré-socráticos ilustres
[ tertúlia de poesia ]
Manuel Dias Duarte [ autor ]
António Monteiro [ apresentação ]
17 Janeiro 2014, 21h30
Biblioteca Municipal de Cascais, São Domingos de Rana - Massapés - Tires

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Amizades,

No próximo dia 17 de Janeiro (sexta-feira), pelas 21h30, convido-vos a participarem na nossa 93ª sessão das Noites com Poemas, que contará como convidado com Manuel Dias Duarte, que nos trará o seu mais recente livro

"Vidas, doutrinas e sentenças de pré-socráticos ilustres",

cuja apresentação estará a cargo do professor António Monteiro.

A obra incide naqueles, como Xenófanes e Parménides - autores de longos poemas de que restam fragmentos -, que viveram num período de transição de um modo de sociabilização para outro... e que não se limitaram a interpretar, antes quiseram e conseguiram revolucionar e legitimar as novas relações sociais de produção e de reprodução. Nisto consistiu o «milagre grego…», (extracto da contracapa da obra citada).

Manuel Dias Duarte, professor de Filosofia e orientador de estágio em formação de professores, tem um extenso currículo enquanto docente; foi, ainda, co-autor de manuais escolares para os 10º, 11º e 12º anos; colaborou em jornais e revistas, desde os antigos República e Diário de Lisboa... e por aí fora. Autor, também, de já extensa obra de ficção, desde 1999, bem como de Filosofia...

Enfim, creio bem ser esta uma excelente oportunidade para conhecermos um homem de saberes e a sua obra ou, para quem já o conheça, uma não menos excelente oportunidade para retomar um contacto sempre enriquecedor.

Lá estaremos, à vossa espera, em caminhos que sempre conduzirão a Poesia.

Abraços.

Jorge Castro


como chegar

fonte Jorge Castro - Sete Mares

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Biblioteca Municipal de Cascais - São Domingos de Rana
Rua das Travessas, Bairro do Moinho - Massapés - Tires 2785-285 São Domingos de Rana
t. 21 448 19 70 / f. 21 448 19 79
38° 43' 9.08" N 9° 20' 35.36" W

imagem de abertura - uma gravura de ca 1655 de autor desconhecido, representando o filósofo Xenófanes [ ca. 570 a.C. — 460 a.C. ] - do sítio internet Wikipédia a quem agradecemos.
fotografia da Biblioteca Municipal de Cascais - São Domingos de Rana © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.

«Kachupada» [ Lisboa ]



Kachupada
[ concerto ]
Carmen Souza [ voz ] Theo Pas’Cal [ contrabaixo ] Elias Kakomanolis [ percussões ] Ben Burrell [ piano ]
17 Janeiro 2014, 21h30
Culturgest, Lisboa

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fonte Culturgest

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Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest
[ Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos ]
Rua Arco do Cego, Piso 1, 1000-300 Lisboa
t. 21 790 51 55 / 21 790 54 54 / f. 21 848 39 09
metro - Campo Pequeno / autocarros - 7, 21, 22, 35, 36, 40, 44, 45, 49,
54, 56, 83, 90, 91, 727, 732, 738 e 767
38º 44’ 27.14” N 9º 8’ 34.23” W

fotografia da Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos do sítio internet Artistlevel.org Online Art Community a quem agradecemos.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Sarau poético «Vida de António Feio / Poesia de Carlos Feio» [ Mouriscas - Abrantes ]


ambos os poetas, Carlos Feio e Jorge Castro, são nossos associados.


Vida de António Feio / Poesia de Carlos Feio
[ sarau poético ]
Carlos Peres Feio [ poeta ]
José Proença de Carvalho [ leitura ]
Hugo Sampaio [ música ]
Jorge Castro [ convidado ]
15Janeiro 2014, 16h00
EPDRA, Mouriscas

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dia 15, 16h .... não fiz convite em força
porque a população escolar (300...) já devem encher
o pavilhão, no entanto alguém de perto...

http://www.epdra.pt/

Um abraço

(se quiseres ir, na porta diz que vais da minha parte...)

carlos peres feio -

Divulga, por favor (anexo)

Grato.........................................................................


fonte Carlos Peres Feio - site: carlos francisco peres feio

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EPDRA - Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes
Herdade da Murteira, 2200–681 Mouriscas
t. 241 870 020 / f. 241 870 028
39° 30' 26.58" N 8° 4' 58.56" W

fotografia de abertura - o actor e encenador António Jorge Peres Feio  [ Lourenço Marques, 6 de Dezembro de 1954 — Lisboa, 29 de Julho de 2010 ] - do sítio internet rugido_ao_amanhecer a quem agradecemos.