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sábado, 4 de outubro de 2014

Eousdryosaurus, o pequeno dinossauro que viveu num tempo de gigante [ Portugal ]



Eousdryosaurus, o pequeno dinossauro
que viveu num tempo de gigante
[ paleontologia ]
Porto das Barcas

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O Jurássico Português
Eousdryosaurus, o pequeno dinossauro
que viveu num tempo de gigante



Um grupo de investigadores espanhóis e portugueses publicou recentemente na revista internacional Journal of Vertebrate Paleontology a descoberta de uma nova espécie de dinossauro ornitópode que viveu no território português há 152 milhões de anos. Este novo dinossauro foi apelidado de Eousdryosaurus nanohallucis que significa “o dryossáurio do oriente com polegar reduzido” e pertence à Colecção Paleontológica da Sociedade de História Natural, sedeada em Torres Vedras.

continuar a ler

fonte Ciência Hoje

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imagem de abertura - uma visão artística do Jurássico - do sítio internet Torres Vedras Web - A Sua Cidade Online! a quem agradecemos.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

«Curso Teórico-Prático de Horticultura Biológica» [ Oeiras ]


apresentamos esta notícia apenas a título informativo, pois as inscrições esgotaram


Aos Sábados no Palácio
«Curso Teórico-Prático de Horticultura Biológica»
O Horto Jardim Biológico
[ curso livre ]
Rute Sousa e Ricardo Pires [ formadores ]
28 e 29 Junho 2014, 10h00 às 13h00 e 14h30 às 17h30
Palácio Marquês de Pombal, Oeiras

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fonte Susana Maria Pereira - Câmara Municipal de Oeiras

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saiba mais em Câmara Municipal de Oeiras

Palácio Marquês de Pombal
Largo Marquês de Pombal , 2784-540 Oeiras
t. 214 408 781 / website
38° 41' 33.29" N 9° 18' 52.69" W

fotografia de abertura do sítio internet Competir, SA a quem agradecemos.
fotografia do Palácio Marquês de Pombal [ fotografia datada 02-09-2006 ] © josé antónio • comunicação visual reprodução proibida.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

«1.ª ObservaRia – Estarreja 2014 | Feira dedicada à observação de aves e ao turismo de natureza» [ Estarreja ]



Birdwatching fair
1.ª ObservaRia – Estarreja 2014
Feira dedicada à observação de aves e ao turismo de natureza
[ feira ]
12 e 13 Abril 2014
Estarreja

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fonte Pportodosmuseus

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saiba quais as aves que pode observar na Ria de Aveiro

fotografia de abertura - um belo e muito colorido exemplar dum Pato-trombeteiro, também conhecido por Colhereiro [ Anas clypeata ] - do sítio internet O Blog Verde a quem agradecemos.

terça-feira, 18 de março de 2014

Leituras «Comunidade de Leitores - A Arte de Envelhecer» [ Lisboa ]



Comunidade de Leitores
A Arte de Envelhecer
[ leituras ]
20 Março 2014, 18h30
Culturgest, Lisboa

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QUI 20 LEITURAS

Comunidade de Leitores – A Arte de Envelhecer
18h30 · Sala 1 · Requer inscrição (3)



Notas

1. Jovens até aos 30 anos e desempregados: 5€. Preço único sem descontos.

2. Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes de cada sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo por pessoa: 2 senhas.

3. Inscrições (limite 40 pessoas) na bilheteira da Culturgest, pelo tel. 21 790 51 55 ou pelo e-mail culturgest.bilheteira@cgd.pt

4. Descontos únicos: Maiores de 65 anos: 30% Jovens até aos 25 anos: 50%

fonte Culturgest

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Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest
[ Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos ]
Rua Arco do Cego, Piso 1, 1000-300 Lisboa
t. 21 790 51 55 / 21 790 54 54 / f. 21 848 39 09
metro - Campo Pequeno / autocarros - 7, 21, 22, 35, 36, 40, 44, 45, 49,
54, 56, 83, 90, 91, 727, 732, 738 e 767
38º 44’ 27.14” N 9º 8’ 34.23” W

fotografia de abertura do sítio internet Cuidador de Pessoas a quem agradecemos.
fotografia da Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest [ Lisboa ] do sítio internet Artistlevel.org Online Art Community a quem agradecemos.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Leituras «Comunidade de Leitores - A Arte de Envelhecer» [ Lisboa ]



Comunidade de Leitores
A Arte de Envelhecer
[ leituras ]
13 Março 2014, 18h30
Culturgest, Lisboa

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QUI 13 LEITURAS

Comunidade de Leitores – A Arte de Envelhecer
18h30 · Sala 1 · Requer inscrição (3)



Notas

1. Jovens até aos 30 anos e desempregados: 5€. Preço único sem descontos.

2. Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes de cada sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo por pessoa: 2 senhas.

3. Inscrições (limite 40 pessoas) na bilheteira da Culturgest, pelo tel. 21 790 51 55 ou pelo e-mail culturgest.bilheteira@cgd.pt

4. Descontos únicos: Maiores de 65 anos: 30% Jovens até aos 25 anos: 50%

fonte Culturgest

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Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest
[ Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos ]
Rua Arco do Cego, Piso 1, 1000-300 Lisboa
t. 21 790 51 55 / 21 790 54 54 / f. 21 848 39 09
metro - Campo Pequeno / autocarros - 7, 21, 22, 35, 36, 40, 44, 45, 49,
54, 56, 83, 90, 91, 727, 732, 738 e 767
38º 44’ 27.14” N 9º 8’ 34.23” W

fotografia de abertura do sítio internet Envelhecer não é deixar de viver a quem agradecemos.
fotografia da Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest [ Lisboa ] do sítio internet Artistlevel.org Online Art Community a quem agradecemos.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Possibilidade de clonar um mamute aumenta com a descoberta de sangue num animal congelado




Possibilidade de clonar um mamute aumenta
com a descoberta de sangue num animal congelado
[ ciência ]
Rússia

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Descoberta de sangue de mamute
aumenta possibilidades de clonagem


Projecto da Universidade de Iakutsk e do investigador Hwang Woo-suk ganha novo alento

Mamute lanoso

Uma equipa de cientistas russos encontrou sangue na carcaça congelada de um mamute recuperado numa ilha do Árctico. Esta descoberta aumenta significativamente as possibilidades de clonar este animal pré-histórico.
Numa expedição realizada no princípio deste mês pela Sociedade Geográfica Russa e especialistas da Universidade Federal do Nordeste (Sibéria Oriental) foi possível examinar os restos bem conservados desta fêmea de mamute-lanoso (Mammuthus primigenius), que tinha sido localizada em Agosto passado em Maly Liajovski, Oceano Árctico russo.
(...)

fonte Ciência Hoje onde pode ler a notícia na íntegra.

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sobre o Mamute veja em Wikipédia

imagem de abertura - recriação artística duma caçada ao mamute na Pré-História - do sítio internet Pré-História a quem agradecemos.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A anatomia da mão humana foi moldada pela luta




A anatomia da mão humana
foi moldada pela luta
[ evolução ]

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A luta moldou as mãos humanas

Estudo norte-americano está publicado no «Journal of Experimental Biology»

A experiência foi realizada com pugilistas

A mão humana evoluiu não só para poder utilizar ferramentas mas também para melhorar as aptidões para a luta. Esta é a conclusão de um estudo da Universidade de Utah, publicada agora no «Journal of Experimental Biology». Esta teoria sustenta que as mãos modificaram-se devido à necessidade de se fecharem em punho, o método mais eficaz para infligir um golpe sem danos para o próprio.

Segundo os investigadores, esta necessidade explicaria por que razão as mãos do ser humano desenvolveram dedos e palmas curtas com um dedo polegar oponente forte e largo. Isto permite que a mão possa não só agarrar coisas pequenas e realizar actividades delicadas e precisas, mas também fechar-se em forma de punho.
(...)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura do sítio internet Quartto Poder.com-É mais que site, é conteúdo !!, a quem agradecemos.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Diáspora cigana começou há 1.500 anos




Diáspora cigana começou há 1.500 anos
[ antropologia ]
Europa

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Diáspora cigana começou há 1500 anos

Povos 'roma' deixaram o nordeste da Índia e disseminaram-se pela Europa a partir dos Balcãs

Presença do povo cigano na Europa

O êxodo que levou os povos roma – ciganos – a espalharem-se, a partir do noroeste da Índia, por diversas partes do mundo começou há 1500 anos. Estas são as conclusões de um estudo de DNA de 13 populações ciganas da Europa. As investigações foram realizadas por David Comas, da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona, e Manfred Kayser, da Erasmus MC, de Roterdão. O trabalho está publicado na revista «Current Biology».

Os investigadores compararam material genético de indivíduos ciganos europeus com o de habitantes das zonas da Índia de onde este povo é originário. A ideia era perceber que mutações se produziram e obter uma espécie de relógio biológico que permitisse datar o momento em que os grupos se dividiram.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - a tela «Les roulottes, campement de bohémiens» [ 1888 ] de Vincent van Gogh [ Zundert, 30-03-1853 — Auvers-sur-Oise, 29-07-1890 ] - do sítio internet Wikipédia, a quem agradecemos.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Encontrados traços de hibridação com Neandertais em norte-africanos




Encontrados traços de hibridação
com Neandertais em norte-africanos
[ arqueologia / biologia ]
África

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Norte-africanos também têm traços de hibridação com Neandertais

Foram analisados 780 mil marcadores genéticos de sete populações do norte de África

Mapa da percentagem dos traços Neandertais nas populações norte-africanas
(clique para aumentar)

As populações do norte de África apresentam, tal como as populações não africanas, traços genéticos de hibridação com o homo neanderthalensis, espécie desaparecida entre 30 mil e 24 mil anos.

Desde a descoberta da hibridação entre as duas espécies de homo (sapiens e neanderthalensis) que se pensava que apenas as populações de origem europeia e asiática tinham registo dessa mescla, visto os Neandertais não terem habitado África.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - um grupo de Berberes tunisinos - do sítio internet História Medieval - Prof. Dr. Ricardo da Costa, a quem agradecemos.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dinossauros com penas, usavam-nas como os pavões




Dinossauros com penas,
usavam-nas como os pavões
[ paleontologia ]
Canadá

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Dinossauros que usavam penas como os pavões

O 'Ornithomimus edmontonicus' encontrado no Canadá tinha penas mas não voava

'Ornithomimus edmontonicus'

Viveu há 75 milhões de anos no território que é hoje o Canadá. Era um dinossauro veloz e o seu aspecto lembra a avestruz, com um crânio pequeno e um pescoço longo. Uma equipa de paleontólogos encontraram três indivíduos do mesmo mesmo grupo dos Ornithomimosauria e baptizaram a espécie como Ornithomimus edmontonicus.

A sua análise permitiu formular outra hipótese sobre a origem e a função das penas que cobriam os dinossauros que não voavam. As conclusões do estudo estão publicadas na «Science».
(...)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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Sobre o Ornithomimus saiba mais em Paleobiology Database [ inglês ], em FPDM: Dinosaur Catalog [ inglês ], e em Wikipedia [ inglês ]

ilustração de abertura - uma reconstituição artística do Ornithomimus edmontonicus - do sítio internet Público Móvel, a quem agradecemos.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Khoisan são descendentes directos dos primeiros humanos modernos




Khoisan são descendentes directos
dos primeiros humanos modernos
[ antropologia ]
África

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Khoisan são os descendentes directos dos primeiros humanos modernos

Investigadores identificaram os seis genes-chave para o desenvolvimento do crânio e do cérebro

Mulher Khoisan (créditos: Lisa Gray)

O genoma de 220 pessoas de 11 populações subsarianas, o maior estudo africano realizado até agora, confirma que os Khoisan (nome unificado de dois grupos étnicos do sul de África) ou bosquímanos são descendentes em linha directa dos primeiros humanos modernos, que evoluíram no sul do continente africano há mais de 100 mil anos.

Já se sabia que esta era a população com a maior diversidade genética do mundo. Mas este estudo identifica os seis genes-chave para o desenvolvimento do crânio e do cérebro, que foram objecto de selecção 'darwiniana' naquela época e que, provavelmente, criaram a anatomia humana moderna num prazo relativamente curto. Outros fenómenos genéticos posteriores, subjacentes às adaptações da população ao seu ambiente, definiram a potência muscular, a protecção contra os raios ultravioleta e a resposta imunológica contra infecções. Os resultados estão publicados na «Science».
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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Sobre os Khoisan veja em Wikipédia

fotografia de abertura - carapaça de tartaruga usada com fins ornamentais e aromáticos pelos Khoisan, e que é também um símbolo de fertilidade feminina - do sítio internet drifttherapy - The healing art of fragrance, a quem agradecemos.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Neandertais conheciam os efeitos curativos das plantas




Neandertais conheciam os
efeitos curativos das plantas
[ arqueologia ]
El Sidrón, Espanha

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Neandertais consumiam plantas pelos seus efeitos curativos
Investigação sugere que esta espécie tinha conhecimento sofisticado sobre o seu meio ambiente
A chamada 'galeria das ossadas', da gruta El Sidrón (Astúrias)
Os Neandertais que habitaram a gruta de El Sidrón (Astúrias) conheciam, provavelmente, as qualidades curativas e nutricionais de algumas plantas. A equipa internacional de investigadores chegou a esta conclusão através da análise do cálculo dentário (tártaro) de cinco indivíduos adultos e uma criança desta espécie.
O Conselho Superior de Investigações Científicas espanhol (CSIC), a Universidade de York (Reino Unido) e Universidade Autónoma de Barcelona contribuem para desmontar a ideia de que esta espécie seria quase exclusivamente carnívora. O estudo publicado na «Naturwissenschaften».
(...)

fonte Cncia Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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fotografia de abertura - Erva-carpinteira, também conhecida por Milfolhada [ Achillea millefolium L. ], de que se encontraram vestígios no dente estudado - do sítio internet BioLib - Taxonomic tree of plants and animals with photos, a quem agradecemos.


sábado, 12 de maio de 2012

O caso do nanismo dos mamutes de Creta




O caso do nanismo
dos mamutes de Creta
[ paleontologia ]
Cabo Malekas, Creta

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Mamutes de Creta não ultrapassavam um metro de altura
Estudo do Museu de História Natural de Londres revela mais um caso de nanismo insular
Os vestígios foram encontrados em Cabo Malekas, Creta
Na ilha de Creta, Grécia, viveu a espécie “anã” de mamute, a mais pequena que se conhece. Investigadores do Museu de História Natural de Londres baptizaram-na como Mammuthus creticus. Na sua idade adulta era tão grande como uma cria de um elefante africano, não ultrapassando um metro de altura. Este animal viveu durante o Pleistoceno, há 3,5 milhões de anos.
Os vestígios que foram agora estudados consistem em alguns molares e um úmero. Os molares foram levados para a Grã-Bretanha em 1904 pela pioneira da paleontologia Dorothea Bate, que os encontrou no sítio de Cabo Malekas. A investigadora Virgina L. Herridge, do Museu de História Natural, decidiu voltar a estudar aquela colecção de fósseis, completada com mais restos entretanto descobertos por George Iliopoulos.
(...)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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sobre os Mamutes veja em Sua Pesquisa, em Atlas Virtual da Pré-História, em Wikipédia, e um interessante caso em G1

fotografia de abertura - reconstituição dum Mamute - Mammouth - Musée de Préhistoire des gorges du Verdon © Service communication du Conseil général des Alpes de Haute-Provence - do sítio internet Wikipédia, a quem agradecemos.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Planta com 30 mil anos 'ressuscitada' pelos cientistas




Planta com 30 mil anos
'ressuscitada' pelos cientistas
[ genética ]
Sibéria, Rússia

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Cientistas 'ressuscitam' planta com 30 mil anos
Planta do Pleistoceno manteve-se preservada no permafrost
'Silene stenophylla' é uma planta herbácea do Plistoceno
Uma equipa de cientistas russos conseguiu 'ressuscitar' uma planta com 30 mil anos. Os investigadores desenterraram o fruto e algumas sementes da planta do solo gelado da Sibéria e a partir dos seus tecidos conservados abaixo de zero graus, conseguiram fazer réplicas da planta.
A chave da ressureição está no permafrost, a camada de solo gelado que ocupa milhares de quilómetros quadrados das latitudes boreais e onde se armazena uma grande banco de sementes e organismos congelados desde há vários milhares de anos.
(...)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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veja o vídeo alusivo à notícia:

Biólogos germinam planta de 30 mil anos encontrada em toca de esquilos pré-históricos


fotografia de abertura - degradação do permafrost [ Ken Dunton, University of Texas ] - do sítio internet North Slope Science Iniciative, a quem agradecemos.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Europeus e asiáticos são descendentes dos mesmos africanos




Europeus e asiáticos são descendentes
dos mesmos africanos
[ antropologia ]
Europa, África e Ásia

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Europeus e asiáticos são descendentes dos mesmos africanos
Estudo recorre à comparação genética entre 385 indivíduos
Hoje existe muito mais diversidade genética
entre a população africana
Europeus e asiáticos descendem do mesmo grupo de africanos que chegou ao Sul da Península Arábica há 60 mil anos, conclui um estudo coordenado por Luísa Pereira.
Segundo a investigadora do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), os descendentes desse grupo rumaram depois, uns em direcção à Ásia, tendo chegado à Austrália há 50 mil anos, e outros para a Europa, onde terão chegado dez mil anos depois.
(…)

fonte Ciência Hoje, onde pode ler a notícia na íntegra.

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imagem de abertura - Rotas de migração do homem pré-histórico - do sítio internet Etnias, a quem agradecemos.